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Archive for setembro \29\UTC 2014

Coroa aVenha o teu reino  –  Mt 6: 10

Jesus veio anunciar a salvação aos homens e simultaneamente a chegada do  reino de Deus ou reino dos céus, a terra. Este anúncio  começou com João Batista em Mt 3: 2, e continuou com a pregação por Jesus Cristo em Mt 4: 17.

Como o reino foi rejeitado pelos judeus, foi postergado, e  Jesus anunciou não ser o reino agora mais deste mundo em Jo 18: 36. Mesmo os que seguiam a Jesus, lhe  perguntaram  se ele restauraria o reino de Israel naqueles tempos? Jesus respondeu: “Não vos pertence saber os tempos ou as estações que o Pai estabeleceu pelo seu próprio poder” At 1: 6.

Naqueles tempos eles não poderiam entender os tempos e as estações,  portanto de nada valeria lhes falar,  mas em 2Ts 5: 1, o apóstolo Paulo ao falar aos tessalonicenses lhes diz: “Mas irmãos acerca dos tempos e das estações, não necessitais de que se vos escreva”, ou seja,  Paulo revela que nesse tempo os seguidores do cristianismo já eram conhecedores dos planos escatológicos.

Jesus nos ensinou a pedir a vinda do reino a cada oração, pois vindo o reino, virá com ele o rei, e o mundo será transformado e teremos na terra justiça, Mt 6: 33 e Rm 14: 17, a verdadeira justiça,  paz, a que só Jesus pode dar conforme Jo 14: 27, e a alegria perene de 1Pe 3: 14, e tudo isso sob um novo espírito o  Espírito Santo.

Portanto, se queremos um novo mundo não esqueçamos de pedir a Deus em oração a cada dia : Venha o teu reino Senhor dos senhores e Rei dos reis.

Ora vem Senhor Jesus,  Ap 22: 20.

Cláudio Pinto

Pense: “Venha o teu reino para que haja justiça, paz e alegria no Espírito Santo, na  terra, Rm 14: 17”.  Você tem orado pedindo a vinda do reino?

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 A oração do Pai Nosso

P Da oração SH8 VJesus nos ensinou que Deus, o Pai, está nos céus,  pois o céu dos céus é a habitação do Senhor. Também nos ensinou que aquele que vem dos céus e sobre todos em Jo 3: 31, pois a dimensão celestial está acima e a terra em baixo conforme Sl 103: 11 e Is 66: 11, e o céus onde o Senhor habita e um lugar santo, como no Sl 20: 6, pois Deus é santo.

Os serafins dizem sem cessar: “Santo, Santo, Santo é o Senhor dos Exércitos, toda a terra está cheia da sua glória”, e em Ap 4: 8,  “E os quatro animais tinham cada um de per si, seis asas, e ao redor, e por dentro estavam cheio de olhos; e não descansavam nem de dia nem de noite, dizendo: Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus, o Todo Poderoso, o que era, o que é, e o que há de vir”.

Ora, se as criaturas celestiais que assistem ao Senhor o reverenciam como sendo:  Santo, Santo, Santo, ou Santíssimo, pois no hebraico não existe o superlativo, porque nós que habitamos na terra estrado dos pés do Senhor, não o devemos reverenciar de início na oração o reconhecendo como sendo Santíssimo?

Tudo quanto é de Deus é santo, o céu é santo, o seu trono é santo, o seu nome é santo, ao dizermos santificado seja o teu nome, só estamos reconhecendo uma realidade espiritual.  Jesus santifica o nome de seu Pai e nos ensina a fazer o que Ele faz; santificar o nome do Pai.

Iniciamos assim de forma correta e santa a oração que Jesus nos ensinou.

Cláudio pinto pr

Pense:  “Nos não santificamos a Deus,  pois Ele é Santo independente de nós, apenas reconhecemos a sua santidade, e Ele nos santifica”.      Nábulus, pensador Cristão.

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C p BíbliaPai nosso que estás no céu – Mt 6: 9

Quando Jesus ensinou a oração do Pai nosso a seus discípulos, foi com o propósito de lhes ensinar uma prática que deveriam repetir sempre, ou seja, conversar com Deus o Pai. É a máxima, ao orarmos falamos com Deus, quando lemos a Bíblia Deus fala conosco.

Portanto, Jesus queria que dedicássemos parte de nosso tempo diário a conversar com Deus, e ensinou uma forma correta e prática de como se devia orar. Ensinou que não fizéssemos como os hipócritas, que fazem da oração exibicionismo , mas que orássemos  na intimidade de nosso quarto, falando ao Pai em secreto,  pois essa oração é algo pessoal,  e que não usássemos de vãs repetições, pois  o Pai sabe do que necessitamos antes que nós lhe venhamos a pedir. Isso significa que Ele sabe do que precisamos e não do que queremos conforme 1Jo 5: 14.

Muitas vezes pedimos e não recebemos porque pedimos para nosso deleite e não devido a uma necessidade, premente, como em Tg 4: 3.

Porque temos que orar? Porque o Pai não está conosco, mas no céu, Ele é Espírito e não podemos falar com Ele a não em espírito e em verdade como em Jo 4: 24.

O céu é a dimensão espiritual, a carne ali não entra conforme 1Co 15: 50, mas podemos chegar ao trono de Deus em espírito por isso a oração,  a terra é o reino da matéria aqui é o lugar da carne, até Jesus para vir ao mundo teve que nascer num corpo carnal,  pois precisava se manifestar ao mundo material, e essa é a única forma possível, pois um espírito na terra não tem como se manifestar.  Sl 115: 15 e 16.

Devemos começar a orar reconhecendo que o Pai está no céu, a dimensão celestial,  e nós na terra o reino da matéria. Assim nos ensinou Jesus.

Pense: “Deus desceu a terra e se revelou ao homem, o homem  por si nunca  descobriu a Deus”.                                    Nábulus,  pensador cristão

Cláudio pinto pr

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O que é perfeitoO que é perfeito

Tudo o que podemos construir, sem não tiver amor, o ágape, será supérfluo, volátil, se esvairá. O amor não falha, mas havendo profecias, serão aniquiladas, havendo línguas cessarão, e toda a ciência desaparecerá, tudo isso é reputado diante do amor como sendo apenas “em parte”. Tudo isso são apenas cenas de um capítulo de um romance eterno chamado amor divino.

O que é em parte se presta apenas para servir de aio ou veículo, para a vinda do que é perfeito, diante do qual se extinguirá. Coisas a qual damos tanta importância, que provocam divisões e contendas entre nós, por nossa “meninice espiritual”, que envolve, orgulho, vaidade, soberba e desejo de sempre prevalecer, de ser dono da verdade e da doutrina, ser porta voz divino, etc. serão tidas como nada diante do que é perfeito, quando deixaremos de ser meninos deixaremos as “apostolices” e então agiremos como “homens na fé”.

A Bíblia é perfeita como palavra de Deus, sendo ela quem revela as nossas imperfeições, e quem nos edifica e conduz a busca do que é perfeito, assim  ela é também em parte, pois, quando vier “o que é perfeito” a palavra viva, o verbo da vida estará presente entre nós, em seu reino de glória sobre a terra e esta palavra nunca passará  Mt  24: 35. Então havendo profecias cessarão, pois tudo se cumpre nele, havendo línguas, ciências, desaparecerão, pois a sabedoria de Deus, estará conosco, ninguém precisará mais orar, pois os seus  terão acesso direto a ele, se houverem doenças ele as curará, pois ele é o dom de cura, portanto, não necessitaremos mais de tudo o que é “em parte” e pelo qual contendemos hoje.

Jesus anunciou que voltaria e que instalaria o seu reino eterno entre nós onde todas as coisas seriam restauradas e aperfeiçoadas, e ele reinaria em Jerusalém. Ele o rei das nações seria também a arvore da vida que dá seu fruto de ano em ano para a saúde das nações. Ele nos ensinou a orar pedindo, “venha o teu reino Senhor”, em Mt 6: 9.

Quando vier o reino eterno de Deus a Terra, e cessar o que é “em parte, em que hoje vivemos” então estaremos também no “que é perfeito” aperfeiçoados em Cristo.

Cláudio pinto pr

Pense: “Se hoje vivemos o “em parte” então nossa esperança de sermos “aperfeiçoados”  ainda existe.                                  Nábulus, pensador cristão

 

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Cor na MO ágape (amor de Deus)

Está passagem evidencia  o amor como sendo o seu foco principal, o qual nesta versão aparece usando como sinônimo o  substantivo caridade. Realmente o objetivo do contexto é exaltar o amor como sendo a coisa maior, fundamental  e principal.

O texto Inicia falando do dom de  línguas de anjos e de homens, fala dos mistérios da ciência, da fé, do ato de distribuir a fortuna pessoal aos pobres, do sacrifício do próprio corpo lançado a fogueira, mas, termina sempre exaltado o amor em relação a todas essas coisas. Conclui sempre que tudo isso sem o amor é o mesmo que nada.

Ao exaltar o amor diz que ele é sofredor, benigno, e desprovido de inveja ,leviandade ou soberba. Afirma que o amor não se porta com indecência, não busca interesses próprios, não se irrita e nem suspeita mal, nem folga com a injustiça. Antes o amor folga com a verdade. Diz que o amor tudo sofre, tudo crê, e tudo suporta e culmina dizendo que o amor nunca falha. Tudo isso está contido nos textos de 1Co 13: 1 a 8. Será que podemos entender esse amor?

Sabendo que o amor eros é carnal,  contendo e manifestando toda a sua essência, como, posse, ciúme, lascívia, exclusividade, etc., certamente que o texto não se refere a ele.  Da mesma forma o amor fileo, que envolve laços de amizade, compromisso, interesses pessoais e familiares, reciprocidade, etc.  não preenche todos os requisitos mencionados para ser o alvo do contexto.

Claramente o amor Ágape é o evidenciado,  nele encontramos toda a riqueza e sublimação a que o apóstolo se refere, caracterizando o amor perfeito, o de Deus para conosco e que deve ser buscado por todos nós,  o que se dá sem nada esperar , o amor concessão.

Podemos ter tudo, fazer tudo, intencionar tudo, mas sem o amor ágape a reger nossos atos, na igreja ou em nossa vida pessoal,  tudo o que fizermos, não passará de meras “boas obras de caráter humano, valiosas para os homens, mais desprovidas de valor para Deus, pois Deus é amor. Precisamos do amor ágape, para que nossas obras tenham a chancela do aval divino, pois assim serão feitas em Deus.

Cláudio pinto pr

Pense: “Se tivermos que errar por algum excesso, o melhor é errar por excesso de amor”.

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