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Archive for fevereiro \26\UTC 2017

O homem Adão

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Existiam homens no planeta terra antes de ser formado o homem Adão revelado pela Bíblia? Muitos creem que se aceitando essa hipótese como sendo uma verdade se estaria negando o texto bíblico, o que não tem nenhum fundamento como veremos na sequência. A propósito, Deus só revela a formação do homem Adão porque isso tem importância para a salvação de todos os homens que crerem.

A pré-história estudada pela arqueologia, a antropologia e a paleontologia, revela de forma farta e comprovada pela existência de fósseis, que a forma humana ou humanoide é antiquíssima e uma das mais repetitivas e aprovadas na natureza. Milhares de seres foram e ainda hoje são catalogados com tendo forma humanoide, mesmo os reconhecidamente pertencentes ao reino dos chamados animais irracionais. Como negar ter um primata a forma semelhante à humana?

Entre as espécies achadas e catalogadas desde a pré-história estão seres como o pithecantropus erectus, o australopithecus, o homem de Neanderthal, o homem de cromagnon, o homo habilis, etc. Portanto, sempre existiram homens povoando a história da humanidade e creio que muitos dotados de inteligência comprovada pelos pictogramas, petróglifos e gravuras rupestres em cavernas, e até por vestígios deixados na arquitetura e em objetos manufaturados achados.

O que a Bíblia revela é algo inusitado até então na natureza, que foi a criação de um homem a partir do pó da terra, ou seja, sem ter nenhum ancestral genético, veja Gn 2: 7, cujo nome foi Adão. Embora com a forma humana parecida a dos já existentes no planeta, era um novo ser único e original, pois o homem Adão tinha a imagem e semelhança de seu Criador, veja Gn 1: 26 a 28, diferentemente dos demais desprovidos dessa “semelhança”. Esse fato ocorreu a aproximadamente 6 mil anos atrás que é a idade do homem moderno de origem adâmica. Antes dele existiram homens, porém sem nenhuma ligação com o homem Adão, que por poder se eternizar é o único que interessa ao relato bíblico revelado a nós por Deus.

Os demais Homens sempre existiram na história humana, eram “almas viventes”, como os demais animais, veja Gn 1: 24, se extinguiam ao morrer no corpo físico. O que quebrou a regra foi Adão que além de uma alma vivente, tinha uma “alma imortal”, a qual transcende o limite da vida material e que pode se eternizar em outra dimensão espiritual como revela a Bíblia. É por isso que ele importa a Deus, por ser único na criação e por poder ser restaurado para a vida eterna.

Esta é a criação que a Bíblia narra, e que começou com um homem chamado Adão, o qual caiu em pecado, e isso só aconteceu por ele ser a imagem e semelhança de seu Criador e tendo por isso livre arbítrio, e uma alma que o podia eternizar. Se fosse mortal e finito como todos os demais sequer seria tentado pela serpente, pois não representava perigo a ela, pois desapareceria com a morte de seu corpo, e não poderia pecar por não ter livre arbítrio para escolher entre o bem e o mal. Seu castigo seria o mesmo dos pré-diluvianos, apenas a perda do direito a vida.

Por isso a Bíblia nada diz sobre eles, isso não interessa em absoluto ao chamado plano da salvação, deixa porém, a cargo de cada um o direito de pesquisar sem ser isso considerado como pecado, conforme está em Pv 25: 2. Cláudio pinto pr

Pense: “Aos eternos, crentes e descrentes, a salvação ou a perdição eterna, aos animais apenas a morte física”. Nábulus, pensador cristão

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O Deus da criação

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A Bíblia se caracteriza por revelar de início a criação do universo e todos os seus exércitos, quando ainda nada existia e o Deus Criador do nada fez tudo.

Também não sabemos sobre quanto tempo se passou, até que aparecesse o relato da criação da terra, que no texto de Gn 1: 1, parece ter sido simultâneo devido ao relato ser sumário. Nada sabemos também sobre quanto tempo levou para que aparecesse posteriormente na natureza o homem, e não nos referimos aqui a “forma humana” muito comum no planeta, mas a criação do “homem Adão”.

A Bíblia revela que o “Deus Criador”, criou todas as coisas visíveis e invisíveis a partir do invisível como é para nós o átomo, Hb 11: 3, mas que hoje se sabe são a base para todos os elementos que compõe a matéria das coisas criadas, sendo Ele o autor até mesmo do grande e infinito vazio prevalecente entre os astros no cosmos que se repete também em toda a matéria.

A Bíblia, não revela um “deus” (um ser pensante), que compreendendo princípios da criação já existente, adquiriu conhecimento e desenvolveu tecnologia avançada que o tornou capaz de alterar as coisas já criadas e assim poder se mover com liberdade entre elas. Esse “deus usuário”, por maior que possa parecer aos olhos dos homens, só é grande e idolatrado, por ter alguém que por exacerbada sabedoria, ou por extrema e irônica ignorância, se mostra pronto a reconhecer a sua grandeza e até o reverenciar como sendo um deus. O desconhecimento dos primitivos, pode os ter levado ao engano de ver num ser criado um “deus”, mas a sabedoria, a verdadeira sabedoria, nunca permitirá que ele seja confundido com sendo o “Deus Criador” revelado nas escrituras sagradas no Gênesis.

A Bíblia revela O Deus Criador que ordenou: “Faça-se a luz” e a luz se fez por sua palavra, criou e não alterou o já existente. Depois ordenou a sequência do que deveria passar a existir e tudo se fez. Do nada invisível, Ele o Deus invisível, fez todo o visível e aparente, conforme Cl 1: 15 e 16. Ele não tem uma tecnologia, é o Criador, e toda a tecnologia e apenas uma ínfima parcela de sua grande Criação.

A Bíblia dá honra a quem realmente a tem ao “Deus Criador”, único e inigualável. Porém quem quiser criar “deuses” e os e adorar, saiba que a Bíblia não o proíbe, Pv 7: 29, deixa a critério da imaginação de cada um conforme Jr 16: 20, Gl 4: 8, 1Co 8: 5 e 2Co 4: 4. Para os que creem porém, a posição determinada está declarada em 1Co 8: 6.

Com o conhecimento de hoje nada justifica confundir seres criados e inferiores, ao Deus Criador revelado na Bíblia, por maior que seja a sua tecnologia, e venha ele supostamente de onde vier do universo, quanto mais usar o texto bíblico que revela o “Deus Criador”, para comprovar tais elucubrações. Se hoje queremos ser mais evoluídos que os povos primitivos da terra, comecemos por não cometer os mesmos erros primários que eles cometeram. Se neste tempo confundimos “alienígenas” como sendo “deuses” do passado e até como sendo o criador do homem, somos tão ou mais primitivos que eles o eram há milênios, o que seria hoje diante do conhecimento disponível uma vergonha muito maior e um ultraje a verdadeira sabedoria, justificando 1Co 1: 27 a 29.

Se não podemos ver e crer pela fé, que ao menos tenhamos bom senso.    cláudio pinto pr

Pense: “O Deus bíblico é o Criador, os chamados “deuses” apenas manipulam a sua criação.

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A salvação

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A Bíblia revela a perdição do homem e creio que sobre essa condição ninguém tem muita dúvida. Basta olhar a obra terrível que o homem fez sobre a terra na história, repletas de maldades, guerra e morte, e se conclui com certa facilidade que alguma coisa está muito errada no caráter humano, pois a princípio o homem foi criado bom ou até “muito bom”, veja Gn 1:31. A morte e a perdição não fazem parte da criação do homem, que agora necessita de salvação por estar perdido.

O problema portanto, ocorre em relação à chamada salvação, onde existem inúmeras visões e pontos de vista, de como deve viver aquele que um dia se reconheceu como perdido e optou pela salvação em Cristo Jesus, pois como viver para continuar na perdição é inerente ao homem por herança adâmica.

Uns creem que nada tem a fazer além de receber a Jesus, se batizar e frequentar uma igreja, dando ou não dízimos que é outro assunto polêmico na graça. O fato de terem sido achados pela graça divina, revela que eram predestinados a isso já de berço, ou seja, pertenciam a uma categoria superior de cidadãos especiais, embora essa condição negue os textos de: At 10: 34 – Rm 2: 11 Ef 6: 9 – Cl 3: 25 – 1Pe 1: 17, que dizem que: “Deus não faz acepção de pessoas”.

Para estes privilegiados, não há necessidade de uma transformação de vida ou de caráter, só o ato de terem reconhecido o sacrifício vicário de Jesus na cruz, já é mais do que suficiente, o que confronta Rm 6: 6. Nada que ocorra com eles poderá anular esse reconhecimento, nem o pecado, nem a recaída, nem uma vida iniqua e desregrada, veja Rm 8: 9, nem mais nada, pois na visão destes, se aceitando a perda da salvação isso implicaria em um erro maior, o de se negar a validade do sacrifício de Jesus. Em Rm 11: 21,22 – Hb 6: 4 a 6 e 10 26 e 27, entre outros textos, este pensamento é doutrina é clara e absolutamente contraditado, pois o que nega o sacrifício de Jesus é uma vida pecaminosa e iniqua.

Outros creem que mesmo sem nunca terem se candidatado foram eleitos, o que no mínimo é muito contraditório, pois viola o chamado livre arbítrio já de berço, ou seja, a estes não é dado o direito de escolher a salvação, pois são salvos queiram ou não. Mesmo que venham a optar por viver no pecado, Rm 6: 12, acabarão no céu, ao qual pelo seu estilo de vida, nunca almejaram nem buscaram, e nem nunca antes se preparam para lá estar. Nesse caso fica a pergunta: o céu seria para ele uma benesse, ou um castigo? Deus jamais dará ao homem algo que ele não quer e nunca quis, pois é um Deus de justiça e não operaria de forma contraria ao livre arbítrio que deu a cada um. Quem nunca buscou o céu nunca terá o que não buscou.

Quanto a mim em relação à salvação, penso que não se perde o que não se tem, pois a salvação é uma intenção ou uma promessa, pois em esperança somos salvos, conforme Rm 8: 25, esperança que só se concretiza no arrebatamento ou na morte do cristão, 1Ts 4: 13 a 18 e 1Co 15: 50 a 53, quando se deixa a carne sede do pecado, Rm 8: 6 e 7, e assim já não se poderá mais pecar nem perder a salvação, a qual na Bíblia está sempre mencionada no tempo futuro , o “serás salvo”, conforme podemos comprovar em: Rm 8: 21, 10: 9 e 13, 1Co 3: 15.

A vida cristã e cheia de aflições, dúvidas, angústias, temores, etc., mas no futuro nos está prometida a glória, conforme Rm 8: 18 que diz: “Por que para mim tenho por certo que as aflições deste tempo presente não são para comparar com a glória que em nós há de ser revelada”.

claudio pinto

Pense: “assim também operai a vossa salvação com temor e tremor” Fp 2: 12b. A salvação vem de Jesus, a operação dela em santidade é nossa, Hb 12: 14”. Nábulus, pensador cristão

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