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Archive for novembro \14\UTC 2018

Sant SH8 V

O que implica no caráter humano ter ou não presente o temor do Senhor? Muitos creem que o temor é apenas uma característica do que se converte a Cristo e se torna o chamado crente em Jesus, e nada mais tem a ver com o mundo.

Um homem, mesmo não sendo cristão, mas que tem em seu coração o temor do Senhor, mostra princípios de caráter que o leva a sempre buscar agir com bondade, equidade e com misericórdia. Sobre isso, a Bíblia nos dá alguns exemplos, como os reis Ciro e Nabucodonossor, que acabaram, por temer a Deus, até servindo como instrumentos nas suas mãos, ainda que fossem idolatras e cultuassem a outros deuses. Mas por temos obedeciam ao Deus verdadeiro.

O ateísmo esta aberto para a perversidade assim como o temor do Senhor está para a justiça. Todo ateu na história quando no poder, agiu com injustiça e total devassidão deixando rastros de iniquidade como legado, e quando tinham algum talento literário ou filosófico o usaram para criar doutrinas nefastas a humanidade e cuja herança até hoje é causa de sistemas e atrocidades inomináveis, sendo base de regimes onde a injustiça predomina e a impiedade é a tónica. Que o digam as duas guerras mundiais que já tivemos quando homens sem temor a Deus no poder, não titubearam em usar até armas químicas sem nenhum prévio aviso, contra seus desafetos ou adversários indefesos, só pela sede de vitória e predomínio.

Na dúvida, é só observarmos a história da humanidade o que tornará fácil de se entender a diferença, pois os grandes tiranos e déspotas do passado que no poder oprimiram povos, escravizaram nações, submeteram raças, e não tiveram nenhuma piedade dos inimigos derrotados, e os esfolaram, os empalaram, os crucificaram, os condenaram a morte e os assassinaram até com sádico prazer e regozijo, e sem nenhuma misericórdia, remorso ou arrependimento. Existe uma coisa comum entre eles: todos se consideravam como sendo eles mesmos semideuses, e assim acima das leis humanas e sem nenhum temor ou medo do verdadeiro Deus e de sua perfeita justiça, porque nela nunca acreditaram.

Quando um homem se convence de que nunca terá que prestar contas de suas ações, por não ter temor a Deus, se torna desumanamente frio e cruel até mesmo com o seu povo, pois se justifica a si mesmo de todas as suas maldades, buscando dar a elas por mais terríveis que tenham sido um aspecto de justiça e equidade. O homem mau, comprova o que a Bíblia revela, que homens naturais em essência são dominados pelo mal e pelo pecado, Gn 4: 7, e quanto mais poder tem nas mãos, mais malignos são, não tendo limites para as suas vaidades e atrocidades.

“O temor do Senhor é o princípio da sabedoria, e a ciência do santo a prudência”, Pv 9: 10, no temor está o conhecimento e nele o temor ao Senhor e a salvação.

cláudio pinto pr

Pense: “Não temer a Deus, não livra do seu temível “juízo final”, apenas impede que se veja a verdade e se livre desse juízo. Nábulus, pensador cristão.

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INSPIRAÇÃO az am

Jesus libertou dos demônios um homem oprimido por eles, e ainda cego e mudo, e isto na sinagoga. O fato despertou a ira dos fariseus, que murmuravam o acusando de o fazer em nome do príncipe dos demônios, ou seja, Belzebu. Neste caso, como a enfermidade era ocasionada por um demônio, este ao ser expulso por Jesus, deixou o homem liberto e curado de seus males diante de todos. Este cego e mudo devia estar já no meio deles há muito tempo e nunca ninguém o libertou do jugo que o prendia as cadeias das trevas. Liberto o homem, ao invés dos fariseus agradecerem a Deus por sua cura, todos se preocupavam em acusar a Jesus de o fazer pelo poder de Belzebu e não de Deus. Revelam assim, que já conheciam tal prática, só que operada pelo poder de um demônio, Belzebu, e não de Deus.

Por isso acusam Jesus de o fazer em nome de um demônio, ou seja, da mesma forma que ele viam fazer os servos das trevas as ocultas. O discernimento inicial deles já foi tendencioso, pois revelou a intimidade deles com as práticas malignas das trevas e a distância que tinham do poder de Deus. Assim lançaram juízo de condenação contra Jesus, porém o povo o chamava por “filho de Davi”, um título messiânico, o vendo como sendo o Messias prometido o libertador de Israel. Jesus então usa contra eles um princípio fácil de entender, que para prevalecer um reino tem que no mínimo ser unido, se pequeno ou grande a desunião o enfraquece e a união o fortalece. E revela a todos os fariseus que o reino de Satanás é um reino muito unido entre si, pois esta é a sua única opção para tentar subsistir.

Se Satanás dividir o seu reino, terá derrota certa e decretada antecipadamente e ele é astuto o suficiente para não cometer tal estultícia. Precisa da força de todos os seus asseclas para intentar resistir ao poder e a justiça de Deus. Ainda que entre eles não exista o amor, e se odeiem e se rejeitem, sabem que têm que estar unidos em uma causa comum, para ter um mínimo de chance e vitória. O que Jesus está deixando claro aos fariseus é que Ele é um participante do reino de Deus, e da luz e que nada tem a ver com o reino das trevas demoníacas. Se o que ele diziam fosse verdadeiro o reino demoníaco estaria dividido e enfraquecido , e os alertava ensinando que as coisas não eram assim no unido mundo das trevas.

Nesse contexto pergunta agora no verso 26 aos fariseus que o acusavam: como pode Satanás, expulsar a Satanás dividindo o seu reino? Só o faria com engano e astúcia, para engodar os presentes, e manter o doente em opressão e sob seus domínios. Se houver libertação verdadeira, o reino das trevas está dividido entre si e não pode subsistir, dando a entender que jamais um espirito maligno expulsará a outro em realidade, pois isso dividiria o seu reino. Dissimulam como lhes é próprio, que o fazem, mas na realidade seria apenas uma forma de enganar os seus adeptos. Quando dois concordam em seus maus intentos, sempre andaram juntos, nunca se expulsarão ainda que pareçam fazer isso, veja Am 3:3. Aquele oprimido porém, expulso o demônio, ficou liberto e curado.

Assim deve ser na igreja o reino de Deus, a unidade é fundamental, Jesus quer que sejamos um com ele e com o Pai conforme revela em Jo 17: 11 e 20.

cláudio pinto pr

Pense: “Andarão separados os que estão de acordo? Não, andarão juntos, pois a virtude do acordo é gerar a união”. Nábulus, pensador cristão

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