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Archive for maio \30\UTC 2013

Doses  IIA Bíblia nada  diz sobre o beber ser pecado, porém reprova qualquer tipo de exagero, assim a bebedice, como a comilância, também chamada de glutonaria, são tidos como impedimentos para se entrar no reino de Deus conforme  Gl 5: 21.

O problema da bebedice, no caso de bebida embriagante,  é que ela tira a sobriedade, e o que se embebeda cai em sonolência e está elimina a vigilância, e estes estados todos põem em grande risco a vida e o futuro eterno do homem conforme 1Ts 5: 4 a 9 e Lc 21: 34 a 36.                                                                                                            

Não sendo certos hábitos citados como pecados, muitos o  crentes o praticam  até ministros ou líderes da igreja, não levando em conta o testemunho, pois toda a bebida, mesmo as consideradas mais tênues,  provoca odores desagradáveis devido a fermentação e isto é motivo de escândalo para os mais fracos.  Por outro lado os que também tem tendência a beber se fiam nesses exemplos para justificarem as suas  práticas.

Em geral os que são favoráveis  a pratica do beber socialmente não veem problemas em se usar vinho alcoólico na cerimônia memorial da santa ceia, o que é um  risco para ex alcoólatras convertidos os quais sequer  bolo regado a algum tipo de bebida podem comer, como licor ou rum, etc., pois isto pode  reacender neles o desejo de ingerir álcool, voltando a um vício que a duras penas haviam deixado. A igreja posta para salvar e libertar vidas não pode ser a causadora de tropeços ou quedas de seus participantes mais frágeis.  1Co 8: 13.

Por outro lado, como levar para a igreja para que seja socorrido e aconselhado, alguém com dependência alcoólica, para ser atendido por um pastor ou líder que também aprecia sorver bebidas inebriantes, ainda que socialmente, ele não teria convicção para fazer isso.

O pior dos mundos é que muitos crentes que praticam hábitos alcoólicos se justificam com a declaração de que bebem porque Jesus também bebia vinho, o que se não é possível  negar é impossível comprovar  pelos textos bíblicos, se tornando essa afirmação uma cilada a quem a faz. Caso seja verdadeiro que Jesus bebia vinho, o tal será justificado, porém se Jesus não o fizesse,  embora o beber moderadamente não seja pecado, o lançar falso testemunho sobre a vida de Jesus seria uma transgressão contra um mandamento da  lei de Deus, Ex 20: 16,  e isto sem dúvida é pecado. Não se pecaria por beber, mas se pecaria por apregoar falso testemunho.   

Qual seria a solução do caso? Aquele que aprecia beber, para sua segurança, declare que o faz por gostar simplesmente,  assumindo assim toda a responsabilidade  por seus hábitos  pessoais sem envolver a Jesus em seus atos.

Este alerta embora pareça duro é feito com amor e gostaríamos que assim fosse visto, já omiti-lo seria no mínimo falta de amor.  

Pense: “Beber, viciar e coçar é só começar, mas  viciar e largar é sofrer e penar.                                                             Nábulus, pensador cristão.               

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As m da  vida 180 blA vida sabe como marcar  

Não sou alguém acostumado a receber presentes, tive uma infância na qual não podia contar com isso, tinha muitos irmãos e as coisas eram difíceis, então aprendi a nunca pedir nem esperar nada,  o que talvez tenha sido uma boa lição de vida para mim, pois, eu havia aprendido há não ganhar. Quando me converti soube de  um princípio que dizia que: “muito mais bem aventurada coisa era dar do que receber” At 20: 35b.

Hoje, sinto prazer em dar a outros  aquilo que não tive e não em  me amargurar com as lembranças passadas. Isto é uma marca, claro que é, pois a vida tem suas formas de marcar as pessoas mesmo àquelas que a entendam e a resistam.

Aprendi a ter muita gratidão por todas as pessoas que me ajudaram independente do tamanho do benefício, isso independente de cifras, pois ajuda não significa dinheiro, mas boa vontade, cooperação, colaboração e fraternidade ou amor.

Quando estava para me casar, estava em aperto,  e tinha grande necessidade de ajuda, devido a uma série de circunstâncias, tinha um amigo que havia presenteado a todos com benevolência, gostava  de se mostrar rico e desprendido.

Não achava que ele teria que fazer o mesmo comigo, nem esperava nada, porém   me perguntou o que eu queria ganhar. Como disse, precisava de muita coisa, mas  não era  acostumado a pedir, e lhe perguntei até onde eu poderia ir? Me respondeu dizendo assustado: bem você sabe que eu não sou milionário!

Nunca mais voltei a tocar no  assunto com ele. Porém, quando ele se casou,  lhe dei de presente exatamente o que ele me pediu, com muito esforço pessoal,  pois  também não era um milionário, mas tinha prazer em dar.

Conto essa história, apenas para concluir que, a Bíblia está certa, dar é sempre muito melhor e mais agradável que receber, em especial se isto for feito com prazer e alegria e não com qualquer outro propósito pessoal. Como diz a palavra: que a tua mão esquerda não saiba o que faz a tua direita conforme Mt 6: 3.

A lição, em tudo dai graças, no pouco e no muito, conforme 1Ts 5: 18 e Ef 5: 20.

 

Cláudio Pinto

 

Quem se decepcionou com alguém e porque antes também fazia acepção de

pessoas.    Nábulus, pensador cristão.

 

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Elei III blO problema da doutrina da eleição previa, é que a Bíblia diz repetidamente,  que Deus não faz acepção de pessoas, conforme Rm 2: 11,  e esta visão é contraditória com esta declaração, pois no caso a acepção é feita até mesmo antes do nascimento do individuo. Creio que Deus tem conhecimento prévio de todas as coisas, mas isso não significa que Deus esteja por qualquer propósito a manipular os acontecimentos através de um método que mascararia sua verdadeira intenção de salvar somente os seus eleitos. No caso, como os rejeitados veriam e entenderiam a sua rejeição já de berço?  Deus é soberano, sabemos, mas é também justo.

Nesse caso, deveria estar escrito que Jesus morreu na cruz não para salvar o mundo, mas para que os eleitos pudessem ser revelados pela pregação da palavra, e que ao final, santificados ou não,  pudessem ter seu maravilhoso desígnio cumprido em suas vidas, e os demais mesmo que recebessem a Jesus e fossem santos ou buscassem ser, serem conscientizados da ineficácia disso e de sua rejeição prévia já determinada, também antes da fundação do mundo!!!

Caso seja isso verdadeiro, o sacrifício vicário feito por Cristo não foi pelo mundo como está em Jo 3: 16 e 17, mas somente por aqueles que já eram previamente salvos, seria então apenas um teatro para oficializar os fatos  anteriormente definidos, e ninguém mesmo recebendo a Jesus seria incluindo se estivesse fora desse plano divinamente secreto e seletivo.

A evangelização então não seria eficaz para salvar o mundo, mas como não se sabe quem seriam os eleitos ela se prestaria como ferramenta para despertar aqueles já marcados de forma prévia. Para os demais apenas os conscientizaria serem perdidos já  de nascença. Se a eleição é real temos que admitir que: existem dois tipos de humanos: os eleitos de nascença e  os rejeitados de nascença, pois nesse caso os opostos são verdadeiros e reais.

Cremos que todos foram eleitos e predestinados para a salvação em santificação de espírito e que o evangelho de Jesus é eficaz para salvar a todo perdido que o recebe, sem acepção de pessoas, conforme 2Ts 2: 13,  e que sem paz e santificação ninguém verá o Senhor, conforme Hb 12: 14,  e ninguém será eleito nem previa e nem posteriormente. Veja 1Pe 1: 15 e 16.

Deus quer que todos se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade 2Tm 2: 4 e 1Pe 3: 9.

Cláudio Pinto

Pense:  “Deus é justo e não enviaria ao céu alguém que nunca quis nem se se preparou para estar lá, pois isso seria uma imposição a ele  e não um prêmio”.         Nábulus, pensador cristão.

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Elei bl 180Desde que a salvação ficou disponível a humanidade, e isto ocorreu há 2013 anos atrás, com a crucificação e ressurreição de Jesus Cristo, ela tem sido motivo de debates e divisões.

Se o assunto fosse fácil isso não ocorreria, mas a prova de sua dificuldade foi que levou 1517 anos só para que se descobrisse que a salvação era pela fé, conforme Ef 2: 8, e isso  através de Martinho Lutero na chamada reforma protestante, imaginem só a salvação como um todo.

Sobre o assunto existem diversas posições, e muitas firmadas como sendo a verdade, porém como só existe uma verdade e não duas,  alguém deve estar errado em suas convicções, e sabemos  que, se é muito difícil alguém admitir isso individualmente, imaginem  um grupo rever sua posição e se reconhecer como errado.

Uma das tendências dessa vertente é a chamada eleição, que crê que o crente já nasce salvo e que nada tem a acrescentar a isso, ou seja, é eleito antes mesmo de nascer e usam para respaldar isso a citação bíblica repetitiva da eleição “antes da fundação do mundo”, para a qual tem sua interpretação particular.

Claro, nesse caso da eleição, creem que a fundação do mundo está situada no princípio de todas as coisas, ou seja, antes que o mundo existisse e tudo  esta previamente determinado por Deus que é onisciente, onipotente e onipresente, e detém o controle dos acontecimentos.

Fica difícil aceitar, no caso da eleição, que Deus estaria apenas manipulando os seres humanos para que fizessem exatamente a sua prévia vontade, como se fosse um ato teatral, lhes dando porém,  a sensação de serem agentes ativos no processo e até dotados do chamado livre arbítrio, dom que seria absolutamente desnecessário no caso, pois o enredo da história já estaria definido e determinado. Tudo seria apenas uma aparência exterior.

Confesso a minha incompetência em admitir até hipoteticamente a lógica dessa doutrina.

Cláudio Pinto Pr

Pense: “Para ser eleito, no mínimo, eu tenho que  decidir pessoalmente ser um candidato. Nábulus. Pensador cristão.

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Toy PiHá alguns anos atrás, ir de São Paulo  para o sul do estado do Piaui era uma aventura, na verdade sempre foi fácil chegar até as proximidades, como Brasília, Teresina ou Barreiras na Bahia, depois disso era adrenalina pura. Vamos citar neste relato a opção de se  sair da bela cidade de Barreiras em direção a Avelino Lopes.

Os que tinham qualquer problema físico, sem dúvida, iriam ser provados a fundo. Era comum as pessoas terem enjoo durante a viagem de forma até dramática, pois o utilitário Toyota que nos levava era um carro próprio para a região e seu sistema de suspensão era absolutamente duro para suportar o castigo, e cada solavanco refletia diretamente no corpo de cada pessoa  que nele estava.

Na verdade a estrada foi mal construída e o tempo a esfarelou entre buracos e se andava mais as margens dela do que em seu leito, tinha teoricamente duas mãos de direção. Era preciso atenção total, pois quem definia a mão de direção preferencial eram os buracos da pista  tendo que se parar e esperar as manobras dos que vinham no sentido contrário.

A estrada era mais uma referência do caminho a ser seguido que um leito carroçável. Após, ela acabava e tínhamos que seguir por estrada de terra em região de serra extremamente acidentada e deserta.  Enfim, era coisa para pessoas determinadas e de fé,  1Co 15: 58.

Hoje as coisas mudaram muito embora ainda difíceis, felizmente  o progresso está chegando a região rapidamente e essa estrada está remodelada. Existe também a opção Teresina, que significa doze a treze horas de viagem em automóvel ou Ônibus até o sul do estado.

Assim também é nossa vida cristã, ás vezes a estrada  se mostra tão esburacada ou esfarelada, que se tem a igreja  apenas como ponto de referência para seguir o caminho, e se  acaba por andar as margens dela, muitos a julgam intransitável e ficam a sua beira. Agindo assim paramos e damos nosso  lugar há muitos que nela transitam ou  andam,  no sentido contrário.

Andar as margens da estrada deve ser um recurso improvisado e  inteligente e não uma forma de caminhar rotineira. Como cristãos não podemos ficar a margem dos acontecimentos apenas vendo e não fazendo as coisas acontecerem,  Dt 28: 13 e Hb 10: 38 e 39.

Cláudio Pinto Pr

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Dia das mães 500 bl

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A obed dos RecsVivemos hoje em tempos de contestação, onde os filhos não respeitam pais,  professores, nem sequer sabem o que significa tomar a bênção dos pais ao acordar, ao sair, ou antes de dormir, dos avós então é inimaginável. 

Nesses tempos bicudos da educação nos lembramos do texto bíblico que ressalta a obediência de uma família, dos recabitas, que recebeu uma ordem de não  beber vinho em suas gerações, entre outras, e nunca questionou ou desobedeceu.

Foram fieis a ponto de Deus ordenar a Jeremias que os provasse, os levando a casa do Senhor e lhes oferecesse vinho a beber, Jr 35: 4 e 5. Eles se recusaram a beber por ter um compromisso de fidelidade e obediência com seu pai Jonadabe, filho de Recabe, o qual dera no passado a tal ordem conforme Jr 35: 8.

Como um exército entendiam que uma ordem é dada para ser cumprida e não para ser discutida. Os cristãos são hoje o exército de Deus na terra,Tt 2:9 e 3: 1.

Essa atitude de submissão ficou evidenciada quando confrontada diretamente com a atitude de desobediência e rebeldia dos filhos de Israel as ordens e soberania de Deus conforme está em Jr 35: 15.

Deus então anunciou que traria sobre Israel todo o mal que havia falado contra eles e que a casa de Recabe nunca faltaria varão que estivesse perante a sua face todos os dias, Jr 35: 17 a 19. Foram abençoados por obedecerem e por honrarem a seu pai e a seu avó, naquilo que estes lhes determinaram, Fp 2:8.

Entraram para a história bíblica como uma família abençoada e digna de elogios de Deus, e por Ele citada como um exemplo de fidelidade e submissão.

Está escrito: obediência quero e não sacrifício e o obedecer e melhor do que o sacrificar. ISm 15: 22          

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