O grande temor do ser humano é o juízo final, ninguém admite sequer a hipótese de ter que prestar contas de seus atos diante de um tribunal onde não exista nem sombra de iniqüidade e de corrupção. Essa visão assombra de tal forma a mente humana que se aceita qualquer doutrina que negue a Bíblia ou a descredibilize para assim poder afastar a hipótese de ter que passar por tal julgamento.
Na verdade todos querem ter a liberdade de fazer o que bem quiserem, seja bom ou mal, de praticar todo o tipo de injustiça, de corromper e ser corrompido de mentir, prevaricar, abusar, estuprar, etc. e depois da morte tudo se acabar em nada e sem nenhuma consciência de que um dia se existiu. Morrer, deixando o despojo de sua vida para os filhos que poderão continuar com a sua herança a obra nefasta que iniciaram e isso tudo sem nenhuma prestação de contas, num chamado “final feliz”, o “happy end” maravilhoso, mais utópico e irreal a nosso ver.
A Bíblia o livro mais lógico e claro que já li é patente em afirmar e reafirmar que todos terão que comparecer diante do juízo final narrado em Ap 20: 11 a 15, e diante do grande trono branco, solitariamente, e sem nenhuma segurança passada, Ap 15: 11, ver abrir o livro de sua vida e responder por cada ato praticado diante de um Juiz perfeito e justo que não faz acepção de pessoas nem aceita peitas nem suborno, mas que julgará cada um conforme as suas próprias obras.
Quem condena o pecador não é Deus, mas as suas próprias obras abertas diante do juízo, Ap 20: 12. Ao invés de crer em subterfúgios, e só receber Jesus Cristo, o único que pode livrar desse fatídico e eterno dia conforme Ap 20: 15.
Cláudio Pinto












