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Archive for the ‘Uncategorized’ Category

 

MM 2017 -   M f do m

Quando ocorreu a fundação do mundo citada em Mt 25: 34 e Ap 17:8 e 24 por exemplo. Muitos confundem os termos, “terra e mundo” como se fossem sinônimos, mas não o são. Terra é o nome dado ao planeta em que vivemos, e que existe muito antes que os seres humanos fossem criados e se multiplicando ocupassem muito de sua superfície onde estão também todos os animais e onde estão também os oceanos. Antes do homem existir , o planeta terra girava solto no espaço ao redor do sol, ninguém ainda imaginava que um dia em seu deslocamento carregaria sobre si o homem e seu maligno sistema chamado mundo.

Mundo, se refere somente a humanidade, a um sistema político, social, religioso, filosófico e econômico, que nada tem a ver com Deus, Jo 17: 14 e 15, e 1Jo 2: 15 a 17. Deus queria que o homem em harmonia com Ele enchesse a terra de filhos santos e abençoados e que fossem a imagem e semelhança dEle o Criador, Gn 1: 28, e esse sistema não se chamaria mundo, seria o “paraíso na terra”. Esse era o plano de Deus em harmonia com Adão e sua companheira Eva, antes do pecado. O mundo existente hoje é perverso, não sendo um projeto de Deus.

O mundo teve início no dia em que o homem pecou se cumpliciando com a serpente, e sendo expulso do chamado jardim, (paraíso) conforme Gn 3: 23 e 24. Ali vivia em harmonia com o Criador, e saiu para viver a sua própria vida, agora independente dEle e fora do Paraíso no Éden. Nesse dia, e com o casal Adão e Eva em pecado, se iniciou o sistema que conhecemos como “mundo”, no qual predomina o mal o qual tem domínio sobre a humanidade , veja isto em 1Jo 5: 19, e no qual todos nascem a imagem e semelhança de Adão, conforme Gn 5: 3. Esse sistema cumpre um propósito maligno de encher a terra de homens maus, vaidosos e corrompidos e prontos a afrontarem a Deus, isto a revelia do plano original de Deus. O maligno sabia que dominados pelo mal, um dia os homens se auto destruiriam como ele queria. O inimigo sempre almejou tomar o lugar de Deus, veja Is 14: 14, e conta com a cumplicidade do homem para isso, se pudesse conseguir o seu intento, a sua atitude seguinte seria eliminar a raça humana totalmente, pois esta agora para mais nada lhe serviria. A história registra através das guerras, e desgraças constantes, quem é o inspirador dessa rebeldia e maldade humana, e que da ao homem o desejo insano de poder e de eliminar adversários.

Deus porém, nunca desistiu de sua criação e de seu projeto original para a terra, Sl 24: 1, e prometeu que um dia restauraria o homem caído e pecador, através do Filho nascido da mulher conforme Gn 3: 15, e veja que prometeu isso antes da fundação do mundo estando o homem com ele ainda no Éden. O Filho, sendo gerado por Deus na terra, nunca pecou, e foi morto, e ressuscitou, subindo aos céus e com todo o poder nos céus e na terra, Mt 28: 18, de lá voltará e fará ainda no porvir um novo céu e uma nova terra, onde habita a justiça, 2Pe 3: 13 e Ap 21: 1 a 3, e então a terra será cheia de homens santos e obedientes a Deus vivendo em plena harmonia com o Criador como ocorria no Éden.

Jesus que não era do mundo , e declarou isso sempre , Jo 14: 30, sendo o Filho de Deus, veio ao mundo para salvá-lo e vencê-lo, conforme Jo 16: 33 e 1Jo 2: 16. Está revelado que tudo que está no mundo não é de Deus o que é confirmado em Jo 17: 14 e Tg 4:4 e a comprovação do que dizemos até aqui. Portanto, antes do pecado não havia mundo, mas o paraíso, e este sistema que previa a harmonia entre Deus e o homem, Criador e criatura, e que se estenderia por toda a terra, mais o pecado deu origem a “fundação do mundo” que vigora até hoje e cujo primeiro personagem Caim, matou a seu irmão Abel por ciúme. Quando Jesus voltar esse sistema chamado mundo findará, dando lugar ao reino milenar de Cristo na terra, como em Mt 13: 39 e Ap 21: 1 e 2. O mundo é seu príncipe nada têm a ver com Deus e com Cristo.

Nesse tempo, o Diabo estará preso no poço do abismo conforme Ap 20: 1 a 3, o que pôs fim ao chamado sistema mundano e maligno, de Mt 25: 34, pois Jesus estará reinando em Jerusalém sobre toda a terra, a igreja será revelada como reis e sacerdotes no reino milenar, em pena harmonia com Deus o Pai, e o mundo e as suas concupiscências já terão sido sepultadas no passado, bem como também os seus malignos inspiradores.

cláudio pinto

Pense: “O homem sem Deus “fundou” o mundo, e Jesus Cristo homem o Filho de Deus, “findou” o mundo”.                   Nábulus, pensador cristão

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s as águas

Jesus veio para cumprir a lei e disse que nem um til ou jota cairia da lei sem que fosse cumprido, isto em Mt 5: 17 e 18 e o consumou conforme Jo 19: 30. Jesus, aceito como sendo o Filho de Deus unigênito na terra, deve ser visto como a maior autoridade na interpretação da palavra e dos mandamentos de Deus e ser acatado como o enviado do Pai e aceito em suas determinações totalmente. Caso contrário, resta então uma opção, não aceitar e o colocar numa condição inferior ao Pai e só obedecer o que diz o Velho Testamento, recusando assim o espírito da graça de Jesus cristo e a sua salvação e se salvar por méritos próprios cumprindo a lei.

O sábado é um sinal eterno entre Deus e o povo de Israel, como lembrança de que foram tirados com mão forte da servidão do Egito, Ex 31: 12 a 18, Dt 5: 13 a 15, pois ali como escravos, não tinham dia de descanso algum. A escritura também revela que os Israelitas eram tidos por Deus como um povo obstinado a pecar e logo se esquecer de tudo o que Deus lhes havia proporcionado, Sl 78: 7 e 8. Por isso o sábado foi instituído, para que o “dia de descanso” os lembrasse da servidão do Egito, sem descanso, e isso fosse um diferencial, e que ao menos por um dia na semana se lembrassem das bênçãos de Deus e o reverenciassem, ainda que isso fosse feito de forma legal, através da lei e não da livre dedicação do povo.

Se o aceitamos como o Salvador do mundo conforme Jo 4: 42 e 1Jo 4: 14, e a ele que devemos obedecer em suas ações, pois ele é a verdade o caminho, e a vida conforme Jo 14: 6, e ninguém vai ao Pai senão por ele. Alguém se salvou por guardar o sábado na lei? Rm 3: 10, 20 e 23 e Tg 2: 10 dizem: “ninguém se salvou” Jesus guardou o sábado quando manifestado na carne e no mundo? Jesus não guardou o sábado Mt 12: 10 a 12, fazia o bem também nesse dia, era lícito. Jesus não confirmou o quarto mandamento, porque ele é o sábado, Mc 2: 27 e 28, Jesus é o dia do descanso de Deus. Os que andavam com Jesus o servindo todos os dias estavam livres de guardar o sábado, como os sacerdotes do templo que serviam a Deus todos os dias também estavam, e mesmo Davi, homem segundo o coração de Deus, veja Mt 12: 1 a 8 e Mc 2: 23 a 28.

Jesus quer misericórdia e não sacrifício Mt 9:13, 12: 7, e o sábado é sacrificial, veja Lv: 23: 26 a 32, a lei já dizia isso, também em 1Sm 15: 22 e Os 6: 6. Jesus, que foi o sacrifício aceito por Deus, e Hb 10: 12, que substituiu o sacrifício pela misericórdia, e o amor é o maior dos mandamentos, amor a Deus e a todos os homens. Jesus, o único a cumprir a lei, confirmou 9 dos 10 mandamentos nos evangelhos, menos o quarto deles como segue: 1 – Lc 10:27 e 1Co 6: 4 e 6 2 – 1Jo 5:21 – 1Co 10: 14 3 – Mt 5: 33 a 37 e Tg 5: 12 4 – ? ? ? 5 – Mt 19: 19 – 15: 4 Ef 6: 2 6 – Mt 19: 18 e Rm 13: 9 7 – Mt 19: 18, Rm 13: 9 8 – Mt 19: 18 e Rm 13: 9 9 – Mt 19: 18 e Rm 13: 9, Mt 5: 27 e 28 10 – Rm 13: 9 e Mt 5: 28

O cumprimento da lei é o amor: Rm 13: 8 a 10 – Gl 5: 14 – Rm 8: 1 e 2 – Jo 15: 12. O único sacrifício que salva é que foi aceito por Deus, HB 10: 12, é o de seu Filho Jesus Cristo conforme Hb 13: 15 – 1Pe 2: 5.

O concílio de Jerusalém ao final não menciona o sábado, se fosse importante para a salvação teria sido confirmado pelos apóstolos reunidos, veja At 15: 28 e 29. Os evangelhos que anunciam a Jesus e a salvação não confirmam a guarda do sábado, Mc 16: 15 e 16 – Mt 28: 19 e 20. Jesus, e quem estará conosco todos os dias até a consumação dos séculos.

Jesus, o Cordeiro de Deus sem mácula nem ruga alguma, e que tira o pecado do mundo, Hb 9: 26, o único que cumpriu a lei, Hb 10: 12, não guardou nem confirmou o sábado na graça. O sacrifício na lei, cobria o pecado, as não podia tirá-lo, o empurrava para baixo do tapete, Jesus tirou o pecado do mundo. O que ocorre é que nós em nossa vã pretensão temos muita dificuldade em aceitar que Jesus é suficiente para nos salvar, e de graça, assim querermos ter algum mérito, alguma participação pessoal na nossa salvação de alguma forma. Descansemos disso em Jesus o amando em santidade, pois Ele é o nosso sábado e o nosso dia de descanso eterno.

*Sendo o sábado do descanso de Deus e nunca pecando, At 2: 24, foi o único sacrifício aceito por Deus em todos os tempos, na lei e na graça.

Pense: “Sendo o sábado de descanso de Deus, Jesus guardou-se a si mesmo”. Nábulus pensador cristão

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Em Gênesis o Criador, após cada etapa finda, declarou que tudo era bom, Gn 1¨10, Primeiro criou a erva verde as árvores frutíferas e só após os animais, e ordenou que todos os vegetais criados seriam para alimentação deles. Na ordem, primeiro Deus criou a manutenção e só após os que deveriam ser mantidos, o canibalismo não fazia parte da criação. Por isso a criação da vida no Gênesis começa na terra apta a gerar vida vegetal variada, Gn 1: 11, e não nas águas. Tendo sustento, todos os animais conviveriam pacificamente e sem ameaças. E foi observando o canibalismo entre uma vespa e uma lagarta, o qual não faz parte da criação original de Deus, que o homem se inspirou para propor a existência da “seleção natural”. Se cumpriu o que está no Sl 42:7, que diz “um erro leva sempre a outro erro ”. Observando o mal que foi introduzido pelo homem no mundo, Rm 5: 12, que o homem resolveu que não havia a criação, pois o canibalismo, que é resultado da ação deletéria do homem, Rm 8: 22 e 23, foi que tornou Deus mal a seus olhos invertendo os valores e o levando a julgar a Deus. Por isso Deus diz: “a imaginação do homem é má desde a sua meninice”, Gn 8: 21.

Existindo o canibalismo que é resultado da ação humana na criação, Gn 2: 17 e 3: 6, a “seleção natural” seria uma consequência disso, pois o mal dominando a criação a foi tornando cruel e nociva e o aniquilamento das espécies faz parte do plano diabólico de destruição da criação que vai chegar até o homem conforme disse Jesus em Mt 24: 22. O que Deus chama como a entrada do pecado e da morte no mundo o homem chama de “seleção natural”, e assim o segundo erro no caso é bem maior que o primeiro e vemos “um abismo chamando outro abismo”, e quantos por essas ideias já caíram nele indo a perdição eterna.

Por isso a criação e a evolução são incompatíveis, e não podem caminhar paralelamente. A “seleção natural” justifica o mal e a predação , por ter a natureza como amoral, mas que ocorre de forma cruel em especial entre os irracionais, mas que não é alheia aos humanos que também se aniquilam para permanecer. Isto é tido como natural pelos que nela creem, e da todo respaldo aos famosos e abomináveis conceitos humanos do “quem pode mais chora menos, e o mundo é dos mais fortes e mais espertos ”, que tendem a ficar.

Na criação bíblica, tudo começou na terra e não nas águas exatamente porque o Criador não queria o canibalismo e a antropofagia entre os seres criados tanto que lhes proveu de todo o tipo de fruto vegetal para que se alimentassem e convivessem pacificamente lado a lado sem que um fosse uma constante ameaça a existência do outro. Porém, a Bíblia narra que o homem, após perder a fé, optou por desobedecer e pecar e assim introduzir no mundo a semente do mal e a morte, o que foi degenerando a criação original a ponto de Deus declarar que se arrependera de ter criado o homem, Gn 6: 6, e se propor a destruir toda a vida que estava sobre a terra num dilúvio universal, Gn 6: 13 e 17, e começar tudo de novo a partir de Noé. Somente após o diluvio e que Deus permitiu que os seres criados e agora caídos, pudessem se alimentar de forma canibal, Gn 9: 3, isso até que o pecado o mal e a morte , sejam extirpados de sua criação o que demandaria tempo . A morte já tem seu fim anunciado em 1Co 15: 27, é o último inimigo de Deus e será derrotada, e com ela a tal “seleção natural”. No fim serão aprovados a permanecer aqueles que Deus o Criador tiver como aptos, Ap 21: 3.

No caso Deus teria falhado na criação? Não, o desastre veio devido a Deus ter criado o homem com livre arbítrio e ter respeitado esse dom que lhe dera, o qual usando dessa liberdade se cumpliciou a serpente e juntos em conluio, introduziram o mal na criação divina o qual domina o mundo até hoje, conforme 1Jo 5: 19. A seleção natural é o fruto da desobediência humana na natureza , a qual afastou o homem de Deus, o Criador, veja sobre isso, Rm 5: 18 e 19.

Hoje quando vigora a injusta e a maligna lei do mais forte na natureza, a famigerada “seleção natural” a qual faz da vida animal e humana na terra uma verdadeira tragédia diária, pois sob o domínio do mal uma vespa introduz seus ovos no corpo de uma lagarta para que sua prole ao eclodir se alimente de seu hospedeiro ainda vivo, e uma águia fura os olhos de um coelho vivo e lhe arranca do peito o coração, uma hiena arranca nacos de carne de sua presa sem a matar, e os chacais e os lobos dilaceram suas presas paralisadas pelo medo e terror, sem falar no que fazem os tubarões, crocodilos e as bestas feras da terra, inconscientes do mal e lutando pela sobrevivência. A tão decantada “seleção natural” ocorre também entre os humanos com os mais fortes varrendo da face da terra povos e culturas inteiras por as ter considerado como mais fracas e assim indignas de continuar. Estas coisas deixam evidentes quem é o deus que as rege e as inspira em cumplicidade com os que o obedecem , até que sejam banidos, e toda a criação então volte a harmonia original e boa, como foi criada e está narrada pelo Deus Criador da Bíblia, em Gênesis. O fim do mal e da morte será ainda o fim da “seleção natural”. Deus vai pegar o sábio em sua sabedoria , conforme 1Co 1: 19 a 28.

Quando o homem voltar a ser bom, e até muito bom, como foi criado por Deus e esta narrado em Gn 1: 30, então toda a natureza será libertada do sofrimento na qual está submetida hoje devido ao mal, será livre da cruenta e perversa “seleção natural”, que justifica a evolução, veja Rm 8: 21 a 23, e haverá paz e harmonia e “elevação espiritual” nos que creem em Deus e harmonia em toda a criação e na terra conforme revela o profeta Isaias em Is 11: 6 e ¨5: 25. Não creia sem ler, leia os textos e depois tire as suas próprias conclusões.

cláudio pinto pr

Pense: “ A seleção natural é a prova de que num sistema maligno, o mais forte sempre supera o mais fraco o eliminando, por isso acabará eliminada. Nábulus, pensador cristão

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V teor evol c txO que motivou Darwin a propor sua teoria? Segundo me consta e confiando nos relatos da história, Darwim era de família cristã, defensor dos direitos humanos, e ligado aos antiescravagistas da Universidade Cambridge onde estudou, e se sentia pressionado por se sentir impotente contra tais coisas. Ainda nesse tempo a Europa balançava entre o criacionismo e o evolucionismo, e Darwin resolveu sair em busca de provas sobre o evolucionismo. Em 1831 aceitou convite do amigo Robert Fitzroy para sair em viagem de dois anos com o barco Beagle ao redor do mundo, viagem que ao final levou cinco anos, até 1836., e observando a natureza de passagem e tirando conclusões pessoais, em especial nas analises nas ilhas Galápagos, passou a elaborar a sua proposta sobre a “teoria da evolução”.

Ao perceber a diferença entre os animais da mesma espécie, as quais mudavam de tamanho no decorrer do tempo diminuindo sempre, e que mudavam em alguns pontos, como as formas de bicos, etc., isto quando se separavam geograficamente de seus iguais se adaptando a um novo ambiente, deduziu ser isto a comprovação da evolução das espécies. Para ele, isso foi o suficiente para se contestar a criação, e a narrativa bíblica, a tendo como sendo errada. Embora, até hoje, nunca se tenha achado uma prova real de que uma espécie se transmutasse em outra, o que caracterizaria a evolução ao criar uma nova espécie, nem se achado o chamado elo perdido que poderia dar veracidade à dita evolução e da qual o vivo “Celacanto”, é uma tremenda contradição, incrivelmente a ciência que se baseia sempre em provas cabais, respaldou ou se omitiu a respeito dessa “teoria” ou suposição, como se fosse um enunciado comprovado.

Teoria – O que é uma teoria? É um, “conjunto de regras ou leis, mais ou menos sistematizadas, aplicadas a uma área específica ou o conhecimento especulativo, metódico e organizado de caráter hipotético e sintético”, portanto, nada há ainda de concreto numa “teoria hipotética”, até que seja no mínimo comprovada e então deixa de ser teoria e passa a ser um enunciado científico. Porém, a ciência trata a “teoria da evolução” mesmo sem comprovação, como fato real e não uma teoria, e ela é assim ensinada como a verdade nas escolas, barrando o ciriacionismo.

Adaptação – E muito claro que as criaturas se adaptem a novos ambientes, como o percebeu Darwin, e a prova disso está em serem os nórdicos, onde há pouco sol, pálidos, os orientais onde o sol é poente, amarelos, e os africanos onde o sol é intenso, negros e com cabelos encrespados, (queimados), isto para resistir ao calor. Aqueça o cabelo liso de um nórdico ou oriental ao lume e terá como resultado o cabelo corrugado de um africano. A mesma adaptação ocorre com os animais sem nenhuma dúvida, mas adaptação nada tem a ver com evolução, pois ela adapta as espécies ao ambiente em que vivem por mera sobrevivência, mas não as transforma em novas outras espécies diferentes dela. Vemos na adaptação uma realidade fácil de se aceitar e lógica de se entender, pois há na natureza uma diversidade de manifestações plurais do mesmo fenômeno em muitos animais da mesma espécie. Cremos que a teoria da adaptação é um fato de fácil comprovação, para que seja ciência, as espécies se adaptam ao meio. O fato de uma vespa por seus ovos no corpo de uma lagarta para que sua larvas se alimentem dela após, Gn 1: 30, prova apenas que a maldade domina a natureza conforme diz Rm 8: 22.

Claro que a ciência deve estar aberta a qualquer novidade, porém a teoria de Darwin deveria ser apenas o início de uma investigação mais profunda em busca de provas, para que tal teoria fosse respaldada de forma irrefutável, sendo após aceita como sendo ciência. No caso da evolução parece se abriu entretanto uma exceção a essa norma, e a “teoria” foi aceita como verdade, pois passou a ser ensinada em escolas regulares, no mundo todo, por mais incrível que possa parecer, e sem nenhum protesto da ciência, parecendo isso ser muito mais uma cumplicidade com a intenção de ser negar a Bíblia e sua narrativa criacionista, que algo calcado em coisas mais serias. Infelizmente a evolução é abalizada como científica, mesmo sendo uma teoria sem provas reais que a fundamentem. Se hoje se achasse uma prova real e se comprovasse a teoria da evolução, isso também comprovaria e deixaria claro a grave omissão anterior, de se aceitar ou admitir sem provas cabais, uma mera “teoria”, porém, isso ainda não ocorreu até hoje.

Creio, que o próprio Darwin deve ter ficado estupefato ao ver as suas teorias serem aceitas por todos passando até a serem ensinadas nas escolas com rápido respaldo da ciência e deve ter morrido feliz se realmente cria no que dizia. Porém se apenas buscava argumentos para sua teoria, ou tivesse qualquer outro propósito, deve ter morrido muito frustrado e decepcionado, ao ver que a ciência, na qual confiava, aceitava todas as suas elucubrações teóricas como sendo “provas fundamentais”.

Se Darwin acertou ou errou em suas teorias cada um pode avaliar, pois nada foi ainda provado a respeito, pode-se aceitar ou rejeitar tais ideias, mas que ele errou ao confiar que a ciência investigaria com profundidade a sua proposta, aí errou feio, e disso não fica nenhuma dúvida e sabemos que partir de uma premissa errada e chega sempre a uma conclusão também errada. Porém, o nosso desejo como crentes no criacionismo e sempre esperando provas válidas do evolucionismo, é que ele descanse em paz.

cláudio pinto pr

Pense: “A mesma ciência que põe em dúvida a narrativa divina da criação, aceita sem dúvidas, a teoria humana da evolução. Nábulus, pensador cristão

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Desde o meu primeiro contato com a Bíblia e em particular com o livro do apocalipse, me chamou atenção a ação dos quatro cavaleiros do apocalipse, e como não tinha muita experiência no assunto e não achava pessoas com discernimento para me ajudar, busquei entender essa profecia através de livros de autores afamados. O texto diz o seguinte: “e olhei, e eis um cavalo branco: e o que estava assentado sobre ele tinha um arco; e tinha uma coroa, e saiu vitorioso e para vencer”.

Em minha pesquisa, Logo percebi ser este um assunto polêmico, pois se não havia dúvidas sofre os cavalos vermelho, simbolizando a guerra, o preto, simbolizando o comércio, e o amarelo simbolizando a morte, eram varias as opiniões sobre o cavaleiro do cavalo branco, pois não está definido no texto o que ele simboliza. Quem seria afinal esse misterioso cavaleiro? percebi que havia muitas opiniões que eram antagônicas, como ser ele o anticristo ou até o próprio Cristo.

Como discernir o significado senão pelo texto bíblico? Nele se lê de início: “e olhei e eis um cavalo branco”. Como creio que as escrituras se revelam por si mesmas e se consultarmos o capítulo 19 do livro no verso 11,veremos relatado que Jesus retorna assentado sobre um “cavalo branco” e se identificando como o “fiel e verdadeiro”, o mesmo nome revelado por Ele para si mesmo em Ap 3:14, na carta enviada a igreja de Laodiceia. Portanto no texto o “cavalo branco” é de Jesus Cristo.

Na sequencia diz: “o que estava assentado sobre o cavalo branco tinha um arco”, o que significa ação de guerra, pois quem se provê de um arco vai guerrear, e o arco é muito mais uma ferramenta de ataque, embora se preste também a defesa. O texto diz que: “sairia vitorioso e para vencer”, confirmando que irá a ação. Também diz que ele tinha uma coroa, que só tem os reis já consagrados e os vitoriosos. Ora que Jesus é rei está sobre o seu vestido sobre a sua coxa onde se lê: “Rei dos reis e Senhor dos senhores”. Que é vitorioso está em Ap 1: 18, pois venceu a morte, At 2: 24, o mundo, Jo 16: 33, e o maligno, At 1: 3, e tem as chaves da morte, pois dela ressuscitou, e do inferno (hades), onde desceu e lá derrotou o que tinha o império da morte como está em Hb 2: 14, e de lá subiu vitorioso conforme Ef 4: 8 a 10 e em Mt28:18, tendo agora todo o poder no céu e na terra.

Não fosse somente isso, os outros três cavaleiros são abstrações, um personifica a guerra, o outro a morte e outro a fome, e sabemos que estas coisas não existem como pessoas, mas que são tipos que personificam coisas existentes. Ora se os cavaleiros dos cavalos vermelho, preto e amarelo, são abstrações, símbolos de movimentos, porque somente o cavaleiro do cavalo branco seria uma pessoa? Este não é um principio das revelações das escrituras em especial deste livro que se chama das revelações. Todos os quatro cavaleiros são abstrações ou movimentos que tipificam coisas que são reais, mas não personificadas. Outra questão é: porque Jesus emprestaria o seu cavalo ao anticristo se este veio para negá-lo, para se antepor a Ele como um impostor? logicamente não vejo nenhum sentido nisso.

Nesse caso o que significaria o cavaleiro do cavalo branco de Ap 2: 4? Há meu ver tipifica um movimento ou uma abstração como o são os outros três cavaleiros. Ele simboliza a ação de cristãos vitoriosos atuando durante a grande tribulação e que testemunharam o amor a palavra e a Cristo diante do anticristo e embora sejam mortos por ele, conforme está na abertura do quinto selo em Ap 6: 9 a 11, serão vitoriosos, pois aguardarão debaixo do altar a sua redenção eterna, já com vestes brancas. Estes saíram vencendo ao testemunhar o seu amor a palavra de Deus e para vencer, pois entraram no repouso do Senhor conforme Hb 4: 9. E quem tiver dúvida ainda é só ler em Ap 7: 13 a 17, quando o ancião revela que eles vieram de “grande tribulação”, veja Mt 24: 21, e que lavaram e branquearam os seus vestidos no sangue do Cordeiro, sendo os chamados grupo dos “mártires na glória”, ou seja os que foram deixados para trás no arrebatamento de Ap 4: 1 e 2, mas que após deram as suas vidas, pois sabiam ter perdido a sua oportunidade na graça, e agora a buscavam com o custo da própria vida, pois conheciam a palavra e dela iriam testemunhar, e isso a qualquer preço.

Esse grupo de testemunhas de Jesus diante do anticristo formam o movimento que é simbolizado pelo “cavaleiro do cavalo branco” de Jesus, pois testemunham em nome do rei Jesus, e tem na mão o arco e saem vencendo e para vencer como acabamos de ver. Já o anticristo embora saia vencendo, saí para ser derrotado no final conforme está revelado por Jesus em Ap 19: 19 e 20. Cremos ser está a interpretação do sentido do cavaleiro do cavalo branco, são os “mártires na glória”. Porém, todo o nosso respeito por quem pensar diferente, pois sabemos que a verdade só tem um dono e Senhor, Jesus Cristo a verdade e a vida.

cláudio pinto pr

Pense: “O anticristo não é um imitador de Jesus, antes é um opositor ferrenho, que em absoluto o nega”. Nábulus, pensador cristão

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O que caracteriza o trabalho escravo e ele não ser remunerado. A violência, os mal tratos a falta de respeito, os abusos, são decorrentes da maldade desmedida que é inerente ao ser humano, em especial o descrente que não tem temor a Deus, e não a condição de escravidão, Um escravo pode trabalhar de graça e até ser amigo do patrão se este for humano com ele, como aconteceu em alguns casos, quando o amo entendeu ser o escravo um ser humano como ele, e o tratou bem. Por outro lado um escravo pode ser um rebelde agressivo quando tratado como se fosse um animal, tudo é questão de sabedoria e atitudes entre os coadjuvantes.

No dia 13 de maio de 1888 a Princesa Isabel, filha de Dom Pedro II, promulgou a lei aurea que libertava os escravos no Brasil, e até hoje se diz a voz corrente que o país foi a última nação a libertar seus escravos. Após a libertação muitos dos escravos continuaram espontaneamente a servir a seus senhores, alguns talvez por falta de outra opção, mas muitos porque se entendiam bem como seus senhores, e optaram por continuar com eles. É dito: “um escravo é tanto mais livre quanto mais obediente”. Ora um senhor bom e um escravo obediente tendem a boa convivência conforme narra Rm 6: 18, pois onde há temor há obediência.

Mas a crítica que se faz de que fomos a ultima nação a libertar os escravos, talvez não seja verdadeira e justa, pois se o que caracteriza o trabalho escravo e nele não haver a remuneração, ainda existe uma imensa quantidade de escravos no Brasil, ou meio escravos e meio livres, e não estou falando aqui do trabalho escravo ilegal ainda praticado por muitos patrões. Parece que o espírito do senhorio da senzala nunca deixou a mente dos governantes brasileiros, apenas foi dissimulado para poder continuar com nova aparência, E este é o caso adiante, onde não há temor não existe a justiça, veja Mt 18: 32 e 33.

Num país onde o trabalhador tem que trabalhar cinco meses de graça para pagar impostos pode se dizer que não existe trabalhos escravo? ele trabalha doze meses e só é remunerado em sete, pois os outros cinco meses é obrigado a devolver ao governo seu patrão. E um meio escravo, pois o que caracteriza a continuidade da escravatura e o trabalhar de graça, pois nada ou muito pouco recebe de volta em benefícios do que lhe é tirado como imposto, o que sucedendo quebraria essa condição. Não tem boa educação, não tem segurança mínima, não tem sistema de saúde digno. Se quiser ter essas coisas tem que pagar a parte para que possa ter um mínimo de qualidade e dignidade de vida. Para piorar, se fala em aumento de impostos atualmente e até retornar com a “abominável CPMF”, que é uma obsessão de muitos, ainda que travestida com novo nome. Com isso logo chegaremos a seis meses remunerados e seis meses escravos, não remunerados, ou confiscados na fonte, caracterizando a semiescravidão, tornando todos os trabalhadores brasileiros como meio livres e meio escravos literais, confirmando que, além de ser além da última nação a libertar os seus escravos, o Brasil será também a primeira nação a retornar a prática da escravidão em pleno século XXI.

E quando falamos em remuneração, lembramos que o salário mínimo no país e de R$937,00, e muitos ganham esse valor para sustentar a toda a sua família, e se acha pouco, muitos adorariam ganhar essa quantia, pois nem isso ganham vivendo a margem nos chamados “bicos” informais. Podemos dizer que alguém nessa condição é livre? Portanto, se pensarmos bem, talvez precisemos de um novo 13 de maio e de uma nova Princesa Isabel e de uma nova lei aurea, e isso brevemente, na verdade só o temor e o amor podem libertar, veja Jo 8: 36.

cláudio pinto pr

Pense: trabalhando seis meses de graça, sou meio livre ou sou meio escravo? Nábulus, pensador cristão.

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No programa “ vida de gênios” pelo canal Discovery, em um de seus capítulos sobre a vida de Einstein, se discutia entre cientistas e autoridades como se evitar um conflito atômico total e cataclísmico, em tempos de guerra fria, quando se desenvolvia a tecnologia nuclear e os EUA e a URSS se destacavam como duas grandes potências militares dotadas de arsenal atômico.

Um dos participantes propôs que se devia incentivar que duas nações se tornassem potências mundiais atômicas, pois isto traria um equilíbrio entre elas pelo temor da auto destruição que uma guerra nuclear produziria. Esta proposta parecia boa, porém Einstein, que sabemos não ser um religioso, embora admitisse a existência de Deus como judeu e cientista, se manifestou dizendo que para um cientista essa era uma proposta inviável, pois sempre haveria o risco de haver um ditador maluco estar pronto a apertar o botão e deflagrar a destruição de toda a humanidade, e essa era uma possibilidade que se deveria evitar ao máximo.

Então lhe perguntaram qual era a sua proposta para o caso? Einsteim respondeu: A solução seria se estabelecer um “governo mundial” acima dos governos nacionais, o qual poderia impedir que uma guerra fosse deflagrada entre nações, a qual poria fim na humanidade, portanto, esta era a sua proposta. Creio que ele não conhecia o novo testamento e talvez não tivesse a intenção nem o propósito de estabelecer a tal “nova ordem mundial” , profetizada no livro do apocalipse em Ap 13: 1 a 9, e que propiciaria a entronização do anticristo como governante mundial, mas no episódio foi exatamente isso que ele previu e propôs. Não temos como afirmar que está reunião realmente ocorreu e desta forma, ou se foi apenas um impulso criativo do roteirista da série nesses diálogos. Seja como for a proposta apresentada e exatamente a que está profetizada , ou seja, que em determinado momento a única solução para uma humanidade dominada totalmente pelo mal, seja o entronizar o mal como sendo a solução para o problema que ele mesmo originou, seria o entregar a segurança da humanidade nas mãos do “destruidor”, de Ap 9: 11, num engano final e fatal conforme 2Ts 2: 9 e 10, estabelecendo a “operação do erro” de 2Ts 2: 11 e 12. Einstein não devia conhecer as profecias do novo testamento, mas como sábio previu a única saída que seria possível para a humanidade maligna no futuro que coincidia com as profecias.

A energia atômica utilizada em uma sociedade dominada pelo bem e pelo amor, seria eficaz, e tremendamente benéfica e traria resultados excelentes a todos. Mas num mundo onde o mal predomina desde o seu início, e o que prevalece é o egoísmo, o orgulho, a vaidade, a ira, e que visa sempre a supremacia, o subjugar os demais, a princípio as nações estrangeiras, mas na prática incluindo também os compatriotas que discordarem sendo tidos como opositores o que sempre ocorre, qualquer descoberta por melhor que seja, se fará nefasta e destrutiva.

Um governo mundial sob o domínio do mal resultará sempre em opressão e destruição, e a solução que se procurava será a instituição da devastação que se quereria evitar, como disse o Senhor Jesus em Mt 24: 22. O mundo começou com Adâo que pecou e trouxe a morte ao mundo, Rm 5: 12. Adão teve como seu primogênito a Caim que matou por ciúme a seu irmão Abel, Gn 4: 8. Essa atitude se perpetuou até hoje seis mil anos depois, e os homens se destroem pelos motivos mais torpes e mesquinhos. Na história ninguém prevaleceu sobre ninguém para sempre, o que sempre predominou foi o mal institucionalizado que trocando de mãos, de povos, e de reinos, esteve sempre regendo a todos os relacionamentos humanos.

A solução para a humanidade foi anunciada há séculos por Jesus, que está voltando após já ter vencido o mundo, a morte e o maligno, veja Mt 6: 33, o qual nunca pecou e vai eliminar não as consequências, mas a causa dos desentendimentos, ou seja, o próprio mal da história da humanidade. Vai eliminar até mesmo a apostasia atual praticada entre parte dos seus seguidores que muito a apreciam, mas que já tem fim determinado, e seu reino será um reino de justiça, paz e alegria no Espírito Santo conforme Rm 14: 17. Venha o teu reino, ora vem, Senhor Jesus, e existam novo céu e nova terra, Ap 21: 1 a 3.

cláudio pinto pr

Pense – “Entregar a horta nas mãos da cabrita, jamais será a solução para a horta”, e pior será ainda para a cabrita”, veja Ap 19: 20 e 20: 10. Nábulus, pensador cristão

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