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Archive for dezembro \29\UTC 2010

Feliz ano novo

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Com mil macacos

Já ouvi dizer que o homem descende do macaco e não concordo com isso, pois o símio talvez não mereça tal pecha. Sendo ele um animal irracional, é antes vítima, como toda a natureza, do pecado do homem, sem capacidade de raciocínio, arbítrio ou qualquer outro valor moral para que obedeça. Quando faz o que julgamos mau, obedece somente sua intuição e natureza, sem nenhuma restrição ou intenção.

Sua atitude é muito diferente da do “homo sapiens” natural, que conscientemente escolhe a prática do mal como forma de conduta e vida, mesmo tendo a opção e o arbítrio para escolher fazer o bem, e com todo o conhecimento da moral. Atribuir ao símio a procedência humana, tendo-o como ancestral do homem, é imputar a ele uma condição de involução a qual não podemos nem de longe provar.

Pelo conhecimento que temos de sua conduta, ele só faz o que é preciso para sua sobrevivência e de sua espécie, sem com isso degradar o seu meio ambiente, nem guerrear contra quem não ameace o seu território.

Nunca ouvimos dizer que Deus se desagradou tanto dos símios que resolveu destruí-los da face de toda a terra por sua maldade e obras más. Se nós evoluímos deles, por que isso um dia sucedeu conosco?

Sabemos que a maioria não crê no dilúvio, acha ser isto uma fábula apenas, também não creem muitas vezes na existência de Deus ou na Bíblia, sua palavra, mas os que não creem nestas coisas são os mesmos que creem cegamente que descendemos dos inocentes símios, tese a que nos recusamos acumpliciar, ao lhes imputar tal peso.

Na verdade o homem foi criado após experiências realizadas com todo o reino animal, ele não é estranho à natureza material, é composto de matéria como todos, e deveria ser a coroa da criação. Porém, recebeu o dote do que é chamado pelo homem de “livre arbítrio” e se tornou o causador do caos da criação, submetendo-a à vaidade conforme narra Rm 8: 20.

O homem natural nunca soube, nem sabe hoje, qual é a sua posição na natureza, não sabe, portanto, de onde veio, quem é, onde está e nem para onde vai. Tendo consciência age de forma inconsciente deixando por onde passa sempre o rastro da destruição. Para conhecer o homem natural é só seguir as pisadas das guerras e da destruição que efetuou

e que são a seu grande legado. A história do homem é escrita com dor, sofrimento, suor e sangue como disse Churchill um dia.

A morte é o vestígio, siga-a e acharás o homem.

Quanto aos símios, continuam de forma inconsciente a obedecer somente a sua intuição.

Cláudio Pinto Pr

 

 

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Calor humano,  frieza espiritual

O natal está chegando, vertiginoso e rápido como um relâmpago.

Antigamente o tempo era mais moroso, e amoroso, ou se curtia mais esse período.

Havia um clima de fraternidade no ar, música típica, uma esfera de harmonia.  Era uma festa familiar cujo objetivo era organizar a ceia, e todas as mulheres queriam dar o seu quinhão de talento, compondo o banquete. Era também, um tempo de reflexão, de recordações e até de muitas lágrimas, lembrando os que estiveram e já não estavam mais.

Enfim a festa lembrava e apontava para Jesus e seu amor à humanidade. A troca de presentes significavam a alegria, e o regozijo, pelo dia do nascer do Filho de Deus entre os homens, replicando os reis magos,  e os cânticos louvavam esse dia, tudo começava no coração de cada um e envolvia o coração de todos num clima de solidariedade e cordialidade cristã fervorosa.

No dia seguinte, todos juntos no almoço para liquidar a fartura da véspera, agora só pelo prazer da convivência e do findar a festa.

A criançada que ganhou presentes os ostentava orgulhosa, e os esquecidos da sorte se entristeciam no olhar, perplexos pela cartinha esperançosa enviada , mas, sem resposta.  Era um tempo de alegria e de tristeza, realização e decepção, tempo de meditação e de votos de renovação.

Hoje, o natal é mais uma gincana ao presente no turbilhão do dia a dia, na ida ao shopping, no amigo secreto, nas lembrancinhas, etc. O marketing tomou conta da data e instituiu o tal Noel como representante do evento, descaracterizando a festa. À formalidade atropelou o  espírito natalino, Jesus foi esquecido, ou olvidado pelo consumo, assim  cessaram as cantorias e as serenatas nas ruas, findou-se o romantismo.

Tudo corre rápido como o vento, pois é preciso vender e repor o estoque, investir e recuperar, e tempo significa dinheiro. Após será o ano novo, depois o carnaval, a páscoa com seus ovos e coelhos, o dia das mães, dos pais, das festas juninas, das crianças, e tantos mais que, num torvelinho desenfreado de marketing vão nos rodopiando de evento em evento, semi-inconscientes,  não carregando, mas sendo carregados, rolamos.

Tudo passa célere,  e o natal está chegando mais uma vez, rápido como um relâmpago.

Há,…. em tempo, Jesus nasceu, feliz natal para você!.

Cláudio Pinto Pr

 

 

 

 

 

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Quando Jesus diz que está a porta a bater, para se ouvido e tendo a porta aberta, entrar e cear conosco e nós com ele, estaria se referindo a não estar presente na ceia atual?   Será que no final dos tempos, que cremos vivemos hoje, o Senhor já não considerará a cerimônia memorial de sua volta, efetuada entre nós na igreja, como válida? Se considera válida,  porque diz ansiar comer conosco?

Se hoje não falamos de sua vida, morte, e ressurreição, nem de sua elevação, nem  do futuro  arrebatamento da noiva, nem de sua volta visível a terra, se não ansiamos por ela e nem nos lembramos do que quer dizer “maranata”, o que fazemos não é um memorial, mas apenas uma tradição entre nós, uma festa sem muito sentido, apenas replicando a ceia efetuada no cenáculo antes da cruz.

Muitas vezes, essa cerimônia não obedece sequer às instruções bíblicas, observando a sua seqüência correta, se inovando e servindo o vinho antes do pão, se molhando o pão no vinho, se servindo somente o pão, ou somente o vinho, numa festa de criação e de novidades alienadas da Bíblia.

A ceia é um memorial efetuado para anunciar ao mundo que estamos na mesa, esperando a Jesus, que a deixou para ir até a cruz, ali ser morto, e após três dias ressuscitar, subir ao céu e se assentar à direita de Deus, e com todo o poder, dali voltar para nós servir, e cear conosco, nós que o aguardamos na mesma mesa de onde ele um dia saiu, testemunhando assim a nossa fé e revelando ao mundo o motivo de nossa esperança. A ceia, além de uma festa, é um tribunal, nele somos julgados, e preciso discernimento e temor. 1Co 11: 28, 29.

Se já não temos conhecimento dessas coisas, ou se já não lhe damos mais a devida importância, se ao comer o pão não o fazemos em santidade e nem participamos da sua morte, e ao beber o fruto da vide não participamos de sua ressurreição,  se achamos que são apenas costumes e fábulas, como creremos naquilo que não vemos, ou seja a sua volta. Ouviremos a voz de Jesus e a reconheceremos para lhe abrirmos à porta? Será que a reconheceremos, e lhe abriremos a porta?

A voz de seu líder, eu sei que você conhece sobejamente, mas, e a voz de Jesus?

Quem ouve a voz de Jesus, a Ele segue, conforme  Jo 10: 27, você segue a Jesus?

Será que o Filho do homem ao voltar achará essa fé genuína entre nós na terra, a fé que vem pelo ouvir e ouvir a palavra de Deus?  (Rm 10: 17)

Cláudio Pinto Pr

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A estrela de Belém

Os três reis magos

O canal a cabo Discovery Science mostrou um documentário, onde pesquisadores descobriram estar o calendário cristão incorreto em relação a realidade, para sabermos o tempo correto dos acontecimentos precisamos retroceder cinco anos em relação a data atual.

Assim Jesus teria nascido cinco anos antes do tempo que hoje contamos como 2010.

A mesma pesquisa chegou a conclusão pelos cálculos que fez que Jesus teria nascido no dia 17 de abril, pois todos sabemos que a data de 25 de dezembro, dia dedicado pelos romanos ao deus Sol, e convencional e não real.

Baseado nisso, usaram um programa astronômico de computação que retrocedeu no tempo mostrando o aspecto da abóbada celeste nos tempos do nascimento de Jesus. Descobriram então que os reis magos, que eram astrólogos e, portanto, conhecedores do mapa estelar, e também interpretes de sonhos – a palavra magia vem de magos – e que tinham conhecimento das profecias sobre o Messias, buscavam a sua estrela nos céus, Mt 2: 1 e 2.  Estes magos, que segundo as pesquisas eram um jovem, um adulto, e um idoso, chegaram a Belém trazendo ouro, incenso, e mirra, oito meses após o nascimento de Jesus, pois a distância que percorreram era grande, o que ocasionou a ordem de Herodes para que matassem todas os meninos de até dois anos de idade.

Nesse tempo surgiu nos céus em destaque o planeta Júpiter o qual teve o seu trajeto rastreado pelo programa  e sua reprodução confirmou exatamente o relato bíblico, ele estava sobre o céu da região e se deslocava a cada dia sendo seguido pelos magos, e executou até mesmo a aparente parada da estrela sobre Belém, Mt 2:9. Este fenômeno ótico ocorre devido a posição dos astros e a movimentação celeste.

Para eles ficou claro ser a estrela de Belém, uma grande e destacada luz que se movia no céu e que na verdade era o planeta Júpiter em grande destaque.

Lembramos que o planeta Júpiter é o grande escudeiro da terra, e que a protege, pelo seu tamanho, força gravitacional, e posição em relação a nosso planeta, atraindo asteróides errantes de grande tamanho que poderiam se chocar com a terra.

É muito interessante e importante ver a ciência ou pesquisadores, mesmo que teoricamente, comprovar relatos da Bíblia.

Cláudio Pinto Pr

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Feliz Natal a todos

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