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Archive for setembro \28\UTC 2016

S feira SH8 V

Então chegou Jesus a sinagoga dos judeus, veja que este texto já dissocia Jesus, um judeu, da sinagoga, onde Jesus comparecia por ser o único lugar onde eram lidas as escrituras e onde eles estavam reunidos. E havia ali um homem que tinha uma das mãos mirradas (seca), sem que ninguém pudesse fazer algo benéfico por ele em sua deficiência.

E vendo a Jesus e sabendo há quantos ele já curara, os judeus vendo estar o deficiente entre eles o usam, questionando Jesus se era lícito curar alguém no sábado. Eles revelam claramente nada entenderem do que significa “ misericórdia”, sendo entendidos porém, na dureza da lei sacrificial. Então Jesus lhes pergunta se nenhum deles teria misericórdia de uma ovelha que caísse numa cova num dia de sábado para dali a tirar, até mesmo porque isso significaria ter um prejuízo financeiro, o que era uma prioridade ao judeu não ter, v 11.

No verso 12 Jesus pergunta: Vocês sabem avaliar o preço de uma ovelha, porque doe no bolso, mas não sabem avaliar o preço de um homem que vale muito mais? Portanto, fazer o bem e exercitar misericórdia seja no sábado ou em qualquer dia da semana é lícito. Então fez o que nenhum guardador do sábado podia fazer, ordenou ao homem que estendesse a mão mirrada a curando e a tornando sã como a outra, e fez isso diante de todos na sinagoga, não o fez em oculto para que todos aprendessem a exercer “misericórdia”.

Ao invés de se alegrarem com a cura do homem, e glorificarem a Deus pelo feito, os judeus se iraram pela violação do sábado, entendendo terem sido desafiados e ofendidos pessoalmente. Mostrando não terem nenhum sentimento de misericórdia, se ajuntaram em conselho para “matar a Jesus” 1Co 3: 6, por que ele curara o homem num sábado. Para eles a misericórdia nada valia mesmo sendo superior e benéfica, mais valia sim o ato de oferecer pretenso sacrifício, mesmo que inferior.

Hoje ainda se confunde o adorar a Deus em qualquer dia da semana e em qualquer lugar em Espírito e em verdade, de Jo 4: 23 e 24, com o ato de oferecer pretenso sacrifício legal na graça, para tentar agradar a Deus. E Deus respeita o direito e as limitações de cada um .

Jesus então sabendo que a intenção deles era essa, se retirou dali seguido por uma grande multidão que buscava nele a ajuda que não achava na sinagoga nem mesmo num dia de sábado, e ele curou a todos como fez antes ao homem da mão mirrada.

cláudio pinto pr

Pense: “Jesus veio para trazer vida, mas podemos escolher seguir a lei da morte”, Rm 8: 2.

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Os discípulos

Todos nós temos uma família na terra a qual não escolhemos, nascemos no meio dela e a aceitamos e fazemos parte dela. A ligação de sangue é muito forte entre nós, é um elo que nos une aos que têm a mesma origem nossa. Ainda que no convívio não gostemos de algum de nossos familiares, na hora das necessidades porém, o fator sangue fala mais alto que a razão.

Jesus também tinha uma família de sangue na terra, nasceu de Maria e teve a José como pai adotivo, após, em seus muitos irmãos pór parte de José e Maria. Viveu no meio deles até que atingisse a maior idade e desse início a seu ministério na terra aos trinta anos. Jesus sempre os amou e respeitou e se submeteu a eles nesse tempo. A única vez que Jesus os deixou foi ao doze anos ao ficar no templo para ser arguido pelos doutores da lei e testar a sua sabedoria em Lc 2: 46. Existia porém, diferenças e dúvidas entre Jesus e seus irmãos Jo 7: 3 e 4, como nos confirma o texto de Jo 7: 5, não havia uma identidade de pensamento entre eles.

Quando seus pais ansiosos o encontraram no templo em meio aos doutores lhe perguntaram do porque dele se ausentar sem nada dizer a eles, ao que ele respondeu: “Não abeis que me convém convinha tratar dos negócios de meu Pai?”. Lc 2: 49

Eles porém, não entenderam o que ele queria dizer, mas voltou com seus pais para casa, e sua mãe mesmo sem entender, guardou essas coisas em seu coração, Lc 2: 51.

Em Mt 12: 46, quando ele falava a multidão lhe disseram que estava fora a sua mãe e seus irmãos que queriam lhe falar. Qualquer um de nós faria uma pausa para atender os familiares. Jesus porém, aproveitou a ocasião para mais um ensinamento dizendo: “quem são minha mãe e meus irmãos, e irmãs”, ou seja, os meus familiares?

São os meus discípulos, os que me ouvem e que se unem comigo pelo desejo de fazer a vontade de meu Pai, estes são os meus irmãos, irmãs e mãe. Fazer a vontade do Pai é o fator de união entre os irmãos, irmãs, e os que formam a família de Deus. Podemos ser diferentes em cor, em origem, em predileções, etc. mas, naquilo que é fundamental temos que pensar de uma só forma e sermos um só. Nisto se cumpre a oração e o desejo de Jesus por nós e para nós em Jo 17: 11 e 21: “Pai, que eles sejam um assim como nós”.

Uma família na terra se une pelo sangue, uma família no céu pela unidade de pensamento.

Pense: “Um só corpo, um só espírito, um só Senhor, uma só fé, um só batismo, um só Deus e Pai de todos o qual é sobre todos, e por todos e em todos”, Ef 4: 3 a 6.

cláudio pinto pr

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Estrela de Davi

O sábado é um tema polêmico mesmo entre os ditos cristãos e há até divisões ferrenhas, que são provocadas pela interpretação desse mandamento, Ex 20: 8.

Neste texto, os discípulos com fome colhem e comem espigas num dia de sábado o que não era permitido pela lei, e os fariseus observando não deixam passar essa oportunidade de arguir a Jesus, cobrando a ilicitude contida no ato.

Então Jesus lhes cita Davi, há quem muito respeitavam e que era cumpridor fiel da lei, mas não sendo um sacerdote, assim mesmo num sábado entrou no templo e comeu os pães da proposição com os que com ele estavam, fato que só era lícito aos sacerdotes fazê-lo, e não foi punido por isso.

A seguir diz que os sacerdotes no sábado estando no templo, violavam a lei, o que não lhes é imputado como culpa ou transgressão. O fato é que tanto os discípulos quanto os sacerdotes tinham algo em comum: ambos estavam dia e noite diante de Deus o servindo, os sacerdotes no templo, os discípulos diante de Jesus que era maior que o templo. Fica entendido aqui, que para os que estão diante de Deus o servindo todos os dias da semana são sábados. Cabe assim aos ausentes e que só buscam a Deus por um dia na semana o cumprir o sábado.

O sábado é sacrificial e dia de guarda para aqueles que estão distantes de Deus durante toda a semana, para que ao menos no sábado e por uma dia se lembrem de Deus para o servir. E isto é feito em forma de sacrifício, pois e uma obrigação legal na qual toda a liberdade fica suprimida, tanto o fazer qualquer obra como o acender o fogo, o se deslocar, ou hoje, até mesmo ligar uma lâmpada ou uma tomada eletrica, por se constituir uso de trabalho alheio no sábado.

O sábado foi instituído para que Israel se lembra-se pelo menos por um dia da semana que existia um Deus sobre eles, por isso afligiam a sua alma nesse dia, Dt 5: 15 e Ex 31: 15 a 17. O sábado é o dia de descanso de Deus citado em Gn 2: 2, e sabemos que esse dia se cumprirá no milênio de Cristo a sétima dispensação, quando o Filho, após Deus submeter a ele todas as coisas se submeterá Deus, veja 1Co 15:27. Com Jesus reinando no milênio, Deus entrara no seu “dia de descanso”, que na verdade é na lei figura de Jesus Cristo, o qual sabemos cumpriu a lei, se constituindo no milênio como o “sábado de descanso de Deus”.

Por isso Jesus diz: “pois eu vos digo que está aqui quem é maior que o templo”, se referindo a ele mesmo, o templo do Deus vivo na terra em quem reside o Espirito Santo de Deus, Mt 3: 16 e 4: 1. Porém isso é só para os que entendem que a misericórdia de Deus é maior que o sacrifício que qualquer um possa lhe oferecer, e que por falta de misericórdia ou do seu entendimento é que os guardadores da lei condenam os inocentes, o que Jesus reprova no texto v 7.

E ele tem autoridade para fazê-lo porque afirma a quem possa entender que ele, o filho do homem, até do sábado é Senhor. Portanto, o sábado tem um ‘Senhor” que o preside por trás dele, Jesus Cristo o “descanso de Deus”. O sábado no VT é sombra das coisas futuras ou figura do Filho de Deus, Jesus Cristo. Hb 10:1.

Pense: “Cumprir a lei na graça e fazer sacrifício fora de tempo para condenar inocentes, já exercer misericórdia na lei ou na graça é para salvar os culpados. Nábulus, pensador cristão

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O que leva um homem a dizer: tenho sessenta anos, mas espiritualmente me sinto como se tivesse trinta? Em geral isso vem em resposta a uma pergunta que não lhe foi feita, sendo uma manifestação reativa a algum comentário. É uma auto defesa, visando se preservar de qualquer ilação ou de qualquer conclusão que possa soar como desairosa. A reação é: sou velho mais espiritualmente me sinto jovem! É uma declaração em geral dada por “celebridades” na mídia.

Teoricamente um homem de trinta anos tem o dobro do vigor físico de um com sessenta, em compensação também teria apenas a metade de sua experiência empírica adquirida no passar do tempo.

Qual seria o ideal? creio que seria ter o vigor dos trinta anos, porém, com a experiência acumulada dos sessenta anos. Isso permitiria se acrescentar a força à sabedoria e as ações seriam então vigorosas, mas temperadas com equilíbrio e a sobriedade, causando admiração e respeito nos que a presenciassem, e até uma sensação interna de emulação.

Porém, muito difícil será vermos o oposto, alguém declarar que tem trinta anos, mas que espiritualmente se sente como se tivesse “sessenta”, além de ser isso negativo, passaria a ideia que o tal declarante estaria doente.

Se alguém tem trinta anos e tem a experiência de quem tem sessenta, espera com inteligência que os outros reconheçam isso e o manifestem, pois se elogio em boca própria é vitupério, vindo de terceiros e elogio, honra e mérito.

Já o que tem sessenta e quer agir espiritualmente como se tivesse trinta corre o sério risco de ter problemas ou frustrações emocionais, e ainda de se tornar ridículo nas ações o que seria o pior dos mundos.

Na verdade no meu ver, o melhor é que espiritualmente todos se sintam na plenitude da vida, ou seja, com trinta anos, idade que Jesus iniciou a sua missão e ministério na terra, mais que saibam viver intensamente e bem dentro da faixa etária que ocupam na realidade, usufruindo a vida e o tempo e ainda servindo de exemplo para todos os que o observarem.

Quanto a mim, tenho 72anos de vida, mas me sinto espiritualmente como se tivesse apenas “71 anos e meio”, KKK!!!! Abraços e viva a vida bem e na faixa.

“os que estão plantados na casa do Senhor florescerão nos átrios do nosso Deus; na velhice ainda darão frutos: serão viçosos e florescentes”, Sl 92: 13 e 14.

cláudio pinto pr

Pense: “o ideal era que o jovem tivesse a experiência do velho e o velho tivesse o vigor do jovem”.

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