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Archive for outubro \28\UTC 2011

A temporada de salvação

É muito comum publicitariamente usarmos o termo “temporada” para expressar algo novo que começa e perdura por um período determinado.

Porém, isso só vale para quem se interessa pelo tema, pois aos demais, isso passa absolutamente despercebido. De que vale para um operário saber que se iniciou a temporada de tênis, ou de golfe por exemplo? Ele nada entende do riscado. Assim  também o mundo passa ao largo, sem se aperceber que vive em plena “temporada de salvação”, a qual começou no ano zero de nossa era cristã.

Talvez esteja faltando melhor  promoção do evento hoje, ou outros espertalhões estejam  usando de forma mais hábil a mídia e propondo sua “temporadas de fantasias e falsas crenças” de forma mais eficaz que nós, e vendendo a eles seus variados e opcionais pacotes, cheios de atrações e sonhos.

É hora de despertarmos, pois a concorrência está agindo e levando vantagem e se não reagirmos poderemos ir ficando para trás mesmo tendo um produto melhor.

Será que Jesus errou ao colocar a igreja como meio de mídia para a divulgação do evangelho? Cremos que não, Ele é o mestre do assunto. Então somos nós que de alguma forma estamos falhando.

Veja que o apóstolo Paulo deu as bases para a nossa campanha evangelística em 2Co 6: 1 e 2. “No tempo aceitável te escutei e no dia da salvação te socorri; eis aqui agora o tempo aceitável, eis aqui agora o dia da salvação”.

Nos deu o mote, o slogan, o público alvo e só aplicarmos nossas ferramentas, pois se nosso produto é o melhor que existe, e disso não há dúvida, achemos a falha.

A campanha e: “Há 2011 anos está aberta a “temporada de salvação”.

Não perca, pois quem perder, estará perdido para sempre. Informe-se junto a uma igreja cristã.

 

Cláudio Pinto

 

 

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Deus se revelou aos homens através da Bíblia, descendo até eles e ordenando que escrevessem  o que lhes dizia, o homem nunca descobriu a Deus.

Até então existiam muitos escritos, mitologias, muitas religiões e crenças, e muitos deuses especializados que interagiam, ora brigando, ora, disputando, ora se rivalizando entre si, e que nesse burburinho de atitudes bem humanas, davam origem aos acontecimentos que acometiam a terra.

A Bíblia deu um choque literário, intelectual e filosófico na humanidade, ao revelar que havia apenas um único Deus, pessoal, o qual criara todas as coisas e que regia sobre elas soberanamente. A Bíblia era a prova que o homem através da história escrita, em sua busca por Deus, nunca havia conseguido sequer se aproximar de Deus e da verdade, sendo todos os seus conceitos divinos influenciados pelo mal e pela mente humana. Os deuses eram homens, elevados a magnitude divina.

A Bíblia é o único livro que narra a vergonha ou derrota de seus heróis, de seus  reis, de seus campeões, e de  sua nação, ao contrário de todas as epopéias, que suprimem derrotas e exaltam e evidenciam somente as vitórias.

A Bíblia, o livro mais lido, conhecido, editado, procurado e vendido no planeta, é um divisor de águas na história humana, é singular, não se assemelha a nenhum outro, é um marco e um desafio a mente humana.

Não pode por isso ser visto como um livro de história, ou fábulas, nem ligado a um povo, mas no qual Deus fala através de um povo a toda a humanidade.

A Bíblia não é mais um livro, ela é “o livro”, sem ela, o “Deus único” desaparece da história humana,  ela é a palavra de Deus revelada e entregue aos homens.

 

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Todos conhecem a história de Jonas, que fugiu para Tarsis não querendo a incumbência profética de pregar aos ninivitas,  e acabou após uma tempestade sendo lançado do navio ao mar onde foi engolido por um peixe e depois de três dias vomitado em uma praia dessa cidade, imaginamos em que estado físico.

Já ouvimos vários comentários sobre o citado peixe, em um deles o autor conjeturava que seria ele  uma garoupa, pois esta espécie tem a boca e a goela suficientemente grandes para permitir a passagem de um homem, claro, sendo ela preparada por Deus e para isso e tendo um tamanho suficiente para tal.

Já a baleia, embora muito grande em tamanho, tem a goela estreita, e segundo os entendidos, um homem não poderia passar por ela. Porém lembramos que o mesmo Deus que pode fazer crescer a garoupa também  pode ampliar a goela da baleia, na verdade, poder engolir seria apenas um dos problemas da questão.

Outra citação é que a baleia não é um peixe, mas um mamífero aquático, porém nos tempos em que a Bíblia foi escrita não existia a atual classificação zoológica, e se estivesse escrito que Deus deparou um grande “mamífero”  para que engolisse a Jonas seria isto muito mais estranho ainda.

Em Mt 12: 40 em alusão ao sinal do profeta Jonas relacionado aos três dias que Jesus passaria no ventre da morte, está narrado que ele foi engolido por uma baleia, “Pois como Jonas esteve três dias e três noites no ventre da “baleia”, assim estará o Filho do homem três dias e três noites no seio da terra”.

Se formos fieis ao texto bíblico citado, o “peixe” que engoliu a Jonas foi uma baleia.

 

Cláudio Pinto

 

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O arrebatamento de Elias

 Texto em  2Re 2: 9 a 14.

Um dos temas mais polêmicos da Bíblia é o arrebatamento de Elias, o qual, via de regra, e citado como tendo ocorrido através de um “carro de fogo”.  2Re 2: 11.

Na verdade, está escrito que Elias foi arrebatado subindo ao céu num redemoinho e não pela dita “carruagem”, a qual teria apartado Elias de Eliseu. O propósito divino era arrebatar a Elias, mas como Eliseu não o deixava, teve que ser separado dele por Deus de uma forma sobrenatural, ou seja, por um “carro de fogo”.

Eliseu não deixava Elias,  por querer receber a porção dobrada de seu espírito que estava condicionada a que “visse esse momento”, conforme o verso 10 de 2Re 2.

O tal “carro de fogo”, também divulgado erroneamente pelos crentes, como sendo o veículo que arrebatou Elias,  deu ocasião a elucubrações tais como se dizer  que: foi um disco voador ou uma nave espacial extra terrestre e deuses astronautas que o fizeram, entre outras tantas e hipotéticas versões que manipulam a Bíblia indevidamente,  muitas vezes sobre pretexto pseudo científico.

A Bíblia se declara como uma revelação de Deus aos homens e não como uma narração humana, na verdade o homem nunca descobriu a Deus, Este é que se revelou descendo até ele através da Bíblia, pois até ela existiam muitos livros e deuses, e nenhum, nem o dos maias, nem os mais antigos escritos, falava de um “Deus único e pessoal” criador de tudo. Ou se aceita a Bíblia  como ela  é, ou se a rejeita. O que não se pode e manipular a verdade ao bel prazer.

A verdade é absoluta e independente dos conceitos humanos, se o texto bíblico é verdadeiro, seu autor é Deus,  ou então que se o ignore como sendo uma apenas uma fábula que não merece crédito e se assuma o preço disso. O que não dá e para crer e não crer na Bíblia ao mesmo tempo, ora sendo verdade, ora fábula.

A Bíblia diz que: Elias subiu ao céus num “redemoinho”. E você o que acha?

 

Claudio Pinto

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Davi contra Golias

Como Davi matou a Golias?

Todos conhecem essa história, até mesmo os descrentes, o mundo ha divulgou em muitos livros e filmes, ora com seriedade e outras vezes até mesmo com humor.

É interessante atentar para o relato que se inicia em 1Sm 17: 48, onde é relatado que Davi correu ao encontro do gigante filisteu, e que meteu a mão no alforje e tirou dali uma pedra e com uma funda a atirou e o feriu na testa, o derrubando com o rosto em terra. 1Sm 17: 48 e 49

No verso 50 é dito que Davi assim prevaleceu contra o gigante filisteu com uma funda, e com uma pedra,  e que assim o matou sem que tivesse uma espada na mão. Se parássemos de ler o texto aqui, concluiríamos que o gigante estava efetivamente morto devido a pedra encravada na testa.

Porém o verso 51 acrescenta que Davi pôs-se em pé sobre o filisteu, e tomando a espada dele da bainha, o matou. Teria matado o gigante pela segunda vez?

Após informa como ele o fez cortando-lhe a cabeça com sua própria espada.

Como Davi matou a Golias afinal, com uma pedra ou com a espada? Se quisermos criar uma polêmica o caminho está aberto, na verdade foi das duas formas, pois o derrubou por terra desacordado com a funda, e mesmo que já estivesse morto, garantiu isso ao cotar a sua cabeça com a espada, pois isto eliminaria qualquer dúvida de que estava mesmo morto, os dois atos fizeram parte da morte de Golias.

Até hoje, a pedra, Jesus Cristo, e a espada, palavra de Deus, continuam juntas a cada dia a matar o gigante, o pisando e lhe cortando a cabeça.  A espada, palavra de Deus, corta, e  permite que a  cabeça do maligno seja pisada,  debaixo de nossos pés, conforme está em Rm 16: 19 e 20.

 

Cláudio Pinto

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A lei do amor

Num mundo onde impera o pecado e a iniqüidade, a lei é necessária, pois sem ela haveria o caos. Se com leis, multas, e pontuação, as pessoas não respeitam o semáforo,imagine como seria o transito sem elas, por exemplo.

A idéia de sempre levar vantagem está impregnada na mente daquele que vive na lei, tanto dos punidos, quanto dos punidores, e o fruto que gera recebe o pomposo nome de corrupção. Sempre se dá um “jeitinho” para burlar as regras.

Já num mundo onde impera o amor, a lei é dispensável, pois num ambiente onde um busca o interesse do outro como está em Rm 12:10 e 1Co 10: 24, isso será feito sem necessidade de que se escreva essa norma. Eu não cruzo o farol vermelho não é porque está escrito que é proibido, ou porque serei punido, mas porque concordo em dar preferência ao próximo. Farei isso não por temor a uma multa ou a uma trombada, mas por respeito ao irmão e por temor a Deus.

Não tenho nenhum problema em ser o último da fila, nem tenho intenções de furá-la astuciosamente, para mim fila não é legalismo é ordem, nem ando pelo acostamento para me sentir mais esperto que a maioria, não o faço para não  me sentir um desordeiro, se a situação é caótica, que eu seja a ordem. Não creio que normas e regras sejam “legalismo”, nem que rebelar-se contra elas seja “espiritualidade”, o bem e o amor geram bom senso e equilíbrio sempre.

Amar a Deus e amar ao próximo significa ter essa lei escrita no coração, e toda a lei se cumpre no amor, conforme diz o apóstolo Paulo em Rm 13: 10.

 

Cláudio Pinto

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