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Archive for março \24\UTC 2015

digitalizar0008Será que Jó se julgava digno de ser citado por Deus no céu diante de Satanás e dos anjos como alguém exemplo de homem fiel aqui na terra?

Jó sempre soube o que estava ocorrendo com ele aqui na terra,  onde a princípio foi alvo de todas as bênçãos divinas,  até  se tornar o maior homem do oriente, e depois se tornou alvo de todas as agruras e perseguições imagináveis,  se tornando o homem mais perseguido pela insidia satânica em toda a terra.

Jó absolutamente não sabia o que se passava no céu, por trás da cortina do mundo espiritual e invisível aos olhos humanos. Se ele soubesse que era o ícone da fidelidade divina na terra,  talvez pudesse suportar com mais resignação e até com heroísmo a sua grande desdita.

E você,  se julga uma pessoas como Jó diante de Deus?

Se não se julga saiba que nem mesmo Jó se julgava como o sendo, se colocava apenas como um servo sujeito a soberania divina acima de qualquer direito pessoal e nada reivindicava de Deus,  a não ser, o  entender o motivo dos acontecimentos que o atingiram.

Jó absolutamente ignorou a presença de Satanás e toda a sua atuação em todos os fatos e acontecimentos nefastos de sua vida,  não lhe atribui nenhuma culpa, e nem lhe deu nenhuma importância, só reconhecendo a Deus como soberano para fazer o que quisesse de sua vida.

Para Jó,  o centro de todas as coisas era Deus e tudo convergia somente para ele, e todas as demais coisas eram subordinadas a Ele, independente dos agentes que atuavam, portanto Jó colocou a Deus na posição de Deus, no centro absoluto de todos os acontecimentos e como o único controlador de todas as coisas.

Existiria uma maior exaltação para agradar a Deus do que essa, de o ver como centro de tudo e  ignorando sobremaneira a todos os seus adversários, os tratando como se eles nada fossem?

Foi essa maneira de Jó se referir a Deus,  que o agradou conforme está em Jó 40: 4 e 5 e 42: 7.

Pense: “Se Deus é o Criador Supremo, todas as coisas lhe estão sujeitas, até mesmo os seus inimigos e amigos, e Ele os usa como lhe convier.                        Nábulus pensador cristão

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Igr na GT II SH8 V

Hoje existe a doutrina da “igreja em casa”, ou do “não é preciso igreja”,  e as boas obras que deveriam ser o “braço social da igreja”, foram apartadas ou decepados dela  e organizadas em “Ong´s”  que  passam a ser as igrejas de muitos, para fazer o que julgam ser “boas obras”.  Jesus disse que sobre Ele a Pedra, ergueria a sua igreja e as portas do inferno não prevaleceriam contra ela  a igreja, conforme Mt 16: 18.  A proteção de Jesus contra as portas do inferno só estão sobre a sua igreja, e em nenhum outro lugar fora de seu corpo na terra.  Que entendendo isso, possamos entender o restante.

Que por suas riquezas, os crentes ricos não se arvorem como juízes dos infortunados,  como fizeram os amigos de Jó,  nem julguem a igreja , e acabem ao final sendo  achados   “combatendo contra Deus”,  e contra a igreja de Cristo como ocorre já hoje confirmando o que  disse Gamaliel em At 5: 39, com grande sabedoria.

Ao final do livro Deus julgou a tudo e a todos os envolvidos, e deu o galardão a cada um, sendo isso a prefiguração do que ocorrerá no dia do juízo final, quando todos e tudo serão julgados. Que grande ensinamento escatológico nos dá esse livro.

Cremos que a partir de agora, diante da profundidade das revelações espirituais  que este livro contém, você se lembrará da paciência de Jó, não como a sua principal virtude e como sendo ela o centro do livro, mas como uma consequência natural de sua sabedoria e conhecimento espiritual das coisas invisíveis de Deus.

A paciência é uma virtude que o conhecimento e a sabedoria geram no homem.  A paciência e a mãe de todas as virtudes, e foram todas as demais virtudes de Jó que o tornaram virtuoso pela conhecida paciência.                                                                                                                                                São estas apenas algumas lições que aprendemos no livro de Jó e que acabam nos levando a entender o por que de o livro ser atemporal,  por na verdade  se aplicar a todos os tempos,  mas em especial ao “final deles”.

Pense:  “Jó por sua fidelidade na terra, proporcionou o regozijo no céu  diante de todos os anjos de Deus,  pela grande derrota de Satanás”.                    Nábulus, pensador cristão                                                                                                                                                      cláudio pinto pr

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Coroa aEste livro confirma que a batalha espiritual entre o bem e o mal é verdadeira embora invisível aos olhos, e nos dá detalhes dela, para que embora invisível aos olhos, seja visível no nosso entendimento.                                                                                                                                                                    Deus prova os seus e da a coroa da vida ao que é aprovado conforme diz  Tg 1: 12 a 15. Confirma também que quem tenta o homem é sempre o tentador e nunca Deus , que a ninguém tenta, e que ninguém é provado acima do que pode suportar , 1Co 10: 13.                                                                                                             Que Satanás só tira  dos servos de Deus,  sem nunca  lhes ter dado nada, mas que Deus transforma a maldição satânica em bênçãos,  conforme Nm 13: 2.

Ricos, crentes e descrentes                                                                                                                                 

Quantos aos ricos e descrentes deste mundo, Timóteo os adverte e instrui em 1Tm 6: 17 a 19.  Já os  ricos da graça,  crentes, que se lembrem dos versos 18 e 19,  que se dirigem aos ricos deste mundo , mas que se prestam também aos da fé ao dizer:   “Que façam bem, enriqueçam em boas obras, Mt 5: 16, At 9: 36, Ef 2: 10, Tt 2: 7, 1Pe 2: 12, e outros,  repartam de boa mente, e sejam comunicáveis; que entesourem para si mesmos um bom fundamento para o futuro, para que possam alcançar a vida eterna”.

Ser rico não dispensa de fazer as boas obras, e boas obras só se faz em Cristo e na igreja.                 Fora dela são apenas obras bem intencionadas que justificam o homem diante dele mesmo e de outros, sem nada acrescentam  no  reino espiritual, a igreja,  e nem  a sua vida pessoal e futura.  Se isso  lhe dá satisfação e prazer  pessoal  já estão  galardoados , Mt 6: 5                                   Que aprendam com a sabedoria e as virtudes e o conhecimento de Jó sobre Deus,  que redundou em sua tão conhecida paciência.

Pense:  “O muito que o rico dá é pouco para ele, o pouco que o pobre dá é muito para Deus”. Nábulus, pensador cristão.

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J fin blDeus reprende aos amigos de Jó por não discernirem  o que ocorria, e por julgar as aflições e a pobreza como um castigo ou correção, pelos pecados cometidos, usaram o mesmo critério que muitos usam hoje na igreja:  ser rico é ser abençoado e a pobreza  é um  castigo.                                                                     Os amigos de Jó foram repreendidos  pela  falta de “conhecimento de Deus” em relação ao  conhecimento que  Jó demonstrou,  e Deus confirma então a  Jó,  no verso 42: 7.                                                                                               Pede a eles que lhe ofereçam sacrifício, porém Jó é quem deve orar a Deus por eles, verso  8, para que o sacrifício seja aceito.

E Jó orou por eles obediente e amoroso, e o Senhor aceitou a face de  Jó, verso  42: 9,  e o honrou diante de todos eles.  A pobreza e as aflições sofridas enriqueceram mais a Jó em sabedoria diante de Deus do que a seus sábios e reprovados amigos.

Após toda a provação de Jó que o fez parecer como um pecador vil e atingido pelo castigo da correção divina diante de todos, ele foi exaltado por Deus por seu entendimento e fidelidade e cremos que alguma coisa maravilhosa . embora não narrada, ocorreu no reino espiritual pela vitória de Jó diante da terrível tentação de Satanás, Jó ganhou e alguém perdeu e muito.

Ao final, quando orava pelos seus amigos em obediência a Deus,  Deus vira o seu cativeiro, e lhe dá em dobro tudo quanto tinha antes , e recebeu ainda muito mais  de seus irmãos e parentes, e foi mais rico depois da provação que sofreu, do que fora antes dela.                                                                                                                                                E Deus lhe devolveu 7 filhos e 3 filhas, e Jó viveu ainda 140 anos e viu até a sua quarta geração, e morreu farto de dias.  A diferença agora e que esses filhos lhe deram muita satisfação e viveram muito tempo e lhe proporcionaram ver a suas gerações futuras.

A paciência de Jó prefigura a vida do crente conforme está claramente revelado em Ap 13: 10,  Rm 8: 17, 1pe 4: 12 a 19 e a paciência de Jesus em seu tempo de martírio.

Pense:  “A fidelidade de Jó a Deus na terra, provocou a derrota de Satanás diante de seus anjos no céu.  Jó honrou a Deus e Deus honrou a Jó.                        Nábulus, pensador cristão”

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