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Archive for agosto \25\UTC 2018

 

As 2 Arvs

Existe questões levantadas por leitores da Bíblia, em geral descrentes, que a interpretam de forma histórica apenas e assim não conseguem alcançar as coisas espirituais e perguntam de forma irónica e até com suspeição : Porque Deus não queria que o homem pudesse adquirir sabedoria?” Na verdade suspeitam que Deus tivesse algum motivo oculto para temer isso. Não se apercebem que seguindo este raciocínio insidioso, se cumpliciam a serpente repetindo a mesma suspeita levantada por ela contra Deus em Gn 3: 5.

No jardim existiam muitas árvores e todas eram boas e frutíferas e Adão podia comer delas “todas livremente”, até mesmo da árvore da vida, citada em Gn 2: 9, sem haver nenhuma restrição, por serem todas benéficas a ele. A suspeição maligna impede que a bondade de Deus em colocar tantas árvores frutíferas e boas a disposição do homem seja vista, e só se possa enxergar através de uma visão maliciosa e contaminada pelo mal.

A resposta é obvia: Deus só proibiu comer de uma única árvore do jardim, justamente por que sabia que ela era maligna e continha o conhecimento do mal, que o homem não tinha em si ao ser concebido e criado, Gn 1: 31. Ela trazia em seu fruto a morte, devido ao pecado da desobediência e a posterior transgressão . Deus só permitiu aquela árvore no jardim para mostrar ao diabo que não impedia o homem de pecar e de desobedecer, porém o mínimo a fazer seria o advertir do perigo em adquirir o conhecimento do mal, ao comer do fruto da tal árvore. Portanto, Deus só o prevenia contra o adquirir o conhecimento do mal o qual só lhe traria perdas. Hoje o mal domina a toda a humanidade conforme está em 1Jo 5: 19.

Essa pergunta é inspirada pela mesma serpente que enganou a Eva, que após induziu a Adão a que também comesse do tal fruto maligno e por isso proibido. A única lei que Deus colocou no jardim foi desobedecida e por isso houve a transgressão citada em Rm 4: 15. O conhecimento do mal entrando no homem pelo pecado, Rm 5: 12, daria início ao processo de degeneração física de suas células pela oxidação, que envelheceriam e desencadeariam na morte que está em Gn 2: 17, citada como o “morrendo morrerás”. Esse mal após passaria a todos os homens conforme Rm 5: 12, pois Adão era o ancestral único e inicial da raça chamada humana e geraria a partir daí, filhos a sua imagem como está em Gn 5: 1 e 2, o que acabou ocorrendo e explica o porque de tanta malignidade na história humana.

Deus é o criador da vida, é Deus de vivos e não é de mortos, conforme diz Jesus em Lc 20: 38, criou o homem para viver e não para morrer, Adão escolheu conhecer o mal e morrer, e infelizmente o mal predomina no mundo até hoje 1Jo 5: 19. Quando você chorar a morte de seus queridos lembre-se: foi a serpente quem introduziu a morte no mundo e não Deus, a quem normalmente todos culpam em especial os sem o devido conhecimento.

Deus , em sua infinita bondade, não desistiu de seu plano de Gn 1: 27, de ter como seu auxiliar o homem Senhor e dominador da terra, o qual seria a sua imagem e semelhança, e se tornaria imortal o que já foi consumado em seu Filho Jesus Cristo, o último Adão de 1Co 15: 45, o qual trouxe de volta a vida eterna a quem o recebe e crê naquele que o enviou, Jo 5: 24.

Deus quer que o homem viva ainda hoje, e não se vingou do homem pela falta de fé e pela desobediência , antes, enviou seu Filho Jesus para que pela sua morte em pagamento do preço do pecado desse vida a todos que nele cressem conforme Jo 5: 24. Jesus tem vida em si mesmo como o tem o Pai, e a pode dar a todos os que o recebem como sendo o seu Salvador pessoal, pois pagou o tal preço por todos ao dar a sua vida na cruz, conforme diz Jo 5: 26.

O homem pecador, e sem harmonia com Deus, foi lançado fora do jardim de volta a terra da qual fora formado, para a lavrar como um servo conforme Gn 3: 23, e sem poder comer da “árvore da vida”, Gn 3: 23 e 24. O homem está até hoje espiritualmente morto e morrendo fisicamente a cada dia. A morte é algo que o homem entende como inevitável , mas não a aceita, pois lhe é alheia, pois não foi criado para morrer. O homem mortal precisa de alguém que o ressuscite espiritualmente para que possa ser eterno, e esse alguém é Jesus Cristo.

Jesus é o homem a imagem e semelhança de Deus o Pai, Jo 10: 30, e o Senhor, e tem todo poder no céu e na terra, Mt 28: 18, e tem as chaves da morte e do inferno, Ap 1: 18, e da vida a quem quer viver eternamente conforme Jo 6: 40. Você quer viver? Torne-se Filho de Deus em Jesus Cristo e viva eternamente. Jesus é hoje a árvore da vida no meio do jardim que hoje é a sua igreja, conforme Mt 16: 18. Coma desse bom fruto e dê frutos também.

Pense: “Se você que ser nova criatura, Jesus é o autor da nova criação de Deus, Cl 1 14 a 16”, deixe que Ele te recrie para que sejas eterno.

cláudio pinto pr

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MM 2017 -   M f do m

Quando ocorreu a fundação do mundo citada em Mt 25: 34 e Ap 17:8 e 24 por exemplo. Muitos confundem os termos, “terra e mundo” como se fossem sinônimos, mas não o são. Terra é o nome dado ao planeta em que vivemos, e que existe muito antes que os seres humanos fossem criados e se multiplicando ocupassem muito de sua superfície onde estão também todos os animais e onde estão também os oceanos. Antes do homem existir , o planeta terra girava solto no espaço ao redor do sol, ninguém ainda imaginava que um dia em seu deslocamento carregaria sobre si o homem e seu maligno sistema chamado mundo.

Mundo, se refere somente a humanidade, a um sistema político, social, religioso, filosófico e econômico, que nada tem a ver com Deus, Jo 17: 14 e 15, e 1Jo 2: 15 a 17. Deus queria que o homem em harmonia com Ele enchesse a terra de filhos santos e abençoados e que fossem a imagem e semelhança dEle o Criador, Gn 1: 28, e esse sistema não se chamaria mundo, seria o “paraíso na terra”. Esse era o plano de Deus em harmonia com Adão e sua companheira Eva, antes do pecado. O mundo existente hoje é perverso, não sendo um projeto de Deus.

O mundo teve início no dia em que o homem pecou se cumpliciando com a serpente, e sendo expulso do chamado jardim, (paraíso) conforme Gn 3: 23 e 24. Ali vivia em harmonia com o Criador, e saiu para viver a sua própria vida, agora independente dEle e fora do Paraíso no Éden. Nesse dia, e com o casal Adão e Eva em pecado, se iniciou o sistema que conhecemos como “mundo”, no qual predomina o mal o qual tem domínio sobre a humanidade , veja isto em 1Jo 5: 19, e no qual todos nascem a imagem e semelhança de Adão, conforme Gn 5: 3. Esse sistema cumpre um propósito maligno de encher a terra de homens maus, vaidosos e corrompidos e prontos a afrontarem a Deus, isto a revelia do plano original de Deus. O maligno sabia que dominados pelo mal, um dia os homens se auto destruiriam como ele queria. O inimigo sempre almejou tomar o lugar de Deus, veja Is 14: 14, e conta com a cumplicidade do homem para isso, se pudesse conseguir o seu intento, a sua atitude seguinte seria eliminar a raça humana totalmente, pois esta agora para mais nada lhe serviria. A história registra através das guerras, e desgraças constantes, quem é o inspirador dessa rebeldia e maldade humana, e que da ao homem o desejo insano de poder e de eliminar adversários.

Deus porém, nunca desistiu de sua criação e de seu projeto original para a terra, Sl 24: 1, e prometeu que um dia restauraria o homem caído e pecador, através do Filho nascido da mulher conforme Gn 3: 15, e veja que prometeu isso antes da fundação do mundo estando o homem com ele ainda no Éden. O Filho, sendo gerado por Deus na terra, nunca pecou, e foi morto, e ressuscitou, subindo aos céus e com todo o poder nos céus e na terra, Mt 28: 18, de lá voltará e fará ainda no porvir um novo céu e uma nova terra, onde habita a justiça, 2Pe 3: 13 e Ap 21: 1 a 3, e então a terra será cheia de homens santos e obedientes a Deus vivendo em plena harmonia com o Criador como ocorria no Éden.

Jesus que não era do mundo , e declarou isso sempre , Jo 14: 30, sendo o Filho de Deus, veio ao mundo para salvá-lo e vencê-lo, conforme Jo 16: 33 e 1Jo 2: 16. Está revelado que tudo que está no mundo não é de Deus o que é confirmado em Jo 17: 14 e Tg 4:4 e a comprovação do que dizemos até aqui. Portanto, antes do pecado não havia mundo, mas o paraíso, e este sistema que previa a harmonia entre Deus e o homem, Criador e criatura, e que se estenderia por toda a terra, mais o pecado deu origem a “fundação do mundo” que vigora até hoje e cujo primeiro personagem Caim, matou a seu irmão Abel por ciúme. Quando Jesus voltar esse sistema chamado mundo findará, dando lugar ao reino milenar de Cristo na terra, como em Mt 13: 39 e Ap 21: 1 e 2. O mundo é seu príncipe nada têm a ver com Deus e com Cristo.

Nesse tempo, o Diabo estará preso no poço do abismo conforme Ap 20: 1 a 3, o que pôs fim ao chamado sistema mundano e maligno, de Mt 25: 34, pois Jesus estará reinando em Jerusalém sobre toda a terra, a igreja será revelada como reis e sacerdotes no reino milenar, em pena harmonia com Deus o Pai, e o mundo e as suas concupiscências já terão sido sepultadas no passado, bem como também os seus malignos inspiradores.

cláudio pinto

Pense: “O homem sem Deus “fundou” o mundo, e Jesus Cristo homem o Filho de Deus, “findou” o mundo”.                   Nábulus, pensador cristão

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s as águas

Jesus veio para cumprir a lei e disse que nem um til ou jota cairia da lei sem que fosse cumprido, isto em Mt 5: 17 e 18 e o consumou conforme Jo 19: 30. Jesus, aceito como sendo o Filho de Deus unigênito na terra, deve ser visto como a maior autoridade na interpretação da palavra e dos mandamentos de Deus e ser acatado como o enviado do Pai e aceito em suas determinações totalmente. Caso contrário, resta então uma opção, não aceitar e o colocar numa condição inferior ao Pai e só obedecer o que diz o Velho Testamento, recusando assim o espírito da graça de Jesus cristo e a sua salvação e se salvar por méritos próprios cumprindo a lei.

O sábado é um sinal eterno entre Deus e o povo de Israel, como lembrança de que foram tirados com mão forte da servidão do Egito, Ex 31: 12 a 18, Dt 5: 13 a 15, pois ali como escravos, não tinham dia de descanso algum. A escritura também revela que os Israelitas eram tidos por Deus como um povo obstinado a pecar e logo se esquecer de tudo o que Deus lhes havia proporcionado, Sl 78: 7 e 8. Por isso o sábado foi instituído, para que o “dia de descanso” os lembrasse da servidão do Egito, sem descanso, e isso fosse um diferencial, e que ao menos por um dia na semana se lembrassem das bênçãos de Deus e o reverenciassem, ainda que isso fosse feito de forma legal, através da lei e não da livre dedicação do povo.

Se o aceitamos como o Salvador do mundo conforme Jo 4: 42 e 1Jo 4: 14, e a ele que devemos obedecer em suas ações, pois ele é a verdade o caminho, e a vida conforme Jo 14: 6, e ninguém vai ao Pai senão por ele. Alguém se salvou por guardar o sábado na lei? Rm 3: 10, 20 e 23 e Tg 2: 10 dizem: “ninguém se salvou” Jesus guardou o sábado quando manifestado na carne e no mundo? Jesus não guardou o sábado Mt 12: 10 a 12, fazia o bem também nesse dia, era lícito. Jesus não confirmou o quarto mandamento, porque ele é o sábado, Mc 2: 27 e 28, Jesus é o dia do descanso de Deus. Os que andavam com Jesus o servindo todos os dias estavam livres de guardar o sábado, como os sacerdotes do templo que serviam a Deus todos os dias também estavam, e mesmo Davi, homem segundo o coração de Deus, veja Mt 12: 1 a 8 e Mc 2: 23 a 28.

Jesus quer misericórdia e não sacrifício Mt 9:13, 12: 7, e o sábado é sacrificial, veja Lv: 23: 26 a 32, a lei já dizia isso, também em 1Sm 15: 22 e Os 6: 6. Jesus, que foi o sacrifício aceito por Deus, e Hb 10: 12, que substituiu o sacrifício pela misericórdia, e o amor é o maior dos mandamentos, amor a Deus e a todos os homens. Jesus, o único a cumprir a lei, confirmou 9 dos 10 mandamentos nos evangelhos, menos o quarto deles como segue: 1 – Lc 10:27 e 1Co 6: 4 e 6 2 – 1Jo 5:21 – 1Co 10: 14 3 – Mt 5: 33 a 37 e Tg 5: 12 4 – ? ? ? 5 – Mt 19: 19 – 15: 4 Ef 6: 2 6 – Mt 19: 18 e Rm 13: 9 7 – Mt 19: 18, Rm 13: 9 8 – Mt 19: 18 e Rm 13: 9 9 – Mt 19: 18 e Rm 13: 9, Mt 5: 27 e 28 10 – Rm 13: 9 e Mt 5: 28

O cumprimento da lei é o amor: Rm 13: 8 a 10 – Gl 5: 14 – Rm 8: 1 e 2 – Jo 15: 12. O único sacrifício que salva é que foi aceito por Deus, HB 10: 12, é o de seu Filho Jesus Cristo conforme Hb 13: 15 – 1Pe 2: 5.

O concílio de Jerusalém ao final não menciona o sábado, se fosse importante para a salvação teria sido confirmado pelos apóstolos reunidos, veja At 15: 28 e 29. Os evangelhos que anunciam a Jesus e a salvação não confirmam a guarda do sábado, Mc 16: 15 e 16 – Mt 28: 19 e 20. Jesus, e quem estará conosco todos os dias até a consumação dos séculos.

Jesus, o Cordeiro de Deus sem mácula nem ruga alguma, e que tira o pecado do mundo, Hb 9: 26, o único que cumpriu a lei, Hb 10: 12, não guardou nem confirmou o sábado na graça. O sacrifício na lei, cobria o pecado, as não podia tirá-lo, o empurrava para baixo do tapete, Jesus tirou o pecado do mundo. O que ocorre é que nós em nossa vã pretensão temos muita dificuldade em aceitar que Jesus é suficiente para nos salvar, e de graça, assim querermos ter algum mérito, alguma participação pessoal na nossa salvação de alguma forma. Descansemos disso em Jesus o amando em santidade, pois Ele é o nosso sábado e o nosso dia de descanso eterno.

*Sendo o sábado do descanso de Deus e nunca pecando, At 2: 24, foi o único sacrifício aceito por Deus em todos os tempos, na lei e na graça.

Pense: “Sendo o sábado de descanso de Deus, Jesus guardou-se a si mesmo”. Nábulus pensador cristão

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Em Gênesis o Criador, após cada etapa finda, declarou que tudo era bom, Gn 1¨10, Primeiro criou a erva verde as árvores frutíferas e só após os animais, e ordenou que todos os vegetais criados seriam para alimentação deles. Na ordem, primeiro Deus criou a manutenção e só após os que deveriam ser mantidos, o canibalismo não fazia parte da criação. Por isso a criação da vida no Gênesis começa na terra apta a gerar vida vegetal variada, Gn 1: 11, e não nas águas. Tendo sustento, todos os animais conviveriam pacificamente e sem ameaças. E foi observando o canibalismo entre uma vespa e uma lagarta, o qual não faz parte da criação original de Deus, que o homem se inspirou para propor a existência da “seleção natural”. Se cumpriu o que está no Sl 42:7, que diz “um erro leva sempre a outro erro ”. Observando o mal que foi introduzido pelo homem no mundo, Rm 5: 12, que o homem resolveu que não havia a criação, pois o canibalismo, que é resultado da ação deletéria do homem, Rm 8: 22 e 23, foi que tornou Deus mal a seus olhos invertendo os valores e o levando a julgar a Deus. Por isso Deus diz: “a imaginação do homem é má desde a sua meninice”, Gn 8: 21.

Existindo o canibalismo que é resultado da ação humana na criação, Gn 2: 17 e 3: 6, a “seleção natural” seria uma consequência disso, pois o mal dominando a criação a foi tornando cruel e nociva e o aniquilamento das espécies faz parte do plano diabólico de destruição da criação que vai chegar até o homem conforme disse Jesus em Mt 24: 22. O que Deus chama como a entrada do pecado e da morte no mundo o homem chama de “seleção natural”, e assim o segundo erro no caso é bem maior que o primeiro e vemos “um abismo chamando outro abismo”, e quantos por essas ideias já caíram nele indo a perdição eterna.

Por isso a criação e a evolução são incompatíveis, e não podem caminhar paralelamente. A “seleção natural” justifica o mal e a predação , por ter a natureza como amoral, mas que ocorre de forma cruel em especial entre os irracionais, mas que não é alheia aos humanos que também se aniquilam para permanecer. Isto é tido como natural pelos que nela creem, e da todo respaldo aos famosos e abomináveis conceitos humanos do “quem pode mais chora menos, e o mundo é dos mais fortes e mais espertos ”, que tendem a ficar.

Na criação bíblica, tudo começou na terra e não nas águas exatamente porque o Criador não queria o canibalismo e a antropofagia entre os seres criados tanto que lhes proveu de todo o tipo de fruto vegetal para que se alimentassem e convivessem pacificamente lado a lado sem que um fosse uma constante ameaça a existência do outro. Porém, a Bíblia narra que o homem, após perder a fé, optou por desobedecer e pecar e assim introduzir no mundo a semente do mal e a morte, o que foi degenerando a criação original a ponto de Deus declarar que se arrependera de ter criado o homem, Gn 6: 6, e se propor a destruir toda a vida que estava sobre a terra num dilúvio universal, Gn 6: 13 e 17, e começar tudo de novo a partir de Noé. Somente após o diluvio e que Deus permitiu que os seres criados e agora caídos, pudessem se alimentar de forma canibal, Gn 9: 3, isso até que o pecado o mal e a morte , sejam extirpados de sua criação o que demandaria tempo . A morte já tem seu fim anunciado em 1Co 15: 27, é o último inimigo de Deus e será derrotada, e com ela a tal “seleção natural”. No fim serão aprovados a permanecer aqueles que Deus o Criador tiver como aptos, Ap 21: 3.

No caso Deus teria falhado na criação? Não, o desastre veio devido a Deus ter criado o homem com livre arbítrio e ter respeitado esse dom que lhe dera, o qual usando dessa liberdade se cumpliciou a serpente e juntos em conluio, introduziram o mal na criação divina o qual domina o mundo até hoje, conforme 1Jo 5: 19. A seleção natural é o fruto da desobediência humana na natureza , a qual afastou o homem de Deus, o Criador, veja sobre isso, Rm 5: 18 e 19.

Hoje quando vigora a injusta e a maligna lei do mais forte na natureza, a famigerada “seleção natural” a qual faz da vida animal e humana na terra uma verdadeira tragédia diária, pois sob o domínio do mal uma vespa introduz seus ovos no corpo de uma lagarta para que sua prole ao eclodir se alimente de seu hospedeiro ainda vivo, e uma águia fura os olhos de um coelho vivo e lhe arranca do peito o coração, uma hiena arranca nacos de carne de sua presa sem a matar, e os chacais e os lobos dilaceram suas presas paralisadas pelo medo e terror, sem falar no que fazem os tubarões, crocodilos e as bestas feras da terra, inconscientes do mal e lutando pela sobrevivência. A tão decantada “seleção natural” ocorre também entre os humanos com os mais fortes varrendo da face da terra povos e culturas inteiras por as ter considerado como mais fracas e assim indignas de continuar. Estas coisas deixam evidentes quem é o deus que as rege e as inspira em cumplicidade com os que o obedecem , até que sejam banidos, e toda a criação então volte a harmonia original e boa, como foi criada e está narrada pelo Deus Criador da Bíblia, em Gênesis. O fim do mal e da morte será ainda o fim da “seleção natural”. Deus vai pegar o sábio em sua sabedoria , conforme 1Co 1: 19 a 28.

Quando o homem voltar a ser bom, e até muito bom, como foi criado por Deus e esta narrado em Gn 1: 30, então toda a natureza será libertada do sofrimento na qual está submetida hoje devido ao mal, será livre da cruenta e perversa “seleção natural”, que justifica a evolução, veja Rm 8: 21 a 23, e haverá paz e harmonia e “elevação espiritual” nos que creem em Deus e harmonia em toda a criação e na terra conforme revela o profeta Isaias em Is 11: 6 e ¨5: 25. Não creia sem ler, leia os textos e depois tire as suas próprias conclusões.

cláudio pinto pr

Pense: “ A seleção natural é a prova de que num sistema maligno, o mais forte sempre supera o mais fraco o eliminando, por isso acabará eliminada. Nábulus, pensador cristão

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