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Archive for outubro \28\UTC 2013

Jesus blAo aniquilar aquele que tinha o império da morte, a saber o diabo, Jesus pôs fim a todo o sistema maligno que estava instalado desde a entrada do pecado no mundo, e cumpriu o que está narrado em Ef 4: 4 a 8, descendo as partes mais baixas da terra, abrindo as portas do hades e entrando no seio de Abraão  levando dali cativo o cativeiro.

A Bíblia diz que onde está o Espirito de Deus ai há liberdade, 2Co 3: 17,  e revela que através do pecado de Adão a morte entrou no mundo e pelo temor dela o homem foi feito escravo, veja  Rm 5: 12.  O pecado fez do homem um servo da iniquidade o submetendo sob a servidão da morte.

Está escrito em Rm 7: 5: “Porque, quando estávamos na carne, as paixões dos pecados, que são pela lei, obravam em nossos membros para darem fruto para a morte”. O apóstolo Paulo revela o dilema de se estar preso aos grilhões da morte sem ter nenhuma alternativa ou esperança de como se livrar dela.

Ao constatar seu estado de caído na carne, o apóstolo conclui de forma dramática dizendo: “Miserável homem que sou! E pergunta: quem me livrará do corpo desta morte?  Ele sabia que com o entendimento servia a lei de Deus, mas com a carne servia a lei do pecado Rm 6: 24, 25. O apóstolo Paulo precisava como todos  ser libertado do pecado que estava em sua carne.

Jesus nos libertou da servidão do pecado e nos trouxe para sermos servos da justiça conforme Rm 6: 18, pois se “o salário do pecado é a morte, o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Nosso Senhor Jesus Cristo”, como conclui o apóstolo em Rm 6: 23.

Ao aniquilar o império da morte, Jesus cumpriu o que está em Hb 2: 15: “E livrasse todos os que, com medo da morte, estavam por toda a vida sujeitos a servidão.

Cláudio Pinto Pr

Pense: “Para sermos livres precisamos primeiro crer que somos escravos”.   Nábulus, pensador cristão.

 

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Fiat Lux“Pelo que, como por um  homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram.  Rm 5: 12.

A morte não é um projeto de Deus para o homem, ao menos não vemos isso anunciado nas escrituras no princípio. Na verdade ela foi introduzida no mundo pelo diabo ao induzir o homem ao pecado, o qual tem como salário a morte conforme declara Rm 6: 23.

Após o pecado todos os homens se tornaram servos do diabo e do mal e a terra foi transformada no chamado império da morte, pois ninguém podia sair dela a qual foi tomada pelo posseiro conforme declarou diante de Jesus em carne em  Lc 4: 6.

Em mãos do posseiro a terra foi infestada por potestades do ar citadas em Ef 2: 1 e 2 e 6: 12. Jesus revelou na parábola do rico e Lázaro que nem mesmo Abraão o chamado Pai da fé, podia sair desse império, ficando retido no local dos mortos o hades. Ali todos os que não mereciam a morte eterna aguardavam o dia de Jesus no chamado “seio de Abraão”, o qual foi revelado por Jesus em Jo 8:56 ao dizer aos fariseus: “Abraão vosso pai, exultou por ver o meu dia, e viu-o e alegrou-se”.

Jesus ao entrar na morte sem pecado, Hb 4: 15, sai dela trazendo as chaves da morte e do hades conforme declara em Ap 1: 18: e tendo a chave de Davi, abre e ninguém fecha, e fecha e ninguém abre, como está em  Ap 3: 7.

Jesus descendo ao hades e de lá saindo subiu e levou cativo o cativeiro conforme Ef 4: 8 e 9. A morte não podia reter a Jesus, veja  isto em At 2: 24.

Em carne e morrendo sem pecado Jesus aniquilou o que tinha o império da morte o diabo, e abriu para nós as portas da vida de jo 10: 9.

Cláudio pinto Pr

Pense: “Jesus se fez carne, para que na carne pudéssemos nos fazer como Jesus”.   Nábulus, pensador cristão.

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Drag II 180, blTodos nós que temos  descendência  Adâmica participamos da carne e do sangue, e ainda que sejamos renascidos em Cristo Jesus, continuamos na carne até o dia de nossa morte ou do arrebatamento da noiva da qual fazemos  parte.

Sendo carne somos herdeiros do pecado que nela habita, e sem Jesus estaríamos até hoje sobre a ira de Deus. Jo 3: 36. Porém, Jesus se manifestou em carne como nós somos, para que através dela pudesse conhecer a morte,  e entrando nela sem pecado, vencê-la destruindo assim aquele que detinha esse império a saber o diabo.  Hb 2: 14.  “ E visto como os filhos participam da carne e do sangue, também ele participou das mesmas coisas, para que pela morte aniquilasse o que tinha o império da morte, isto e, o diabo”.

Jesus sendo em forma de Deus, e para quem não era usurpar ao se fazer igual a Deus, escolheu aniquilar-se a si mesmo se tornando em forma de servo,  e assim se fazendo semelhante aos homens, significando que os homens caídos não tem mais a forma de Deus, ou seja a sua imagem e semelhança,  mas tem a forma de “servos”, e  servos do pecado conforme,  Rm 6: 18.

E achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo sendo obediente até a morte e morte de cruz”, Fp 2: 6 a 8. Entrando na morte e vencendo o império da morte e ao diabo, foi exaltado soberanamente, e teve um nome que é sobre todo o nome, sob o qual todo o joelho se dobrará, e toda língua confessará, dos que estão nos céus, na terra, e debaixo da terra. Fp 2: 9 e 10.

Por isso hoje, o homem, em Cristo, pode sair da morte para a vida eterna.

Pense: “Jesus se fez homem, para destruir a morte e seu imperador,  para que o homem pudesse por Ele, sair da morte para a vida”.  Jo 5: 24.                                                     Nábulus, pensador cristão.

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Liv prO livro de Hebreus no capítulo 2,  cita pela primeira vez a congregação e os irmãos, repetindo o que faz o salmista no Sl 1: 5, ao falar da  congregação dos justos no velho testamento.

Jesus falou muito pouco da igreja,a citou em Mt 16: 18, ao anunciar a Pedro que sobre si mesmo ergueria a sua igreja e que as portas do inferno não prevaleceriam contra ela. Jesus nunca deu detalhes sobre a igreja no sentido institucional, não disse como deveria se constituir em sua direção governamental, como deveria se compor  a sua hierarquia, nem deu nome a cargos ou a ministérios que teria futuramente.

Jesus anunciou que as forças do mal não prevaleceriam sobra a sua igreja espiritualmente, essa era uma porção que somente Ele podia fazer,  mas deixou a critério dos homens a forma de organização da mesma.  Jesus não faz aquilo que nós podemos perfeitamente fazer.

Voltando a Hb 2: 12, está dito: “anunciarei o teu nome a meus irmãos, cantar-te-ei louvores no meio da congregação”, irmãos e louvores são coisas típicas da congregação dos santos a igreja de Cristo.                                                                                        Em Jesus está toda a confiança de sua igreja, pois é Ele e somente Ele, quem apresenta a Deus seus membros participantes como seus Filhos, como está dito:  “Porei nele a minha confiança. E outra vez: eis-me aqui a mim, e aos filhos que Deus me deu”.

Pense|: “Jesus fundou sua igreja em meio às portas do inferno, por isso declarou que elas não prevaleceriam sobre sua igreja”.    Nábulus, pensador cristão.

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Fiat Lux II“Porque, assim o que  santifica, como os que são santificados, são todos de um; por cuja causa não se envergonha de lhe chamar irmãos”.

Neste verso o desconhecido autor do livro de Hebreus entra num assunto fundamental, porém pouco enfatizado pelos cristãos, a santificação. Começa dizendo sobre o que santifica, e após fala dos que são santificados, e informa serem ambos de um mesmo Deus.

Sabemos que Deus é santo e é Ele que nos santifica, 1Pe 1: 15, e que para que sejamos santos Ele nos deu o seu Espírito Santo de 1ts 4: 8. Sabemos também que Jesus ao  orar pelos seus discípulos disse: “santifica-os na verdade: a tua palavra é a verdade, assim como tu me enviaste ao mundo, também eu os enviei ao mundo, e por eles me santifico a mim mesmo, para que também eles sejam santificados na verdade”, Jo 17: 17 a 19. Jesus revela que o maior se santifica pelo menor, temos que nos santificar por nós mesmos e pelos  que  ainda não tem maior edificação e conhecimento.

Sabemos também que o Espírito Santo nos santifica como está em 1Co 6: 11, que diz: “Mas haveis sidos lavados, mas haveis sido santificados, mas haveis sidos justificados em nome do Senhor Jesus, e pelo Espírito do nosso Deus”, o qual também nos  transforma a todos  nós,  que refletimos como espelho a glória do Senhor, de glória em, glória, ou seja, passo a passo,  até que cheguemos a mesma imagem de Cristo como está em 2Co 3: 18.

O autor do livro de Hebreus sabe que sendo Deus santo, quer que todos os que nele creem sejam santos, e Jesus Cristo seu filho cumpre em nós a vontade de seu Pai nos santificando e não se envergonhando de nos chamar de irmãos, apesar de todas as nossas limitações humanas. Temos que ao menos almejar ser santos, ou seja,  separados para Deus.

Deus quer que façamos a nossa parte, o que não podemos fazer Ele a faz por nós, pois Deus “chama as coisas que não são como se já fossem”,  conforme está em  Rm 4: 17b.

Pense: “Se você acha que não pode ser santo, ao menos deseje sê-lo para que isso te seja imputado por Deus”.                  Nábulus, pensador cristão.

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A autoridade

O Herd“E aconteceu que, concluindo Jesus este discurso, a multidão se admirou de sua doutrina” Mt 7: 28.  Porque a multidão se admirou de sua doutrina? Mt 7: 29 “Porquanto os ensinava como tendo autoridade; e não como os escribas”.  Esta é a resposta,  pela sua  “autoridade”.

Como  podemos  diferenciar entre duas pessoas que ensinam uma mesma doutrina,  se uma o faz com autoridade e a outra não o faz, qual o motivo que leva a essa diferenciação?

De início temos aqui dois tipos de ensinadores: o discipulador e o mestre.  Embora façam  aparentemente a mesma  coisa, na prática o fazem de forma muito diferente.

O discipulador ensina aquilo que ele mesmo faz, baseia-se em suas experiências pessoais e fala delas com absoluta convicção.  Ao falar,  exorta  aos ouvintes a que o imitem. Forma assim  discípulos, pessoas dispostas e instruídas a serem seus seguidores e continuadores.

Já o mestre ensina o que aprendeu como faz um  professor, não fala do que faz, nem de sua experiência pessoal, mas somente daquilo que aprendeu e sabe. Por dominar o assunto, ao ensinar,  forma alunos e não discípulos. Seus alunos amanhã serão professores como foi seu mestre ensinando aquilo que aprenderam. Se você tem dúvidas sobre isso, veja o que disse Jesus em Mt 23: 1 a 3, se referindo aos ensinos dos escribas e fariseus.

O discípulo faz o que o seu ensinador  fazia, o aluno ensina o que o seu mestre lhe ensinou. Um tem autoridade pessoal,  outro tem autoridade intelectual.

Por falar do que lhe é próprio o discipulador fala com muita propriedade, muita convicção,     pois fala de suas experiências empíricas e dominando assim seu ensino fala com total, visível e reconhecida “autoridade”.

Foi isso que a multidão concluiu após ouvir o discurso de Jesus, que ele tinha além da sabedoria, em destaque,  a sua “autoridade”.

Pense:  “Autoridade não é marcar uma penalidade com rigor, mas saber apitar uma partida toda de forma  imparcial e correta”.                            Nábulus, pensador cristão.

Cláudio Pinto Pr

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