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Archive for março \28\UTC 2014

Quem criou o carnaval?

Quem criou o carnaval, foi o diaboB da Lib bl 300?

Sabendo que no passado grande era a força da instituição igreja junto ao estado e a  sociedade,  criando leis que deveriam ser obedecidas sob fortes ameaças espirituais e até físicas, certamente  uma das respostas seria atribuída  a igreja pela criação da chamada “quaresma”, período obrigatório de 40 dias de abstenção de carne,  antes da festa de páscoa.

Isto levou o povo a aproveitar os três dias que antecediam esse período obrigatório de abstenção,  para ter toda a liberdade de comer, beber e folgar, como foi em Ex 32: 6. Claro que para isso se valeram de  festas e tradições já  existentes  introduzidas no período.

Portanto, a ideia que quem criou o carnaval foi o diabo, o que seria perfeitamente normal devido a seu caráter, é apenas parcial, pois a ele foi dada pelo poder  religioso, todas as condições de incitar o povo a cair em tal  liberdade e festança. Como rir e coçar é só começar, redundou na liberalidade que hoje  vemos, fruto em parte da incoerência religiosa.

Essa lição nos ensina que: proibir é incitar a desobediência e isso pelo próprio espírito humano caído. A Bíblia mostra isso com clareza pela lei no velho testamento conforme  Rm 7: 7.

Na graça não se deve proibir,  mas orientar, pois com entendimento é fácil  cumprir regras, e agradável  obedecer;  regras e normas são necessárias, mas não postas como lei. Toda a lei incita a duas coisas: contestação e rebeldia. E isto independente de ser justa ou não, pois isto é próprio do espírito humano que apregoa: 1 – criem uma lei, para que eu a obedeça e após responsabilize quem a criou pelas consequências; 2 –  para que possa fingir que a cumpro; 3 –  para que eu possa burlá-la. O resultado colhido será sempre ruim e negativo. Os que a obedecem  ordeiramente, na verdade, não necessitavam de tal lei.

Devemos, pelo amor, ensinar a obediência,  pois o obedecer e melhor que o sacrificar,  1Sm 15: 22. O entendimento,  e não a proibição,  é quem leva a obediência consciente.

cláudio pinto pr

Pense:  “A verdadeira liberdade não consiste em se fazer o que se quer, mas em poder não  fazer o que não se quer.

 

 

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Repórter – Bom dia meu caro símio, acaso você conhece o Sr Darwin?                                                                                                           Macaco – Sim, ele fez muitas pesquisas que redundaram em serias acusações contra os símios.

Repórter – Não diga, e quais as acusações que ele fez?                                                                                                                               Símio 170Macaco – Por exemplo: ele nos acusou de sermos a origem da raça humana.

Repórter – Sim,  foi uma teoria, mas…,  vocês não aceitam ser então?                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                           Macaco – Estudamos o assunto, e concluímos: Não vemos em nós nada, além de semelhança física, que justifique essa suposta teoria e acusação, isso é conclusão de humanos.

Repórter – Por favor dê um exemplo dessa analise que fizeram.                                                                                                                     Macaco – Nós não seriamos tão irracionais a ponto de pensar que o homem tenha saído de nós, que seria a nossa evolução, não achamos em nossa linhagem nenhum vestígio disso.

Repórter – Mas vocês não se sentiriam orgulhosos de serem antecedentes dos homens?                                                                       Macaco – Orgulho e  vaidade, são coisas dos humanos, entre nós felizmente, não existe isso.

Repórter –  Você não se sentem até homenageados pela teoria darwinista?                                                                                                   Macaco – Isso não nos afeta, mas,  vocês aceitam que são nossos descendentes, porém, ficam “irritadíssimos” ao serem chamados de “macacos”.  Dá para entender essa irracionalidade?

Repórter – Mas vocês teriam sido  “a origem”  no caso,  de seres “muito inteligentes”.                                                                           Macaco – Sim tão inteligentes que por duas vezes quase acabaram com o nosso planeta.

Repórter – Mas isso aconteceu devido ao grande avanço tecnológico humano.                                                                                         Macaco – Nos sabemos é por isso que não queremos evoluir, só queremos, “viver”.

Repórter – Nós também queremos, por favor, explique-se melhor.                                                                                                                 Macaco – Nossa organização social não prevê a exploração do simio pelo símio, nosso sistema de governo não cobra altos impostos, não temos eleição ou símios politizados, nem símios mentirosos, dissimulados, cínicos, corruptos, que se cumpliciam pelo lucro, nem símios ladrões, assassinos, aliciadores, etc.  Nem somos um perigo constante para a humanidade.

Repórter – Então vocês não aceitam mesmo a teoria da evolução de Darwin?                                                                           Macaco – Só não aceitamos o nome, pois cremos que moralmente somos muito mais evoluídos que os chamados homo-sapiens. Lembre-se, nós não somos “pecadores”.

 

Repórter – Mas vocês fazem coisas que para nós são inaceitáveis como: um só macaco ter todas as fêmeas, por exemplo e se impor aos demais pela força bruta.                                                                                                                                                               Macaco – Isso é para que a raça símia evolua, seja cada vez melhor, é a nossa evolução,  o melhor conquista o direito a procriar para a melhoria do todo, é um “objetivo coletivo”.

Repórter – Ora, o homem com todos os seus defeitos é superior a vocês.                                                                                               Macaco – Sabemos, mas o homem é que quer ser nosso descendente e não nós dele.

Repórter – Ora, vocês são cheios de erros e querem criticar os humanos!                                                                                            Macaco – É verdade, mas lembre-se, nós somos “irracionais”  e não sapiens. Obrigado.

Repórter – É, o melhor é  “cada macaco no seu galho”.   Até a próxima.    

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A próxima vez

D Tem 001Nunca sabemos qual é a última vez que estaremos num lugar, que falaremos com alguém, que faremos isso ou aquilo.

Sempre pensamos: da próxima vez eu toco nesse assunto.

A questão é: haverá uma próxima vez?

Se o ausente formos nós, o que fazer?  Nada a lamentar.

Caso contrário ficaremos a lamentar sempre a oportunidade perdida, dizendo: “Há se eu soubesse que aquela era a última vez!”

Portanto, devo agir sempre como se fosse a última vez. O que devo falar deve ser feito enquanto há tempo, pois esta é: “a próxima vez”.

Como não sei o meu futuro e já cheguei aos 70 anos, tenho que remir o tempo para poder falar o que tenho para falar, enquanto posso.

Foi nesse espírito que resolvi escrever sobre a santidade, pois ficaria eternamente frustrado se fosse colhido sem que o houvesse feito. Porém, agora, está disponível para quem quiser ver e ler, e minhas mãos estão limpas do sangue dos que escolheram livremente rejeitar o tema conforme  Ez 3:16 a 19, como sendo fundamental para a vida cristã.

O acerto final será com Deus o nosso juiz, apenas fiz o que senti me ser imposto espiritualmente fazer.

Tudo quanto fizer daqui para frente terá esse mesmo espírito, falando ou escrevendo o farei como se fosse a última vez.

Diante da atual apostasia, dos pseudos programas religiosos divulgados pela mídia, e de todas as heresias atuais, que nos bombardeiam dia e noite, confirmo que meu compromisso é ainda com Deus e com Cristo. Aleuia!II

Havendo a próxima vez, até lá se assim Deus o quiser.

Cláudio Pinto Pr

 

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VisãoFalamos durante várias semanas da “santidade”, a doutrina  “número um”  da graça, e também a mais ignorada e negligenciada hoje.

Deus nos dá liberdade de entender, escolher, e decidir o que queremos ou não, não nos impõe obrigação de espécie alguma, nem nos pune de imediato se negligenciarmos na graça.                                          Portanto temos a tendência a usar essa liberdade, sem temor,  como está em Ec 8: 11 que diz: “Visto como se não executa logo o juízo sobre a má obra, por isso o coração dos filhos dos homens está inteiramente disposto para praticar o mal”.  Deus é tardio em se irar e punir.

Sem uma lei dura, que puna o erro, somos incapazes de prever que um dia seremos julgados e punidos pelo uso liberal de nossa liberdade, ignorando o que está em Ec 11: 9 que diz: “Alegra-te, mancebo, na tua mocidade, e anda pelos caminhos do teu coração, e pela vista dos teus olhos: sabe, porém, que por todas estas coisas te trará Deus a juízo”.  Semeadura e colheita.

Quando falamos de santidade como líderes, somos vistos muitas vezes e por muitos,  como carrascos, cruéis, insensíveis, duros, e sem nenhum amor, só legalistas, como se a santidade fosse coisa da lei e não da graça. Se nos submetemos a toda essa antipatia é porque temos muito amor a todos, e não queremos enganar aos que nos ouvem sendo “simpáticos” mas, sem os alertar que o  rio manso que navegamos, adiante desagua em  um grande precipício.

Jesus disse em Ap 22: 10: “Quem é injusto, faça injustiça ainda: e quem está sujo, suje-se ainda: e quem é justo, faça justiça ainda; e quem é santo seja santificado ainda”. O verso 10 diz: “Nem seles as profecias deste livro, porque  próximo está o tempo “.

Alerta: Deus não quer que você faça injustiça ou se suje ainda, mas que seja encontrado da forma como viveu na fé, pois isso vai facilitar o separar do “joio do trigo”, Mt 13: 30, pois o tempo está próximo,  é a semeadura e colheita.  Amo a todos com toda a honestidade.

Pense: “ Mui fiéis são os teus testemunhos: A santidade convém a tua casa para sempre”.                  Sl 93: 5;  “Sede santos, porque eu sou santo”;  1Pe 1: 16. Ao menos queiramos ser santos.

Cláudio pinto pr

 

 

 

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Sant hojeA santidade exige em primeiro lugar o amor ao próximo, crente ou descrente.

Este verso diz: “Que haja amor entre nós e para com todos, até mesmo com os ímpios, pois se não amarmos os pecadores como pregaremos a salvação a eles?”.

1Pe 1: 13, conclama a que “como filhos obedientes não nos conformemos, ( tomemos a forma) com as concupiscências que antes havia em nossa ignorância,  e o 14 e o 15,  são enfáticos: “Mas como santo é aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver, porquanto escrito está: sede  santos, porque eu sou santo” . Em 1Pe 1: 17,  destacamos a recomendação de andarmos em temor durante o tempo de nossa peregrinação na terra, somos cidadãos do céu e não da terra onde somos na verdade, “forasteiros”.

Hoje é tempo para nos santificarmos, pois com a cara descoberta  e refletindo como espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor” 2Co 3: 18.  Veja que 2Co 4: 16 confirma que nosso homem interior se renova de dia em dia nos preparando para o peso da glória excelente e eterna. Vs  17 e 18.

Se teremos a mesma imagem daquele que é santo sejamos santos como ele é.

Se porém,  acharmos que a santidade não é importante, lembramos o verso de Hb 12: 12 que nos lembra sermos cansados e desconjuntados muitas vezes, e o 13 que exorta a que nos ajudemos mutuamente na caminhada, o mais santo ajuda o menos santo traçando veredas direitas para que ele não se desvie inteiramente,  mas que antes seja sarado.

O verso 14 é claro e definitivo ao alertar:  “segui a paz com todos e a “santificação”, sem a qual “ninguém verá o Senhor”.  Sem paz com irmãos, ninguém tem santidade, e sem santidade ninguém verá o Senhor.  Você quer ver o Senhor na sua vinda?

Santo, ser ou não ser, eis a questão, ou no caso eis o cristão.  A escolha é nossa.

Pense:  “Se na igreja hoje, não vemos a paz e santidade,  estamos aptos para ver o Senhor , conforme Hb 12: 14.

Cláudio pinto Pr.

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San P a PassoA Bíblia toda fala em santidade, em especial no novo testamento onde o tema é vasto, mas há uma passagem que abrange quase todas as áreas do assunto, ela está no livro de 1Ts 4: 1 a 12, é um breve manual de santidade que tem como título humano, “a exortação a santidade, ao amor fraternal e ao trabalho”.

Vamos acompanhar e comentar passo a passo esse texto sobre santidade de 1Ts 4: 1 a 8.

1Ts 4: 1 – Neste verso Paulo fala de que maneira  devemos andar e agradar a Deus e incita a que “assim andemos”,  que concorda com  Rm 12: 1 e 2,  Cl 2: 6  e  1Jo 2: 6.

1Ts 4: 2 – Paulo ressalta aqui os “mandamentos”  que tem dado a todos os santos sempre.

1Ts 4: 3 – Paulo revela com clareza toda a vontade de Deus para nós, ou seja, a “santificação” que é o contrário, o oposto,  de prostituição como vemos claramente neste verso.

1Ts 4: 4 – O nosso vaso é o nosso corpo que deve ser mantido em “santificação” e honra. A nossa esposa é uma só carne conosco, ou é um só corpo da qual somos a cabeça, devemos como diz Ef 5: 26 a 28, a manter em santificação pela lavagem com água pela palavra. A santificação não muda, é a mesma,   em público ou entre quatro paredes para o casal, pois não consiste somente  em aparência exterior, mas também em  intimidade com Deus.

1Ts 4: 5 – Não podemos mais andar como antes quando  eramos  gentios, nos entregando as paixões e apetites da carne,  (as concupiscências), pois agora algo mudou, pois conhecemos a Deus, devemos assim sermos por Ele transformados pela  “santificação”.

1Ts 4: 6 – Santificação não é opressão. Quem usa a santidade como arma para oprimir ao irmão menos santo, não entende o que seja santidade. Se um irmão falhar na santidade, devemos ajuda-lo e não condená-lo. Quem julga e  quem vinga todas as coisas é Deus que é Juiz,  e não somos nós. Não devemos oprimir e nem enganar o irmão em negócio algum, em especial na santidade, isto é agradável a Deus. Na verdade, “ o mais santo deve santificar o menos santo”, deve ajuda-lo a crescer na santidade, como está dito por Jesus em Jo 17: 19, e em Hb 2: 11 e não oprimi-lo com ela o inibindo na fé.

1Ts 4: 7 – Quando Deus nos tirou do mundo  como em  Cl 1: 12 e 13, Ele nos  chamou para a igreja, e para a “santidade” e não para a imundícia própria do ímpio. Neste verso a clareza é total, Deus quer de nós a “santidade”, a nossa “santificação”.

1Ts 4: 8 – O agravante é que Paulo conclui dizendo  que quem despreza a “santidade” não despreza aos homens, pois não é doutrina humana, mas despreza a Deus que é santo e quer a santidade dos que são seus.  Santidade é dever e não opção, para isso Deus deu a igreja o seu “Espírito Santo”, para que ela seja santa como recomenda 1 Pe 1: 15, 16. Deus é santo e se queremos ter a sua imagem, hoje temos que entender,  buscar, e aceitar a santidade.

Deus quer nos santificar, mas temos que ao menos almejar ser santos.  Rm 4: 17.

cláudio pinto pr

Pense:  “Se a santidade convém a casa do Senhor, e se essa  casa somos nós,  conforme Hb 3: 6, então a santidade, sem dúvida,  nos convém.”                        Nábulus, pensador cristão.

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A arremetida

Arremeter IIEm meus mais de quinze anos de viagens como missionário passei por muitas experiências, mas faltava a intensa adrenalina do arremeter . Pois bem, ocorreu em nossa última viagem ao Piauí.

Ao chegar a Brasília chovia intensamente e um vento de cauda impediu que a aeronave pousasse. Já quase no solo, o comandante tomou a decisão drástica:  e acelerou a toda os motores, recolheu os flaps, o trem de pouso, e puxou  o manche com força (picou)  partindo em  direção as nuvens.

Na operação, muitos sentiram as costas grudar no banco e aquele friozinho no estômago,  além do susto e da surpresa pelo acontecimento incomum. Após mais três voltas sobre o aeroporto o piloto conseguiu  pousar com sucesso pelo lado contrário da pista e agora com o vento favorável para o bom êxito da operação.

As vezes temos que tomar decisões drásticas como esse comandante tomou, afinal todas as vidas dentro daquele avião bem como uma aeronave moderna e valiosa dependiam de uma postura sua que tinha apenas um momento preciso de tempo para ser tomada, pois a demora poderia inviabilizar a arremetida, e todos dependiam de sua decisão e perícia.

Se você não tiver entendimento, perícia e coragem para tomar decisões no tempo certo e de forma correta, poderá pôr em risco ou mesmo ceifar a vida de outros que dependem de você, além de causar grandes prejuízos a todos.

Nesses momentos o importante é não querer ser herói, não se julgar superior, não se ver como o dono da verdade ou ser auto suficiente, não ser exibicionista, mas ter equilíbrio, ter sabedoria, destreza, e principalmente coragem para agir rapidamente, porém, resguardando a vida de todos e a sua própria conforme o manual da vida; a Bíblia.

Quando algo estiver sob a sua direção, seja um bom piloto, e ainda um melhor comandante e saiba conduzir a todos por caminhos ou veredas as mais seguras, conforme o manual da vida que é a Bíblia, e nunca esqueça de nos momentos de dificuldades, se lembrar daquele que vela por sua vida e quer que todos os homens se salvem, seja você um instrumento em suas mãos. cláudio pinto pr

Pense:  “Se precisar arremeter, arremeta. Se precisar, descer desça.  Se precisar prosseguir, prossiga, lembrando que você dirige, e o Senhor te conduz”.    Nábulus, pensador cristão

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