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Archive for junho \24\UTC 2009

 

É fato notório como nossa mente foi contagiada pela semente da desobediência inserida no Éden, pois até entre os convertidos está indelevelmente registrada a atitude de sempre acharmos que estamos absolutamente livres da lei.

Ética é algo que fazemos quando ninguém está vendo, ela está gravada em nossos princípios independente de observadores, na verdade nossa ética interior nos patrulha

Quando você passeia por um parque público e vê a placa “proibido pisar na grama” a ordem está clara, explicita, você não pode pisar, não te foi dada liberdade para o fazer,  seja quem você for não está isento da regra, e se sentir que embora esteja determinada a proibição claramente, você tem alforria para fazê-lo, porque as suas condições físicas e mentais te permitem, pois se realmente você não pudesse não te seriam dadas condições para tal, e assim pisar na grama usando do teu direito de arbítrio, receberá como conseqüência a devida reprimenda pelas sua transgressão, pois a lei trás no seu bojo o devido castigo aos transgressores. (Gn 2: 17)

É interessante observar esse detalhe que tudo me é lícito, mas nem tudo que é lícito me convém, ter o arbítrio e justamente ter a capacidade de pesar se o gozo de  minha liberdade não tem um preço tão elevado que não me convém exercê-la. (1Co 10: 23)

Ora se a placa valesse somente para os que não tem condições de pisar na grama, ela seria desnecessária, se foi posta é para testar o espírito dos que podem fazê-lo e o uso da  liberdade que têm de obedecer ou desobedecer a regra. (Gn 3: 11) Prova disto é que se um cachorro ou um macaco violarem esta regra, nada lhes será imputado, pois lhe falta a condição de entenderem a determinação, estando assim imunes, porém um guarda do jardim, os removerá para um local apropriado.

Fosse  verdadeiro o fato de que tudo que podemos fazer nos ser permitido, desnecessárias seriam as regras, regulamentos ou leis,  morais, cerimoniais ou sociais, e imperaria a lei do mais forte ou mais poderoso. Foi justamente para cercear a nossa pretensa liberdade individual de arbítrio que se condicionou submetê-la ao desejo geral, para que fortes e fracos, ricos e pobres, sãos e enfermos, sejam respeitados e acatados em seus limites.  (Gl 5: 13)

A minha mente e meu físico dizem que eu posso fazer, tenho condições para tal, mas a minha capacidade raciocínio e arbítrio me orientam a pensar, e respeitar as restrições vigentes, avaliar os prós e os contra, e pesar o preço das conseqüências que advirão desse meu  presumido exercício de liberdade, pois como diz o conselheiro Amaro, “o problema da conseqüência é que ela sempre vem depois”.  (Rm 3: 23)

Concluo então que se existe punição implícita a minha liberdade de agir, seja da parte do Soberano Criador, ou dos homens por Ele constituídos, na verdade eu não tenho essa liberdade, ainda que a tenha no meu vigor,  considero aquele que me convencer ao uso dessa liberdade, decididamente como meu inimigo, por me atribuir  algo que eu realmente não tenho e que só me trará infortúnios. (Gn 3: 17)

Na verdade, Deus não me proíbe de transgredir, mas não me da liberdade alguma para fazê-lo, pois sobre a pena da lei está o temor  (1Jo 4: 17 e 18)

E você, julga ter plena liberdade para desobedecer?

 

Cláudio Pinto Pr

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Eu não sei qual são as suas expectativas em relação a Jesus.

Porém a expectativa dos judeus quando clamavam pela vinda do Messias, era a de que  no mínimo ele os libertasse das mãos dos algozes romanos. Suas expectativas era a de que ele restaurasse na época  o reino de Israel. Sentiram-se frustrados como podemos ver em At 1: 6.

Jamais esperariam ouvir dele o “arrependei-vos que é chegado o reino dos céus”, ou o “de a César o que é de César”, que subentendiam atitudes de contrição e submissão. (Mt 22: 17 a 21)

Na verdade Jesus tinha as suas próprias expectativas  ao vir ao mundo manifestado na carne, e tão intensas que se preocupava incessantemente com elas, e não tinha com quem dialogar, pois estavam acima de nosso entendimento humano.Ele não podia perder seu tempo que era curto, três anos e meio, com o preencher de nossas expectativas, em geral centralizadas em nosso ser e em nossos interesses individuais, ele tinha sobre seus ombros a responsabilidade de toda a raça humana e seu destino, como parar para fazer sinais ou entreter desencantados com sinais e maravilhas.

Sua expectativa era a de fazer a vontade de seu Pai, e não a nossa, e essa incumbência pessoal já o sobressaltava e trazia pesar suficientes para encher sua alma de angustia e preencher todo o seu tempo com orações.

Deus é soberano, se si detiver em ficar a ouvir nossos queixumes e reclamos, nossos melindres e susceptibilidade, e ficar a nós explicar o porquê de seus atos, sem dúvida não terá tempo nem ocasião de nos livrar do fogo do inferno eterno, ficando a acariciar o nosso ego desapercebidamente. Deus não veio para suprir as nossas expectativas, mas para cumprir as suas expectativas em relação a nós, as quais são transcendentais e nem os mais dotados e aptos entendem ou podem entender, pois Deus é.

Deus não se esqueceu de nós, mas é onipotente e tão perfeito e abrangente em suas ações,  que consegue tratar ao mesmo tempo do todo e de cada um, sabe porém quais são as prioridades. Ele não veio para nós servir, mas essa é a nossa expectativa, que nos sirva, enquanto  nos devíamos estar trabalhando para Ele, mas ao contrário além de frustrá-lo, ainda o sobrecarregamos com a nossas madeixas e com a nossa  própria redenção e salvação, uma árdua tarefa,  da qual nem teríamos consciência se ele na sua onisciência e comiseração não nos tivesse revelado.

Deus efetuou a tua remissão, efetivou a redenção de tua alma, te comprou por bom preço na cruz, te salvou da perdição do pecado, redimiu teu corpo, e te deu a vida eterna, te doou tudo isso de graça sem a expectativa de receber nada em troca, e ainda te amou primeiro com amor divino, o ágape, e sua única expectativa e de que você também o ame, mas não te impõe essa carga, antes deixou isso a teu critério.

Se Ele tivesse se detido em  atender as nossas expectativas em sua vinda a terra, nada disso se teria cumprido, mas graças a Deus que as expectativas dEle não são as nossas e nem dependam em nada das nossas.

Mas, apesar de tudo creio que hoje Ele ainda fale com você pessoalmente, aguarde, tenha porém a atitude de “expectativa zero”, pois Ele é Deus e não homem, isso impedirá a tua frustração pela falta de entendimento, e permitirá que Ele cumpra a expectativa dEle sobre você e sua vida.

 

Cláudio Pinto Pr

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ALERTA ÚTIL

Entenda a multa por apenas um Km a mais.

Muitos crentes costumam se revelar ao volante, este é um alerta para eles.   

Quando alguém é multado, muito comumente diz: fui multado a 61Km por ora em rua onde era permitida a velocidade máxima de 60Km/h por ora, por um Km a mais me multaram!

Não é verdade, você deve saber que estava a 68Km/h, e que se abateu a tolerância de sete quilômetros caindo essa velocidade  para os 61Km/h que você recebeu, e que houve tolerância de ajuste de sete quilômetros hora, entre os equipamentos medidores do radar e de seu veículo. Se você tivesse passado a 61Km/h ora não teria sido autuado e multado estaria dentro da tolerância.

Ex: velocidade aferida 68Km/h, – 7Km/h  = a 61Km ora

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Acerto2

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O Caroço

O Abacate é uma fruta nutritiva e quase todos gostam de seu sabor, o interessante é que para saboreá-lo nossa primeira atitude é a de cortá-lo ao meio, separando-o em duas partes sendo que numa fica normalmente incrustado o caroço e a outra com a concavidade onde ele se alojava.

Em seguida retiramos o caroço e, via de regra, o destinamos para o lixo, de imediato ou na seqüência, como se ele nada mais valesse.

Apesar dessa nossa irreverência, na verdade foi ele quem deu origem ao abacateiro o qual produziu muitos frutos como os que agora utilizamos, e embora não lhe demos a devida gratidão e não reconheçamos os seus méritos, ele é potencialmente muito mais poderoso que o fruto que tanto valorizamos o qual após saborearmos, se tornará em nada e cujo destino é o esgoto.

O caroço que tanto desprezamos e lançamos fora sem nenhuma consideração poderá se, caindo em boa terra, transformar-se num frondoso abacateiro e dar muitos frutos iguais ao que esteve em nossas mãos. Se persistirmos no erro, novamente daremos muito valor ao fruto que é resultado e desprezaremos ao caroço que é causa, tudo porque somos consumidores e não agricultores.

A vida é assim mesmo, quem trabalha em silêncio e em oculto, embora frutifique muito e seu trabalho final produza admiração e elogios e lucros, sempre acaba sendo tido como inútil e sem valor sendo lançado fora diante de todos e muita vezes desrespeitosamente, isso por erros de avaliação.

Aplaudamos o abacate que nos nutre, palmas para o abacateiro que produz o abacate, e viva o caroço o primo pobre, sem o qual não haveria abacateiro nem abacate!

Bendito seja o caroço que contém o gen e a gênese de tudo.

 

Cláudio Pinto

 

Em Tempo – O caroço e duro, tem gosto desagradável, em geral sem atrativos visuais, não sendo comestível,  para que você o jogue  mesmo fora, pois sua função é a de sendo descartado multiplicar-se e dar continuidade a sua espécie, ele se aniquila por ela se fazendo igual ao pó. Isso te lembra alguma coisa?   (Fp 2: 5 a 9)

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Usando a cabeça

Usando a cabeça

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Um homem cristão, daqueles meio irreverentes, morreu e ao chegar no céu foi atendido por um anjo que lhe orientou a esperar que  Deus o atenderia. Olhando na porta de uma sala viu escrito: “Sala de Deus”. Como estava vazia, penetrou nela, e viu que sobre a mesa havia um óculos.

Ficou admirado, pois se aquela sala era de Deus aqueles óculos eram de Deus.

Curioso ficou a perguntar a si mesmo, como e  que Deus via  através daqueles óculos?

Como não havia ninguém arriscou por os óculos para matar a curiosidade. Imediatamente viu seu ex sócio que em seus negócios enganava a um cliente , olhou e olhou e indignado com a sua atitude pegou o banquinho de Deus e atingiu seu ex sócio na cabeça, pensando: quem sabe assim ele aprende, e estava ainda irado com o acontecido quando viu Deus entrando em sua sala.

O vendo lhe perguntou; o que você faz aqui?  Eu esperava pelo Senhor.

Por acaso você usou os meus óculos? Me desculpe, mais fiquei curioso e usei. E como você enxergou com ele? Bem vi o meu sócio enganando um cliente é… E o que você fez?  Perdão,  mas não agüentei e sentei a banqueta nele!  Não agüentei, vi o erro com clareza, e procurei ser justo.

Pois é, você acabou por atingir violentamente o teu próximo?

Acha que fiz mal em atingi-lo quando vi que mentia e enganava alguém?

Não, o erro maior foi você ter usado os meus óculos.

Eu não sabia que não podia  por o óculos de Deus?

A questão é que com o óculos de Deus você vê conforme a justiça de Deus,  então para por o óculos de Deus a pessoa precisa primeiro:  ter a longanimidade e  o coração de Deus.

 

Uso corrente nas igrejas

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