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Archive for maio \31\UTC 2012

O corpo II

Porque temos que prestar contas?

Quando algo é teu, é preciso você prestar contas do uso que faz dele? Claro que não. Mas, quando alguém te empresta algo, um carro por exemplo, você pode fazer o quiser com ele? Pode mudar a cor, colocar adereços, retirar pneus, trocar calotas, e outras coisas mais, isto sem consultar o proprietário? Ele te pediria contas no dia que o receber de volta, pois é dele e você terá que se explicar. Mesmo para fazer melhorias no veículo seria preciso um acordo e autorização do proprietário que o cedeu a você. Não podemos alterar o que não nos pertence sem ordem do dono.

Em Rm 14: 12 e 2Co 5: 10, ao falar do tribunal de Cristo, Paulo afirma que:  “cada um de nós dará contas de si mesmo a Deus e do que tivermos feito por meio do corpo, ou bem ou mal”. O corpo está conosco é aparentemente nosso,mas um dia  responderemos   por ele e  teremos que prestar contas dele a Deus seu dono.

Na verdade Deus é dono duas vezes de nosso corpo, a primeira vez por ter sido ele  que nos deu ao nascermos, após, nós o deixamos cair no pecado. A segunda vez, por que Ele foi é comprou de novo, recomprou  o nosso corpo por bom preço, o redimiu, e o deixou conosco novamente. Que uso nós faremos dele?

O corpo é que nos permite viver neste planeta, quando o perdemos ocorre o que conhecemos como morte, pois o espírito não tem como se manifestar na terra que é um meio material, físico. Se o corpo sem o espírito está morto como diz Tg 2: 26, o espírito sem o corpo perde a interação com os demais seres vivos da terra.

Na verdade o nosso corpo e ressurreto no batismo para fazer parte do corpo de Cristo, santo e imaculado na terra. Somos dEle e  não nossos. 1Co 12: 27.

 

Cláudio Pinto Pr

 

 

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Todos comemoram o dia de seu nascimento neste mundo, o dia em que abriram os olhos e viram pela primeira vez a luz, embora já estivessem vivos dentro do ventre há nove meses, o dia em que tomaram contato com o mundo exterior, o qual já conheciam pelos sons que dele ouviam sob a proteção materna, o dia em que pela primeira vez os seus pulmões se abriram para respirar a atmosfera externa,  após ter chorado sob uma palmada da antiga parteira ou do médico.

Para nascer nesta vida todos tivemos que esperar que fosse providenciado um corpo para que habitássemos nele, pois sem ele não teríamos como nos manifestar neste mundo material, e o lado materno foi quem providenciou os meios e se dispôs a tarefa árdua para que isso se concretizasse, funcionou como a terra fértil na qual o pai participou ao depositar a semente.

A cada ano que passa temos a oportunidade de meditar e descobrir que alguém, sem que pedíssemos, providenciou tudo para que aqui estivéssemos. Muitos se alegram nesta vida, são vencedores, a vivem intensamente  e se esquecem de seu Criador, nem sempre dos naturais, mas do celestial, assim como não sabem de onde vieram,  um dia se vão sem saber para onde irão.

Bem aventurado o que entende o plano de Deus, ouve o seu chamado e entende a sua vocação e dispõe a sua vida para servi-lo, e para amar o próximo, e para fazer o bem e sabe que a Eternidade começa nesse dia, para os que vêem não somente o que está diante de seus olhos, mas que vão muito adiante por enxergar além dos limites do visível. Louvemos com graças ao Criador eterno com a nossa vida dando a Ele graças em tudo conforme 1Ts 5:18.

 

Claudio Pinto

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Morreu Donna Summer, vítima de câncer, ainda jovem, e assim o mundo perdeu mais uma super star, uma dama  da música e do teatro.

Isso nos faz lembrar que há pouco tempo se foi desta vida a cantora Whitney Houston de grande sucesso, foi-se de forma estranha e inesperada, como ocorreu com Elvis Presley, Marilyn Monroe, Elis Regina e tantos outros, que mergulhados em crises existenciais se entregaram as drogas como saída para suas angustias pessoais diferentemente de Donna Sumer.

O interessante é que muitos desses astros começaram em corais de igrejas onde cantavam no louvor, mas vindo a glória desta vida logo se esqueceram das origens, deixaram a Deus e se entregaram aos brilhos do mundo.

Viveram a ilusão que poderiam ter tudo, ser cheios de alegria, poder, honra,  fama, e ainda viverem abastada e regaladamente . Na verdade o que encontraram foi um vazio tão grande que nem mesmo as drogas mais poderosas puderam preencher.

A Bíblia diz que:”Um abismo chama outro abismo, ao ruído das tuas catadupas; todas as tuas ondas e vagas têm passado sobre mim”. Sl 42: 7. É muito difícil se constatar que em busca da glória acabamos mergulhando  na mais profunda solidão, e que mesmo em meio a multidões estamos totalmente isolados.

O descrente vive sem esperança, e desconhece outra opção que não seja a fuga da realidade através das drogas, que em geral acaba em final trágico,   já o desviado conhece o motivo de suas aflições e foge da presença de Deus, mas se recusa a retornar, talvez por vergonha, ou por ter se tornado um desesperançado.

São finais sempre muito tristes para carreiras tão brilhantes, e para vidas que começaram muitas vezes nos passos de Jesus.

 

Cláudio Pinto

 

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A carne

A conversão a Cristo é o ato no qual o descrente deixa de ser servo do pecado e passa a ser servo da justiça. Esse ato tem nuances que não são bem claras como; o que é que se converte a nova criatura, o corpo ou o entendimento?

Em romanos é dito que “a inclinação da carne é inimizade contra Deus”, ou seja, que todo o que se deixa dominar pela carne andando segundo essa tendência, não pode ser amigo de Deus.

Se foi Deus quem a criou porque a carne é tida como inimiga?

Simplesmente porque quando o pecado entrou no homem ele se alojou em sua carne e ela se tornou a sede do pecado e passou a não estar sujeita a lei de Deus como diz Rm 7: 18.

A Bíblia afirma que a carne nem que queira pode se converter, que é impossível que isso aconteça, pois sua inclinação natural é o pecado e o não obedecer a lei de Deus, e ainda que quisesse se sujeitar a lei  em verdade não o poderia.

As concupiscências da carne, ou seja,  ou seus apetites,  são o grande problema do homem convertido, ainda que em seu entendimento ele não queira ceder a suas inclinações, ele acaba muitas vezes sujeito a tentação por causa de sua fraqueza.

O homem mesmo convertido, está habitando um corpo carnal dentro do qual há uma constante luta entre a sua carne  e o seu espírito. Se o homem não subjugar seu corpo o reduzindo a servidão, acabará pecando. 1Co 9: 27

Torne teu entendimento cativo a Deus, e tua carne cativa a teu entendimento.

 

Cláudio Pinto Pr

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Estamos diante de uma nova realidade, a dependência diária da tecnologia.

Há alguns dias, ficamos sem internet devido a forte chuva que caiu em São Paulo e o que ocorreu foi que nosso trabalho ficou reduzido a operações mínimas, pois tudo o que tratamos hoje de importante está, queiramos ou não,  vinculado a rede.

No segundo dia a maioria pediu para ser dispensado de estar presente no local de trabalho, para poder fazê-lo de forma muito mais produtiva  direto de sua própria casa usando sua rede particular, até que tudo voltasse ao normal, e assim foi.

Passamos a perceber com clareza absoluta o tamanho de nossa dependência e interação com a internet, e como ficamos contidos em nossas atividades sem ela.

Imaginem se por qualquer motivo, por mais absurdo que possa parecer, todo o mundo, num instante, ficasse impedido de usar a internet.

Todas as comunicações cessariam, haveria um verdadeiro frenesi em se saber quando a rede seria recomposta, todos teriam que relembrar como é que faziam anteriormente a rede, ate aí tudo seria paralisado, os bancos, as atividades públicas e governamentais, os pronto socorros, as organizações estatais, as empresas aéreas e marítimas, os portos e os aeroportos, os trens, os sistemas do metrô, o sistema comercial, etc.,  pois na verdade quase tudo funciona em interação com a internet, criamos uma dependência dela.

Seria o caos no mundo, imaginem a crise dos viciados em navegar, jogar, os sites e os blogs, inativos, a vida sem o facebook, e tudo o que movimenta o nosso dia a dia e que nem nos damos conta, pois funciona de forma automática.  Sem dúvida, ocorreria o famoso: “dia em que a terra parou”. Lembre-se de 1Co 6: 12.

Cláudio Pinto

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A aparência

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Um homem andando pelo campo a pastorear suas ovelhas encontrou alguém que jazia caído e sem forças debaixo do Sol a pino.

Logo o socorreu mesmo não o conhecendo. Pegou de seu alforje e lhe saciou  a sede, e vendo que estava faminto deu-lhe do que tinha para seu próprio sustento, afinal aquele pobre homem estava mais necessitado que ele. Lc 10: 33 e 34.

Após cuidar dele o convidou para que fosse até sua casa onde poderia repousar e se recuperar se refazendo antes de partir. Lá chegando lhe proporcionou água para que lavasse os pés, e com ele compartilhou a sua refeição e seu teto para que passasse a noite. Deu-lhe como podia, um mínimo de conforto.

Pela manhã conversaram e comeram, e o homem lhe relatou que, estava necessitado e que há alguns dias saíra em busca de trabalho e ajuda, porém nada encontrando, acabou sucumbindo ao calor do dia sem forças. Disse estar passando grande necessidade, e que nesta situação não tinha amigos a quem recorrer, ademais todos o abandonaram, mas que continuaria lutando como fizera em toda a sua vida, pois apesar da aparente fraqueza se tinha como um valente.

Agradecido, disse a seu hospedeiro: Sei que apesar de seu grande coração em nada você pode me ajudar, por outro lado não quero ser pesado a você. Parto para o meu próprio destino e em busca de minha sorte, quem sabe a encontre. Adeus.

Alguns há que só podem dar aquilo que tem, e o dão, o que mesmo parecendo  pouco é muito, permitindo aos que recebem, partir em busca daquilo que não tem.

 

Nábulus, pensador cristão

      

   

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