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Archive for janeiro \30\UTC 2016

juizo SH8 V

Ao ler a Bíblia muitas vezes confundimos tribunal e juízo, como sendo coisas semelhantes, mas no contexto, elas têm um sentido definidamente diferente.

Quando a Bíblia fala em tribunal, fala em julgamento, mas quando fala em juízo se refere a algo já determinado e que somente precisa ser cumprido ou executado. Como exemplo, vamos citar Sodoma e Gomorra. A acusação contra as duas cidades já havia chegado até diante de Deus, e Deus determinou que os anjos fossem ao local e que constatando serem verdadeiros os fatos citados, as cidades fossem destruídas Gn 18: 20 e 21, era um juízo sobre elas. E assim foi, Gn 19: 13. Ao sair da cidade os anjos levaram a família de Ló e alertaram que ninguém olhasse para trás, Gn 19:17, para não fazer parte do mesmo juízo, a mulher de ló olhou, e não foi julgada, mas somente sofreu o juízo, sendo imediatamente transformada em estatua de sal, Gn 19: 26, sem nenhum tempo para defesa.

Da mesma forma quando Moisés entrou em contenda com Coré, Datan e Abirão, e pede que eles se reunam com suas famílias diante de suas tendas, eles esperavam talvez um debate das razões de sua rebeldia, mas o que sucedeu foi somente um juízo, com a terra abrindo a sua boca e os tragando antes que falassem, Nm 16: 31 a 33. Portanto, juízo na Bíblia não é julgamento é apenas a execução da sentença, da decisão já previamente tomada e já determinada. Por isso é dito: “trate com o seu adversário enquanto estas a caminho”, Mt 5: 23 a 25, ou seja, acerte as coisas em vida com Deus, para não ter que ao final dela comparecer diante do juiz e de seu juízo.

Já o tribunal contempla, a acusação,(promotor) a defesa, advogado, as testemunhas, de defesa e de acusação, o júri que vai deliberar o veredito absolvendo ou condenando, e o juiz, a autoridade maior que vai promulgar a sentença final. O tribunal julga os fatos ouvindo a todos, e ao final delibera o veredicto, culpado ou inocente, o juíz determina qual a sentença a ser cumprida.

Como a justiça humana é imperfeita, Is 64: 6, existem muitas instâncias de recursos a serem percorridas para se conseguir a revisão da sentença, porém a justiça de Deus é perfeita e uma só condenação é já a definitiva.

Portanto quando falamos em Tribunal de Cristo, falamos em julgamento, porém sem a condenação, isto por falta de acusação e acusadores, conforme Rm 8: 1 e 2, pois Jesus já pagou o preço pela alma de todos que ali comparecerem e assumiu as suas culpas. Quando porém, a Bíblia fala de juízo, fala de promulgação de sentença e de execução sem nenhuma alternativa de defesa, que cremos é o que vai ocorrer no chamado “juízo final” de Ap 20: 15 a 20. Quem comparece ao “juízo final”, já foi julgado antes e ali só recebe a sentença condenatória. Na dúvida, pode atestar justiça desse juízo determinado, por poder constatar no ato que seu nome não estava escrito no livro da vida do Cordeiro, ali aberto como testemunho, conforme Ap 20: 15.

“Acerte o seu passado com Deus, pois assim fazendo estará acertando também o seu futuro eterno.                 Nábulus, pensador cristão.

cláudio pinto

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images SH8 V

No livro do Apocalipse no capítulo 20 versos de 11 a 15, que fala sobre o juízo final, está citado no verso 12, que se abriram os livros, são vários livros, diante de um livro único, especial e determinado, que é o “livro da vida do Cordeiro”. Qual eram os outros livros antes abertos e também citados no juízo final?

Creio que a própria palavra responde. É dito no final do versículo que: “os mortos foram julgados pelas coisas que estavam escritas nos livros, segundo as suas “obras”. Portanto, são os livros que registram as obras dos que são julgados, os quais se referem a cada área da vida dos réus de juízo, como: palavras, pensamentos, intenções, segredos, desígnios, etc.

Neste texto nos ateremos somente a um desses livros que estão abertos diante do tribunal do juízo, que é o que registra cada palavra dita durante a existência de cada um dos julgados, como diz Mt 12: 36 e 37. É o “livro das palavras”.

No juízo final, ao contrário dos que muitos pensam, entendo que ninguém terá a oportunidade de falar para se defender, pois ali não ocorre um julgamento, mas sim é somente é pronunciado um juízo já determinado. Portanto, não consta a presença de um advogado defendendo a cada um como ocorre num tribunal, e está em 1Jo 2: 1, antes, há somente um livro, o da vida do Cordeiro, que caso o nome do réu esteja nele, o livra do que está escrito nos demais livros de obras de cada um. Essa parece seria a única defesa contra o juízo pronunciado, o nome estar escrito no livro da vida do Cordeiro, Jesus Cristo, ali presente e aberto.

Para os fieis salvos, hoje é importante saber que cada palavra que dissemos durante a nossa vida também foi registrada num livro, porém como com a nossa boca fizemos a declaração de fé publica em Jesus Cristo como Salvados pessoal, isso nos coloca nominalmente no livro da vida do Cordeiro e nos livra do juízo final, pois seremos julgados antes no tribunal de Cristo, como salvos e justificado por Ele, que é o nosso advogado como dissemos estar em 1Jo 2: 1.

A saída e, você hoje com a tua boca declarar por palavras o que está em Rm 10: 9 e 10, fazendo a sua pública declaração de fé, pois é com a boca que se faz confissão para a salvação. Então, por suas palavras o seu nome estará escrito no livro da vida do Cordeiro, o livro especial dos salvos, e você não estará no juízo final, pois Cristo já terá te julgado no seu tribunal como está em Rm 14: 10 e 2Co5:10, onde ao contrário do juízo final, não há condenação por não haver acusação, conforme está em Rm 8: 1 e 2, e só são julgadas as obras de cada um, para vergonha, prêmio ou galardão, e não é julgada a pessoa já salva por Jesus, conforme 1Co 3: 12 a 15. Jesus nos defende, não nos acusa nem nos condena.

Você já tem um advogado que te defenda e te livre do juízo final? É hora de crer no coração e de fazer confissão com a boca para salvação, conforme Rm 10: 9 e 10.

Pense: “Se confesso Jesus diante dos homens, ele me confessará diante do Pai”, conforme diz Mt 10: 32.

cláudio pinto pr

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B x M SH8 V

Em Mt 10: 1, está escrito: “E chamando seus doze discípulos, deu-lhes poder sobre os espíritos imundos, para os expulsarem, e para curarem toda a enfermidade e todo o mal”.

Até Jesus se manifestar em carne no mundo pouco se sabia sobre existirem demônios e sobre a sua atuação. Se olharmos o texto do velho testamento, facilmente concluiremos essa verdade, onde somente Davi sabe como os combater. A manifestação de Jesus no mundo mexeu com as estruturas das forças das trevas, que atuavam no planeta e se mantinham ocultas, mas que agora eram por ele reveladas abertamente e expostas para que todos vissem seus malefícios no homem, Mt 8: 16.

Essas forças demonstraram até um certo desespero ao perceberem que seu tempo começava a se cumprir ao verem frente a frente e em carne, aquele que era desde a eternidade com Deus e revestido de autoridade sobre eles.

Na verdade todo o poder sobre as forças das trevas estava sobre Jesus, e ele sozinho começou a demonstrar como se desarraigavam essas forças que oprimiam o homem, ainda que os homens, nem sequer soubessem que está era a origem de seu mal.

Agora Jesus chega a um momento crítico de seu ministério que é o de delegar esse poder a seus discípulos, no instante em que os envia a manifestar as boas novas e crendo que eles já estão preparados o suficiente para praticá-la publicamente sem serem envergonhados como aconteceu com os filhos de Sceva em At 19: 13 a 16.

Isso nós mostra uma coisa grandiosa, ou seja, que o poder pode ser delegado por aquele que o tem, desde que este determine que isso seja necessário. E Jesus determinou que além de libertar os cativos da opressão demoníaca, os discípulos ainda teriam poder para curar enfermidades produzidas por essas forças malignas nos oprimidos.

E eles foram e voltaram espantados com o poder que se manifestou através deles, poder esse delegado por Jesus através do Espírito Santo, conforme Lc 10: 17.

Pense: “Jesus não veio apenas para demonstrar o poder de Deus aos homens , mas também para delegar esse poder aos que nEle criam”. Nábulus, pensador cristão

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Cópia de Slide5

Nesta passagem, apesar da nobreza espiritual de João e de Jesus, vemos existir uma certa disputa ou rivalidade entre os seus discípulos, que é comum e própria aos humanos, pois não cremos fosse incitada por eles como líderes. Aconteceu que os discípulos de João questionaram a Jesus do porque de, eles discípulos de João e mesmo os fariseus jejuarem e os discípulos de Jesus não fazerem esta prática.

Jesus lhes responde: “podem por ventura os filhos das bodas andar tristes enquanto o esposo está com eles?”

Na verdade, Jesus está mudando as coisas, pois ele veio cumprir a lei para que os que o receberem sejam livres da lei e suas ordenanças. Isso não significa que o jejum da lei não deve mais ser praticado na graça, mas o que muda é o foco dessa prática.

No velho testamento haviam motivos específicos para se jejuar, por luto, por lutas, por tristeza, por livramento, por pactos, etc. O jejum na lei era um sacrifício pessoal oferecido a Deus buscando algum tipo de socorro, ou uma demonstração externa de tristeza como no caso do luto por morte e por arrependimento.

Na graça, o jejum tem o caráter de abstenção pelo material se buscando na carne, uma melhor condição de espiritualidade. O jejum na graça pode ser uma dedicação feita apenas para agradar a Deus, ou ainda por alguma graça ou dádiva que se busque, ou por alguém, ou por uma situação, ou por um livramento. Portanto, o jejum na graça (sacrifício) tem um foco diferente do jejum praticado na lei.

Jesus revela que quem está com o esposo não pode estar triste, e os seus discípulos estavam constantemente com ele, mas sem o esposo jejuariam pela falta do esposo, portanto os seus discípulos não jejuavam por estarem com ele presente , mas nos hoje, sem o esposo que está nos céus reinando a destra de Deus, jejuamos para buscar a sua presença em espírito e para demonstrar o nosso desejo intenso pela sua volta. Não temos o esposo, portanto, em espirito jejeuamos e nos aproximamos dele.

Pense: Jesus disse: “misericórdia quero e não sacrifício”, então mesmo o jejum deve ser feito motivado pelo amor.” Nábulus, pregador cristão

cláudio pinto pr

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A nuvem – At 1: 9

Jesus olhando o mundo II SH8 V

Neste verso de At 1: 9, é dito que Jesus em sua ascensão ao céu foi oculto aos olhos dos homens por uma nuvem, antes de ser anunciada a sua volta At1: 11.

No velho testamento a nuvem acompanhava o povo de Deus Ex 13: 21,22, e estava presente na travessia do mar vermelho, Ex 14: 19, e manifestava a glória de Deus no propiciatório e no templo, Lv 16: 13, 1 Re 8: 10 e 11. Todos os israelitas estiveram debaixo da nuvem e foram batizados em Moisés, na nuvem e no mar, conforme 1Co 10 2 e 3 e o Senhor disse que habitaria em uma nuvem 2Cr 6: 1. Elias viu uma pequena nuvem do tamanho da mão de um homem a qual cumpriu o propósito de Deus que embebeu a terra com um grande chuva, após três anos e meio sem chuvas, 1Re 18: 44 e 45.

A nuvem é leve, sem forma definida, flutua, e transparente, e branca como a luz, e abençoa a terra com suas águas a fertilizando e a fazendo frutificar. A mesma nuvem de tanta beleza e bênçãos, se escurece tenebrosamente, se revolve ameaçadora, e se preciso fala com trovões ensurdecedores, alerta com relâmpagos que cortam os céus, e resplandecem, e por fim pode enviar um raio que extrapola todas as defesas humanas. A mesma nuvem que é bênção pode ser juízo, portanto é uma figura plena e apropriada de Deus, visível a nossos olhos como alerta, ela estava presente no dia que Moisés recebeu os mandamentos em Ex 19: 9 e 16.

A nuvem sempre está presente no relacionamento entre Deus o Criador e o homem a sua criatura.

Jesus foi oculto pela nuvem, mas foi prometida a sua volta e ela se dará nas nuvens como vemos em Mt 25: 30, e como narrado em Ap 1: 7, que diz que Jesus vem com as nuvens, e todo olho verá, e na carta aos Tessalonicenses ao falar do arrebatamento da noiva onde diz que: “e seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens a encontrar o Senhor nos ares”. Que nuvem é essa que está sempre presente no contato entre Deus e os homens?

É a nuvem dos salvos do VT, a grande nuvem de testemunhas, citada em Hb 12: 1 e 2, é a nuvem dos santos do NT, citada em Judas 14 e Ap 19: 14, a volta com todos os anjos e criaturas celestiais junto dele vindo para se assentar no trono de sua glória confirmado em Mt 25: 42. Assim sempre que a Bíblia fala no relacionamento divino/humano, a nuvem está presente, e Jesus quer que façamos parte dessa nuvem conforme revela em sua oração em Jo 17: 11 e 21 a 26.

Portanto, ainda em vida suba como um vapor, e em espírito já faça parte dessa nuvem das águas de cima, e não permita que as ilusões desta vida e a suas glórias e amarguras o façam ser parte somente das águas de baixo.

cláudio pinto pr

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