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Archive for agosto \27\UTC 2015

A verd e a ment blMuitos PhD´s sendo cientistas perguntam maliciosamente:  “porque Deus não queria que o homem adquirisse o “conhecimento”, se ele estava presente na árvore e ao seu alcance no jardim?

Está pergunta é sempre feita com o ar de suspeita com respeito ao Criador como se Ele não quisesse que o ser por Ele criado fosse inteligente, talvez para poder dominá-lo. Ora se Deus quisesse dominar o homem era simples, bastava o ter criado sem a  liberdade de escolha ou o que se chama de livre arbítrio, sendo apenas como uma marionete ou um robô programado a obedecer sempre.

Nesse caso não haveria a necessidade de proibi-lo de comer, pois ele não sendo livre não teria essa opção de desobedecer em sua programação.                                                      Como então Deus provaria ser o homem obediente a suas ordens se ele não tivesse a oportunidade e opção de desobedecê-lo livremente? O valor da obediência está em se poder livremente desobedecer.

Na verdade a pergunta feita pelos citados cientistas e sem nenhum sentido se olharmos pelo prisma do texto bíblico, pois, ou  demonstra um parco conhecimento das escrituras ou talvez a tenham lido com predisposição contrária e sem se aprofundar na análise do texto, ou a leram como se fosse um livro de história, e lembramos que o texto só se discerne espiritualmente,  parecendo aos olhos da sabedoria humana, ilógico e cheio de nuances que despertam suspeições.

Na verdade Deus deu ao homem ao criá-lo o conhecimento que necessitava para estar diante dele em harmonia, o do bem. Deus diz ter criado o mal, Is 45: 7, mas independente disso, nunca o usou para nada. Como o homem tem o chamado livre arbítrio, e muitos até dizem ser isso o que os torna a imagem e semelhança de Deus, Ele pôs o mal disponível diante do homem, mas não lhe deu a opção de que o  conhecesse  por saber que seus efeitos seriam nele sempre muito nefastos.                                                                                        Era justo ao homem tendo o poder de escolha poder escolher. Porém seria esse conhecimento mortal ao homem e Deus o avisou disso em Gn 2: 17.  Essa é a grandeza de Deus, permitir ao homem escolher até o desobedecer e “não querer estar em harmonia com Ele, o Criador”.

O homem ao conhecer o mal nada ganhou, porém tudo perdeu, era uma sabedoria desnecessária e que só lhe trouxe aflição e desgraças até o dia de hoje.

Por isso Deus não queria que o homem tivesse conhecimento do mal, para o poder ter como seu auxiliar na sua criação sempre. Agora Deus vai tirar o mal da criação, o que já começou a fazer naquele que rejeitou o mal e escolheu o bem, Mt 4: 8 a 11, Jesus Cristo, cumprindo a profecia do profeta Isaias em Is 7: 14 a 16.

Pense: “Não queira ter o que você não precisa ter, se há risco de perder o que você precisa e já tem”.                     Nábulus, pensador cristão.

cláudio pinto pr                                                                                    JP

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Cérebro a

Deus disse a Adão: “De toda a árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore da ciência do bem e do mal dela não comerás, porque no dia em que dela comeres,  certamente morrerás, Gn 2: 16 e 17. Sabemos que onde não há lei o pecado não é imputado, Rm 5: 13.  Havia porém, uma única lei no Jardim, não comer da árvore da ciência do bem e do mal a qual se quebrada traria como consequência o pecado e a morte ao mundo.

Adão tinha toda a liberdade de comer do fruto de qualquer uma das outras árvores plantadas no jardim e eram muitas e todas frutíferas como está em Gn 2: 9a:  “E o Senhor Deus fez brotar da terra toda a árvore agradável à vista, e boa para comida”. Ora, se toda a árvore do Jardim era agradável à vista, porque Eva se fixava  a olhar unicamente para a árvore do conhecimento do bem e do mal?                 O que lhe provocava tal atração como está relatado em Gn 3: 6, que a levou a comer do fruto proibido e a induzir Adão a após ela também fazê-lo?

Em 1Co 15: 56,  vemos escrito que: “ a força do pecado é a lei”. Como existia uma lei no jardim, isso despertava a concupiscência humana em desobedecer para ver o que aconteceria, pois tudo que é proibido desperta o desejo de se fazer Rm 7: 8.                                 Deus era justo ao criar o homem somente com o conhecimento do bem, justo ao aconselhá-lo a não conhecer o mal, e muito mais justo ao dispor todas as demais árvores do jardim para que dela desfrutasse a vontade, e justo ao lhe dar liberdade de escolha para obedecer ou não a sua ordem. Deus é justo sempre.

O que Adão ganharia comendo? Ganharia somente um conhecimento: o do mal que não tinha e nem precisava ou convinha ter! Esse foi o grande engano da serpente ao dizer que conhecendo o bem e o mal eles seriam iguais a Deus. Para ser igual a Deus seria preciso além de ter o conhecimento do bem e do mal, ter a força que Deus tem sobre o mal a ponto de, o tendo criado, Is 45: 7, o subjugar, nunca tendo lançado mão dele para nada, por ser onisciente, e conhecer antecipadamente seus malefícios.

Ao comer do fruto proibido o que Adão conheceu foi o pecado, a corrupção,  e a morte. E o que ganhou foi:  perder a imagem de Deus e se tornar aliado da  serpente.  Será que Deus era injusto ao proibir Adão de comer o tal fruto, e de adquirir tal conhecimento, que trouxe a maldição sobre a terra, e até hoje é o grande responsável pelas tragédias e desgraças que ocorrem em toda a história da humanidade?

Mas, Deus vai extirpar o mal que criou e que contaminou toda a sua criação, vej o que está em Ap 21: 1 e 2. Por ora, oremos, “livra-nos do mal Senhor”.

Pense: “Só se pode dar o que se tem, portanto, só pode fazer o mal quem tem o conhecimento do mal”.

cláudio pinto pr

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Cor sab3 – Uma manhã no Jardim – “Certamente”, ou “morrendo morrerás” A advertência feita por Deus em Gn 2: 17, não foi traduzida ao pé da letra, talvez para fugir do chamado “pleonasmo ou redundância”, abominado pelos adeptos da boa literatura, pois o texto usa o mesmo verbo repetitivamente, “Muwth=Morte” mudando o tempo, e que seria melhor traduzido por “morrendo morrerás”? Quando dizemos “certamente morrerás”, isto é uma afirmativa que significa que a advertência se cumprirá. Ela acontecerá como uma consequência à desobediência pelo ato praticado certamente, mas não sabemos se ocorrerá de imediato ou somente no tempo devido. Ao usar a repetição do mesmo termo, o “morrendo morrerás”, ele identifica com clareza não só uma consequência, mas o inicio de um processo de morte que será paulatino, ou seja, cada célula começará a se multiplicar com qualidade sempre inferior a anterior, com isso virá o desgaste pela oxidação e o envelhecimento natural do corpo e por fim a decrepitude levará todo o organismo ao colapso final pela chamada corrupção da carne. No ca3 – Uma manhã no Jardim – “Certamente”, ou “morrendo morrerás” A advertência feita por Deus em Gn 2: 17, não foi traduzida ao pé da letra, talvez para fugir do chamado “pleonasmo ou redundância”, abominado pelos adeptos da boa literatura, pois o texto usa o mesmo verbo repetitivamente, “Muwth=Morte” mudando o tempo, e que seria melhor traduzido por “morrendo morrerás”? Quando dizemos “certamente morrerás”, isto é uma afirmativa que significa que a advertência se cumprirá. Ela acontecerá como uma consequência à desobediência pelo ato praticado certamente, mas não sabemos se ocorrerá de imediato ou somente no tempo devido. Ao usar a repetição do mesmo termo, o “morrendo morrerás”, ele identifica com clareza não só uma consequência, mas o inicio de um processo de morte que será paulatino, ou seja, cada célula começará a se multiplicar com qualidade sempre inferior a anterior, com isso virá o desgaste pela oxidação e o envelhecimento natural do corpo e por fim a decrepitude levará todo o organismo ao colapso final pela chamada corrupção da carne. No caso de Adão, não sabemos que idade ele tinha ao pecar, mas sabemos que esse processo de decrepitude até ocorrer a sua morte se estendeu até os 930 anos e então se consumou, com sua morte, ele morrendo a cada dia, morreu, Gn 5: 5. Hoje esse processo se consuma naturalmente, em geral, entre 70 e 100 anos. Certamente, Adão pensava a princípio que ao comer do fruto proibido cairia imediatamente fulminado e morto e assim temia comer, ao ver que Eva comerá e nada lhe acontecera, talvez se sentindo enganado por não entender o processo de morte, também comeu do fruto. No momento em que o fez deu o sinal de partida ao processo do “morrendo morrerás” em seu corpo físico que o levaria a perder a imortalidade por ter agora nele a corrupção física pelo conhecido adquirido e absorvido do mal espontaneamente. Deixo uma pergunta para a sua meditação: porque Adão, sendo o guarda do jardim e sendo alertado por Deus, nunca proibiu Eva, sua companheira, de estar a ouvir as cantilenas da serpente no jardim? Pense: “Quem avisa amigo é, e quem não avisa?” Nábulus, pensador cristão cláudio pinto pr so de Adão, não sabemos que idade ele tinha ao pecar, mas sabemos que esse processo de decrepitude até ocorrer a sua morte se estendeu até os 930 anos e então se consumou, com sua morte, ele morrendo a cada dia, morreu, Gn 5: 5. Hoje esse processo se consuma naturalmente, em geral, entre 70 e 100 anos. Certamente, Adão pensava a princípio que ao comer do fruto proibido cairia imediatamente fulminado e morto e assim temia comer, ao ver que Eva comerá e nada lhe acontecera, talvez se sentindo enganado por não entender o processo de morte, também comeu do fruto. No momento em que o fez deu o sinal de partida ao processo do “morrendo morrerás” em seu corpo físico que o levaria a perder a imortalidade por ter agora nele a corrupção física pelo conhecido adquirido e absorvido do mal espontaneamente. Deixo uma pergunta para a sua meditação: porque Adão, sendo o guarda do jardim e sendo alertado por Deus, nunca proibiu Eva, sua companheira, de estar a ouvir as cantilenas da serpente no jardim? Pense: “Quem avisa amigo é, e quem não avisa?” Nábulus, pensador cristão cláudio pinto pr

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HARMAdão antes de pecar estava no jardim, onde o guardava, lavrava, e nomeava toda a criação de Deus. Para exercer todas essas funções tinha que ter uma mente privilegiada, em especial para por nomes que identificassem cada ser criado com perfeição e precisão, pois tudo o que ele nomeava era aprovado por Deus e esse passaria  a ser o seu nome. E Adão tinha essa mente plena e sábia.

Além disso, todas as tardes Deus se comunicava com Adão no jardim, isso para ver como as coisas estavam correndo, ou seja, havia harmonia entre Deus e o homem puro. No mais, não corria risco algum, nem de vida, nem de perigos, e ainda desfrutava das benesses gratuitas do jardim. Seu trabalho era agradável  devido a seu corpo não conhecer o mal nem a corrupção e assim não sofrer desgaste físico e nem fadiga.  Adão foi criado “muito bom” por Deus, Gn 1: 31, e assim deveria permanecer sem conhecer o mal, o qual se absorvido tornaria o ato de trabalhar como um castigo devido a fadiga e o cansaço físico.

A este conjunto de maravilhas todas  favoráveis ao homem é a comunhão entre criador e criatura é que chamamos de “Harmonia plena”. Toda essa plenitude porém, foi desprezada por Adão ao tomar a livre decisão de rejeitar o bem que já tinha ao ser criado “bom ou até muito bom”, e escolher “conhecer o mal”.

A opção pelo mal permitiu que o pecado entrando nele e  no mundo, separasse o homem de Deus acabando com a harmonia presente no jardim, pois Deus ama o pecador, mas não pode suportar o pecado.

Essa separação entre Deus e o homem permaneceu até Jesus, o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo, nele, Deus restaurou a sua harmonia com o homem,  pois,  foi morto sem ter pecado, Hb 4: 15, e conforme relata  At 1: 9, Jesus após a  sua ressurreição foi elevado aos céus e assentou-se a destra da majestade de Deus.                                                                                                                                    Hoje existe um único homem já no céu e com todo o poder e harmonia com o Pai, Jesus Cristo, e quem o recebe,  um dia estará na mesma harmonia com ele e com o Pai na eternidade conforme nos revela Jo 17: 11 a 21.

Pense: “A harmonia plena nos permiti ser um com o Pai e com o Filho, pelo poder do Espírito Santo.                             Nábulus pensador cristão.

cláudio pinto pr

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