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Archive for dezembro \26\UTC 2016

Estr 1                                                                                          É interessante a forma como Deus revela coisas ocultas do passado, em meio a outras que estão ocorrendo no momento, como se elas ativassem a sua memória e lhe servissem de figura na oportunidade. Devido a uma sutil e sábia associação de pensamentos muitos sequer percebem existirem tais revelações.

No caso do livro de Isaias Deus está falando da ruina da Assiria e repentinamente passa a narrar fatos que claramente antecedem esse tempo como se recordasse um acontecimento ao dizer no verso 12 a 14: “Como caíste do céu, o estrela da manhã, filha da alva! Como foste lançado por terra, tu que debilitavas as nações”; Eu subirei ao céu acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono, e no monte da congregação me assentarei, da banda dos lados do norte; subirei acima das mais altas nuvens, e serei semelhante ao altíssimo”. A assíria teve reis poderosos e soberbos, mas nenhum revelou tal pretensão celestial como a citada.

Essa revelação volta no livro de Ezequiel quando Deus profetiza contra o rei de Tiro e diz: Filho do homem levanta uma lamentação sobre o rei de Tiro , e dize-lhe: “Assim diz o Senhor Jeová: Tu és o aferidor da medida, cheio de sabedoria e perfeito em formosura. E após o localiza: “Estavas no Éden, jardim de Deus. Éden é o planeta terra, portanto esse reino era aqui no nosso planeta num passado longínquo e ainda perdido na penumbra dos tempos.

No verso 14, revela: “Tu eras querubim ungido para proteger, e te estabeleci no monte santo de Deus estavas, no meio das pedras afogueadas andavas”. O rei de Tiro não era um querubim e nunca esteve nas condições propostas. E continua no verso 15: “Perfeito eras nos teus caminhos desde o dia em que foste criado, até que se achou iniquidade em ti”. O rei de Tiro nunca foi criado, foi gerado de sua mãe, e nem era perfeito em formosura, antes era um rei reprovado por Deus.

O mais importante é o que vem a seguir nos versos 16 e 17: “Na multiplicação do teu comércio se encheu o teu interior de violência, e pecaste: pelo que te lancei profanado fora do monte de Deus, e te farei perecer, o querubim protetor entre pedras afogueadas”; elevou-se o teu coração por causa da tua formosura, corrompeste a tua sabedoria por causa do teu resplendor, por terra te lancei, veja isso em Ap 12: 12 e 13, diante dos reis te pus, para que olhem para ti”. O comércio engrandeceu o coração desse personagem aqui citado.

A pergunta é: quanto tempo durou o reino do “querubim ungido”, e até onde chegou o seu comércio, (comércio inclui todo o progresso alcançado), e até onde se desenvolveu em sua tecnologia a ponto de levar o rei a pensar em subir acima das mais altas nuvens, e chegar até o trono de Deus nos céus? Se o homem em um século de tecnologia chegou a lua e enviou sondas aos planetas distantes, esse reino tão elogiado, se durasse dez mil anos por exemplo, onde teria chegado em seu avanço? teriam eles construídos as pirâmides do Egito e todos os grandes e inexplicáveis monumentos e artefatos que até hoje desafiam a nossa sabedoria e a nossa tecnologia?

Em nossa incapacidade de responder, atribuímos tudo a “alienígenas” que nos visitaram no passado, com tecnologia avançada, os quais nos confundimos como sendo “deuses”, e ignoramos o relato bíblico desse reino angelical, que estava aqui mesmo entre nós na terra. Talvez todas as respostas que buscamos nas estrelas inutilmente, estejam aqui bem debaixo de nossos narizes, mas nos falta fé para crermos nela. Eram alienígenas, pois nem o querubim ungido para proteger, e nem seus anjos nasceram na terra, mas foram enviados por Deus dos céus para aqui estarem, e derrotarem a sabedoria dos sábios deste século.

Creio que Deus, sentado em seu trono eterno de glória, deve se divertir muito com a nossa soberba sabedoria, conforme revela em 1Co 1: 19 e 20, “Porque está escrito: destruirei a sabedoria dos sábios, e aniquilarei a inteligência dos inteligentes; onde está o sábio? onde está o escriba? onde está o inquiridor desse século? porventura não tornou Deus louca a sabedoria desse mundo?”

Pense: “Mas Deus escolheu as coisas loucas desse mundo para confundir as sabias, e Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes; e Deus escolheu as coisas vis deste mundo, e as desprezíveis, e as que não são, para aniquilar as que são”, 1Co 1: 27e 28. E se essas forças estiverem aqui até hoje? veja  Ap 9: 1 e 2. 

cláudio pinto

Pense: “Buscamos incessante resposta nas estrelas, sem sequer saber responder as perguntas sobre o que esta aqui em nossa terra”. Nábulus, pensador cristão

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O primeiro amor de Ap 2: 4

Cor de cam

Em Ap 2: 4 ao se referir a igreja em Éfeso é dita uma única repreensão contra essa igreja que foi o de “deixar a sua primeira caridade ou primeiro amor”. Qual é na verdade o primeiro amor a que esta carta se refere e que foi deixado e o mais intrigante: qual é no caso o segundo amor?

A coisa é seria, pois a seguir diz gravemente: “Lembra-te pois donde caíste, e arrepende-te, e prática as primeiras obras”, Ap 2: 5a. Abandonar o primeiro amor é visto como “queda na fé” por Jesus Cristo e requer arrependimento do erro e a volta atrás voltando às práticas do passado. O que seria este primeiro amor afinal? Creio que todos responderiam ser Jesus Cristo o primeiro amor e eu também. Porém, quando eu deixo esse primeiro amor eu estou aderindo a um segundo amor que é considerado como nocivo e repreensível ao convertido ao Senhor.

Na verdade, entramos para a fé em geral ao receber a Jesus como nosso Salvador pessoal, e vibrantes desejamos ardentemente levar a sua salvação e o pleno conhecimento de seu evangelho a todos os perdidos. Isso nos move.

Ocorre, que ao sermos batizados entramos para o corpo e para a igreja de Cristo, e passamos a ser instruídos nos dogmas e nas doutrinas da igreja, e logo somos levados a nos apegar as coisas da instituição de tal forma que a colocamos como a coisa principal em nossa vida diária, deixamos Cristo em um segundo plano e logo passamos a divulgar agora as maravilhas de nossa denominação e não mais as virtudes de Cristo. E fácil constatar quantas pessoas ditas cristãs, nada têm de pregadoras do evangelho de Cristo e de sua grande comissão de Mt 28: 19 e 20, mas são absolutamente convertidas a sua igreja denominacional e pregam apenas os seus preceitos religioso e não a Jesus cristo. Agora, quem salva é a nossa igreja a qual não morreu pelo pecador e também nunca recebeu de Deus esse poder, mas tem a obrigação de anunciar a Jesus como o único e suficiente Salvador.

A igreja que deveria testemunhar de Jesus Cristo e sua salvação passa então através de seus membros a pregar a si mesma como a solução para o perdido e seus adeptos passam a se dedicar de corpo e alma a ela. Esse é o “segundo amor” a meu ver, a igreja, ao qual Jesus se refere e adverte, dizendo: veja onde “caíste” e arrepende-te e volte ao primeiro amor e anuncie através da igreja a Jesus Cristo como o único fim para o perdido. A igreja deve ser apenas um meio que conduza a Jesus Cristo, e não um fim em si mesma.

Em Tg 1: 12 a 15 é dito que somos engodados pela nossa própria concupiscência (apetites da carne) e isso e tão verdadeiro como o é a própria concupiscência. Se seguirmos nesse caminho caímos no que está em 2Tm 3: 13, vivermos enganando e sendo enganados, ou aprendendo sempre sem nunca chegar ao conhecimento da verdade de 2Tm 3: 7.

O primeiro amor é Jesus Cristo o Salvador e Senhor e sempre é tempo de se voltar a ele.

cláudio pinto pr

Pense: “o primeiro amor, a Jesus, abre a porta da salvação, o segundo amor ,a igreja, a fecha sobre si mesma”. Nábulus, pensador cristão.

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O predomínio do mal

 

A prev do mal V                                                                                                       Desde do momento da concepção no ventre materno quando o espermatozoide encontra o óvulo e dá inicio ao embrião, começa o que se convenciona ser a seleção natural, ou seja, só os mais aptos devem permanecer. Desde o zigoto, o embrião em todas as suas fases, passa a ser atacado estando o seu desenvolvimento em constante risco. Mais adiante até mesmo a água onde o feto está imerso na placenta pode o infectar se for ingerida, ou seja, é uma batalha ferrenha que exige quase que um milagre para que uma nova vida venha a luz, isso sem falar em quantos morrem, filho, mãe, ou ambos, no momento do parto.

Para a ciência é apenas a seleção natural em seu pleno exercício, para quem crê em Deus e conhece as escrituras é a evidente prevalência do mal sobre o bem devido ao pecado que se originou no Éden o qual trouxe ao mundo a morte que passou a todos os homens conforme Rm 5: 12.

É fácil constatar que o mal predomina na natureza, pois ele naturalmente alcança todas as vidas quer crentes ou descrentes. Você não precisa fazer nenhum esforço para adquirir uma das inúmeras e variadas doenças existentes e disponíveis, nem a desejar nem a mentalizar, ao contrário, por mais cuidadoso e precavido que você seja ela acaba por te alcançar mesmo que indesejada, e isso naturalmente.

Agora para curar uma enfermidade que te afligiu gratuitamente é uma luta, é preciso buscar a cura, pois ela ao contrário da doença não te alcança natural e gratuitamente, o mal vem naturalmente, mas o bem tem que ser avidamente buscado e pesquisado e após tratado com medicamentos as vezes raros e caros.

Você já percebeu que ao ensinar o seu filho só ensina o que é certo, pois o que é errado ele aprende a fazer sozinho sem nenhum ensinamento, ou será que o conhecimento do mal já nasce com ele? caso nunca se atentou nisso, veja o que diz Gn 6: 5 a respeito. A prova disso é que a palavra que ele mais ouve é “não”!!! Você vive a vigiá-lo e a dizer o que “não deve fazer”, isto para o proteger e para proteger também a outros. A tendência a fazer o mal é natural, já o bem tem que ser arduamente ensinado, o errado todos sabem fazer de berço já o certo é sempre um árduo aprendizado, veja sobre isso ainda o texto de Gn 8 21.

O mal e o bem estão na natureza, para todas as doenças existe uma cura na própria natureza, o mistério é que o mal se manifesta espontaneamente e nos atinge fortuitamente, já a cura a profilaxia, tem que ser intensa e custosamente buscada. O homem passa grande parte de sua vida em todos os níveis sociais e de cultura se dedicando a sobreviver em meio a um mundo absolutamente nocivo, hostil e contrário a ele. Já imaginaram se o mal não prevalecesse no mundo, e a ciência não necessitasse o combater incessantemente e assim só se dedicasse a buscar o desenvolvimento das coisas boas, onde já poderíamos estar hoje? Mesmo não crendo na prevalência do mal se gasta grande tempo o combatendo.

Embora a ciência não creia na narração da árvore do bem e do mal de Gn 2: 17, e da prevalência do mal pelo pecado e de sua influência nefasta sobre toda a terra, ela continuará a gastar muito de seu tempo e dinheiro tentando localizar o bem em meio a todos os males presentes e oferecidos gratuitamente aos homens.

Quanto a mim continuarei ingenuamente a orar pedindo: “Senhor, venha a nós o teu reino e faça-se a tua vontade na terra assim como é feita nos céus e livra-nos do mal”, Amém!

cláudio pinto pr

Pense: “Porque eu sei que em mim , isto é, na minha carne, não habita bem algum; e com efeito o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem; porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço”, Rm 7: 18 e 19. Paulo de Tarso, apóstolo dos gentios.

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SH8 Cer  Ref

Todos creem que ser a cabeça e mandar e ser o que comanda todas as coisas com autoridade. E no mundo também se tem a mesma percepção sobre o que seja ser a cabeça, que é ser o chefe o que tem ideias, o que conduz, o manda chuva, pois na cabeça se localiza a fonte dos pensamentos.

Na verdade, na doutrina bíblica as coisas se mostram um tanto diferentes em relação a esse tema isso quando submetidas a uma analise mais profunda, e o ser a cabeça tem outra conotação maior, entretanto sem alterar as antigas.

Em 1Co 11: 2 e 3 está escrito: “Mas quero que saibais que Cristo é a cabeça de todo o varão, e o varão é a cabeça da mulher, e Deus a cabeça de Cristo”, Partindo de Jo 5: 25, que Deus foi quem deu vida a Cristo para que ele se manifestasse na terra, como está escrito; “Porque como o Pai tem a vida em si mesmo, assim deu também ao Filho ter a vida em si mesmo”. Deus deu vida então é a cabeça de cristo, Jo 7: 16.

Também está escrito: “Mas quero que saibais que Cristo é o cabeça de todo o varão. Sabemos que o homem estava morto em seus pecados conforme Rm 5: 12, e Jesus deu vida ao homem, Rm 5: 17. Dando vida ao homem Jesus se tornou a cabeça de todo o varão.

O homem recebeu a vida física inicial de Deus ao ser criado e passou essa vida a mulher ao ceder uma das costelas de seu corpo para que essa fosse formada e vivesse. Dando vida à mulher, Gn 2: 21 a 23, assim dando vida a mulher o varão se tornou a cabeça da mulher. Portanto, concluímos que ser a cabeça e resultado de dar a vida primeiramente.

Jesus é a cabeça do corpo da igreja, Jesus tinha vida em si e deu a sua vida pela igreja, como em Ef 5: 25. O apóstolo Paulo disse que como Jesus deu a vida pela igreja o homem deve dar a vida pela mulher, Ef 5: 25. Como Cristo se entregou pela igreja o homem deve também se entregar por sua mulher. Tudo isso porque o homem é a cabeça da mulher .

Na doutrina bíblica a cabeça é o que da vida e não somente o que manda, claro que sendo a cabeça do corpo deve ser ouvido sempre com respeito conforme Ef 5: 33, porque deve amar a mulher e esta o reverenciar como Sara, a princesa e figura da igreja, que chamava a seu marido Abraão por Senhor, 1Pe 3: 6.

O mundo chama isto de “doutrina machista”, pois não pode entender das coisas da vida sendo participante das coisas da morte, nem do ser a cabeça. Assim, via de regra, ou submete a mulher, ou é desacatado por ela o que é comprovado pelo grande número de divórcios. Também não recebe a Jesus como Salvador e cabeça, e rejeita o Pai que é Deus.

O cabeça (convertido), deve tratar a mulher como sendo seu corpo, com amor profundo conforme Ef 5: 28, 29, “Assim devem os maridos amar a suas próprias mulheres, como a seus próprios corpos, quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo, porque nunca ninguém aborreceu a sua própria carne; antes a alimenta e a sustenta, como também o Senhor a igreja”.

Entre cristãos não deveria haver divórcios, se há é porque poucos talvez entendam o que é ser a cabeça do corpo, não só o amando, mas o instruindo em santidade, Ef 5: 25 e 27. Porém, diz o dito popular: “se a cabeça não pensa o corpo padece”.

cláudio pinto pr

Pense: “A cabeça é a responsável pela saúde do corpo, física e espiritual”. Nábulus, pensador cristão

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