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A paisagem é fenomenal montanhas ondulantes se sobrepõem, e a variedade de tons verdes se multiplica se perdendo no horizonte distante, o solo é cortados por um grande e límpido rio, cheio de vida e que leva a vida e a fertilidade em suas águas, tudo coberto por um céu azul maravilhoso, o ambiente é verdadeiramente paradisíaco.

Neste sistema biológico bucólico a mineradora funciona a todo o vapor, pois muitos desses montes se assentam sobre minerais valiosos que precisam serem achados nas profundezas. Graças a empresa, todos tem emprego, e a servindo, vivem com suas famílias habitando nos vales abaixo da barragem, num ambiente que transmite paz e segurança. A vida ali é uma agradável rotina. O que pode quebrar esse ambiente tão pacífico e tranquilo, o qual se repete dia a dia, tornando a vida ali uma aparentemente, sossegada e segura experiência.

Porém, existe ali um alerta simbolizado por uma sirene, que se soada um dia servirá como aviso que algo trágico pode estar prestas a acontecer, quebrando a rotina e instruindo que todos devem abandonar seus bens e sair sem olhar atrás, escapando pelos caminhos e rotas de fuga já determinados o mais rápido possível, antes que a barragem se rompa e toda a lama contaminada por produtos químicos da mineração cubra todo o vale e encha o rio que no fim transportará a desgraça, primeiro por toda a região e após para lugares mais distantes, levando em seu trajeto a morte dos seres vivos e a destruição da natureza e do ecossistema resultado pela geração de lucro financeiro para a fria e insensível mineradora.

A lama cobrirá tudo o que estiver pelo caminho, casas, caminhões, trens, tratores, carros, animais e todas as pessoas que não tiveram tempo de se preparar para escapar, restará a tristeza, as lágrimas, os mortos, a destruição a contaminação, e as perdas, e explicações tolas e vazias, dos que tendo toda as condições, nada fizeram para evitar tamanha tragédia. Para eles a vida humana significa apenas lucro e sua perda apenas prejuízo financeiro e nada mais.

Tudo o que citamos pode ser uma figura real para todo o mundo hoje, pois estamos prestes a ver a maior tragédia da humanidade acontecer, que é a vinda do homem da iniquidade o dito anticristo, fruto do amor que os homens têm pelo mundo e pelo dinheiro, que trará a maior desgraça já vista pela humanidade, e que Jesus disse: “nunca houve antes e nunca mais haverá igual depois”, veja Mt 24: 21. Há ainda uma “barragem” que o impede de inundar a terra com o seu poder. Porém, um alerta soará, que será o tocar da última trombeta que permitirá que os que a ouvirem por serem prevenidos saiam da terra antes do mal, como diz Is 57: 1, e ao qual conhecemos como o evento chamado por “arrebatamento da noiva” de 1ts 4: 13 a 18.

Você está preparado para o momento da fuga para o céu ao encontro de Jesus nas nuvens, ou verá a lama cobrir a sirene e começar a engolir tudo em seu caminho sem que haja tempo para se escapar, como aconteceu infelizmente em Brumadinho e com as virgens loucas da parábola de Mt 25: 8 a 10? Você crê no arrebatamento? Está se preparando para sair, ou crê que a barragem é forte e nunca se romperá? Hoje é tempo de ouvir o tocar da trombeta, a última, amém. Quem tem ouvidos ouça o que o Espírito diz as igrejas Ap 3: 29.

cláudio pinto pr

pense: “Quando a trombeta tocar, entenda o que ela anuncia e que virá, a tempo de escapar”. Nábulus, pensador cristão.

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Brasil é um país abençoado, pois não tem grandes catástrofes naturais , mas para compensar aqui existem os amaldiçoadores da terra, que por amor do dinheiro, vejam 1Tm 6: 7 a 10, criam os nossos tsunamis e tragédias tupiniquins, que não deixam que o Brasil passe imune no roteiro das grandes catástrofes mundiais.

Os causadores de tais males, são pessoas que ganham em um mês, mais do que a maioria vai ganhar de salário, trabalhando duro e com toda a dedicação e competência, em toda a sua vida. Porém, seja por incompetência ou omissão, ou ambas somadas, (prova disso são os funestos resultados que colhem), sem sentir nenhum arrependimento nem remorso, afora as hipócritas manifestações de sentimentalismo e a solidariedade das doações baratas. Com os seus próprios bens e recursos já acumulados, poderiam se quisessem, indenizar a todos as vitimas de seus desatinos, mas escolhem o caminho das doações miseráveis como enredo, e deixam os anos consumirem a esperança dos que esperam por uma justiça, que eles sabem nunca virá, e a qual eles nunca desejaram que viesse, e nem a farão por iniciativa própria. São os ditos “gigantes da terra” que consomem seus moradores insana e impiedosamente, como diz Nm 13: 32 e 33, e que após cada tragédia, vão em frente indiferentes.

Tais homens não sabem o que estão plantando para seu futuro, se soubessem e crescem dariam tudo o que ganharam para se livrar de tão terrível e insano destino que lhes está reservado, e ao qual não cabe alegar desconhecimento, pois ele está anunciado com todas as letras e aberto a quem quiser ver em Ap 20: 11 a 15. É amorosamente alertamos, sobre o terrível dia do juízo final, incorruptível perfeito e eterno, e no qual todo o julgamento é para condenação, pois os que chegam a ele rejeitaram o bem e a graça de Cristo em cujo livro quem tem seu nome escrito está livre por ter a salvação. Também não terão a Jesus como o seu advogado, 1Jo 2: 1. No grande trono branco se assenta o Juiz perfeito, o próprio Deus Criador, o qual se anuncia como onisciente, aquele que sabe tudo, onipresente, que está em toda parte, e ainda onipotente, que pode tudo e todas as coisas. Diante disso, quem poderá escapar espertamente de sua justiça? Sl 97: 2. No juízo não há espertos, há réus.

Nesse dia os que se mancomunaram e usaram seu prestígio e riqueza para se livrar da justiça descobrirão que nunca se livraram dela, apenas temporariamente se enganaram a si mesmos durante o curto tempo de sua vida, mas agora constatarão que ela estava reservada desde o início para o seu juízo. E a tudo quanto fez para se livrar através das influencias humanas, se soma agora ao seu libelo acusatório. Se revela agora o maior segredo contido em seu próprio ego, o seu subconsciente testemunhando contra ele, pois gravou cada detalhe oculto do que fazia nas trevas de sua existência e agora as revela para juízo. As obras seguem e julgam o homem ao final, Ap 20: 13. Podemos enganar a todos e até a nós mesmos, mas não podemos enganar a Deus, o Juiz Supremo que tudo vê.

Dirão: mas, as vitimas que morreram nas tragédias e sem Cristo, também estarão no dia do juízo e qual a vantagem do pobre sobre o rico e da vítima sobre o culpado nesse caso? Saiba que, ao que pouco foi dado pouco será cobrado, mas ao que “muito foi dado” muito lhe será cobrado, confirme em Lc 12: 48. Hoje, ainda é tempo de graça, de se fazer o bem e receber a Jesus e se livrar, sendo julgado no tribunal de Cristo e recebendo seu galardão, Rm 14: 9 a 12.

1Tm 4: 17 a 19 – “Diga aos ricos deste mundo que não sejam altivos, nem ponham a esperança na incerteza das riquezas, mas em Deus, que abundantemente nos dá de todas as coisas para dela gozarmos; que façam bem, enriqueçam em boas obras, repartam de boa mente, e sejam comunicáveis; que entesourem para si um bom fundamento para o futuro, para que possam alcançar a vida eterna”. Este texto não é um julgamento, antes, um apelo a razão.

cláudio pinto pr

Pense: “Nada trouxemos para este mundo e nada levaremos dele, mas no curto intervalo entre a vida e a morte, nos perdemos, brigando pelo que não trouxemos e nem poderemos levar.

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O jovem pensador

Mudo

Um dia um jovenzinho inglês, desiludido e inconformado como qualquer outro jovem com o que o mundo lhe apresentava, resolveu que era chegada a hora de contestar as velhas ideias e assim “mudar o mundo”. Aceitou então um convite de um capitão seu amigo e saiu para dar uma volta ao mundo  no barco Beagle, o que não é desfrute para qualquer um. Saiu em busca de novidades que sanassem suas crises e respondessem as suas dúvidas cruéis, e ainda preenchessem o vazio de sua alma. Para entrar em tal aventura deixou para trás seus ideais como libertar escravos e embarcou literalmente na missão de desvendar os mistérios da natureza, calcado em sua grande experiência empírica que acumulou no alto de seus vinte e dois anos de vida, que o gabaritavam segundo a ciência, para tal missão.

Lembramos que Jesus Cristo, que mudou a história da humanidade, a mudando em antes e depois dele, ao qual os seus adversários temendo as suas ideias conspiraram contra ele para o matar, só iniciou a sua missão aos 30 anos de idade, oito após este jovenzinho que citamos, e assim mesmo não foi crido pelos que o ouviram. Mas este jovem e criativo observador, mesmo sem provar nenhuma de suas teorias, conjeturas e suposições, obteve o crédito total de toda a ciência e foi absolutamente louvado, pela mesma ciência que até hoje, não dá crédito a Bíblia e a Jesus Cristo. Por outro lado quantos outros jovens brilhantes nos estudos tiveram a oportunidade de poder sair e deixar tudo para trás e se lançar a tal desafio de uma volta ao mundo para espicular? Imagine voltar de tal aventura prevista para dois anos e que ao final durou cinco anos, sem nenhuma proposta a apresentar de suas observações, seria um desatino total. Voltou repleto de ideias, teorias e elucubrações.

Na viagem, o jovem ao chegar no Brasil observou uma vespa a injetar os seus ovos em uma lagarta para que as suas larvas tivessem a hospedeira como alimento ao nascer. Viu nisso uma crueldade tal que o levou a questionar se um Deus bom criaria tal maldade, conclusão que mostra não só os seus parcos conhecimentos das escrituras sagradas, e se os tinha revela ter sido muito pouca a sua meditação sobre seus textos. Entendesse ele melhor as escrituras e jamais tal dúvida e tal conclusão descabida povoariam a sua fértil e criativa mente. Nisso vemos a importância não só de se ler as escrituras sagradas, mas de meditar muito no que se leu para se adquirir entendimento, para por ele não correr o risco de vir a levar multidões a enveredar ou incorrer nos caminhos do erro por falta de conhecimento, Os 4: 6.

O irônico é que ele pôs a ciência em um dilema: ou aceitava a narrativa da criação bíblica, ou teria que optar por uma “teoria” sem nenhuma prova científica que acabava de criar. E entre a criação bíblica e a criação deste jovenzinho inspirado, a ciência optou pela segunda. Assim hoje, está teoria é ensinada nas escolas de todo o mundo como se fosse uma verdade, e o único a protestar até hoje contra ela foi o senhor “Celacanto”, dado como extinto na noite dos tempos e que desafiando a tudo resolveu aparecer, e pior de tudo, como sempre fora antes, nos mares da África, sem nenhuma evolução em relação ao que sempre fora, como ocorre com os tubarões os crocodilos e incrível com as baratas.  E parafraseando o ditado digo: “Fique-se acordado com um silêncio desses”.

cláudio pinto pr – (PhD – “Pequeno homem de Deus”, reconhecidamente)

Pense: “Se se crê que uma mera teoria seja a verdade, fica claro porque se pode crer que a verdade seja apenas, uma mera teoria”.                                                              Nábulus pensador cristão

A carne e o sangue

INSPIRAÇÃO az am

“E agora digo isto, irmãos: que a carne e o sangue não podem herdar o reino de Deus, nem a corrupção herda a incorrupção”, 1Co 15: 50”.

O reino de Deus hoje não é deste mundo disse Jesus a Pilatos em Jo 18: 36. Como o reino foi rejeitado na terra pelos que deveriam recebê-lo, e seu rei, Jesus Cristo, foi morto e ressuscitou e subiu aos céus, na graça o reino passou a ser do céu e não mais da terra. Assim a carne e o sangue hoje, na graça, não podem herdar o reino de Deus, e qualquer que quiser ser do reino necessitará ressuscitar e nascer de novo da água e do Espírito, Jo 3: 5, e ao final ser transformado em corpo para herdar o reino dos céus onde a carne e o sangue não entram.

Essa transformação começa quando alguém em carne, se converte a Cristo e nasce de novo da água e do Espirito no batismo e se reveste de Cristo como nova criatura e se torna ressurreto ainda na mesma carne; ainda que morra fisicamente não mais morrerá eternamente, pois saiu da morte para a vida, conforme Jo 5: 24.

Se morrer fisicamente, sucederá o que está em Jo 11: 25, despertará da morte antes que os vivos no Senhor sejam transformados, e receberá o seu corpo glorioso no dia da primeira ressurreição conforme 1Ts 4: 13 a 18. Após, subira pelos ares a encontrar o seu Senhor nas nuvens e estará para sempre com Ele. Para poder ir para o céu é preciso ter um corpo glorioso e celestial como para viver na terra é preciso ter um corpo físico. Até mesmo Jesus para nascer na terra, sendo Deus, precisou de um corpo físico, carne e sangue, pois aqui é um reino material. Assim, teremos que ter um corpo glorioso semelhante ao de Jesus após a sua ressurreição para viver num reino espiritual, o reino dos céus eterno de Ap 21: 3.

Na transformação de Rm 12:2, se iniciou o processo que esta em 2Co 3: 18 que diz: “Mas todos nós com a cara descoberta, refletindo como um espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor”. A cada dia que passa o convertido vai se aperfeiçoando para um dia ao deixar o corpo físico, ser glorioso como o seu Senhor, passando a ter a imagem e semelhança dele o Senhor que o recriou para ser conforme Gn 1: 27. Com seu corpo glorioso estará apto para reinar no milênio com Cristo conforme Ap 20:6, e para habitar o reino do céu eternamente.

Creio que podemos entender o porquê de o sangue e a carne não poderem herdar o reino de Deus que é do céu? Receba a Jesus hoje e seja ressurreto e transformado.

Pense: “O maior milionário da terra pode comprar o mundo, mas não pode comprar um corpo glorioso e eterno para si, tem que recebê-lo de graça de Jesus, Sl 49: 6 a 8 e Mc 8: 36 e 37.

cláudio pinto pr

Bal bl SH8 V 

O grande temor do ser humano, embora ele não diga, é o juízo final, o dia da prestação de contas diante do Criador. O homem aceita qualquer religião, desde que não contenha a condição de um “juízo” ao final. O homem detesta essa ideia pois, ninguém quer ter que prestar contas daquilo que fez. E nós como cristãos, devemos temer o juízo final ou não?

O texto de Rm 8: 1 e 2 , afirma não haver nenhuma condenação para os que estão em Cristo Jesus. Porém, há uma condição, não andar segundo a carne, mas andar segundo o Espírito é sendo assim, resta saber o que significa andar segundo o Espírito. Tomemos como exemplo a Jesus, que até os trinta anos tinha um objetivo que era cumprir a lei, conforme Mt 5: 17 e 18 e que ao completar a maior idade judaica, se apresentou a João para se batizar nas águas como orienta Jo 3: 5. No ato, em Mt 3: 13 a 17, o céu se abriu e o Espírito em forma de pomba, desceu sobre Jesus, que a seguir ele foi declarado por Deus como sendo seu Filho no qual o Pai sentia grande prazer,

Aqui se cumpria o que Jesus anunciou em Jo 4: 19 a 24, ele é o primeiro adorador espiritual. Nele e residente agora o Espírito Santo de Deus, é um homem espiritual conforme 1Co 2: 13 a 15. Veja que Jesus é levado a seguir para o deserto para ser tentado por satanás, pelo Espírito, conforme diz Mt 4: 1 e Rm 8: 14. E todos os que são guiados pelo Espírito, também são filhos de Deus em Jesus, o qual agora estava no Espirito de vida e não mais na lei do pecado e da morte, a qual cumpriu plenamente.

Ora, o que é dirigido pelo Espírito vive e anda segundo este mesmo Espírito e não se deixa dirigir pela vontade da carne como o fazem os homens naturais, e sabemos que todos os que são guiados pelo Espírito de Deus estes são filhos de Deus, pois não receberam o espírito de escravidão para outra vez estrarem em temor, mas receberam o espírito de adoção de filhos, pelo qual podem clamar “aba Pai”. E o mesmo Espírito testifica com o seu espírito que são filhos de Deus Rm 8: 14 a 16. Assim é o andar segundo o espírito.

Como Jesus foi constituído pelo Pai como juiz de vivos e de mortos, conforme At 10: 42 e tem em si todo o juízo, Jo 5: 22 e 27, e é também o nosso advogado como diz 1Jo 2: 1 e 2, quem nos acusará diante dele? Ele é o nosso Salvador e nosso juiz e o nosso advogado, por isso não há acusação contra nós, pois quem intentará acusação contra nós? veja Rm 8: 33 e 34.

Os salvos por Jesus compareceremos diante do tribunal de Cristo, 1Co 3: 12 a 15, onde não há condenação, 2Co 5: 10, mas onde serão julgados não os salvos, mas as suas obras como crentes, para que recebam ou não, segundo suas obras, o devido galardão.

Cláudio pinto pr

Pense: “Se o Juiz que me julga é também meu advogado, me justificará e não serei julgado, serei porém, por Ele avaliado e pesado”. Nábulus, pensador cristão.

Os humanos

Marta SH V

A Bíblia narra em Gênesis à criação de um homem citado em dois capítulos desse livro. O nome dado pelo seu Criador, Deus, foi “Adão que significa humano”, ou coletivamente “humanidade”. Adão foi o primeiro exemplar dessa nova raça, da qual ele é a raiz, e que foi inédita, e que permanece até hoje.

Isto responde a pergunta: antes de Adão existiam humanos (homens) na terra? Não, pois Adão é o primeiro representante dessa criação. Poderia haver criaturas semelhantes fisicamente a ele, mas não eram humanos, que só vieram a existir com Adão e sua companheira Eva, casal gerador da humanidade.Segundo a ciência revela através do DNA mitocondrial, o qual só a mulher possui, todos os humanos descendem de uma mesma mulher ancestral.

Essa confusão entre ter a forma do homem e ser um humano, tem gerado muitas controvérsias e dúvidas sobre as escrituras sagradas, que são perfeitas em suas narrativas. Até mesmo os que, convertidos, deviam crer e defender o texto, em meio a esta confusão se mostram duvidosos, e não dão a ela a resposta adequada e correta e que convença, o que na verdade e muito desabonador, sem dúvida. Que o mundo não entenda, é natural como diz claramente 1Co 2: 14, mas o homem espiritual tem obrigação de entender tudo, pois tem a mente de Cristo e está apto a discernir, 1Co 2: 16. Não pode aceitar elucubrações e nem deixar se confundir ou envolver por elas, antes ter a resposta precisa e esclarecedora.

O grande erro tem sido se atribuir a tudo o que tem a forma similar à humana o ser também humano. O fato de terem vivido na terra muito antes de Adão e serem criados por Deus, não prova serem eles humanos, pois descendiam de seu ancestral original, que não era a imagem e semelhança de seu Criador, como o era Adão, o primeiro humano. Tinham a forma do homem, mas sem ligações genéticas com os humanos, cujo ancestral único da raça foi Adão, conforme está narrado em Gn 1: 26 a 28 e 2: 7 e 8. Antes de Adão não podiam existir descendentes de Adão.

A Bíblia revela que Deus criou Adão do pó da terra, sem pai e mãe anteriores a ele, mas tinha um Criador que o formou. Esse homem não tinha nenhum ancestral, pois foi tirado da terra e traz em seu corpo o registro dos mesmos elementos químicos pertencentes a ela. Ao morrer seu corpo volta a terra, pois dela foi tirado, Gn 3: 19. Aqui só nos referimos ao homem natural e humano, formado do pó da terra o qual tem a alternativa peculiar de se tornar espiritual, por ter sido criado a imagem e semelhança de seu Criador, e se reconhecendo pecador e caído, pode recuperar a sua condição inicial de Gn 1: 26 a 28, retomando a imagem e semelhança de Deus se tornando eterno em Cristo o Filho de Deus. Conforme Rm 8: 17 e Cl 3:10, ele o pode ser, pois tem de Deus a prerrogativa única da conversão a Cristo. Os demais seres semelhantes aos humanos que povoaram a história, eram somente almas viventes que caminharam nos tempos deixando nele os seus rastros. Passaram por não existir para eles um plano eterno de vida como o tem os humanos.

cláudio pinto pr

Pense: Se você é humano, pode escolher a perdição eterna ou subir ao céu e a salvação eterna, pois a eternidade está em tua essência. Nábulus, pensador cristão

Sant SH8 V

O que implica no caráter humano ter ou não presente o temor do Senhor? Muitos creem que o temor é apenas uma característica do que se converte a Cristo e se torna o chamado crente em Jesus, e nada mais tem a ver com o mundo.

Um homem, mesmo não sendo cristão, mas que tem em seu coração o temor do Senhor, mostra princípios de caráter que o leva a sempre buscar agir com bondade, equidade e com misericórdia. Sobre isso, a Bíblia nos dá alguns exemplos, como os reis Ciro e Nabucodonossor, que acabaram, por temer a Deus, até servindo como instrumentos nas suas mãos, ainda que fossem idolatras e cultuassem a outros deuses. Mas por temos obedeciam ao Deus verdadeiro.

O ateísmo esta aberto para a perversidade assim como o temor do Senhor está para a justiça. Todo ateu na história quando no poder, agiu com injustiça e total devassidão deixando rastros de iniquidade como legado, e quando tinham algum talento literário ou filosófico o usaram para criar doutrinas nefastas a humanidade e cuja herança até hoje é causa de sistemas e atrocidades inomináveis, sendo base de regimes onde a injustiça predomina e a impiedade é a tónica. Que o digam as duas guerras mundiais que já tivemos quando homens sem temor a Deus no poder, não titubearam em usar até armas químicas sem nenhum prévio aviso, contra seus desafetos ou adversários indefesos, só pela sede de vitória e predomínio.

Na dúvida, é só observarmos a história da humanidade o que tornará fácil de se entender a diferença, pois os grandes tiranos e déspotas do passado que no poder oprimiram povos, escravizaram nações, submeteram raças, e não tiveram nenhuma piedade dos inimigos derrotados, e os esfolaram, os empalaram, os crucificaram, os condenaram a morte e os assassinaram até com sádico prazer e regozijo, e sem nenhuma misericórdia, remorso ou arrependimento. Existe uma coisa comum entre eles: todos se consideravam como sendo eles mesmos semideuses, e assim acima das leis humanas e sem nenhum temor ou medo do verdadeiro Deus e de sua perfeita justiça, porque nela nunca acreditaram.

Quando um homem se convence de que nunca terá que prestar contas de suas ações, por não ter temor a Deus, se torna desumanamente frio e cruel até mesmo com o seu povo, pois se justifica a si mesmo de todas as suas maldades, buscando dar a elas por mais terríveis que tenham sido um aspecto de justiça e equidade. O homem mau, comprova o que a Bíblia revela, que homens naturais em essência são dominados pelo mal e pelo pecado, Gn 4: 7, e quanto mais poder tem nas mãos, mais malignos são, não tendo limites para as suas vaidades e atrocidades.

“O temor do Senhor é o princípio da sabedoria, e a ciência do santo a prudência”, Pv 9: 10, no temor está o conhecimento e nele o temor ao Senhor e a salvação.

cláudio pinto pr

Pense: “Não temer a Deus, não livra do seu temível “juízo final”, apenas impede que se veja a verdade e se livre desse juízo. Nábulus, pensador cristão.

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