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Archive for setembro \30\UTC 2010

Pelé falou:

Vivíamos numa ditadura e todos queriam votar. A maioria nunca o havia feito para presidente, quando Pelé declarou: “o povo não sabe votar”.

Todos viram nessa declaração uma atitude servil do grande craque, pois era moda, era chique ser esquerdista naqueles tempos.

Apesar dos títulos mundiais, Pelé foi massacrado, foi lhe passado um “cala boca” muito mais ácido, que o aplicado a Galvão na última copa.

Como disse o grande filosofo “Fernando Collor: “o tempo é o Senhor da razão”. O tempo se encarregou de provar isso, julgando tanto o craque como o pensador, no caso o Collor, colocando-os no devido lugar: um votado como o maior craque de todos os tempos e como o atleta do século, com a concordância da maioria no mundo; o outro, presidente cassado e, após, eleito pelo voto do povo confirmando a verdade dita por Pelé, o qual afirmara que não sabia votar.

Cremos que hoje, no tempo pôs revolucionário, a declaração de Pelé é reconhecida por todos como “de grande sabedoria”, pelo que temos visto nos resultados das urnas nas últimas  décadas.

Porém, mesmo que consideremos que Pelé  continue a não saber o que fala e que deveria ficar de boca calada, também devemos considerar como verdade o que disse, que o povo não sabe votar-e talvez melhor seria, se hoje não o fizesse.

Assim, concluímos que: Pelé não sabe o que fala, o povo não sabe votar e os políticos não sabem o que fazem. O tempo, Senhor da razão, provou essas coisas.

No domingo, veremos se o povo já aprendeu ou se as velhas raposas estrão de volta.

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Somos como peregrinos no mundo, como aqueles que aqui estão prontos para serem daqui retirados a qualquer instante, não almejamos criar raízes por aqui para que não haja nada que nos prenda por não ser esta a nossa casa a nossa cidade ou a nossa terra e destino final. Antes, esperamos a cidade que descerá do céu e que cujo artífice e construtor é Deus como disse Hb 11, falando do que esperava o patriarca Abraão.

Existem aqui dois reinos: o de Deus e o do mundo. O primeiro precisa ser entendido para que possa ser visto não pelos olhos carnais, mas pelos olhos da fé, pois não tem aparência exterior. É o reino onde está a árvore da vida da qual podemos hoje comer livremente como diz Jo 6: 53-57, pois a cada ceia realizada no Jardim que hoje é a igreja de Jesus Cristo, comemos de sua carne e bebemos de seu sangue que verdadeiramente são comida e bebida.

O outro é o reino do mundo, que cativa pelos seus brilhos, por sua sedução, pela glória que oferece, um reino efêmero e cheio de ilusão o qual foi oferecido a Jesus que o rejeitou dizendo:“Ao Senhor meu Deus adorarei e só a Ele servirei” Mt 4: 10.

Infelizmente hoje ele toma conta do coração de muitos dos chamados líderes cristãos totalmente vislumbrados por ele e pelo gozo de suas delícias e deleites  e que de há muito já se esqueceram do reino eterno, do arrebatamento e da vida eterna, trocando essas coisas pelas materiais e visíveis. Na verdade vivem deliciosamente na sua glória.

Jesus disse: “Ninguém pode servir a dois senhores, porque há de odiar a um e amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom”. Porém, Mamom hoje é cultuado em muitas igrejas ditas cristãs em que se prega e se busca o reino deste mundo e sua injustiça. Julgam-se muito ricos, mas são duplamente miseráveis, uma vez em 1Co 15: 19 e outra em Ap 3: 17.

Busquemos o reino de Deus e sua justiça como adverte Mt 6: 33 e esperemos que as demais coisas nos sejam acrescentadas. Não ambicionemos as coisas altas, mas nos acomodemos às humildes conforme Rm 12: 16.

Deixe que o Reino de Deus cresça e tome conta de todo o seu ser até que você seja um rei e sacerdote, conforme Ap 1: 6 e 3: 21.

Cláudio Pinto Pr

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O BUMERANGUE CRISTÃO

Meus amados, as eleições se aproximam, estão às portas.

Pelos e- mails que recebo, vejo o desespero no meio cristão devido às ameaças veladas que estão ao derredor e que, sinistras, aguardam para buscarem, depois, a quem puderem tragar com adverte 1Pe 5: 8.

O Leão bramador está à espreita pronto para atacar. Já  sorveu o cheiro de sua vítima, já  estabeleceu sua estratégia de ataque,  já se lambe em seu sabor. Agora tudo é só uma questão de tempo. Se não vier ajuda do alto, um milagre, o predador atacará e saciará a sua fome, sem dúvida, e dará até graças tornado real aquela famosa piada da atitude cristã, do felino, lembram?

E fará isso com toda a ironia e prazer, regozijando-se na incredulidade e ingenuidade de sua vítima: nós.

A palavra de Deus diz em Gl 6: 7: “Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará”. Na verdade, o coração duro leva à desobediência, a obstinação de espírito cega o homem e o orgulho e soberba o tornam insano. Talvez tenha chegado a hora de cumprirmos como igreja o que está em 1Pe 5: 9, onde se lê: “Ao qual resisti firmes na fé: sabendo que as mesmas aflições se cumprem entre os vossos irmãos no mundo”.

Estamos prontos para colher o que semeamos, ou esperamos que plantando uma figueira colhessemos azeitonas como diz -Tg 3: 12? Agora meditemos como Jó, que em seu bom senso disse: “Porque o que eu temia me veio; e o que receava me aconteceu” Jó 3: 25 .

Daqui a algum tempo, talvez perguntemos: “Senhor, porque isso nos sucedeu?”

Esta é uma pergunta que deveremos fazer não a Deus, mas a nós mesmos.

E qual será a nossa resposta?

Na verdade, cada povo tem o governo que merece; e que elege!

Cláudio Pinto Pr

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Adão na velha terra, Abrão na nova terra.

Deus formou o homem da velha terra e depois o colocou dentro do Jardim, no Éden, ou seja, colocou-o numa nova terra onde foi abençoado e deveria frutificar, multiplicar-se e encher a Terra. Porém, o homem pecou  e foi por isso lançado fora do jardim, de volta à terra de onde fora tomado no início. Adão, pecador, fez assim um caminho inverso ao inicial.

Após ser expulso, durante muitos anos o homem habitou nessa terra sem sequer lembrar-se de que um dia existira um jardim. Pisando a maldição e suando seu rosto, foi vivendo e se adaptando ao mundo pecaminoso.

Passado o dilúvio, no qual Deus demonstrou todo o seu descontentamento com o que sucedia com o homem pecador, e após ver o patriarca Noé se embriagar com o produto obtido de sua própria vinha, adormecendo, deixando de vigiar , permitindo pelo seu sono que a maldição retornasse em meio a seu reino, Deus buscou um homem justo em quem pudesse investir e confiar, conforme Sl 14: 1 a 3 e 53: 1 e Rm 3: 10 a 12.

Numa terra habitada por pagãos, em meio a densas trevas e imensa  idolatria, Deus buscaria um homem, um único homem em quem visse dotes de aptidão para responder a seu chamado.

E o encontrando, chamou-o: “Ora, o Senhor disse a Abrão: Sai-te da tua terra, da tua parentela, e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei. Eu farei de ti uma grande nação; abençoar-te-ei, e engrandecerei o teu nome; e tu, sê uma bênção. Abençoarei aos que te abençoarem, e amaldiçoarei aquele que te amaldiçoar; e em ti serão benditas todas as famílias da terra.” -Gn 12: 1 a 3.

A promessa a Abrão propunha: sair da sua terra atual para uma nova terra e cortar com a sua parentela -romper com a sua atual paternidade, pois como pecador era semelhante a seu antigo pai e antecessor, Adão -Gn 5: 1 a 3- evitando ficar preso aos abraços familiares -Lc 9: 61 e 62.

Se ele aceitasse voltaria a ser abençoado, seria uma bênção e geraria uma grande nação. Quem o abençoasse, seria abençoado por Deus, pois de seus lombos nasceria o abençoador de todas famílias da Terra. Quem o amaldiçoasse, seria amaldiçoado por Deus, pois estaria lutando contra a bênção e a favor da permanência da maldição sobre a face da terra.

O que Deus propunha a Abraão era sair da velha terra onde fora formado e vir para uma nova terra, tendo uma nova parentela e uma nova paternidade. Assim, seria um novo Adão e também a origem de um novo e abençoado povo, o povo de Deus, grande nação do qual seria o patriarca.

Deus queria levar esse novo Adão para dentro de seu jardim, de volta à terra abençoada, onde também poderiam ser abençoadas todas as famílias da terra como no início. Deus queria levar o homem de volta para seu jardim na terra, a sua igreja, a qual seria no futuro a imagem e semelhança de seu Criador, o último Adão, Jesus Cristo. Escatologicamente, anunciava seus planos a Abrão, a quem escolhera por saber ter ele, mesmo em meio às trevas, uma visão espiritual de fé -Hb 11: 9 e

Cláudio Pinto Pr

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Adão, após ser formado, foi colocado como guarda do jardim no Éden -Gn 2: 15.

Uma pergunta que dá origem a muitas especulações é: guardar o jardim de quem, se só existia Adão nele?

Cremos que se não houvesse necessidade, essa atribuição não teria sido dada por Deus. Se houve essa determinação é porque há um sentido lógico nela.

Primeiro lembramos que o plano para o jardim era eterno e que não havia sido previsto um tempo determinado de vida para o primeiro homem, o que só ocorreu após o pecado.

Portanto, a função de guarda do jardim cobria a condição adâmica desde a solidão no jardim, até situações em que a Terra toda seria cheia de seus abençoados descendentes. Dessa forma, é totalmente justificável a  função de guardar, pois onde houver dois, haverá necessidade de ordem e de regras, e sabemos ser O Criador um Deus de ordem e não de caos.

Por outro lado, as muitas elucubrações supõem situações hipotéticas as mais variadas e sem nenhum respaldo bíblico, criando-se teorias para tentar explicar o motivo da necessidade de se guardar o jardim. Via de regra,  não se questiona o fato mais simples, que é a estranha presença da serpente dentro do jardim de Deus. Só esse motivo já seria justificável para que o lugar fosse resguardado.

Parece que o homem, ainda hoje, continua achando que o diabo não é tão feio como o pintam. A incredulidade em relação à serpente, que teve origem no jardim, parece ter gerado a ingenuidade espiritual no descrente. Essa ingenuidade em relação ao maligno permanece até hoje. Lembramos que ele é chamado de destruidor no livro do Apocalipse, no capítulo 9: 11 (Abadom – hebraico e Apoliom – grego = em ambos, destruidor).

Sendo a serpente o destruidor, porque Deus permitiu a presença dela dentro do jardim?

Deus criou o homem para ser livre e não um robô, ou um ser manipulado. Assim,  ele precisaria ser tentado à desobediência para ter provada a sua submissão às ordens do Criador. Para isso, ninguém melhor que o tentador de Mt 4: 11.

Como Deus permitiu que a árvore da ciência do bem e do mal estivesse no jardim, é coerente que aquele que preside sobre ela também estivesse presente. Lembramos que o homem só é obediente se a ele for dada a oportunidade de desobedecer. Obediência forçada é jugo.

Se dentro do jardim está o destruidor, nada mais lógico que o Criador nomeie a seu servo, em quem confia e a quem lá colocou, para ser o guarda do referido jardim. Veja que não é preciso muita imaginação para se concluir isso, apenas raciocínio e atenção aos fatos.

Adão guardava o jardim contra qualquer atentado ou tentativa de destruí-lo.

Cláudio Pinto Pr

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A ovelha negra

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“Ora, o Senhor disse a Abrão: ‘Sai-te da tua terra, da tua parentela, e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei. Eu farei de ti uma grande nação; abençoar-te-ei, e engrandecerei o teu nome; e tu, sê uma bênção. Abençoarei aos que te abençoarem, e amaldiçoarei àquele que te amaldiçoar; e em ti serão benditas todas as famílias da terra’”.

Abrão era filho de Terá, sacerdote pagão e morava em Ur dos caldeus, terra de pagãos.

Ao receber o chamado de Deus entendeu as promessas de forma espiritual e não natural e assim nunca buscou a terra prometida, herança material, mas buscou a cidade cujo artífice e construtor era Deus conforme revela HB 11: 9-10.

Ele foi convidado por Deus para uma “nova terra”, e  para isso deveria sair da velha terra da velha criatura e ser uma nova terra e criatura. Sair de sua parentela, rompendo seus laços familiares passados, como os que receberam o chamado de Jesus em Lc 9: 61-62, sem tempo para darem o último abraço. Romper com a casa de seu pai saindo dela, rompendo a paternidade antiga, agora faria o que seu novo Pai mandasse, de filho e descendente de Adão passaria a ter a Deus como Pai, e seria o patriarca do povo de Deus e de uma grande nação, teria seu nome engrandecido e perpetuado como é até hoje, e seria uma bênção para todos, até para seus inimigos, seria a raiz de uma nova raça.

Deus prometeu a Abrão que abençoaria a quem o abençoasse e que amaldiçoaria a quem o amaldiçoasse,  porque no lombo de Abrão estava a linhagem  da qual um dia viria aquele que iria  abençoar a todas as famílias da terra, Jesus Cristo,  o Messias de Israel,  autor da nova terra e do novo céu de Ap 21: 1 e da nova criação.

Assim quem abençoasse a Israel estaria cooperando para o plano da salvação divina e seria abençoado por Deus, porque estaria colaborando para a vinda do Messias e para semear a bênção sobre todas as nações, e quem o amaldiçoasse estaria fazendo a obra do maligno tentando destruir o povo de Deus e impedir o nascimento do Messias na terra, estando assim sob a maldição divina, por trabalhar para que a maldição permanecesse sobre as nações e sobre a terra conforme Mt 25: 31-46.  Por estar apegado à maldição, ela permaneceria sobre quem a abraçou rejeitando a bênção, conforme  Jo 3: 36.

Por isso é preciso nascer de novo da água e do Espírito e ser nova criatura para poder ver o Reino de Deus, não é voltar ao ventre da mãe como disse Nicodemos, e renascer, mas é romper com as coisas velhas do passado, pois, tudo se fez novo, conforme 2Co 5:17. É viver em novidade de vida conforme está em Rm 6: 4, esperando que se cumpra o que foi prometido em Ap 21: 1

Cláudio Pinto Pr

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