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Archive for novembro \30\UTC 2010

O dia da vingança do nosso Deus… Is 61: 1

Deus É. È interessante como nós queremos que Deus seja o que nos imaginamos que ele seja. È muito difícil para a maioria aceitar que Deus tenha um desejo de vingança contra seus inimigos embora isto esteja declarado em Dt 32: 35 e confirmado no novo testamento em Rm 12: 19 e Hb 10: 30. Muitos crêem que por ser Deus amor pleno, Ele não seja também justiça como declara ser. O que ocorre é que por sermos injustos, temos a pretensão de ser mais justos que a justiça e mais realistas que o rei muitas vezes. Assim consideramos a justiça divina sob a nossa ótica tida por Deus como trapo de imundícia conforme Is 64: 6 e queremos limitar a Deus em suas ações.

Deus tem um dia marcado para a vingança como anunciou juntamente com o anúncio das boas novas e que está em seu coração conforme Is 63: 4 e 2Ts 1: 8  e Lc 21. 22. Este é o grande dia do Senhor quando Ele ajustará contas com todos os seus inimigos que o afrontaram desde o início, e que o fizeram sob a longanimidade e paciência do Senhor. Antes é preciso que o evangelho seja pregado, que o Filho de Deus seja rejeitado, e crucificado, que os incrédulos zombem e escarneçam da fé, da salvação, e da graça divina, e zombem do juízo, para que Jesus ressurreto volte, e inicie a vingança contra os inimigos de Deus no Armagedon como está em Ap 19: 11 a 21. Deus é longânimo,  por isso tem esse dia guardado em seu coração. Na 1: 1 a 8.

Deus dá liberdade e arbítrio ao homem para que creia ou descreia dele e de sua palavra, mas também dotou o homem de responsabilidade e conhecimento do bem e do mal para que possa  julgar e ser julgado, e por isso e justo que responda pelo que fizer, por todos os seus atos e todas as suas obras como advertido em Mt 12: 36 e 37. O preço da liberdade e equivalente ao peso da responsabilidade. Ec 12: 13 e 14. Enquanto o homem se sente forte e vigoroso despreza a Deus, mas no dia da fraqueza ele será julgado conforme está em Ec 11: 7 a 10, e isto foi dito por um homem que por ter muito poder e riqueza, não demonstrou temer a justiça divina, pervertendo seu coração ao final  sua vida conforme 1Re 11: 4 a 6. É só lembrar da advertência que a quem muito se deu muito será cobrado. Lc 12: 48.

Cláudio Pinto Pr

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O ano aceitável do Senhor…   Is 61: 1

A  Bíblia é um livro fundamentalmente escatológico, pois é assim que Deus resolveu falar conosco, Ele primeiro anuncia o que vai acontecer para que quando ocorrer todos saibam que foi Ele quem o fez. Infelizmente os crentes dão pouca importância à escatologia crendo ser esse tema somente para eruditos ou entendidos o que absolutamente não é real, mas um ardil do inimigo para impedir que se descubra à verdade revelada por Deus a seus servos. O problema é que para se entender um pouco do assunto é preciso muito tempo de leitura e dedicação à pesquisas, o que acaba por afastar a maioria dos fieis. Outros, mesmo sendo mestres, dão pouca importância à escatologia a considerando como coisa de visionários pouco informados, preferindo optar pela sabedoria humana.

Ao anunciar o evangelho Deus fala de seu ano aceitável que ocorreria após a plenitude dos tempos com a introdução da graça no mundo. Cremos que poucos se dedicam a entender o que seja a plenitude dos tempos, e muito menos ainda ao que seria o ano aceitável do Senhor.

Sendo Deus soberano, onisciente, onipresente, e onipotente, porque teve que esperar o tempo certo para salvar o homem?

Deus é paciente, Rm 3: 25, e salvar o homem sempre esteve em seu coração desde o Gn 3: 15, porém, ele dependia do crescimento do ser humano e do seu desenvolvimento, até que a sociedade, mesmo pecadora, atingisse  um patamar propício onde ele pudesse se manifestar a ela, na carne, revelando seu intento redentor.

Mesmo sabendo e anunciando que seria rejeitado e crucificado Jesus cumpriu sua missão de Salvador sem recuar, e implantou a graça de Deus na terra, período a que chamou de ano aceitável do Senhor e dia da salvação de 2Co 6: 2.

Aos que tem discernimento é recomendado em Hb 3: 13 que haja exortação de uns para com os outros no sentido que todos se mantenham de olhos fixos no objetivo durante o tempo que se chama “hoje”, que é o tempo da salvação.

O ano aceitável do Senhor, é o tempo em que Deus pode aceitar novamente em seu seio os que através do sacrifício de seu Filho tiveram seus pecados perdoados, e receberam a Jesus como seu Salvador pessoal. Esse ano aceitável se encerra juntamente com a graça divina.

Cláudio Pinto Pr

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…Abrir as portas de prisão a que presos?  Quais os presos?  (Rm 7: 24)

Paulo atônito, após constatar que não tem como se livrar de seu próprio corpo, no qual reside o  pecado, conclui perguntando: maldito homem que sou, quem me livrará do corpo desta morte? Paulo atesta ter um sério problema em residir na carne ao lado do pecado conforme Hb 12: 1.

Baseado no texto do anúncio do evangelho, muitas igrejas possuem grupos ministeriais direcionados a visitar presos em prisões como se fossem uma classe especial a ser evangelizada.  O curioso é que o próprio Senhor Jesus nunca visitou a nenhum condenado pela justiça nas prisões, nem mesmo a seu primo João Batista visitou quando este estava encarcerado injustamente. Nesse caso ele pediu  que se disse-se a  João que os cegos viam, os mudos falavam e a todos era anunciado o evangelho, e sabia que ele entenderia perfeitamente a sua mensagem. Se a preocupação primordial de Jesus não era com os encarcerados da justiça, pecadores perdidos como todos os demais, quem eram os presos que deveriam ter as portas de prisões abertas pelo anúncio do evangelho?

Desde a queda do primeiro homem toda a humanidade estava presa em grilhões e cadeias espirituais de trevas cuja cela era representada pelo local que servia como  sede do pecado, ou seja, a sua própria carne, o seu próprio corpo. Devido a isto, o apóstolo Paulo fazia o que não queria e não fazia o que queria fazer, porque estava habitando num corpo contaminado e corrompido pelo pecado como declarou em Rm 7: 18. Como fazer o bem habitando em um corpo que quer, e tende a fazer o mal? Como conviver com a concupiscência da carne?  Rm 8: 8.

A resposta foi dada em Rm 12: 2 e Ef 4: 23 onde está instruído que devemos renovar a nossa mente e espírito, a transformando em lugares celestiais,  para que nossa carne seja subjugada e mortificada pelo Espírito como fez o apóstolo Paulo em 1Co 9: 27 ao subjugar seu corpo o reduzindo a servidão.

Na verdade todos estão presos em um corpo carnal onde reside o pecado, o qual não se converterá nunca conforme Rm 8: 7,  nem herdará o reino do céu, sendo assim o evangelho anuncia a chave para se sair dessa prisão ao orientar a se morrer na carne, matando a velha criatura adâmica (carne) e nascendo de novo, e ressuscitando  no batismo nas águas como nova criatura, recriada em Cristo Jesus conforme Ef 2: 10, e que deve mortificar a sua carne e ser dirigida pelo Espírito como Filho de Deus como está em Rm 8: 11 a 14, e tornando-se apta a receber um novo e glorioso corpo conforme Fp 3: 21.

Na cruz, Jesus deixou a sua prisão, retornando a glória celestial, após, sem ter pecado, se ter feito pecador por nós, para que nos pudéssemos ser ressurretos como ele.

Em Jo 10:9,  Jesus abriu a porta da prisão para que nos passemos pela sua carne como diz Hb 10: 20, e sejamos salvos e livres podendo entrar e sair livremente. O apego a carne leva para a sepultura, conforme  Rm 8: 8, a mortificação da carne leva a liberdade e glória eterna. 1Jo 3: 2.

Cláudio Pinto Pr

 

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Quem são os cativos e de que o são?   Is 61: 1

Cativo, é o  que não goza de liberdade, encarcerado, preso, forçado a escravidão, prisioneiro de guerra, seduzido, atraído, dominado, sujeito, subjugado, em servidão, oprimido. O povo judeu no Egito se acostumou à escravidão criou mente de escravo e pressionava Moisés para retornar ao cativeiro. Quem nasce escravo pensa não existir a liberdade, pois nunca a conheceu, e julga que todos são escravos sem alternativa. O ser humano tende a se acostumar e se acomodar ao mal, crendo ser este o sistema natural e não uma exceção existente por uma escolha errada no início.

O homem nasce herdeiro do pecado e, portanto, cativo tanto dele como da morte que o acompanha, e vive em meio ao mal lutando estoicamente para sobreviver a ele, combatendo os seus efeitos sem nunca conseguir eliminar ou chegar à causa principal. Jesus veio para anunciar liberdade aos cativos, aos que estão adormecidos e presos nos laços do diabo e subjugados a  vontade dele. Veio conscientizar que é preciso uma mudança de mente como diz Rm 12: 2 e Ef 4: 23, que o homem precisa renovar seu entendimento para compreender que pode ser livre do jugo satânico se renunciar a escolha errada feita no passado e rejeitar o mal e aceitar o bem como propõe  Is 7: 15. Em Cristo, o qual não nasceu herdeiro do pecado isto se tornou possível e ele foi enviado pelo Pai para anunciar essa boa nova aos homens. Após tantos anos Deus pode anunciar o seu  “ano aceitável” no qual pode reconduzir o homem a seu plano inicial e a isto deu o nome de plenitude dos tempos no qual enviou a seu Filho ao mundo.

Ao pecar o homem deixou o plano da eternidade, perdendo a liberdade e  caindo na linha do tempo da qual o grande e despótico tirano é o deus deste século de 2Co 4: 4. Jesus veio anunciar o tempo propício para se deixar o cativeiro, e aceitar o que chamou de vida eterna, ou seja a volta a liberdade da glória dos filhos de Deus de Rm 8:21 saindo da situação anunciada no verso 20 onde se lê: “Porque a criação ficou sujeita a vaidade, não por sua vontade, mas por causa do que a sujeitou”, o diabo.

Tudo indica estarmos no final dos tempos, enquanto estamos no dia da salvação de 1Co 6: 2, ensinemos a porfiar por sair desse cativeiro, esse é o primeiro passo para se voltar a eternidade saltando da morte para a vida, pondo a mente nos lugares celestiais onde o tempo não conta. O evangelista deve anunciar ao perdido estas coisas, no dia que se chama hoje, para que ele passe pela porta antes que chegue o tempo em que ela se feche e ninguém a possa abrir conforme Ap 3: 7 e 8. O perdido deve sair do cativeiro satânico do tempo, e se deixar cativar por Jesus, pois seu jugo e suave e seu fardo e leve e a vida que ele dá é eterna.

Cláudio Pinto Pr

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Os evangelistas V

Para pregar boas novas aos mansos: enviou-me a restaurar os contritos de coração…   Is 61: 1

Ao anunciar o sermão das bem-aventuranças Jesus disse: Bem aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra”.  Mt 5: 5.

Manso é o indivíduo de gênio brando, ou índole pacífica, bondoso, pacato, sereno, sossegado, quieto, tranqüilo, adestrado.  No mesmo sermão  no verso 9, Jesus diz: “bem aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus”. Sabemos que das qualidades do fruto do Espírito uma das mais difíceis na pratica é a da temperança,  ou domínio próprio, tanto que aparece em último lugar na referida lista, e que essa qualidade é rara e tem que ser aprendida, praticada, é um dom que poucos cristãos têm ou manifestam. A esses é que Jesus veio buscar para fazerem parte de seu reino.

O manso está sempre disposto para ouvir, indagar, trocar idéias, aprender, e por ser de ânimo controlado, pode meditar e entender o que lhe é proposto, e ter o coração contristado para se converter e ter sua vida restaurada por Jesus. Restaurar é recuperar, reconquistar, recobrar, reaver, obter de novo algo perdido, e só o manso e contrito reconhecem precisar de redenção, o presunçoso não se considerará um perdido, ou caído, portanto, não necessita ser levantado.

A mansidão pode ser uma qualidade de berço, e o nascido manso é um exemplo  para o descontrolado, não fosse assim, seria injusto e um privilégio. O problema é que mansidão se aprende através de provações as quais vão lixando as farpas e aparando as arestas do caráter do que nela é exercitado, sendo um trato difícil.

Deus não faz acepção de pessoas e enviou Jesus para salvar o mundo, Jesus pregou para todos, porém ele sabia o que havia dentro do homem e quem o ouviria como diz Jo 2: 25. Por isso de todos quantos o ouviram somente doze foram chamados para estarem com ele, e entre os chamados, os mais intrépidos como Pedro, acabavam se tornando mansos como João pelo convívio.

Jesus não veio para entregar seu reino a indolentes ou a arrogantes, a hipócritas, ou a orgulhosos, a sábios, ou a pretensiosos, mais veio buscar os mansos e os que têm um coração contrito para receber boas novas e aprender os princípios de um reino que não é aparente, mas cujo rei é a própria manifestação visível dele. A mensagem do evangelho é simples; receba o rei e receberás o reino com seus mistérios e atributos, ser humilde de coração e pobre de espírito nos capacita a ser no futuro reis e sacerdotes no reino eterno de Jesus.

Seja humilde e busque a sabedoria, e quando a achares, seja mais humilde ainda.

Cláudio Pinto Pr

 

 

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Porque o Senhor me ungiu…

Qual foi a unção que Jesus recebeu em Is 61: 1, para iniciar o seu ministério e anunciar as boas novas?

Em geral ao falarmos de unção, especialmente nos dias de hoje, todos têm  em suas mentes um vaso cheio de azeite a ser derramado abundantemente sobre a cabeça de um enviado. Esta imagem presente no velho testamento deixou marcas muito fortes influenciando na pratica cristã do novo testamento, sendo usada hoje como se fosse uma magia aplicada a todas as necessidades e ocasiões. Assim unge-se além de pessoas enfermas como manda a Bíblia, todo o tipo de objeto e mesmo animais. Em relação a Jesus, não temos nenhuma narração nas escrituras, na qual ele tivesse sido ungido com óleo.

No velho concerto, por não haver a presença constante do Espírito Santo na vida dos homens, ele apenas visitava temporariamente os servos de Deus, mesmo os profetas não tinham o Espírito constantemente, o azeite era usado como um dos símbolos que significavam a sua presença  no ato da posse de alguém ou em seu ordenamento. Em especial os reis eram ungidos ao tomaram posse do reino entre o povo de Deus.

Aliado a forte declaração de Davi que disse: “E disse aos seus homens: O Senhor me guarde de que eu faça tal coisa ao meu senhor, ao ungido do Senhor, que eu estenda a minha mão contra ele, pois é o ungido do Senhor”, ISm 24: 6. Essa atitude de Davi, fez com que a unção se tornasse na graça, por falta de entendimento, uma mística protetora que cobre ao servo do Senhor, independente de seu caráter e procedimentos. Isso ocorre por que não se apercebem que o dito servo do Senhor não é Davi e sim Saul, um rei escolhido pelo povo, em revelia a vontade de Deus,  e totalmente reprovado pelo Senhor em seu reinado.(1Sm 15: 35). Quem se coloca na posição de ungido do Senhor baseado nessa declaração, e muitos hoje o fazem, se iguala a Saul e não a Davi, esse é um engodo do inimigo para revelar o caráter dos servos de Deus nos tempos de hoje. Querendo se fazer Davi, se fazem Saul.

A unção recebida por Jesus, ocorreu em Mt 3: 16 ao ser batizado nas águas e ver os céus abertos e descendo sobre ele o Espírito Santo em forma de pomba para não mais sair, tornando Jesus o primeiro homem a ser residência do Espírito Santo na terra como predito em Jo 4: 23 e 24. Está foi a unção recebida por Jesus para dar início a seu inigualável e vitorioso ministério de anunciar as boas novas, e que configura a unção para os dias da graça quando o ministério ativo na terra e do Espírito Santo, portanto, não sendo necessária a unção com azeite a não ser para enfermidades como vemos em Mc 6: 13 e como orienta Tg 5:14 e 15, para que pela oração sejam sarados.

Portanto, a unção no novo testamento é receber o próprio Espírito Santo que no velho testamento era simbolizado pelo azeite.

Cláudio Pinto Pr

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