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Archive for julho \16\UTC 2017

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Desde de que a ciência em seu desenvolvimento descobriu fósseis a semelhança humana os situando como ancestrais do homem atual, e os denominando como homem Cromagnon, de Neenderthal, etc., estimando a sua antiguidade em muito mais de seis milênios, colocou uma interrogação com relação a veracidade e credibilidade da narrativa bíblica sobre a criação do homem cuja origem gira em torno dos seis mil anos, pondo na berlinda a verdade sobre o criacionismo.

Essas descobertas, evidenciam a semelhança óssea como prova genérica de antecedência de toda a espécie humana, no pressuposto de que todos os homens descendem de um ancestral único o que cremos ser indevido ou precipitado.

O que a Bíblia revela no Gênesis, não é a criação da forma humana na terra a qual é muito antiga, mas a criação de um homem específico com características próprias e inerentes e que tem por nome Adão. A Bíblia, só este homem interessa revelar por ser o ancestral dos homens atuais, aos demais homens, que a ciência o faça com toda a liberdade como está previsto em Pv 25: 2. É função da ciência.

Sabemos que o esqueleto com forma humana e o “chassi” mais apto e aprovado na natureza, tanto que quase todos os vertebrados tem estruturas ósseas que são semelhantes à humana , com cabeça, tronco e membros na mesma ordem e número. Algumas espécies, sofrem adaptações para se adequarem ao meio em que vivem, como braços transformados em asas no caso das aves, ou longas caudas para dar equilíbrio como nos felinos e repteis. Lembramos que na indústria automobilística quando se consegue fazer um chassi aprovado se montam após muitos modelos sobre ele, o mesmo ocorre no caso do esqueleto humanoide usado por muitos vertebrados por ser excelente. Porque o Criador faria um novo esqueleto só para diferenciar o homem Adão dos demais que já existiam antes dele?. Não teria nenhum sentido.

A complexidade está em que a mesma Bíblia afirma existirem hoje dois tipos de homens que fisicamente são idênticos, tem o mesmo DNA, mas com essências tornadas diferentes conforme está revelado em 1Co 2: 13 a 16. Um deles é o “homem natural” que foi criado em Adão há aproximadamente seis mil anos e que escolheu “não ser espiritual”. O outro é o “homem espiritual” criado do mesmo Adão, mas que foi recriado em Cristo há próximos dois mil anos , também por livre escolha sua, se tornando assim o homem espiritual da graça.

Porém se acharmos os fósseis de ambos no porvir, eles teriam esqueletos iguais em absoluto, pois a diferença não está na forma física, mas na essência de cada um e isto não fica registrado nos fósseis. A mesma Bíblia os diferencia como sendo: o natural da terra e o espiritual do céu, o natural mortal, por ter escolhido se apartar de Deus seu Criador, e o espiritual eterno, por escolher ser a semelhança de seu Criador. Portanto, não se achara a diferença observando o fóssil dos dois homens. Lembramos que o Homem é o único ser na natureza com raciocínio, com arbítrio e com liberdade de escolher o que quer ser eternamente, e ter respeitada a sua livre decisão pelo seu Criador, pois Deus lhe deu o chamado “livre arbítrio”.

O Gênesis narra a criação desse homem chamado Adão a partir do pó da terra, e de sua companheira Eva, tirada de sua costela, o qual foi formado para ser “a imagem e semelhança de seu Criador”, se assim ele o escolher. Isso o torna em essência diferente de todos os demais eventuais homens pré- existentes, pois nenhum deles tem a preeminência de ser a imagem e semelhança de seu Criador. A Bíblia só narra essa criação por ser ela a única que nos interessa por estar nela a nossa história passada e futura e não nas outras. Lembre-se que a Bíblia revela a idade do homem Adão, mas não revela a idade do planeta terra.

Pode ter havido homens inteligentes antes de Adão? sim, e a provas disso em todas as artes e até nas cavernas rupestres. Porém, para esses não havia um plano que um dia pudessem se tornar eternos, e assim se foram, deixando porém, a sua passagem gravada de várias formas nos tempos. Se você é um Adão, hoje pode escolher ser natural ou eterno, e só receber a Jesus que te transforma em nova criatura no novo nascimento e espiritual e eterna. A decisão e escolha e livre e totalmente sua. Você é quem decide o seu futuro eterno.

Pense: “ Jesus disse que um cego nascido sem olhos pode ver o que um homem nascido com olhos perfeitos não vê”, tudo depende da fé de cada um, Lc 10: 39 a 41, e Mc 10: 51 e 52. Você pode crer nisso?

cláudio pinto pr

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A transf 200 bl

Existe um enigma que poucos se aventuram a entender no velho testamento, o qual está envolto realmente em certo mistério. Entre aqueles que se aventuram a comentar não há unanimidade e existem opiniões e posições diversas. Como esse texto fica um verso antes do polêmico assunto que aborda o contato entre os filhos e Deus e as filhas dos homens no verso 4, as discussões se desviam para esse tema, obscurecendo o anterior que queremos aqui evidenciar que diz: “Então disse o Senhor: não contenderá o meu Espírito para sempre com o homem; porque ele também é carne: porém os seus dias serão cento e vinte anos”, Gn 6: 3. Qual o significado dessa declaração sobre o homem em momento tão dramático?

Deus é o Criador do homem e sabia ser ele carne, não se refere portanto, à sua essência física, mas a sua escolha pessoal em privilegiar ser um ser carnal ao escolher o conhecimento do mal e pecar. Assim, contaminou a sua carne conforme Rm 7: 18, e passou a ser influenciado pelo mal ao qual livremente escolheu servir se associando ao maligno e as coisas carnais e malignas, 1Tm 2: 14. Isso levou a Deus a se apartar do homem carnal.

Sendo o homem carne e sendo Deus Espírito, o homem pecador tenderá a porfiar ou contender com o seu Criador, conforme Gn 3: 8 a 13, isto devido à perda da harmonia inicial e a estar ligado ao maligno. A decisão de Deus em Gn 3: 6 faz parte do plano de salvação futura do homem, o preservando carnal até que pudesse novamente receber o dom do Espírito de Deus, e em Cristo e se tornar o homem espiritual de 1Co 2: 13 a 16. Seria uma evolução espiritual do pecador.

Ao anunciar o dilúvio a Noé, Deus proveu “120 anos” de misericórdia para que os homens se arrependessem, que foi o tempo da construção da arca, 1Pe 3: 20, que era a forma de pregação da justiça divina por Noé naqueles tempos, conforme 2Pe 2: 5. Porém como sabemos somente 8 almas entraram na arca, sendo todos eles membros da família de Noé único homem no qual Deus viu graça para ser salvo.

Após o dilúvio que provocou mudanças no clima da terra, a idade dos homens foi sendo sumariamente reduzida, por exemplo, o grande patriarca Abraão, viveu 175 anos e morreu como relata Gn 25: 7, bem menos que os 969 anos de Matusala. Abraão foi o pai da fé e a raiz do povo de Deus, e aparece entre os heróis da fé de Hb 11: 8 a 10. Da linhagem de Abraão e na mesma fé veio Moisés, através de quem veio à lei de Deus aos homens. Algo novo aconteceu no relacionamento entre Deus e os homens através da vida de Moisés, o qual deu a lei que apontava o pecado, e o curioso é que ele Moisés viveu “120 anos” e morreu, deixando porém a lei que foi o aio para a vinda da graça. Seu testemunho foi dos maiores entre os heróis da fé de Hb 11: 23 a 29.

Quando o homem chegou aos 120 anos de média de duração de vida, tendo como referencia Moisés, Deus dá nova chance de arrependimento ao homem, dando a lei chamada “do pecado e da morte”, Rm 8: 2, a qual restaurou a contenda entre o seu Espírito e o espírito do homem para lhe abrir o caminho da vida, através dela. Ela revelou o pecado e serviu de aio para a vinda da salvação pela graça futura que por meio da fé, que se consuma em nosso Senhor Jesus Cristo.

cláudio pinto

Pense: “Crise é oportunidade. Se a crise do homem é o pecado, a oportunidade do homem é Jesus”.

Nábulus, pensador cristão

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