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Archive for maio \30\UTC 2011

No jardim no Éden estavam duas árvores: a árvore da vida no centro do jardim e a árvore da ciência do bem e do mal, e ali ambas davam os seus frutos.

Da árvore da vida se podia comer livremente e sem perigo, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal havia uma restrição, se comendo dela morrendo se morreria.

Fica claro por essa descrição que se em uma estava a vida na outra estava a morte.

O fruto que a árvore da vida dava tinha muitas qualidades e por isso podia ser comido sem problemas, pois beneficiava. Suas qualidades eram: caridade, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. Essas qualidades como vemos, só trazem bem estar ao que dela se alimenta, nela tudo é bom.

Já a árvore da ciência do bem e do mal também tinha o seu fruto que segundo Eva era agradável de se ver, bom para se comer, e que davam entendimento, cujas qualidades eram inúmeras e muito maiores que a da árvore da vida e que passamos a listar, são elas: prostituição, impurezas, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e outras qualidades semelhantes a essas.

Há última qualidade dessa árvore está narrada no final do verso de Gl 5: 21 que proporciona a quem comer desse fruto o “não entrar no reino do céu”.

Na verdade, o seu fruto continha o pecado que é o resumo de todas essas  qualidades concentradas, o qual traria a morte a quem o comesse e contaminaria o corpo de forma que até seus descendentes receberiam esse DNA já em seu nascimento.

O homem se deixou levar pelas aparências e escolheu comer da árvore da ciência do bem e do mal e foi tirado do jardim para que não comesse mais da árvore da vida, o que significa que ele escolheu o mal e rejeitou o bem como diz Is 7: 15 e contaminado no corpo, não poderia mais comer da árvore da vida e viver eternamente em pecado.

Agora alguém teria que escolher o bem e rejeitar o mal para que a vida voltasse.

Você se sente atraído a comer da árvore da ciência do bem e do mal que dá a sabedoria do mundo citada em Tg 3: 15, sendo terrena, animal e diabólica, como Eva fez?

Cláudio Pinto Pr

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A idéia de que no inferno haveria um chefão, que com seu tridente na mão e  assessorado por uma multidão de demônios, estaria dirigindo todo o sofrimento e os tormentos eternos sobre os condenados, e gargalhando e se divertindo com essa missão, não tem nenhum respaldo na Bíblia.

A Bíblia relata que no inferno todos estão condenados, do maior ao menor, todos estão atormentados de dia e de noite pela eternidade, conforme Ap 20: 10, e não existe nenhum privilégio para chefes ou líderes, ali todos estão pagando o preço da maldade que praticaram, quer sejam anjos, quer sejam homens.

De nada valeria ser rei no Geena, o lagar que arde em fogo e enxofre, pois num lugar onde só há fogo, calor, mau cheiro, sofrimento, dor, gritos de angústia e ninguém está livre dos tormentos, ou em posição melhor, e a melhor condição é igual a pior, o grande privilégio seria poder sair dali o que segundo a Bíblia não é possível.

Todos ali estarão sendo castigados e não existe a oportunidade que alguém que está sob tormentos, possa estar livre para atormentar outros, o que cremos é que cada um pouco se importará com o sofrimento alheio, pois onde não existe amor não existe nenhum espírito ou sentimento de fraternidade nem de solidariedade.

Cremos que em meio a escuridão e dor, o sentimento que prevalecerá será o da solidão, cada um se sentirá como se estivesse sozinho e como se fosse o único que sofresse esse castigo e o que é pior, vendo os salvos na glória como está na parábola do rico e Lázaro. Lc 16: 23.

Imagine alguém que teve tudo nesta vida, e viveu regaladamente com toda a mordomia, e foi um chefe com muitos mordomos a disposição para servi-lo,  ou foi uma autoridade, política, militar, policial, ou de qualquer outra atividade e agora enfrenta o espanto das profundezas, a dor e a solidão, solitário, sem ter sequer com quem se lamentar, sem poder se comunicar com ninguém, pois cada um estará voltado apenas a seu próprio e inclemente castigo. Quanto melhor viveu o pecador nesta vida, maior será seu sofrimento na eternidade, pois terá as recordações dos tempos de regalo e de suprema felicidade e abundância.

Então se entenderá o que Jesus disse: Amai a Deus e amai-vos uns aos outros, e entendam que eu vos amei primeiro, e tendo vos amado, vos amei até o fim, e ajunteis tesouros no céu, para a eternidade e não na terra. Mt 6: 19 a 21.

Existiria maior castigo para quem queria ser como Deus e reinar sobre o universo, que o de passar a eternidade no geena, sofrendo tormentos dia e noite juntamente com aqueles a quem levou para a condenação eterna, e sem ter nenhuma autoridade sobre eles, despojado, desprezado, e condenado eternamente?

Você já pensou no inferno dessa forma?   2Co 6: 2.

Cláudio Pinto Pr

 

 

 

 

 

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É muito comum lermos ou ouvirmos a citação “os frutos do Espírito” de Gl 5: 22, e após um discurso ou comentário discorrendo sobre os nove citados frutos.

Porém se observarmos o texto veremos que só existe “um fruto do Espírito” o qual contém nove qualidades que são: caridade, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade,fé, mansidão, temperança.

O fruto nasce em uma árvore é produto dela e nele estão contidas as sementes que a reproduzem achando um solo propício. Assim o Espírito é como uma árvore que dá um fruto no qual estão as sementes que reproduzem as qualidades do Espírito em quem as recebe.  Se você é um crente classificado como “boa terra”, seu  solo, onde essa semente foi semeada deve reproduzir essas qualidades. Mt 13: 23

A caridade que é o amor que levou Jesus a nos amar até o fim, e com que devemos nos amar uns aos outros, e com o qual Deus nos amou primeiro. 1Jo 4: 19.Ter amor e ser amado deve nos dar grande gozo, e nos levar a amar o próximo sem que isso seja  um peso.

Quem ama, tem paz, não há falsa paz do mundo, mas a paz que Jesus nos dá nele, pois disse: “em mim tereis paz”. A paz nos torna longânimos, ou seja, de ânimo longo, nosso pavio é longo e não se queima facilmente o que nos torna pacientes.

A benignidade é a que nos leva a fazer bem aos outros sendo chamada de virtude na qual são produzidas as boas obras, ser benigno é fazer bem, beneficiar  aos outros, ser bondoso e ter o bem em si mesmo, e ensinar e favorecer ao próximo com seus dotes. Para executarmos todas essas coisas é preciso muita fé a qual é a qualidade que nos leva a crer e nos é dada pelo Espírito e a qual temos que desenvolver.

A mansidão que é a qualidade que nos torna prontos para ouvir e tardio para responder, e como é difícil ser manso, só mesmo pelo poder de Deus.

E por fim o item mais difícil a meu ver, tanto que vem por último na lista de Gálatas, a temperança, que é o domínio próprio ou o auto controle. Poucos crentes conseguem se controlar e manifestar esse dote, a maioria acaba por causar escândalo diante dos descrentes por falta dele.

Quem tem o Espírito deve ter esses dons dados por ele.

Você como crente tem essas nove qualidades ou falta alguma a você?

Cláudio Pinto Pr

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Amado irmão e participante:

Cada um de nós é dotado de capacidade de discernir e de tomar posições pessoais sobre os mais diversos temas em nosso dia a dia. Deus nos fez assim.

O propósito deste blog como diz o seu slogan é de edificar e isto consiste em ensinar e aprender, ocorrendo de uma forma muito mais eficiente através do debate de idéias.

Eu gostaria que você participasse mais deste blog, ele tem em seu nome o termo “discorde” além do “acorde”, que significa que queremos a sua opinião, ela é muito importante para que se estabeleça um debate sério sobre o que for proposto, pois debatendo todos somos  aprimorados.

É  importante que o povo cristão seja muito instruído, e o debate sóbrio e bem intencionado e com boas propostas,  proporciona isso rapidamente.

Em tempos de grande apostasia em que vivemos hoje, não queremos que o povo de Deus seja destruído ou se  perca por não ter conhecimento como diz Os 4: 6, lembrando que Deus quer que todos cheguemos a unidade da fé, e ao conhecimento do Filho de Deus, a varão perfeito, a medida e estatura completa de Cristo.

Deus quer que deixemos o leite dos meninos e nos alimentemos do mantimento sólido que como diz Hb 5: 14, é para os perfeitos, os quais em razão dos costume, tem os sentidos exercitados para discernir tanto o bem  como o mal. Busquemos a estatura do varão perfeito nos edificando mutuamente.

Não tema errar,  pois é errando que se aprende como diz o dito popular.

“A vida é feita de erros e acertos, errar é apenas uma das duas opções”.

Conto com você e com sua reconhecida sabedoria. Abraços.

Cláudio Pinto Pr

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Dia de meditação

Nascer, viver e morrer, uma rotina que se repete desde que o primeiro homem existiu. Quantos vieram e quantos se foram, alguns deixando uma história, um rastro de tristeza na partida, outros saudados com o famoso, “já foi tarde” e sem deixar sequer saudades.

Qual o sentido da vida consciente dada ao chamado animal racional? A diferença está no que se fez durante esse período de presença corporal entre os viventes.

Muitos viverem sendo benéficos aos outros, entendendo que  ser bom não é não fazer o mal aos outros, mas fazer o bem. Outros se julgaram justos porque não faziam mal a ninguém, mas também nunca fizeram o bem. Há os que sempre fizeram o bem, a si mesmos, e isso não é bondade, desculpe, mas antes é egoísmo.

De nada vale se viver sendo morto, ainda que se tenha recebido o título de imortal da academia brasileira de letras, e contemplar da mais profunda perdição essa glória humana que de nada vale nem nada acrescenta na eternidade.

Qual a vantagem do ateu em vencer o cristão por ter uma boa retórica e se orgulhar dela  e de sua habilidade e destreza oral, se após a vida se defrontar com a terrível realidade  de estar solitariamente diante do grande trono branco enfrentando sem a presença do céu e da terra, o juízo daquele que ele em vida sempre negou.

De que valem as vitórias, a supremacia, a dominação, a honra, a glória, as lisonjas, as riquezas, o poder, se nada disso nos acompanhar na eternidade, melhor seria que nada existisse e que tudo se acabasse na morte. De que vale ter tido todo o saber se nunca se obteve a sabedoria.

Qual a valia de se comemorar o dia do nascimento vivendo muitos anos, e a cada ano,  se nunca se aprendeu a contar os  dias e nem se alcançou um coração sábio. Peçamos a Deus: “ensina-nos a acrescentar vida há nossos dias, e não somente a acrescentar dias a nossa vida, ensina-nos a confiar para poder continuar e a desconfiar para não desviar do caminho”, da-nos o equilíbrio. Sl 90: 12.

Se sou útil de alguma forma, dou graças a Deus, e se outros pensam também assim, então a vida compensa, pois o homem só vale pelo rastro que deixa, e se existem homenagens espontâneas então vale a pena comemorar.

Dou graças a Deus no bem e no mal, nas coisas boas e nas ruins, pois está é a vontade de Deus para conosco, a nossa gratidão. Sou grato a Deus e a todos, aos amigos e aos que assim não se julgam. Muito obrigado.

Cláudio Pinto Pr

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O TEMPO

Nosso dia começa com o despertador nos acordando, e muitos tem o desejo de destruí-lo por ousar  perturbar o seu agradável descanso do sono.

O relógio foi criado pelo homem para auxiliá-lo há marcar o tempo, sendo um símbolo do trabalho escravo, pois é dito popularmente: “Quem trabalha de graça é o relógio”.

Nos levantamos, e temos um tempo determinado para o banho, o se vestir, o café, após, a saída para a condução, ônibus, metrô, trem, ou automóvel, tudo cronometrado, pois “tempo é dinheiro” e um atraso pode dar algum desconto no salário.

Cumprido o horário é iniciado o dia de trabalho, teremos um período até que venha o intervalo para o cafezinho em geral de quinze minutos. Na seqüência mais um tempo de tarefas e vem a hora do almoço.

Muitos saem às pressas, comem rapidamente, para cumprir alguns interesses e voltar a tempo de marcar o cartão para o início das atividades da tarde. Novo tempo de tarefas e vem à hora do cafezinho vespertino. Após, a última etapa até o fim do expediente, e a saída corrida para chegar em casa, os que podem, se trocar, se banhar, jantar, e a ida para os estudos, pois as aulas tem horário preciso para começar, e cada uma em geral dura 45 minutos.

Terminada as aulas, a preocupação com o retorno para o descanso noturno, pois amanhã o levantar será cedinho, ao som do famigerado tocar do incansável despertador para um novo dia de agruras, ainda que normais.

Citamos um exemplo de rotina diária, existem muitas diferentes , porém todas tem algo em comum:”são religiosamente regidas pelo relógio!

Fazemos isso diariamente, mas se alguém disser que vivemos escravizados, pelo tempo nos reagiremos com veemência dizendo: “eu sou livre”.

Em verdade nos acostumamos tanto a ser “escravos do tempo” que já não percebemos que o somos, até nos cumpliciamos com o nosso verdadeiro algoz, que não é o relógio, pois este e tão escravo quanto nós e nosso fiel aliado na escravidão que é exercida sobre nós pelo fator “tempo”.

Éramos livres na eternidade, o pecado nos prostrou no tempo, nos tornamos reféns dele e nos conformamos a ele, e nos consideramos totalmente “livres”, ao cumprir nosso tempo de absoluta escravidão. Afinal a vida passa e o tempo urge, são setenta ou oitenta anos e nos vamos, se prisioneiros do tempo, inconscientes,  para a perdição eterna.

Jesus veio para trazer libertação e vida eterna, onde o tempo não existe.

Cláudio Pinto Pr

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Um grave problema que tem ocorrido na igreja é: investimos nos jovens os formando para serem lideres ilibados e preparados,  mas chegando o tempo eles se vão para as faculdades e para as universidades e muitas vezes os perdermos.

O ensino superior tem sido um grande fator de desvios de crentes, pois  tem o condão de desestimular os jovens criados na fé a abandoná-la crendo estarem fazendo uma grande obra na vida deles. Os professores, os costumes, a moda, a música, as pesquisas, a ciência, os mestres, os amigos ou colegas de classe, as namoradas, os livros, etc. todos juntamente vão cooperando para o abandono da vida cristã,  formando nele um novo caráter,  mais aberto e preparado para a vida secular com seus valores e mazelas, implicando isso quase sempre numa perda de qualidade moral e ética que trazia consigo provinda do ensino da igreja. O martelar diário e continuo de ensinamentos e preceitos humanos, acabam por inocular a mente do crente o desviando dos caminhos anteriores.  Dessa forma, investimos tudo em alguém que lança fora todo o nosso investimento o tendo por nada.

1Ts 3: 8 mostra o apóstolo Paulo preocupado com a situação e o destino dos que estão distantes, mesmo que estejam na obra, pois a solidão pode transformar o caráter do solitário, e as dúvidas não esclarecidas podem levá-lo a cair na perseverança e na fé.

O apóstolo diz no verso 9, que vive se seus discípulos estiverem firmes no Senhor, pois se dele se afastarem, na prática, ele acabará morto para eles, pois não o ouviram mais. E que fruto teria então ele para apresentar e dar graças a Deus se já deixaram a fé indo após os brilhos deste século como fez  Demas em 2Tm 4: 10.

Por isso Paulo anseia em estar com eles para lhes confirmar o ânimo  e os exortar a permanecer na fé, reafirmando o que disse em At 14: 22b, “pois por muitas tribulações nos importa entrar no reino de Deus”.

Mesmo distantes nós que somos criados aos pés do evangelho de Jesus, temos que   preservar na vida de caridade e piedade e nunca abandonar a santidade que é o afastamento dos costumes mundanos, os rejeitando pelos valores do reino de Deus. Temos que ser irrepreensíveis na santidade, firmes na comunhão, para que nunca sejamos confundidos, nem no tempo de participar do chamado ensino superior, tendo em mente que trazemos em nós o ensino superior real que nos foi outorgado pelo mestre dos mestres, Jesus o Cristo de Deus.

Também não podemos e nem queremos ser confundidos na sua vinda a qual amamos. Ora, vem Senhor Jesus!  E quem puder diga: Maranata!

Cláudio Pinto Pr

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