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Archive for the ‘Uncategorized’ Category

O jovem pensador

Mudo

Um dia um jovenzinho inglês, desiludido e inconformado como qualquer outro jovem com o que o mundo lhe apresentava, resolveu que era chegada a hora de contestar as velhas ideias e assim “mudar o mundo”. Aceitou então um convite de um capitão seu amigo e saiu para dar uma volta ao mundo  no barco Beagle, o que não é desfrute para qualquer um. Saiu em busca de novidades que sanassem suas crises e respondessem as suas dúvidas cruéis, e ainda preenchessem o vazio de sua alma. Para entrar em tal aventura deixou para trás seus ideais como libertar escravos e embarcou literalmente na missão de desvendar os mistérios da natureza, calcado em sua grande experiência empírica que acumulou no alto de seus vinte e dois anos de vida, que o gabaritavam segundo a ciência, para tal missão.

Lembramos que Jesus Cristo, que mudou a história da humanidade, a mudando em antes e depois dele, ao qual os seus adversários temendo as suas ideias conspiraram contra ele para o matar, só iniciou a sua missão aos 30 anos de idade, oito após este jovenzinho que citamos, e assim mesmo não foi crido pelos que o ouviram. Mas este jovem e criativo observador, mesmo sem provar nenhuma de suas teorias, conjeturas e suposições, obteve o crédito total de toda a ciência e foi absolutamente louvado, pela mesma ciência que até hoje, não dá crédito a Bíblia e a Jesus Cristo. Por outro lado quantos outros jovens brilhantes nos estudos tiveram a oportunidade de poder sair e deixar tudo para trás e se lançar a tal desafio de uma volta ao mundo para espicular? Imagine voltar de tal aventura prevista para dois anos e que ao final durou cinco anos, sem nenhuma proposta a apresentar de suas observações, seria um desatino total. Voltou repleto de ideias, teorias e elucubrações.

Na viagem, o jovem ao chegar no Brasil observou uma vespa a injetar os seus ovos em uma lagarta para que as suas larvas tivessem a hospedeira como alimento ao nascer. Viu nisso uma crueldade tal que o levou a questionar se um Deus bom criaria tal maldade, conclusão que mostra não só os seus parcos conhecimentos das escrituras sagradas, e se os tinha revela ter sido muito pouca a sua meditação sobre seus textos. Entendesse ele melhor as escrituras e jamais tal dúvida e tal conclusão descabida povoariam a sua fértil e criativa mente. Nisso vemos a importância não só de se ler as escrituras sagradas, mas de meditar muito no que se leu para se adquirir entendimento, para por ele não correr o risco de vir a levar multidões a enveredar ou incorrer nos caminhos do erro por falta de conhecimento, Os 4: 6.

O irônico é que ele pôs a ciência em um dilema: ou aceitava a narrativa da criação bíblica, ou teria que optar por uma “teoria” sem nenhuma prova científica que acabava de criar. E entre a criação bíblica e a criação deste jovenzinho inspirado, a ciência optou pela segunda. Assim hoje, está teoria é ensinada nas escolas de todo o mundo como se fosse uma verdade, e o único a protestar até hoje contra ela foi o senhor “Celacanto”, dado como extinto na noite dos tempos e que desafiando a tudo resolveu aparecer, e pior de tudo, como sempre fora antes, nos mares da África, sem nenhuma evolução em relação ao que sempre fora, como ocorre com os tubarões os crocodilos e incrível com as baratas.  E parafraseando o ditado digo: “Fique-se acordado com um silêncio desses”.

cláudio pinto pr – (PhD – “Pequeno homem de Deus”, reconhecidamente)

Pense: “Se se crê que uma mera teoria seja a verdade, fica claro porque se pode crer que a verdade seja apenas, uma mera teoria”.                                                              Nábulus pensador cristão

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A carne e o sangue

INSPIRAÇÃO az am

“E agora digo isto, irmãos: que a carne e o sangue não podem herdar o reino de Deus, nem a corrupção herda a incorrupção”, 1Co 15: 50”.

O reino de Deus hoje não é deste mundo disse Jesus a Pilatos em Jo 18: 36. Como o reino foi rejeitado na terra pelos que deveriam recebê-lo, e seu rei, Jesus Cristo, foi morto e ressuscitou e subiu aos céus, na graça o reino passou a ser do céu e não mais da terra. Assim a carne e o sangue hoje, na graça, não podem herdar o reino de Deus, e qualquer que quiser ser do reino necessitará ressuscitar e nascer de novo da água e do Espírito, Jo 3: 5, e ao final ser transformado em corpo para herdar o reino dos céus onde a carne e o sangue não entram.

Essa transformação começa quando alguém em carne, se converte a Cristo e nasce de novo da água e do Espirito no batismo e se reveste de Cristo como nova criatura e se torna ressurreto ainda na mesma carne; ainda que morra fisicamente não mais morrerá eternamente, pois saiu da morte para a vida, conforme Jo 5: 24.

Se morrer fisicamente, sucederá o que está em Jo 11: 25, despertará da morte antes que os vivos no Senhor sejam transformados, e receberá o seu corpo glorioso no dia da primeira ressurreição conforme 1Ts 4: 13 a 18. Após, subira pelos ares a encontrar o seu Senhor nas nuvens e estará para sempre com Ele. Para poder ir para o céu é preciso ter um corpo glorioso e celestial como para viver na terra é preciso ter um corpo físico. Até mesmo Jesus para nascer na terra, sendo Deus, precisou de um corpo físico, carne e sangue, pois aqui é um reino material. Assim, teremos que ter um corpo glorioso semelhante ao de Jesus após a sua ressurreição para viver num reino espiritual, o reino dos céus eterno de Ap 21: 3.

Na transformação de Rm 12:2, se iniciou o processo que esta em 2Co 3: 18 que diz: “Mas todos nós com a cara descoberta, refletindo como um espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor”. A cada dia que passa o convertido vai se aperfeiçoando para um dia ao deixar o corpo físico, ser glorioso como o seu Senhor, passando a ter a imagem e semelhança dele o Senhor que o recriou para ser conforme Gn 1: 27. Com seu corpo glorioso estará apto para reinar no milênio com Cristo conforme Ap 20:6, e para habitar o reino do céu eternamente.

Creio que podemos entender o porquê de o sangue e a carne não poderem herdar o reino de Deus que é do céu? Receba a Jesus hoje e seja ressurreto e transformado.

Pense: “O maior milionário da terra pode comprar o mundo, mas não pode comprar um corpo glorioso e eterno para si, tem que recebê-lo de graça de Jesus, Sl 49: 6 a 8 e Mc 8: 36 e 37.

cláudio pinto pr

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Bal bl SH8 V 

O grande temor do ser humano, embora ele não diga, é o juízo final, o dia da prestação de contas diante do Criador. O homem aceita qualquer religião, desde que não contenha a condição de um “juízo” ao final. O homem detesta essa ideia pois, ninguém quer ter que prestar contas daquilo que fez. E nós como cristãos, devemos temer o juízo final ou não?

O texto de Rm 8: 1 e 2 , afirma não haver nenhuma condenação para os que estão em Cristo Jesus. Porém, há uma condição, não andar segundo a carne, mas andar segundo o Espírito é sendo assim, resta saber o que significa andar segundo o Espírito. Tomemos como exemplo a Jesus, que até os trinta anos tinha um objetivo que era cumprir a lei, conforme Mt 5: 17 e 18 e que ao completar a maior idade judaica, se apresentou a João para se batizar nas águas como orienta Jo 3: 5. No ato, em Mt 3: 13 a 17, o céu se abriu e o Espírito em forma de pomba, desceu sobre Jesus, que a seguir ele foi declarado por Deus como sendo seu Filho no qual o Pai sentia grande prazer,

Aqui se cumpria o que Jesus anunciou em Jo 4: 19 a 24, ele é o primeiro adorador espiritual. Nele e residente agora o Espírito Santo de Deus, é um homem espiritual conforme 1Co 2: 13 a 15. Veja que Jesus é levado a seguir para o deserto para ser tentado por satanás, pelo Espírito, conforme diz Mt 4: 1 e Rm 8: 14. E todos os que são guiados pelo Espírito, também são filhos de Deus em Jesus, o qual agora estava no Espirito de vida e não mais na lei do pecado e da morte, a qual cumpriu plenamente.

Ora, o que é dirigido pelo Espírito vive e anda segundo este mesmo Espírito e não se deixa dirigir pela vontade da carne como o fazem os homens naturais, e sabemos que todos os que são guiados pelo Espírito de Deus estes são filhos de Deus, pois não receberam o espírito de escravidão para outra vez estrarem em temor, mas receberam o espírito de adoção de filhos, pelo qual podem clamar “aba Pai”. E o mesmo Espírito testifica com o seu espírito que são filhos de Deus Rm 8: 14 a 16. Assim é o andar segundo o espírito.

Como Jesus foi constituído pelo Pai como juiz de vivos e de mortos, conforme At 10: 42 e tem em si todo o juízo, Jo 5: 22 e 27, e é também o nosso advogado como diz 1Jo 2: 1 e 2, quem nos acusará diante dele? Ele é o nosso Salvador e nosso juiz e o nosso advogado, por isso não há acusação contra nós, pois quem intentará acusação contra nós? veja Rm 8: 33 e 34.

Os salvos por Jesus compareceremos diante do tribunal de Cristo, 1Co 3: 12 a 15, onde não há condenação, 2Co 5: 10, mas onde serão julgados não os salvos, mas as suas obras como crentes, para que recebam ou não, segundo suas obras, o devido galardão.

Cláudio pinto pr

Pense: “Se o Juiz que me julga é também meu advogado, me justificará e não serei julgado, serei porém, por Ele avaliado e pesado”. Nábulus, pensador cristão.

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Os humanos

Marta SH V

A Bíblia narra em Gênesis à criação de um homem citado em dois capítulos desse livro. O nome dado pelo seu Criador, Deus, foi “Adão que significa humano”, ou coletivamente “humanidade”. Adão foi o primeiro exemplar dessa nova raça, da qual ele é a raiz, e que foi inédita, e que permanece até hoje.

Isto responde a pergunta: antes de Adão existiam humanos (homens) na terra? Não, pois Adão é o primeiro representante dessa criação. Poderia haver criaturas semelhantes fisicamente a ele, mas não eram humanos, que só vieram a existir com Adão e sua companheira Eva, casal gerador da humanidade.Segundo a ciência revela através do DNA mitocondrial, o qual só a mulher possui, todos os humanos descendem de uma mesma mulher ancestral.

Essa confusão entre ter a forma do homem e ser um humano, tem gerado muitas controvérsias e dúvidas sobre as escrituras sagradas, que são perfeitas em suas narrativas. Até mesmo os que, convertidos, deviam crer e defender o texto, em meio a esta confusão se mostram duvidosos, e não dão a ela a resposta adequada e correta e que convença, o que na verdade e muito desabonador, sem dúvida. Que o mundo não entenda, é natural como diz claramente 1Co 2: 14, mas o homem espiritual tem obrigação de entender tudo, pois tem a mente de Cristo e está apto a discernir, 1Co 2: 16. Não pode aceitar elucubrações e nem deixar se confundir ou envolver por elas, antes ter a resposta precisa e esclarecedora.

O grande erro tem sido se atribuir a tudo o que tem a forma similar à humana o ser também humano. O fato de terem vivido na terra muito antes de Adão e serem criados por Deus, não prova serem eles humanos, pois descendiam de seu ancestral original, que não era a imagem e semelhança de seu Criador, como o era Adão, o primeiro humano. Tinham a forma do homem, mas sem ligações genéticas com os humanos, cujo ancestral único da raça foi Adão, conforme está narrado em Gn 1: 26 a 28 e 2: 7 e 8. Antes de Adão não podiam existir descendentes de Adão.

A Bíblia revela que Deus criou Adão do pó da terra, sem pai e mãe anteriores a ele, mas tinha um Criador que o formou. Esse homem não tinha nenhum ancestral, pois foi tirado da terra e traz em seu corpo o registro dos mesmos elementos químicos pertencentes a ela. Ao morrer seu corpo volta a terra, pois dela foi tirado, Gn 3: 19. Aqui só nos referimos ao homem natural e humano, formado do pó da terra o qual tem a alternativa peculiar de se tornar espiritual, por ter sido criado a imagem e semelhança de seu Criador, e se reconhecendo pecador e caído, pode recuperar a sua condição inicial de Gn 1: 26 a 28, retomando a imagem e semelhança de Deus se tornando eterno em Cristo o Filho de Deus. Conforme Rm 8: 17 e Cl 3:10, ele o pode ser, pois tem de Deus a prerrogativa única da conversão a Cristo. Os demais seres semelhantes aos humanos que povoaram a história, eram somente almas viventes que caminharam nos tempos deixando nele os seus rastros. Passaram por não existir para eles um plano eterno de vida como o tem os humanos.

cláudio pinto pr

Pense: Se você é humano, pode escolher a perdição eterna ou subir ao céu e a salvação eterna, pois a eternidade está em tua essência. Nábulus, pensador cristão

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Sant SH8 V

O que implica no caráter humano ter ou não presente o temor do Senhor? Muitos creem que o temor é apenas uma característica do que se converte a Cristo e se torna o chamado crente em Jesus, e nada mais tem a ver com o mundo.

Um homem, mesmo não sendo cristão, mas que tem em seu coração o temor do Senhor, mostra princípios de caráter que o leva a sempre buscar agir com bondade, equidade e com misericórdia. Sobre isso, a Bíblia nos dá alguns exemplos, como os reis Ciro e Nabucodonossor, que acabaram, por temer a Deus, até servindo como instrumentos nas suas mãos, ainda que fossem idolatras e cultuassem a outros deuses. Mas por temos obedeciam ao Deus verdadeiro.

O ateísmo esta aberto para a perversidade assim como o temor do Senhor está para a justiça. Todo ateu na história quando no poder, agiu com injustiça e total devassidão deixando rastros de iniquidade como legado, e quando tinham algum talento literário ou filosófico o usaram para criar doutrinas nefastas a humanidade e cuja herança até hoje é causa de sistemas e atrocidades inomináveis, sendo base de regimes onde a injustiça predomina e a impiedade é a tónica. Que o digam as duas guerras mundiais que já tivemos quando homens sem temor a Deus no poder, não titubearam em usar até armas químicas sem nenhum prévio aviso, contra seus desafetos ou adversários indefesos, só pela sede de vitória e predomínio.

Na dúvida, é só observarmos a história da humanidade o que tornará fácil de se entender a diferença, pois os grandes tiranos e déspotas do passado que no poder oprimiram povos, escravizaram nações, submeteram raças, e não tiveram nenhuma piedade dos inimigos derrotados, e os esfolaram, os empalaram, os crucificaram, os condenaram a morte e os assassinaram até com sádico prazer e regozijo, e sem nenhuma misericórdia, remorso ou arrependimento. Existe uma coisa comum entre eles: todos se consideravam como sendo eles mesmos semideuses, e assim acima das leis humanas e sem nenhum temor ou medo do verdadeiro Deus e de sua perfeita justiça, porque nela nunca acreditaram.

Quando um homem se convence de que nunca terá que prestar contas de suas ações, por não ter temor a Deus, se torna desumanamente frio e cruel até mesmo com o seu povo, pois se justifica a si mesmo de todas as suas maldades, buscando dar a elas por mais terríveis que tenham sido um aspecto de justiça e equidade. O homem mau, comprova o que a Bíblia revela, que homens naturais em essência são dominados pelo mal e pelo pecado, Gn 4: 7, e quanto mais poder tem nas mãos, mais malignos são, não tendo limites para as suas vaidades e atrocidades.

“O temor do Senhor é o princípio da sabedoria, e a ciência do santo a prudência”, Pv 9: 10, no temor está o conhecimento e nele o temor ao Senhor e a salvação.

cláudio pinto pr

Pense: “Não temer a Deus, não livra do seu temível “juízo final”, apenas impede que se veja a verdade e se livre desse juízo. Nábulus, pensador cristão.

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INSPIRAÇÃO az am

Jesus libertou dos demônios um homem oprimido por eles, e ainda cego e mudo, e isto na sinagoga. O fato despertou a ira dos fariseus, que murmuravam o acusando de o fazer em nome do príncipe dos demônios, ou seja, Belzebu. Neste caso, como a enfermidade era ocasionada por um demônio, este ao ser expulso por Jesus, deixou o homem liberto e curado de seus males diante de todos. Este cego e mudo devia estar já no meio deles há muito tempo e nunca ninguém o libertou do jugo que o prendia as cadeias das trevas. Liberto o homem, ao invés dos fariseus agradecerem a Deus por sua cura, todos se preocupavam em acusar a Jesus de o fazer pelo poder de Belzebu e não de Deus. Revelam assim, que já conheciam tal prática, só que operada pelo poder de um demônio, Belzebu, e não de Deus.

Por isso acusam Jesus de o fazer em nome de um demônio, ou seja, da mesma forma que ele viam fazer os servos das trevas as ocultas. O discernimento inicial deles já foi tendencioso, pois revelou a intimidade deles com as práticas malignas das trevas e a distância que tinham do poder de Deus. Assim lançaram juízo de condenação contra Jesus, porém o povo o chamava por “filho de Davi”, um título messiânico, o vendo como sendo o Messias prometido o libertador de Israel. Jesus então usa contra eles um princípio fácil de entender, que para prevalecer um reino tem que no mínimo ser unido, se pequeno ou grande a desunião o enfraquece e a união o fortalece. E revela a todos os fariseus que o reino de Satanás é um reino muito unido entre si, pois esta é a sua única opção para tentar subsistir.

Se Satanás dividir o seu reino, terá derrota certa e decretada antecipadamente e ele é astuto o suficiente para não cometer tal estultícia. Precisa da força de todos os seus asseclas para intentar resistir ao poder e a justiça de Deus. Ainda que entre eles não exista o amor, e se odeiem e se rejeitem, sabem que têm que estar unidos em uma causa comum, para ter um mínimo de chance e vitória. O que Jesus está deixando claro aos fariseus é que Ele é um participante do reino de Deus, e da luz e que nada tem a ver com o reino das trevas demoníacas. Se o que ele diziam fosse verdadeiro o reino demoníaco estaria dividido e enfraquecido , e os alertava ensinando que as coisas não eram assim no unido mundo das trevas.

Nesse contexto pergunta agora no verso 26 aos fariseus que o acusavam: como pode Satanás, expulsar a Satanás dividindo o seu reino? Só o faria com engano e astúcia, para engodar os presentes, e manter o doente em opressão e sob seus domínios. Se houver libertação verdadeira, o reino das trevas está dividido entre si e não pode subsistir, dando a entender que jamais um espirito maligno expulsará a outro em realidade, pois isso dividiria o seu reino. Dissimulam como lhes é próprio, que o fazem, mas na realidade seria apenas uma forma de enganar os seus adeptos. Quando dois concordam em seus maus intentos, sempre andaram juntos, nunca se expulsarão ainda que pareçam fazer isso, veja Am 3:3. Aquele oprimido porém, expulso o demônio, ficou liberto e curado.

Assim deve ser na igreja o reino de Deus, a unidade é fundamental, Jesus quer que sejamos um com ele e com o Pai conforme revela em Jo 17: 11 e 20.

cláudio pinto pr

Pense: “Andarão separados os que estão de acordo? Não, andarão juntos, pois a virtude do acordo é gerar a união”. Nábulus, pensador cristão

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A natureza

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Para quem crê na Bíblia, Deus criou a natureza, para quem não crê, a natureza foi quem criou tudo. São duas possibilidades, a primeira da criação, Deus é o Criador, a mente pensante, Se Deus é o Criador como está na Bíblia, ele é o responsável por tudo o que existe, pelo que aconteceu e que acontecerá, seja bom ou seja mal, conforme Is 45: 2, e que trabalha para corrigir, o que embora ainda presente, não faz parte de sua criação e não é de seu agrado como o predomínio do mal, pelo qual muitos creem ser Deus como Criador, um Deus mau. A segunda proposta que propõe que tudo o que existe surgiu de forma natural ou ocasional, ou seja, que a natureza inconsciente gerou e dirige tudo no universo alienadamente.

No caso de a natureza ser o fator gerador de tudo, concluo racionalmente que: ela é má, insensível, indiferente, fria, cruel, injusta, e a responsável ainda que sendo inconsciente e irracional por todas as desgraças, dores, sofrimentos, e toda a injustiça e impiedade e maldade, cotidiana que toda a criação sofre e que nos assola desde o princípio, mas ninguém lhe imputa responsabilidade ou culpa por ser ela absolutamente inconsciente e amoral e como tal inimputável. Para um só julgamento existem dois juízos: se Deus é o Criador é o culpado de tudo, agora, se a natureza e o fator vital é inimputável, por ser inconsciente. Essa é a justiça humana que Deus chama em Isaias 64: 6, como “trapo de imundícia”.

A pergunta que fica é: como pode uma natureza inconsciente e sem inteligência, gerar seres racionais e dotados de inteligência, e sabemos que ninguém pode dar aquilo que não tem, como a figueira não pode dar uvas e a videira não pode dar figos, como diz Tg 3:11 e 12. Diriam alguns, mas o homem evoluiu e se tornou racional, nesse caso pergunto, e a natureza não evoluiu? Pode o irracional gerar o racional e após continuar irracional? A natureza se mostra hostil e tremendamente destrutiva, tudo o que há do espaço põe em risco a vida e até o que não tem vida, a morte caminha pelo éter e este para a auto destruição segundo a ciência. E muito estranho aceitar tal raciocínio evolutivo que na pratica involui e cujo objetivo é de aniquilar tudo. A proposição é: O nada gerou tudo e tudo evoluirá e se consumará no nada. Então, certo está o apóstolo Paulo que diz em 1Co 15: 32, “comamos e bebamos por que amanhã morreremos”.

E para os descontentes, não há esperança de melhora, pois a natureza além de ser inconsciente é indiferente a tudo o que pensamos e ao que nela ocorra, não tendo sensibilidade, nem afeto e nem sentimentos e emoções, não tem como se importar com o que sucede conosco em vida ou após a morte, sequer sabe que existimos. Diante desse quadro se entende o porquê do mal sempre predominar assim como as indignidades, as tragédias e a destruição constante e no meio racional, o cada um pra si e o uns contra os outros. Se cremos que não existe uma mente criadora e racional, e por sermos também racionais, sabemos sermos parte dessa natureza cruel, fria e indiferente, somos exatamente como ela é. Isto até agrada ao homem descrente, pois assim nunca terá que prestar contas e nem será julgado por suas ações, e nunca terá que estar diante de um temido e racional tribunal conhecido como o “juízo final, de Ap 20:15a20, que é a maior causa de existirem descrentes, pois aterroriza os mortais, melhor é crer na natureza que não conhece a justiça.

Nesse caso se entenderia perfeitamente o que está escrito em Ec 3: 18 a 21, onde se lê que não há diferença entre homens e animais, e que não existe em cima e em baixo, e que para onde vai um vai outro. A natureza é indiferente aos que nela vivem, não tem planos presentes, passados ou futuros, pois inconsciente e apenas o palco de um teatro onde as coisas acontecem. Tudo cessa com a morte as plantas viram limo, e os animais, incluindo o homem, viram apenas adubo para a terra, voltando ao nada atômico e inconsciente que eram antes e nada mais, são todos sepultados com todo o seu orgulho, prepotência, ganância e sabedoria, e sem nenhuma diferença entre os homens e o animais, todos são nada. Porém Jesus veio anunciar a ressurreição e a vida eterna ao que puderem crer e obedecer coisa difícil de entender e de aceitar a quem é rico e se tem como sábio.

Porém, se existe a criação bíblica, sabemos que Deus o Criador, é onisciente, onipotente, onipresente e nos ama e nos quer eternamente com Ele, Ap 21: 3, e nos criou como seus auxiliares, não por precisar de nós, mas por que não é um Deus solitário, mas antes um Pai de família que ama a seus filhos, e os quer convivendo com Ele, conforme Ef 3: 14 e 15, é os prepara hoje para estarem consciente e eternamente juntos dEle conforme Ap 21: 1 a 3. Tudo porque, Deus é amor, 1 Jo 4: 8, um sentimento primário que a natureza que Ele criou, não tem.

cláudio pinto pr

Pense: “se você pode crer na natureza, pode crer em Deus que criou a natureza a qual o anuncia como o Criador, dia e noite conforme diz o Salmo 19: 1 a 3”

Sabemos por a culpa de tudo em Deus, mas nunca nos temos como sendo culpados e causadores de tudo, Rm 5: 12. Em nossa pretensão, nunca descobrimos Deus, e nunca saberíamos de sua existência se Ele não tivesse descido do céu até nós aqui em baixo, para nos revelar todas as coisas através da Bíblia. Até hoje estaríamos no vasto politeísmo humano. Na Bíblia nos falou de seu amor e de como nós criou e deu consciência e livre arbítrio, o qual usamos para o rejeitar e escolher o mal sob o qual até hoje vivemos, 1Jo 4: 19, o culpando por isso.

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