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Archive for julho \31\UTC 2009

Dedução lógica

Adivinha 2

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CRUZQuero falar a vocês sobre o pleonasmo. Oura vez? Isso já é redundância! Claro que é! Alias, a grande qualidade do pleonasmo é ser redundante. Erramos sempre no obvio, obviamente há necessidade de se reafirmar o que já foi afirmado, repetidamente. Para ser gramaticalmente elegantes fugimos do que nos parece ser redundante mesmo com prejuízo do entendimento do texto. Tomemos como exemplo a Bíblia em Gênesis 2: 17, onde se trocou o termo hebraico “muwth”, raiz da palavra morte, por um mais palatável, o “certamente”, fugindo assim do horroroso pleonasmo descrito no original que é o “morrendo morrerás”. Ora esse ajuste tornou o texto mais elegante, porém com grande perda de seu significado original muito mais preciso, rico e contundente. Adão foi criado sem a previsão de morrer, recebeu o alerta de que se comesse do fruto da árvore da ciência do bem e do mal “morrendo, morreria”. Ao trocarmos esse relato pelo “certamente morrerás”, ocorre a seguinte transformação, aquilo que era um processo se transmudou somente em uma conseqüência, que como diz o conselheiro Amaro, sempre vem depois. A advertência de que morrendo morreria sintetizava um processo que teria início no momento em que comesse daquele fruto, ou seja, visivelmente nada ocorreria, mas internamente se desencadearia um processo de corrupção biológica, que faria com que cada célula se reproduzisse de forma sempre inferior a anterior trazendo a senilidade e a morte pela fadiga e falência dos órgãos como está em Rm 5: 12, onde se lê que, com o pecado entrou a morte no mundo. Ora esse pleonasmo narra com precisão absoluta o que Deus queria dizer a Adão, o qual sendo mudado para “certamente morrerás” não só deu certa permissividade de ação, como transformou o processo que se inicia no pecado e culmina na volta do corpo ao pó, em simples conseqüência a um ato de desobediência, tirando muito do agravo cometido. A eliminação do pleonasmo “certamente matou” muito do entendimento do texto original, claro, imperativo e fatalista e muito superior a tradução aplicada a ele. Se você hoje se arrepender e aceitar que Cristo tire o teu pecado, vivendo viverás, para a vida eterna, mas se permanecer no erro, morrendo morrerás, certamente, pois a salvação, desculpe os pleonasmos, vem do Salvador. CláMORRENDO MORRERÀS Quero falar a vocês sobre o pleonasmo. Oura vez? Isso já é redundância! Claro que é! Alias, a grande qualidade do pleonasmo é ser redundante. Erramos sempre no obvio, obviamente há necessidade de se reafirmar o que já foi afirmado, repetidamente. Para ser gramaticalmente elegantes fugimos do que nos parece ser redundante mesmo com prejuízo do entendimento do texto. Tomemos como exemplo a Bíblia em Gênesis 2: 17, onde se trocou o termo hebraico “muwth”, raiz da palavra morte, por um mais palatável, o “certamente”, fugindo assim do horroroso pleonasmo descrito no original que é o “morrendo morrerás”. Ora esse ajuste tornou o texto mais elegante, porém com grande perda de seu significado original muito mais preciso, rico e contundente. Adão foi criado sem a previsão de morrer, recebeu o alerta de que se comesse do fruto da árvore da ciência do bem e do mal “morrendo, morreria”. Ao trocarmos esse relato pelo “certamente morrerás”, ocorre a seguinte transformação, aquilo que era um processo se transmudou somente em uma conseqüência, que como diz o conselheiro Amaro, sempre vem depois. A advertência de que morrendo morreria sintetizava um processo que teria início no momento em que comesse daquele fruto, ou seja, visivelmente nada ocorreria, mas internamente se desencadearia um processo de corrupção biológica, que faria com que cada célula se reproduzisse de forma sempre inferior a anterior trazendo a senilidade e a morte pela fadiga e falência dos órgãos como está em Rm 5: 12, onde se lê que, com o pecado entrou a morte no mundo. Ora esse pleonasmo narra com precisão absoluta o que Deus queria dizer a Adão, o qual sendo mudado para “certamente morrerás” não só deu certa permissividade de ação, como transformou o processo que se inicia no pecado e culmina na volta do corpo ao pó, em simples conseqüência a um ato de desobediência, tirando muito do agravo cometido. A eliminação do pleonasmo “certamente matou” muito do entendimento do texto original, claro, imperativo e fatalista e muito superior a tradução aplicada a ele. Se você hoje se arrepender e aceitar que Cristo tire o teu pecado, vivendo viverás, para a vida eterna, mas se permanecer no erro, morrendo morrerás, certamente, pois a salvação, desculpe os pleonasmos, vem do Salvador. Cláudio Pinto Pr

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F1, QUE IRONIA!

 Sem Título-1

                   

Na semana passada morreu tragicamente Henry Surtees, piloto de fórmula dois, atingido na cabeça por um pneu que se soltou de outro carro, era filho de Jean Surtees ex campeão mundial de motociclismo e píloto e chefe de equipe da fórmula um, onde correu nos anos sessenta o brasileiro José Carlos Pacce, morto em dramático acidente de avião em São Paulo. 

A ironia e que quem mais comentou e se preocupou com o acidente de Surtees, foi o brasileiro Felipe Massa, que acabou no sábado sendo atingido de forma semelhante por uma peça solta do carro de outro brasileiro o piloto Rubens Barichello, muito abatido pelo infausto evento.  

Parece uma saga nefasta a seguir nossos pilotos, lembramos o grande ídolo da torcida brasileira o Airton Senna, que se confessava cristão e dizia sentir Jesus com ele em suas vitórias, a ponto de ser acusado por Alan Prost, seu rival, de ser um místico e se arriscar em nome de sua fé.

Testemunhava da fé, mas no dia a dia porém,  vivia cercado por mulheres estranhas o que conflitava com sua declarações cristãs, sabia dirigir seu bólido como Salomão sabia dirigir seu povo, mais ambos não sabiam dirigir os próprios caminhos. Um dia foi atingido letalmente por uma peça que se soltou de seu próprio carro e o atingiu na cabeça e assim morreu, revelando que o capacete que estava sobre sua cabeça dando aparente proteção,  não lhe dava segurança e nem o livrava da morte, e que deveria estar usando sobre a cabeça o capacete da salvação de Ef 6: 17, que lhe daria a vida eterna. Esperamos que tinha tido tempo na intimidade de confirmar sua fé antes de partir, como ocorreu em Monza.  

Desejamos que Felipe Massa se recupere e volte as atividades sem seqüelas e que possa criar seu filho prestes a nascer e oramos por ele como cristãos que isso assim suceda, que possa ainda ser um campeão e quem sabe ganhar um dia a corrida para a salvação de 1Co 9: 24 e assim seja mais que vencedor como está descrito em Rm 8: 37

Para Deus nada é impossível. Deus abençoe e restaure o Felipe Massa.

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O interesseiro

Crente SS Ac

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Cigarro 

Ouvi no rádio entrevista sobre o tabagismo onde alguém dizia que os viciados declaram que só morrendo podem se livrar do vício do cigarro, e ela garantia que mesmo morto não se livrariam, pois o que você adquiriu em vida te acompanharia  após a saída dela.

A autora da teoria claramente crê na vida após a morte, mas não crê que alguém possa ter vencido a morte como Jesus Cristo e nem compactua com as doutrinas cristãs.

O vício permanecer após a morte não representará nada em relação ao tormento eterno que o perdido sofrerá, logicamente quem morrer viciado, morreu sem se converter a verdade e a Cristo que o libertaria desse hábito conforme Jo 8: 32 e 36,

que diz: “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará, se Cristo vos libertar, verdadeiramente sereis livres, testificando nisso os  testemunhos vivos de muitos que se libertaram e hoje estão na fé.

Claro que se você se acostumou a freqüentar determinados grupos em vida, após a morte como poderia escolher algo diferente deles, por exemplo: se era sambista não será atraído por um cântico evangélico, se era viciado não será atraído pela comunhão dos crentes, se era carnavalesco não será atraído por um culto de  adoração a Deus, se assentava-se  na roda dos ímpios, não se assentará na mesa dos santos, o que conheceu em vida o atrairá após a morte, você se condicionou a isso, seguira sempre os seus costumes.

Por isso a salvação só pode ocorrer em vida, pois após a morte e fora do corpo,  ninguém terá mais condição de mudar de hábitos, e ainda que quisesse não teria mais a carne, sede do pecado, (Rm 8: 7)  para se saciar, e sem ela todos seriam santos, pois não poderiam mais pecar, e existindo salvação após a morte isto seria injusto aos que fugiam do pecado em vida e na fraqueza da carne.

A justiça de Deus se manifesta em que a hora de escolher é em vida, estando na carne pecaminosa,  e quem esperar a morte para decidir, descobrirá que infelizmente  já havia escolhido o seu destino eterno antes mesmo sem o saber, e que foi engodado por ouvir o pai da mentira  de Jo 8: 44.

O dia da salvação e de cuidar da libertação dos vícios é hoje como está em 1Co 6: 1 e 2, e também a hora de tendo ouvidos, ouvir a verdade.  

 

Cláudio Pinto

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MORRENDO MORRERÀS

CRUZ 

Quero falar a vocês sobre o pleonasmo.

Oura vez? Isso já é redundância!

Claro que é! Alias, a grande qualidade do pleonasmo é ser redundante.

Erramos sempre no obvio, obviamente há necessidade de se reafirmar o que já foi afirmado, repetidamente.

Para ser gramaticalmente elegantes fugimos do que nos parece ser redundante mesmo com prejuízo do entendimento do texto. Tomemos como exemplo a Bíblia em Gênesis 2: 17, onde se trocou o termo hebraico “muwth”,  raiz da palavra  morte, por um mais palatável, o “certamente”,  fugindo assim do horroroso pleonasmo descrito no original que é o  “morrendo morrerás”.

Ora esse ajuste tornou o texto mais elegante, porém com grande perda de seu significado original muito mais preciso, rico e contundente. Adão foi criado sem a previsão de morrer, recebeu o alerta de que se comesse do fruto da árvore da ciência do bem e do mal “morrendo, morreria”.

Ao trocarmos esse relato pelo “certamente morrerás”,  ocorre a seguinte transformação, aquilo que era um processo se transmudou somente em uma conseqüência, que como diz o conselheiro Amaro, sempre vem depois.

A advertência de que morrendo morreria sintetizava um processo que teria início no momento em que comesse daquele fruto, ou seja, visivelmente nada ocorreria, mas internamente se desencadearia um processo de corrupção biológica, que faria com que cada célula se reproduzisse de forma sempre inferior a anterior trazendo a senilidade e a morte pela fadiga e falência dos órgãos como está em Rm 5: 12, onde se lê que, com o pecado entrou a morte no mundo. Ora esse pleonasmo narra com precisão absoluta o que Deus queria dizer a Adão, o qual sendo mudado para “certamente morrerás” não só deu certa permissividade de ação, como transformou o processo que se inicia no pecado e culmina na volta do corpo ao pó, em simples conseqüência a um ato de desobediência, tirando muito do agravo cometido.

A eliminação do pleonasmo “certamente matou” muito do entendimento do texto original, claro, imperativo e fatalista e muito superior a tradução aplicada a ele.

Se você hoje se arrepender e aceitar que Cristo tire o teu pecado, vivendo viverás, para a vida eterna, mas se permanecer no erro, morrendo morrerás, certamente, pois a salvação, desculpe os pleonasmos, vem do Salvador.

 

Cláudio Pinto Pr

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PENSE…

PENSAMENTO DE UM CORREDOR DE FÓRMULA UM:

Mas vale ganhar $ “em segundo” na vida, do que perder $ na vida em “um segundo”.  Foi o que eu fiz, ganhei!   Quem será ele?  

 USOS E COSTUMES:

Uma mentira sempre repetida se torna verdade, um pecado sempre repetido deixa de ser pecado, mas não para Deus.

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