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Archive for maio \24\UTC 2014

Bíblia cópiaFinda a leitura, meditei na solução, o autor andou próximo da luz ao escrever este texto, caminhou esbarrando ou se esfregando na verdade, descobriu que a luz vence as trevas e os monstros que a povoam, acreditou que a luz é a solução para iluminarmos as nossas trevas, concordando talvez sem o saber com o que disse Davi, séculos antes,  e que ficou registrado no Sl 18: 28.

 

Se o mundo que caminha cuidadoso, palmilhando e tateando nas densas   trevas, aderisse a verdadeira luz descrita em Jo 1: 9 e 12: 46   e tivesse na mão, não a espada do cavaleiro Jedi, mas a citada em Ap 1: 16 e 19: 15 e 21,  que pelo poder da palavra de Deus ilumina a escuridão, revelando que onde está a luz as trevas não prevalecem, poderia com ela extinguir todas as trevas e monstros de sua vida.

 

Afora a criatividade e as qualidades do texto e de seu autor, o grande engano nele  abordado permanece oculto; e  esse terrível monstro que as crianças pressentem e temem, mas ao se tornarem adultos crêem não mais existir.

 

Ele existe na verdade, e tem com eles, se permanecerem nas trevas,  um fatídico encontro marcado infelizmente.

 

Que bom se todos que lessem esse artigo magnífico, pudessem  se livrar desse dia fatal, munidos desde já com a luz da verdade de Jo 1: 9 e da espada do Espírito, disponível hoje a todos os que recebem a Jesus a luz do mundo, o qual sozinho derrotou as trevas como está em Jo 8: 12, sendo  único e suficiente Salvador.

 

Você quer entrar no reino de Deus? Seja como uma criança, pois Jesus disse que dos tais é o reino, e na fé de um menino, derrote o monstro das trevas da noite que o assombra, com a espada do espírito e como filho da luz e do dia,  como está em 1Ts 5: 4 e 5, com a luz de Jesus, elimine as trevas e seus entes de sua vida.

 

Pense: “Por mais poderosas que as trevas pareçam, sucumbem dissolvidas a presença da luz”      Nábulus, pensador cristão

 

 

 

Cláudio Pinto Pr

 

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Esp de jediOs adultos lhe confidenciaram, que o capeta, tinha chifres, calda longa, era fedido e tinha focinho de lobo entre outras coisas e sempre trazia nas mãos um  agressivo tridente pronto para espetadelas nos incautos,  esse ser era o que ele mais temia embora nunca o tivesse visto em uma noite em meio as densas trevas.

 

Ele conjeturava que o poder dessas criaturas  cessaria de imediato ao se acionar o interruptor de luz, o qual faria com que todos eles se ocultassem se escafedendo para longe da claridade da luz. Jo 3: 19

 

Porém, para tal ato de coragem, eram precisas atitudes heróicas de desprendimento como a de levantar-se da cama e caminhar até junto da porta onde estava o espelho de luz, o qual distava  três longos e perigosos metros, e que  passava em meio aqueles feios e pegajosos seres com seus tentáculos ou garras afiadas que pululavam as trevas do seu quarto.

 

O que ocorreria se esbarrasse em um deles e qual seriam as imprevisíveis conseqüências, então não se arriscava, preferindo a opção de cobrir a cabeça com as cobertas.

 

Como contou a história de suas batalhas noturnas a um garoto que já passara dessa fase de terror, esse lhe disse que a solução para vencer essa luta e desbaratar esses monstros era mesmo a luz, pois perguntou-lhe se algum monstro já o atacara alguma vez a luz do dia?

 

Prometeu que lhe presentearia com uma espada do cavaleiro Jedi que possuía, e que esta carregada com energia de  pilhas, permitiria que da cama, ele com um simples toque dos dedos, inundasse o quarto de luz, diluindo na claridade aqueles monstros fantásticos habitantes das trevas.  Esta seria mesmo a solução para o problema?                                     Continua no próximo post

 

Pense: “A luz e as trevas não concordam, portanto nunca estão juntas”. Am 3: 3

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T dos Mtrs1 – O terror noturno

Por volta dos anos setenta, num evento publicitário, participei em uma livraria na região da Paulista do lançamento de um livro cujo autor era Ivã Ângelo. Eram tempos difíceis, onde a censura visitava todos os textos e uma nova obra era mais que um coquetel, era também um ato político, apoiado e prestigiado por todos os simpatizantes das idéias do autor, e ninguém, apesar dos riscos, perdia a ocasião  ainda que discretamente, de marcar a sua presença no ato.

Anos após, na sala de espera de um consultório dentário, lendo a Veja São Paulo deparei com um belo texto do citado autor onde ele se recordava de sua infância e em especial da fase de temor aos monstros que povoavam a escuridão de seu quarto. Como ocorre a toda criança, e de forma despojada, ele se expunha sem restrições ou melindres, revelando seus  íntimos e secretos sentimentos de terror noturno arquivados na memória há tanto tempo. Sl 91: 5.

No ambiente soturno de seu quarto haviam monstros ocultos, talvez os mesmos que assombram magistralmente as noites de insônia do garoto Calvim, eles ocupavam todos os espaços possíveis das trevas de seus aposentos, se esgueirando silenciosamente  por todos os lados se insinuando de forma terrível e ameaçadora,  apesar de invisíveis sua presença podia ser sentida de forma indelével dizia.Sl 4: 8.

Todo o poder dessas criaturas noturnas, estava na escuridão, entre elas uma se destacava, a que respondia pela alcunha de “capeta”, com chifres e tridente.                                    Quem de nós não passou por estas experiências em sua infância?                               continua no próximo post.

 

 

Pense: “É melhor acender uma vela que viver a amaldiçoar a escuridão”

 

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PF e G dia das M bl

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AS blMuitos não gostam do piloto Airton Senna, o achavam arrogante, frio,  melindroso, vaidoso, etc. E estão certos, isto  foi notório durante sua carreira e principalmente nas  entrevistas que concedia a mídia.                                     A questão e:  existe ídolo que não seja excêntrico  ou egocêntrico?

O que existiu então de diferente em Senna,  em relação aos demais ídolos , que até hoje o põe como quase uma exeção a regra das celebridades?

Creio que foi o espírito obstinado demonstrado por ele num momento em que o país estava frustrado por ter toda uma geração que pouco realizava, mesmo no esporte,  apesar da qualidade e da fama que possuía. Era uma geração de muita exaltação e conquistas pessoais, com  muitos craques reconhecidos,  mas de poucas conquistas, isto até mesmo no futebol. Talvez faltasse um maior empenho pessoal de cada um, fator que sobrava a Senna ao alegrar a todos nos domingos pela manhã.

Creio que a conquista da fama e da  riqueza fácil, tenha trazido a estes ídolos um vazio que foi preenchido por vícios de todo tipo, e quem conhece o mundo sabe da história de tantos deles que se perderam se revelando como escravizados pelas  drogas, e mesmo jovens  já vitimas de doenças fatais. Outros foram ceifados da vida de forma abrupta  e em plena juventude , sucesso e atividade, se foram como exemplos desastrosos.

A falta de temor a Deus tão presente e decantada  pela mídia, quebra os valores,  e o vazio moral traz a falta de perspectiva, revelando não haver nada que  justifique a vida, ainda que se tenha  o mundo ao alcance das mãos. É a solidão e a apatia da fama.

Diante disso, e podendo avaliar  hoje a qualidade dos ídolos de minha geração, que se foram e os que ainda estão, em todas as áreas, posso  entender  bem esse “vazio de  bons exemplos” e a frustração na maioria.

Facilmente faríamos aqui uma lista tão extensa de exemplos negativos, que seria enfadonho se ler . Talvez por isso que alguém vulnerável como todos  os ídolos, por falar constantemente em Deus, a ponto de ser criticado por agir como um predestinado, Js 1: 9, tenha entrado para a história como um bom exemplo de obstinação aos jovens , pois não se drogava para ter ânimo, nem para comemorar as vitórias, e  nem se drogava para se consolar das derrotas,  na pista ou na vida.

O rastro deixado foi  ter ele  as mesmas falhas de todos, porém ter algumas  virtudes que poucos tiveram, entre elas a obstinação por trabalhar e vencer a qualquer preço e deixar uma fundação para formar e educar jovens.

Acorde ou discorde disso a vontade, sua opinião e tão importante quanto à de todos.

Pense – “O homem pode fazer criações e coisas maravilhosas, mas o que revela o seu caráter e essência não são elas, mas o tempo o faz”.                         Nabulus, pensador cristão

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Lavando os pés

lava-pes - 200Em Jo 13 – Jesus após cear,  tirou os vestidos e  se cingiu de uma toalha e deitou água numa bacia e começou a lavar os pés dos discípulos, e após a enxugá-los com a toalha com que se cingira,  Jo 13: 5                                                                                                                                                               Como Jesus não explicasse porque fazia isso, Pedro se escandalizou e perguntou – lhe se Ele lavaria também a seus pés?

Jesus percebendo a indignação de Pedro lhe disse que ele não entendia o sentido do lava-pés, naquele instante, mas que o entenderia depois. Então Pedro declarou que de maneira alguma deixaria que o Senhor lavasse a seus pés. Jo 13: 7.

Diante disso Jesus lhe diz: “ Se eu não te lavar não tens parte comigo”. Dado o alerta Pedro vai a extremo: “Não só aos meus pés, mas também as mãos e a cabeça”. Disse-lhe Jesus: “O que está lavado não necessita lavar senão os pés, pois no mais todo está limpo”. Jo 13: 10

Como os discípulos eram limpos por Jesus? A resposta está em Jo 15: 3 que diz: “Vos já estais limpos, pela palavra que vós tenho falado”. A  palavra também lava conforme Ef 5: 28.

Portanto,  os que são enviados tem que ter os pés limpos para ter parte, ou seja compartilhar o evangelho de Jesus. O mundo está sob maldição Gn 3: 17, e os pés são os que tem contato com a maldição ao pisar a terra, espiritualmente pisam  e se contaminam com a sua sujeira, e se o resto do corpo e limpo pela palavra, os pés precisavam ser lavados por Jesus para poderem ser  enviados pisando sobre a maldição da terra  e anunciando boas novas.

A palavra diz: “Quão formosos os pés dos que anunciam a paz, dos que anunciam coisas boas. Rm 10:15, Is 52: 7, Na 1: 15.  Na casa onde forem recusados devem ao sair dela sacudir o pó de seus calçados se recusando com este  testemunho  levar a contaminação de seu pó em seus pés. Aquele que é de Jesus e anuncia boas novas deve estar sempre limpo no todo,  e em especial ter os pés limpos para poder pisar serpentes e escorpiões no caminho. Rm 16: 19 e 20.

Cláudio Pinto Pr

Pense: “Ter parte com Jesus e fazer parte de seu corpo, e cumprir a parte que ele deixou com você ao voltar para o Pai.”

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