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O q é o D  I SH8 V

Pilatos, advertido por um sonho de sua mulher para que não se envolvesse no julgamento de Jesus, e em momento dramático de grande angustia e dúvida, veja Jo 19: 8, pergunta a Jesus sobre o que é a verdade. A meu ver ele não estava desafiando a Jesus, que lhe dissera que vinha testemunhar a verdade, mas queria mesmo saber o que era a verdade.

Jesus foi enviado a pregar a verdade em um meio onde existiam muitas verdades, cada grupo tinha as suas próprias verdades, e a tinham como questão de vida ou morte. Havia porfia e grande rivalidade entre os seguidores de cada partido devido a pontos de vista dos quais eles não admitiam abrir mão. Imaginem alguém chegando e contestando cada grupo enfaticamente, e com grande poder de argumentação e cuja missão era de os levar a abandonar suas ideias próprias aderindo a uma nova doutrina a qual Jesus propunha.

Esse era o ambiente em que Pilatos vivia e onde Jesus pregou a verdade, era composto por muitas chamadas “verdades”. Os fariseus tinham a sua, criam na ressurreição e em anjos, os saduceus tinham outra, não criam em anjos em nem na ressurreição, os zelotes tinham suas convicções de zeladores da lei, os herodianos tinha a sua verdade ao ter Herodes como o seu deus, os essênios se isolavam no deserto, os doutores e os escribas também tinham verdades particulares as quais eram absolutamente fieis. Mesmo Pilatos sendo romano tinha a sua verdade, Cesar era o seu deus.

Diante de um caldeirão com um caldo tão variado de sabores, é que Pilatos faz a pergunta a Jesus sobre o que era a verdade, se cada grupo tinha uma verdade e se fanatizava por ela. O dilema de Pilatos era perfeitamente compreensível, pois ele não via crime algum em Jesus, veja em Jo 19: 4.

Jesus contestando a todos se tornava a cada dia um problema maior, era visto como o grande problema para todos os grupos existentes, pois os afrontava. Diante disso, não é difícil se entender que a solução geral que agradaria a todos, seria eliminar o problema comum, Jesus. Interessava a todos os grupos que aquele que os confrontava fosse extirpado do meio, era algo conveniente a todos. Então, a uma voz em Jo 19: 15, pediram que se crucificasse a verdade absoluta, Jesus, para que as verdades temporárias permanecessem.

O que é a verdade? é aquela que é absoluta e permanece para sempre como sendo a verdade, não passa e não muda, Mt 24: 35. “O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão de passar”. As verdades temporárias passam a verdade absoluta permanece. Há mais de dois mil anos a verdade dita por Jesus continua viva, pesquisada e estudada, por a verdade absoluta nunca passa.

cláudio pinto pr

Pense: “A verdade não necessita ser crida nem repetida para que seja verdade, pois é imutável e absoluta”. Nábulus, pensador cristão

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Bal bl SH8 V 

“Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas”, diz Mt 6: 33. O reino de Deus é “justiça”, paz e alegria no Espírito Santo, Rm 4: 17. Veja que o reino de Deus destaca a “justiça” como sendo o seu principal atributo, pois Jesus é juiz de vivos e de mortos conforme At 10: 42. Já em relação a nossa justiça Deus fala pelo profeta Isaias dizendo que: “as nossas justiças são como trapo de imundícia”, Is 64: 6, pois é a justiça do injusto.

Quando a Bíblia orienta a que busquemos a justiça no reino de Deus, isso significa que no mundo não há temos, pois a tida como a mais perfeita justiça do mundo, a romana, usada até hoje como padrão ocidental, propiciou o maior erro da história ao se mancomunar com os inimigos do Filho de Deus e sob sua égide permitir que não só se condenasse um inocente a crucificação como ainda ser a executora da sentença. Hoje fazem 2017 anos que esse erro é propagado pelo mundo.

Será que o mundo não tem prazer em ser justo e em fazer justiça? claro que se pudesse teria o maior orgulho em ter a mais perfeita justiça, pois este é de forma histórica o maior motivo de ostentação dos reis e governantes, o de ser visto por todos com sendo pretensiosa e reconhecidamente um “justo”.

O problema é que para ser justo e fazer uma justiça perfeita não basta apenas ser competente e intelectualmente preparado. O juiz ou o legislador para ser perfeito em justiça, não pode ser bom, nem orgulhoso, nem vaidoso, nem soberbo, nem ambicioso, nem mentiroso, nem falso, nem cínico, nem invejoso, nem parcial, nem pretencioso, nem descrente, pois quem não tem temor a Deus, jamais temerá ser um injusto, nem temerá cometer erros, pois se porá acima da justiça e da lei que fizer como se fosse seu dono.

Num mundo onde vemos o bandido solto e o honesto preso até que prove ser honesto, o ladrão saindo lépido e fagueiro pelas portas da frente das delegacias e a vítima sendo detida por horas e tratada com desdém, e via de regra não tendo ressarcidas as suas perdas, vendo o assassino sendo defendido pelos tais direitos humanos e a vítima ficando esquecida e entregue a própria sorte como se fossem “inumanos”, um mundo onde se acusa a sociedade como responsável pela existência de marginais, se esquecendo que essa mesma sociedade gerou pessoas ordeiras e trabalhadoras em maioria absoluta, uma sociedade onde o letrado tem privilégios prisionais e o inculto e ignorante é jogado as feras como culpado por ser pobre, enfim onde o que é reto e tido a princípio como torto e o torto tratado como se fosse reto, e onde o corporativismo e os interesses imperam, qual a mensagem mais forte que se pode dar senão a de se sonhar em ter um dia “a justiça”.

Creio que agora ficou mais fácil se entender o que significa “buscar primeiro o reino de Deus, o juiz perfeito, e a sua “justiça perfeita” como Ele o é. Num mundo injusto o que prevalece sempre é a iniquidade, a justiça é feita por aparência e por preço, e com balanças com pesos diferentes, Pv 11: 1. A um juiz compete não o ser bom, mas antes ser justo, Mt 19: 17ª, e para ser justo tem que em primeiro lugar se amar a justiça acima de qualquer outro fator pessoal, pois o amor é a fonte da justiça. Deus é amor e sendo amor é a perfeita justiça. Então oremos dizendo: “Venha o teu reino Senhor e a tua justiça” conforme Mt 6: 33.

cláudio pinto pr.

Pense: “A justiça tem que estar não mão dos justos, pois na mão dos maus se transforma em injustiça e na mão dos poderosos se transforma em opressão”. Nábulus, pensador cristão

Diz a Bíblia, “por que nada trouxemos ao mundo e nada levaremos dele, 1Tm 6: 7”

Quando alguém que tem poder que lhe foi conferido pelo povo, ou por ocupar uma posição que lhe permita usufruir de privilégios, e usurpa esse poder e se locupleta com os bens alheios a que administra, se corrompendo e se justificando em dizer que faz isso não por egoísmo ou ganância, mas apenas pensando no futuro de sua família, filhos e netos, etc., sem pensar no futuro da nação, ignora claro, o que está revelado na Bíblia sobre a honestidade e o “temor a Deus”.

Estes dão o melhor para os seus pouco se importando com os ilícitos ou com o dano que causa a milhares de outros que sofrerão por falta dos recursos que foram por ele desviados em benefício próprio e para sua prole. Porém ninguém escapa do futuro eterno no qual, crendo ou não, enfrentarão um dia diante do juízo. Ao prestar contas por cada detalhe de suas vidas e de suas consequências, terão a plena e agora tardia consciência de todo o mal que fizeram para outros, para si mesmos e até para os seus amados a quem queriam em verdade proteger.

Saiba que um miserável e infeliz, acostumado ao sofrimento, as necessidades, ao medo, ao constante perigo de vida, e a ter falta de tudo, já vivendo num verdadeiro inferno nesta vida, tendo por isso se perdido, quando morrer e estiver em sofrimento eterno, sofrerá muito menos, pois já estava acostumado a dor e ao suplício do frio, fome, medo, perseguição, desprezo, dos perigos, etc., a que vivia submetido neste mundo.

Imagine porém, aquele que viveu deliciosa e nababescamente nesta vida, sendo acostumado ao conforto as benesses e as delícias e tendo tudo sempre a mão, para quem aqui era quase um paraíso, e que de repente se vê, sem Deus, pois dele nunca necessitou, e agora perante a eternidade em penúria e privação total, pois nada se trás nem nada se leva desta vida, a não ser as boas obras em Cristo. Se verá sem amigos que o ajudem, sem influências e sem ter a quem recorrer. Qual será o nível de seu sofrimento? Só o terror de estar diante dessa nova e desconhecida condição, sem o papai para o proteger, já seria um inferno total, dispensando até as temidas espetadas de temido tridente.

O culpado disso foi aquele que só pensou nas coisas desta vida e que preparou tudo para o futuro dos seus queridos aqui, ignorando o espiritual e se esquecendo da eternidade. Pensou que poderia vivendo em corrupção, e tendo poder material, morrer em paz e tranquilidade por ter deixado a família amparada com muitos recursos e bens que açambarcou de forma imoral. Responderá pelas suas ações ilícitas e terá a tristeza de saber diante do inevitável que foi o responsável pela perdição dos seus amados, pois, nada se leva daqui a não ser a obra que se fez em Cristo, repetimos, Ap 22: 12. Se sua obra for nefasta responderá por ela diante do grande trono branco no dia do juízo final, Ap 20: 11 a 15. Na terra, com poder e influência, se escapa da justiça humana, mas na eternidade sem Cristo, ninguém escapa do juízo de Deus, crendo ou não crendo nisso. O juízo é certo e virá.

Acrescente a isso o sofrimento de saber que seus familiares e filhos e netos, estão vindo no mesmo destino, e por sua culpa, e caminham celeremente para o mesmo e tenebroso desfecho eterno. Um dia, partirão para a eternidade nu como vieram e levando consigo as maravilhosas lembranças dos tempos abastados do paraíso terrestre em que viveram. Quem não recebeu o revestimento de Cristo, estará nu no juízo conforme diz, Ap 3: 17 e 18.

O caráter enganoso, a falsa reputação que mantiveram, tudo ficará gravado na memória para o dia do inexpugnável juízo final. Tudo o que você foi e pensou estará gravado em um arquivo, chamado “sub consciente”, o qual será ativado e exposto diante do grande trono branco, e do Juiz eterno, como se fosse um filme com som e com imagem, em todos os detalhes, e do qual você é o autor do roteiro e das imagens ali reveladas. Neste filme, você será o protagonista principal, e não terá como negar as coisas que estão sendo reveladas e vistas por todos claramente e com todas as indignidades. Cada um levará em si mesmo as suas acusações e então descobrirá para que servia o seu sub-consciente.

Medite um pouco, ainda existe tempo de voltar atrás e consertar tudo, enquanto há vida a esperança, após, somente haverá a horrenda expectação de juízo e ardor de fogo que vai devorar os adversários, conforme Hb 10: 27. Hoje, Jesus espera por você, hoje é o dia da salvação 1Co 6: 2, receba e entre na vida eterna com Ele e não se engane com falsas promessas e seja assim livre do juízo em Cristo.

Pense: “Ao homem está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo”, Hb 9: 27.

cláudio pinto pr

Omis

Todos os anos somos surpreendidos com os antropólogos revelando terem descoberto novos fósseis, fato que podem mudar a perspectivas sobre a antiguidade do homem sobre a terra.

Ter um fóssil a forma de homem, ou seja, ter esqueleto semelhante ao do homem, por si só é prova de que era um ancestral humano? Que era um homem não resta dúvida, pois tinha cabeça tronco e membros na mesma disposição do homem atual, andava ereto como o homo sapiens, mas não há nenhuma garantia que esse ser fosse um exemplar pertencente ao chamado gênero humano, os quais são descendentes de um ancestral único na história, o homem narrado na Bíblia e chamado Adão. Não se pode pressupor que por serem parecidos em sua estrutura óssea com os humanos, todos os fósseis achados nessa condição sejam de antigos representantes da espécie humana.

Ainda que tenha a forma de homem, ande em pé, seja inteligente e viva socialmente, e que possa até ter deixado sua marca na história, nas cavernas, nas inscrições rupestres, nos petróglifos, e até nas edificações do passado, etc., nada garante que seja um ser humano. A humanidade segundo a Bíblia foi criada em Adão que significa humano ou humanidade em Gn 1: 26 a 28 e 2: 7 e 8. Se o termo homem deriva de humanos, se refere somente a Adão.

O problema é que se passou a considerar humano a tudo que tem a forma estrutural do homem e que não seja um símio. Se for um primata, será sempre um símio tenha a idade que tiver o fóssil, ser não for um símio, então será tido como sendo homem , e ainda com a agravante de ser catalogado como um ancestral humano, o qual só foi criado há seis mil anos atrás segundo a Bíblia. Todo o problema está em se confundir seres com a forma humana com os humanos criados em Adão.

Existiram seres com estrutura semelhante a dos homens antes de Adão? Nada impede que existissem, estão aí os Neanderthal, os Cro-Magnon, os pitecantrophus erectus, etc., para evidenciar que sim, se é que a ciência tem mesmo como verdadeiros esses fósseis. Se reais esses fósseis e não fraudes, eram seres estruturalmente parecidos com homens e símios, sem duvida, e habitaram o planeta terra durante os milênios e se desenvolveram na história. Eram eles seres humanos? Cremos que ainda que tivessem o mesmo DNA dos homens não o seriam por isso, pois humanos tem um ancestral único que os caracteriza, o homem chamado Adão que significa humanidade. A humanidade começou em Adão, por ser ele formado a imagem e semelhança de Deus, o que o diferencia dos demais seres na forma óssea humanoide.

Por isso, o único homem a quem Deus imputou o pecado foi justamente Adão, por este ter sido criado a imagem e semelhança de seu Criador e ter assim todas as condições de discernir entre o bem e o mal e de resistir ao mal sendo a ele submetido, mas com livre arbítrio para desobedecer se assim o quisesse. Essa é uma diferença fundamental entre os humanos e os parecidos a ele e isso a ciência não tem como comprovar materialmente pelos fósseis.

Pense: “Nem tudo que reluz e ouro; e nem tudo que é huamanoide e humano. Nábulus, pensador cristão

HARM

Está escrito: “E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra, e soprou em seus narizes o folego de vida; e o homem foi feito alma vivente; e plantou o Senhor Deus um jardim no Éden da banda do oriente; e pôs ali o homem que tinha formado”. No verso 15 diz: “E tomou o Senhor Deus o homem, e o pôs no jardim do Éden para o lavrar e guardar”.

O homem foi formado do barro, na verdade o nome Adão também poderia ser em português, “Barroso”, feito do barro, ou terroso, feito da terra, pois o nome está ligado a Adamah que significa terra vermelha. Desse pó vermelho da Palestina é que foi formado o homem que após foi levado para viver dentro do jardim de Deus, lavrando a terra.

Deus com o barro moldou um boneco na forma humana o qual porém, estava deitado inerte no solo como se fosse um corpo mineral. Deus o querendo vivo, soprou então o fôlego de vida em seus narizes e este passou a respirar no solo a semelhança dos vegetais. Deus porém, o queria animado e assim o tornou em “alma vivente” , com ânimo, moveu-se e começou a caminhar como o faz todo animal. A grande diferença entre o homem e todos os demais animais da criação, foi o dom de ser este “racional”, como seu Criador. Para ser servo de Deus necessitamos ter entendimento, pois Deus é um ser racional, lógico e perfeito.

Muitos entendem que o fôlego de vida era o Espírito de Deus no homem, porém é apenas uma conjetura, veja o que diz Gn 6: 17, todos os animais também são almas viventes e tem “fôlego de vida” como o homem o e não tem neles o Espírito de Deus, Gn 1: 24. Porém, sendo o homem racional e vivendo em plena harmonia e em sintonia com o Criador que é Espirito, Jo 4: 24, e dia a dia estando diante de sua presença, estava com o homem o Espírito de Deus. Enquanto houvesse harmonia entre Criador e criatura assim seria. Quando Adão pecou, acabou expulso do jardim e da presença de Deus e já não tinha mais com ele o Espírito de Deus, mas continuou com o fôlego de vida em si até que morresse, Gn 2: 17 e 5: 5. Longe de Deus, passou a viver por sua própria conta, conforme Gn 3: 19. Era agora apenas um animal racional gerando filhos a sua semelhança e conforme a sua imagem adâmica, veja Gn 5: 3.

Mesmo no jardim Adão era um servo de Deus, pois lavrava e guardava o local, tarefas de servo, e nomeava a sua criação com sabedoria, prova disto é que tinha essa sua dificílima tarefa sempre aprovada pelo Criador, Gn 2: 19. Obediente, tinha sobre si no jardim a glória de Deus, pois ainda não tinha pecado, como está em Rm 3: 23. Porém todas as suas tarefas eram de um servo um auxiliar, ainda a intelectual de nomear a criação divina. Nestas coisas vemos características da semelhança de Deus no homem que é refletir a glória divina usando o dom de criar a partir da criação de Deus, 2Co 3: 18. Isto, só o homem tem capacidade para fazer.

Quando o homem se converte a Cristo, o recebe em verdade como seu Senhor e passa a servir o seu senhorio, e deixa de ser servo do pecado e volta a condição de ser servo da justiça como era no jardim no Éden, confirme em Rm 6: 17. A primeira condição do homem em relação a Deus é de servo, mas existe um plano para que o homem chegue a ser Senhor em Cristo na Bíblia conforme mostra Gn 1: 27.

Pense: “O servo obediente se torna amigo de seu Senhor e assim se torna um servo livre”.

cláudio pinto pr

A var

Desde de que a ciência em seu desenvolvimento descobriu fósseis a semelhança humana os situando como ancestrais do homem atual, e os denominando como homem Cromagnon, de Neenderthal, etc., estimando a sua antiguidade em muito mais de seis milênios, colocou uma interrogação com relação a veracidade e credibilidade da narrativa bíblica sobre a criação do homem cuja origem gira em torno dos seis mil anos, pondo na berlinda a verdade sobre o criacionismo.

Essas descobertas, evidenciam a semelhança óssea como prova genérica de antecedência de toda a espécie humana, no pressuposto de que todos os homens descendem de um ancestral único o que cremos ser indevido ou precipitado.

O que a Bíblia revela no Gênesis, não é a criação da forma humana na terra a qual é muito antiga, mas a criação de um homem específico com características próprias e inerentes e que tem por nome Adão. A Bíblia, só este homem interessa revelar por ser o ancestral dos homens atuais, aos demais homens, que a ciência o faça com toda a liberdade como está previsto em Pv 25: 2. É função da ciência.

Sabemos que o esqueleto com forma humana e o “chassi” mais apto e aprovado na natureza, tanto que quase todos os vertebrados tem estruturas ósseas que são semelhantes à humana , com cabeça, tronco e membros na mesma ordem e número. Algumas espécies, sofrem adaptações para se adequarem ao meio em que vivem, como braços transformados em asas no caso das aves, ou longas caudas para dar equilíbrio como nos felinos e repteis. Lembramos que na indústria automobilística quando se consegue fazer um chassi aprovado se montam após muitos modelos sobre ele, o mesmo ocorre no caso do esqueleto humanoide usado por muitos vertebrados por ser excelente. Porque o Criador faria um novo esqueleto só para diferenciar o homem Adão dos demais que já existiam antes dele?. Não teria nenhum sentido.

A complexidade está em que a mesma Bíblia afirma existirem hoje dois tipos de homens que fisicamente são idênticos, tem o mesmo DNA, mas com essências tornadas diferentes conforme está revelado em 1Co 2: 13 a 16. Um deles é o “homem natural” que foi criado em Adão há aproximadamente seis mil anos e que escolheu “não ser espiritual”. O outro é o “homem espiritual” criado do mesmo Adão, mas que foi recriado em Cristo há próximos dois mil anos , também por livre escolha sua, se tornando assim o homem espiritual da graça.

Porém se acharmos os fósseis de ambos no porvir, eles teriam esqueletos iguais em absoluto, pois a diferença não está na forma física, mas na essência de cada um e isto não fica registrado nos fósseis. A mesma Bíblia os diferencia como sendo: o natural da terra e o espiritual do céu, o natural mortal, por ter escolhido se apartar de Deus seu Criador, e o espiritual eterno, por escolher ser a semelhança de seu Criador. Portanto, não se achara a diferença observando o fóssil dos dois homens. Lembramos que o Homem é o único ser na natureza com raciocínio, com arbítrio e com liberdade de escolher o que quer ser eternamente, e ter respeitada a sua livre decisão pelo seu Criador, pois Deus lhe deu o chamado “livre arbítrio”.

O Gênesis narra a criação desse homem chamado Adão a partir do pó da terra, e de sua companheira Eva, tirada de sua costela, o qual foi formado para ser “a imagem e semelhança de seu Criador”, se assim ele o escolher. Isso o torna em essência diferente de todos os demais eventuais homens pré- existentes, pois nenhum deles tem a preeminência de ser a imagem e semelhança de seu Criador. A Bíblia só narra essa criação por ser ela a única que nos interessa por estar nela a nossa história passada e futura e não nas outras. Lembre-se que a Bíblia revela a idade do homem Adão, mas não revela a idade do planeta terra.

Pode ter havido homens inteligentes antes de Adão? sim, e a provas disso em todas as artes e até nas cavernas rupestres. Porém, para esses não havia um plano que um dia pudessem se tornar eternos, e assim se foram, deixando porém, a sua passagem gravada de várias formas nos tempos. Se você é um Adão, hoje pode escolher ser natural ou eterno, e só receber a Jesus que te transforma em nova criatura no novo nascimento e espiritual e eterna. A decisão e escolha e livre e totalmente sua. Você é quem decide o seu futuro eterno.

Pense: “ Jesus disse que um cego nascido sem olhos pode ver o que um homem nascido com olhos perfeitos não vê”, tudo depende da fé de cada um, Lc 10: 39 a 41, e Mc 10: 51 e 52. Você pode crer nisso?

cláudio pinto pr

A transf 200 bl

Existe um enigma que poucos se aventuram a entender no velho testamento, o qual está envolto realmente em certo mistério. Entre aqueles que se aventuram a comentar não há unanimidade e existem opiniões e posições diversas. Como esse texto fica um verso antes do polêmico assunto que aborda o contato entre os filhos e Deus e as filhas dos homens no verso 4, as discussões se desviam para esse tema, obscurecendo o anterior que queremos aqui evidenciar que diz: “Então disse o Senhor: não contenderá o meu Espírito para sempre com o homem; porque ele também é carne: porém os seus dias serão cento e vinte anos”, Gn 6: 3. Qual o significado dessa declaração sobre o homem em momento tão dramático?

Deus é o Criador do homem e sabia ser ele carne, não se refere portanto, à sua essência física, mas a sua escolha pessoal em privilegiar ser um ser carnal ao escolher o conhecimento do mal e pecar. Assim, contaminou a sua carne conforme Rm 7: 18, e passou a ser influenciado pelo mal ao qual livremente escolheu servir se associando ao maligno e as coisas carnais e malignas, 1Tm 2: 14. Isso levou a Deus a se apartar do homem carnal.

Sendo o homem carne e sendo Deus Espírito, o homem pecador tenderá a porfiar ou contender com o seu Criador, conforme Gn 3: 8 a 13, isto devido à perda da harmonia inicial e a estar ligado ao maligno. A decisão de Deus em Gn 3: 6 faz parte do plano de salvação futura do homem, o preservando carnal até que pudesse novamente receber o dom do Espírito de Deus, e em Cristo e se tornar o homem espiritual de 1Co 2: 13 a 16. Seria uma evolução espiritual do pecador.

Ao anunciar o dilúvio a Noé, Deus proveu “120 anos” de misericórdia para que os homens se arrependessem, que foi o tempo da construção da arca, 1Pe 3: 20, que era a forma de pregação da justiça divina por Noé naqueles tempos, conforme 2Pe 2: 5. Porém como sabemos somente 8 almas entraram na arca, sendo todos eles membros da família de Noé único homem no qual Deus viu graça para ser salvo.

Após o dilúvio que provocou mudanças no clima da terra, a idade dos homens foi sendo sumariamente reduzida, por exemplo, o grande patriarca Abraão, viveu 175 anos e morreu como relata Gn 25: 7, bem menos que os 969 anos de Matusala. Abraão foi o pai da fé e a raiz do povo de Deus, e aparece entre os heróis da fé de Hb 11: 8 a 10. Da linhagem de Abraão e na mesma fé veio Moisés, através de quem veio à lei de Deus aos homens. Algo novo aconteceu no relacionamento entre Deus e os homens através da vida de Moisés, o qual deu a lei que apontava o pecado, e o curioso é que ele Moisés viveu “120 anos” e morreu, deixando porém a lei que foi o aio para a vinda da graça. Seu testemunho foi dos maiores entre os heróis da fé de Hb 11: 23 a 29.

Quando o homem chegou aos 120 anos de média de duração de vida, tendo como referencia Moisés, Deus dá nova chance de arrependimento ao homem, dando a lei chamada “do pecado e da morte”, Rm 8: 2, a qual restaurou a contenda entre o seu Espírito e o espírito do homem para lhe abrir o caminho da vida, através dela. Ela revelou o pecado e serviu de aio para a vinda da salvação pela graça futura que por meio da fé, que se consuma em nosso Senhor Jesus Cristo.

cláudio pinto

Pense: “Crise é oportunidade. Se a crise do homem é o pecado, a oportunidade do homem é Jesus”.

Nábulus, pensador cristão

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