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Archive for janeiro \27\UTC 2018

A prev do mal SHV

Voltamos a metáfora do livro de números treze, para fazer nova meditação do que ocorre em uma terra, a qual por um lado mana leite e mel, e por outro, os seus gigantes consomem continuamente os seus moradores. Estes moradores são os que fazem parte da massa produtiva e operosa da terra e a sustentam mesmo explorados de forma inclemente e só tendo direito aos deveres e nenhum direito aos direitos, ainda que constitucionais.

Trabalham a semelhança de escravos por cinco meses de cada novo ano, pois esse tempo lhe é confiscado pelos impostos escorchantes da terra, tanto os cobrados na fonte como os ocultos e embutidos até em remédios essenciais. Existem ainda os impostos cobrados em cascata, e as chamadas contribuições, tudo com a finalidade de manter a vida boa, nababesca e deliciosa, de políticos inescrupulosos e seus cooperadores diretos e indiretos. Estes são os “gigantes da terra”, que consomem os moradores dela e em reciprocidade não devolvem nem mesmo os seus direitos constitucionais e mínimos, como o direito a saúde, a educação e a segurança, com qualidade, e isso fazem diante de Deus que sempre abençoou esta nação.

Trabalhadores pagam impostos para ter saúde, mas na prática só a tem se tiverem caros planos particulares para serem atendidos com o mínimo de respeito, pagam pela educação, mas necessitam pagar escolas particulares para receberem o ensino e a educação devida, pagam para ter segurança, mas devido a insegurança reinante, tem que contratar serviços de segurança particular e até equipamentos especiais para esse fim. Na prática, o que isso gera está visível hoje, desemprego, desilusão e desesperança, pois pior que esperar de quem nada tem para dar, e esperar de quem muito tendo nada quer dar, só acumular, conforme Lc 12: 18 e 1Tm 6: 17 e 18. Porém, nada disto está oculto ao Senhor e ao futuro dia do juízo.

Após muitas décadas se perpetuando e agravando essa situação, temos o salário mínimo de hoje não atingindo o valor de um terço do que na sua origem deveria ser. Isso leva as mulheres e os filhos a terem que trabalhar mais para ajudar no orçamento familiar. O fato, além de afetar a vida familiar do povo, culmina com a geração de menos filhos nascendo, pelo custo e pelas tribulações diárias, o que explica parte da crise previdenciária de hoje, onde as novas gerações são menores e já não cobrem mais o ganho dos já aposentados desiquilibrando o sistema.

A Outra parte e o desemprego gerado pelas ações insanas de líderes populistas, somada a extrema corrupção reinante nas relações político empresariais, envolvendo as estatais, recheadas de gigantes amigos. Some-se a isso os altos e suntuosos salários pagos para a aposentadoria precoce e faustosa dos servidores improdutivos, que são os gigantes da terra, aos quais os mais pobres e a classe média, carregam as costas inclementemente. Está chegando na economia o dia de se cumprir o dito popular, que diz: “E tanto foi o Leão a fonte que a fonte secou”. Só resta aos trabalhadores, se descrentes, esperar por um milagre da natureza ou que surja um abominável salvador da pátria, pois não tem outra esperança.

Já aos crentes cabe orarem pedindo a vinda do reino de Deus e de sua justiça conforme ensinou Jesus em Mt 6: 9 a 15, que aniquilará o mal e com ele todos os gigantes deste mundo como fez Davi com o gigante Golias em 1Sm 17: 50 e 51.

Jesus, o qual já pôs o machado a raiz da árvore e que cortará toda a árvore má e que não dá fruto, Mt 3: 10, para que não ocupe lugar na terra inutilmente. Venha o teu reino e a tua justiça, Senhor Jesus, Mt 6: 33. oramos pedindo. Amém.

cláudio pinto pr

Pense: Entre ser árvore e ser o parasita que suga a sua seiva, escolha ser a árvore e dar a seiva, pois ao final as árvores permanecerão, são produtivas, e os parasitas serão extirpados.                bulus pensador cristão.

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FFB 6 SH8 V

A Bíblia cita que Deus deu a Moisés uma terra que manava leite e mel, Ex 3: 8, mas que aos olhos dos espias, menos Josué e Calebe, era uma terra de gigantes e terra que consumia ou devorava a seus moradores, Nm 13: 32 e 33. Josué e Calebe, obedecendo à palavra de Deus, não se atemorizaram e foram a terra, e derrotaram a seus gigantes e ali estabeleceram a sua nação Israel, que sob a égide da lei de Deus deveria ser um reino de plena justiça.

Existe hoje uma terra como essa, que “mana leite e mel”, porém, com gigantes que consomem ou devoram os seus moradores? Sim, existe. Que terra no planeta e mais abençoada por Deus do que uma extensão existente desde o norte da América do sul, até o seu centro ocupando 48% de seu território em terras continuas e férteis? Veremos que é uma terra que mana leite e mel como dissemos.

Essa terra não tem abalos sísmicos intensos, não tem vulcões ativos, não tem grandes lagos, nem maremotos, nem tsunamis, não tem grandes desertos, nem áreas congeladas, nem tem ciclones, tufões, furacões, tornados, trombas d´agua, nem grandes secas, nem grandes inundações, etc. Por outro lado tem vasto território fértil, onde se plantando tudo dá, como disse o escriba do descobridor. Tem grandes florestas que são o pulmão do planeta, o maior quinhão de agua doce do mundo, riquezas naturais imensuráveis e não exploradas, subsolo riquíssimo, e podendo ser considerada pela sua abastança como sendo o “celeiro do mundo”.

Porém é uma terra de gigantes onde 10% dos mais ricos (gigantes) detém 42% de toda a renda do país, e onde existe a maior transferência de renda, dos mais pobres para os bolsos dos mais ricos e isto até na previdência social. Isto ocorre através dos impostos e contribuições, a carga mais elevada do mundo, e ainda dos famigerados “impostos escondidos” cobrados em toda sorte de mercadorias, mesmo em remédios essenciais. Tem ainda os juros mais altos do planeta que transferem a poupança do pobre e dos empresários ativos e produtivos para os polpudos bolsos dos banqueiros, que financiam as campanhas eleitorais dos “gigantes da terra”, que se perpetuam e nada devolvem ao povo explorado como benefício, pois aos olhos destes o povo não passa de meras imagens de insignificantes e desprezíveis “gafanhotos”. São os gigantes devoradores.

E o pior é que grande parte dos Josués e Calebes da terra, hoje convivem com esses gigantes não os afrontando e até cooperando com eles os apoiando ou mesmo imitando os seus procedimentos. Assim, essa terra agradece as bênçãos divinas que recebeu, consumindo dia a dia e crescentemente os seus moradores.

Provida de potencial para ser a mais poderosa nação do planeta, não passa de um “gigante adormecido e deitado eternamente em berço esplendido”. Uma nação do amanhã que nunca chega, um país do futuro ao qual nunca alcança, por ter no passado e estar no presente, mais preocupada em planejar em como se perpetuar a consumir e devorar impiedosamente a seus moradores do que a ser uma nação justa, e juntos nação e povo, prosperarem alcançando o seu grande destino. É uma terra simplesmente pungente e sem noção mínima de seu valor e poder, que se perpetua subdesenvolvida no egoísmo e na ambição pessoal cega.

Aos Josués e Calebes de hoje, que verdadeiramente temem a Deus e o obedecem, só resta a esperança e o perseverar na fidelidade e na oração pedindo a cada dia: “venha o teu reino Senhor”, como ensinou Jesus em Mt 6: 9. Um reino celestial onde vigora a justiça, a paz e a alegria no Espírito Santo, de Rm 14: 17, não a dos homens prevaricadores, mas a de Deus, coisas que os consumidos e devorados da terra, até hoje nunca conheceram. Venha o teu reino, Senhor Jesus, venha! Os justos perseverando em oração, te esperam.

cláudio pinto pr

Pense: “Aquele que ama e se deleita na injustiça, que tenha como prêmio no juízo, o direito de se auto consumir eternamente nela” Nábulus, pensador cristão

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