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Archive for outubro \26\UTC 2015

Bar                                                                     

Jesus no barco ao ser acordado pelos discípulos em meio a uma grande tempestade, admoesta os discípulos pela sua pouca fé, após repreende os ventos e o mar, vindo após isto uma grande bonança.

Na verdade, nos convém muitas vezes que Jesus fique conosco, mas dormindo em nosso barco, pois, se tudo está bem, podemos estar no leme dirigindo nossa travessia. Mas nas dificuldades o ideal é que Jesus esteja acordado para nos socorrer, como se ele fosse o servo e não nós dele. Sem Jesus acordado em nós, deixamos de ouvi-lo, e nos afastamos da fé.

Sabemos que a fé vem pelo ouvir e o ouvir pela palavra de Deus, Rm 10: 17. Jesus estava lhes advertindo que estavam ouvindo pouco a sua palavra, ou dando pouca importância ao que ouviam dele, e se ouviram, pouco entenderam, o que resultou na falta de fé citada por Jesus contra eles dizendo: “homens de pouca fé”.

A palavra revela em Jó 1: 19, que o inimigo pode usar as forças da natureza contra nós, o que é confirmado em Mt 7: 24 a 27, em relação aos que ouvem a sua palavra e não as prática por falta de fé no que ouviram.

No barco Jesus usa de sua autoridade espiritual e reprende os ventos e o mar e estas forças que se lançaram contra os discípulos e contra o barco onde Ele dormia, são acalmadas.

O inimigo aproveitou-se do cansaço físico de Jesus para atacar, e os discípulos nada puderam fazer por Jesus e nem por si mesmos, por não terem fé, senão para acordá-lo do sono pedindo socorro.

Jesus ensinou que o que faltou a eles não foi poder nem autoridade, foi somente fé, que só vem pelo ouvir a palavra de Deus.

Pense: “Jesus dorme para prová-lo, mas você acorda Jesus ao ser provado”. Nábulus, pensador cristão

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O craque café

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Ontem dia 23 de outubro, foi aniversário de Pelé, o Edson Arantes do Nascimento, nascido em três corações e dotado de uma capacidade fantástica de executar bem uma função determinada, a de jogar futebol.

Assim, devido a sua qualidade inigualável, se tornou-se o cidadão mais conhecido já nascido nesta nação, pois muitos não sabem sequer onde fica o Brasil, porém sabem que existe um brasileiro chamado Pelé.

Do ponto de vista cristão, claro que ele não é um bom exemplo de comportamento, porém, ao contrário de outros, também nunca se comprometeu a ser.

Casado várias vezes, e uma delas com uma esposa cristã, disse nunca ter podido frequentar uma igreja por se tornar quando presente o centro de atração e assim atrapalhando o andamento do culto. Creio que isso, a falta de privacidade para ouvir, dificulta a que muitos famosos ou notáveis possam assim se converter.

Porém, Pele apesar de ser o cidadão mais famoso do país, conserva a fama de ser uma pessoa humilde sem grandes ou egocêntricas manias ou exigências pessoais, o que é uma exeção até mesmo entre nós.

O meu melhor desejo a ele e que um dia ainda possa se converter a Cristo.

cláudio pinto pr

Pense; “Já apareceram muitos craques melhores que o pelé, mas nenhum ainda igual a ele”.                  Nábulus,  pensador cristão

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O q é o D  I SH8 V

Quem sou eu, para que sirvo, qual é o meu valor? Do Sol recebo calor, em troca nada lhe dou; A natureza dá o ar, e o que de mim ela espera? Lhe devolvo o gás carbônico, que aquece a atmosfera.

Do astro rei tenho a luz que me permite viver; Recebo e logo me esqueço, até de agradecer; Deus dá a água de graça, dela tenho a minha porção; Devolvo a natureza, o mesmo tanto em poluição;

Vivo no mundo de Deus, autor dessa criação; Ao invés de lhe ser grato, propago a evolução; E ao ver um tsunami uma cidade arrasar; Pergunto: Deus está nele? Se não, onde Deus está?

Ao rugido do vulcão a cidade é soterrada; Sob o vento do tufão a cidade é desnudada; ao tremor do terremoto, toda a cidade ruiu, Nas ondas do maremoto, a cidade submergiu.

Tudo vejo, tudo ouço, tudo acontece ao meu lado; nada faço, só contemplo, é um mundo desolado; Sei que a raiz disso tudo é o homem e seu pecado; O homem se justifica, tendo a Deus como culpado.

É fácil culpar a Deus sendo dele um devedor; Se sou culpado sou réu, mas de Deus recebo amor; Devia ir para o inferno, de Deus recebo o perdão, Em meu corpo está o pecado; de Deus tenho a redenção.

Quem sou eu para que sirvo, qual é o meu valor? Introduzi o pecado, a morte e toda a dor; Enquanto acuso a Deus, pergunto na emoção; Onde está Deus nas desgraças, ruinas, destruição?

Está onde sempre esteve, retirando o meu pecado restaurando a humanidade e provendo a salvação.

Porquê, Deus É!

Nábulus, pensador cristão

Pense; “Enquanto eu quero ver Deus assentado no banco dos réus, Deus quer que eu me assente em seu trono”. Ap 3: 21

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A sabedoria é sempre benéfica, pois está naturalmente ligada ao bem, já o conhecimento pode ser benéfico ou maligno dependendo do seu uso ou aplicação.

Quando Deus criou o homem o fez bom ou muito bom conforme Gn 1: 31. O homem foi criado com o conhecimento do bem . Em harmonia com Deus todo o seu conhecimento crescia e se transformava em sabedoria ao nomear a criação Gn 2: 19. Deus não deu ao homem o conhecimento do mal, somente do bem, mas deu a ele liberdade e colocou o conhecimento do mal juntamente com o bem, acessível em uma árvore no jardim.

Deus alertou o homem para que não comesse do fruto daquela árvore, pois ela só lhe daria o conhecimento do mal, pois do bem ele já tinha ao ser criado. O homem comendo aquele fruto só teria a perder e nada absolutamente a ganhar.

É interessante como pessoas academicamente sabias e até com o pomposo título de P.h.D, ao ler esse texto na tv não conseguem entender o que diz tão claramente e chegam ao absurdo de colocar a serpente como a heroína do jardim por ter permitido a sabedoria ao homem. Não conseguem sequer diferenciar o que seja a sabedoria e o que seja o conhecimento. Uma pessoas pode aprender todo o conhecimento e não ter nenhuma sabedoria para aplicá-lo.

O texto fala claramente que o único conhecimento seria do mal o que ocorreu e tornou o homem no que vemos hoje, vaidoso, orgulhoso, presunçoso, soberbo, descrente, corrupto e iniquo, inimigo dos próprios semelhantes, sem falar no pecado e na morte que devido a esse conhecimento entraram no mundo por ele conforme diz Rm 5: 12. O que o homem ganhou com esse conhecimento dado pela serpente a ele?

Se hoje existem guerras, rivalidades, porfias, crimes, corrupção, traições, homícidios, iras, vinganças, cobiça, inveja, egoísmo, ciladas, emboscadas, roubos, doenças, pragas, pestes, catástrofes, e todo tipo de tragédias e maldades tão comuns no mundo, tudo é devido ao “conhecimento” propiciado pela serpente ao homem, (a tal heroína do Éden dos PhD´s,) o qual só trouxe desgraças ao homem e a toda a humanidade até hoje.

Nisso os tais P.h.D´s estão absolutamente certos e concordes, ao menos ao errar eles o fazem em conjunto e plena concordância e sem nenhum pudor, e são tais como era Eva que só tinha olhos abertos para ver a árvore do mal conforme Gn 3: 6.

Jesus, a outra árvore, “a da vida” que estava no meio do jardim, Ap 2: 7, veio para eliminar o mal e restaurar o bem com sua vida, e já consumou isso na cruz, e em breve voltará para os que como Ele rejeitaram o mal e escolheram o bem conforme diz Is 7: 14 e 15.

Ora vem, Senhor Jesus!

Pense: “Se há antes sabedoria, que venha então o conhecimento”

cláudio pinto pr

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A bênção

Dia da B VMuitas vezes ouvi pessoas dizendo: “Sou muito abençoado por Deus, pois sempre tive tudo o que quis e nunca tive problemas”, em geral se referindo à vida financeira.

Estaria certo esse raciocínio, que é propagado não apenas por crentes, mas creio que mais até por descrentes que só conhecem a Deus de ouvir falar sem nenhuma intimidade com Ele, mas que lhe são gratos, ainda que por conveniência, por viverem bem e confortavelmente.

Precisamos discernir melhor o que seja a bênção de Deus, e isso só se consegue conhecendo a Deus com profundidade. Se Deus abençoasse a um homem por pura predileção, isto seria injusto diante dos demais homens tementes a Deus, mas desprivilegiados.

Sabemos que Deus não se importa com o raciocínio que os homens fazem sobre os seus atos, mas os relatos bíblicos nos dão ensinamentos sobre suas ações. Vejamos o caso de Jó que se tornou o homem mais rico e poderoso de todo o oriente, e poderia dizer com toda a voz que era muitíssimo abençoado por Deus, como dizem os que são abastados nesta vida.

Porém, da mesma forma que Deus abençoava Jó, mais que outros homens, no momento em que Satanás colocou a justiça de Deus a prova em Jó 1: 1 a 12, e 2: 1 a 7, o acusando de ter a Jó como o seu favorito, não foi aos que nunca tinham sido abençoados que Deus permitiu que fossem provados, mas foi a Jó, aquele a quem sempre abençoara. Jó foi o predileto de Deus nas bênçãos, mas o foi também na hora da provação.

Meditemos: se Deus me abençoa em tudo, e a abastança financeira e a medida dessa bênção, me pergunto se também estou pronto, como estava Jó, para ser escolhido para ser provado? A Bíblia afirma: “E a qualquer que muito for dado, muito se lhe pedirá, e ao que muito se lhe confiou muito mais se lhe pedirá, veja isso em Lc 12: 48.

Deus privilegia a certos homens porque conhece a sua idoneidade, caráter, fidelidade e justiça, e sabe que pode contar com eles na hora de ser honrado por eles diante das forças das trevas. Jó terminou muito mais abençoado ao final, pois, se foi fiel na riqueza, muito mais o foi na pobreza e na doença, pois disse: “Com o ouvir de meus ouvidos ouvi, mas agora te veem os meus olhos”, Jó 42: 5.

Foi na pobreza e não na riqueza que Jó pode aprender e conhecer mais a Deus e ter a certeza de que quem o abençoava era realmente Ele, pois agora, provado e aprovado, o via com os seus olhos.

Pense: “Se a riqueza for sinal de benção divina para alguns, a pobreza seria sinal de maldição para outros sem duvida”. Nábulus, pensador cristão

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