Feeds:
Posts
Comentários

Archive for junho \28\UTC 2010

JORNALISTA X FÉ

Atletas cristãos

Volta a baila a velha polêmica dos jornalistas contra a fé, tão antiga quanto o futebol, e acentuada desde que surgiu o movimento Atletas de Cristo, basta um jogador se revelar um evangélico e passa a ser alvo da intolerância e a ser cobrado no campo e fora dele com todo o rigor e sem nenhuma trégua, tanto dentro como fora do campo.

Porém quando alguém de outra fé comete desatinos e sempre defendido com o jargão: “o que ele faz na vida particular não nos interessa, só o que faz dentro do campo”, que incrível e indisfarçável descriminação e contradição de atitudes.

É interessante que esses jornalistas ao falar das escrituras claramente demonstram parcos conhecimentos dela, mas sempre se apresentarem como eruditos no assunto religião, resquícios esses trazidos do catolicismo juvenil,  e do curso de noivos para o casamento, mas sabem cobrar e bem todos os princípios morais contidos na Bíblia, os quais eles mesmos nunca se propuseram a obedecer.

Dizem que músico poeta e louco, todos nós temos um pouco, e parece que de teólogos  também, embora esse conhecimento religioso seja sempre aplicado de forma avessa sendo usado via de regra como arma contra o desafeto, no caso sempre o crente fiel cujo pecado é jogar bem futebol. Fosse ele um cronista esportivo e nada seria dito contra ele, pois aí se observaria a ética profissional e o temor de sofrer represálias de alguém com o mesmo preparo acadêmico e com a mesma amplitude de resposta.

Mas é muito fácil sendo livre, descrente ou ateu,  atacar o que está sobre jugo, difamando-o e o julgando atrozmente até nas particularidades pessoais como vida conjugal e o dar o dízimo, sabendo que ele dificilmente pagará na mesma moeda, pois sendo crente, tem temor a Deus e respeita seus princípios de amor e respeito ao próximo.

Todos entendem da moral bíblica, porém poucos entendem do juízo final descrito em Ap 20: 11 a 15, onde a obra de cada um será julgada, independente de crer nisso ou não, e cada um responderá pelas palavras que pronunciou nesta vida como está em Mt 12: 36 e 37, e onde se revelará quem era justo e quem não era ao contrário desta vida onde prevalece a injustiça a iniqüidade e a lei do mais forte e poderoso.

Cláudio Pinto Pr

Anúncios

Read Full Post »

O que você faz primeiro, buzina ou pisa no freio?

Vivemos tempos de ansiedade e impaciência sem dúvida, e quem já não foi surpreendido por uma  buzinada frenética  na retaguarda ao tentar trocar de pista, simplesmente porque o buzinante se julga dono daquela faixa a qual você ousou adentrar o deixando profundamente aborrecido, irado e ofendido pela ousadia.

Seria muito mais fácil, educado e civilizado, se ele simplesmente apertasse levemente seus freios, diminuindo a marcha e sendo simpático ao favorecer o próximo que deseja adentrar a faixa por algum motivo, ao invés de agir como um tresloucado ao apertar fundo a buzina demonstrando impaciência, além de violar o silêncio sem uma causa justificável a não ser da intolerância.

A questão é: o que é mais fácil e mais seguro, pisar no freio ou apertar a buzina? Tudo é só uma questão de civilidade e bom senso.

Uma ocasião isso aconteceu comigo e o carro de trás era uma viatura da polícia, a qual de imediato parou, e descendo do carro um policial imediatamente começou a vociferar e querer impor a lei, simplesmente lhe respondi, por favor, o que eu preciso e parar o carro para socorrer minha filha de colo que vomitou e está se afogando no vómito, sabe quem pode me ajudar?  Muito sem graça ele me mandou encostar e providenciou para que isso não atrapalhasse o trânsito, cumprindo a sua obrigação, e rapidamente pude após deixar o local com a questão já resolvida.

A impaciência e a intolerância são causas de acontecimentos trágicos que poderiam ser com facilidade contornados se primeiro houvesse um pouco de boa vontade e de espírito de solidariedade antes do espírito de precipitação.

Tiago 1; 19 diz: “Sabei isto, meus amados irmãos: Todo homem seja pronto para ouvir, tardio para falar e tardio para se irar”. Claro que não podemos cobrar do descrente essa atitude, ele sequer sabe que existe esse conselho, e mesmo sabendo não se sujeitaria  a ele por descrença, mas nós como cristãos devemos tê-lo em mente o tempo todo, pois é para nós vergonhosa a intolerância. Imagine se por castigo você faça um buzinasso atrás de um irmão da igreja ou do seu pastor, como sair dessa  e se explicar depois?

Seja prudente e pise no freio antes de apertar a buzina e …..

Cláudio Pinto Pr

Read Full Post »

Os três amores

Eros,  Fileo,  Ágape

Amor é uma palavra singular no português, pois é aplicada de forma única na literatura, nas mais variadas condições, isso sem dúvida é motivo de confusão, pois na prática existe mais de uma forma de se expressar o amor.

No grego, por exemplo, há três palavras para diferenciar essas manifestações pessoais próprias do emocional humano, cada uma aplicada de forma específica.

Temos o amor “eros”, o amor “fileo”, e o amor “ágape”, cada um deles com características peculiares.

Eros – É o amor erótico, o amor possessivo, que exige sempre exclusividade. Existente e natural entre um homem e uma mulher que se atraem pelo visual, ele não tem uma explicação lógica ou racional para existir, sendo por isso chamado de “amor cego”, é a paixão, a atração física incontida, a sedução, o desejo ardente de possuir, de ter, de tomar posse, de estar, é ciumento, doentio, violento, levando à loucuras, como exemplo temos na Bíblia o caso de Acabe com Jezabel (1Re 21: 15). É o amor que busca agrado, atenção, dedicação integral.

Fileo é o amor filial, não é normalmente possessivo, mas espera reciprocidade, é dado por abnegação ou como sendo uma obrigação, existe de pai e mãe para filho, de filho para pai e mãe, de irmão para irmão, entre parentes, de amigo para amigo, etc. É o que dá esperando, mesmo que sem cobranças, receber, quando for necessário. Não é em nada similar ao eros, pois busca agradar a quem é dirigido sem interesse em contato físico, tomamos como exemplo o caso bíblico de Davi e Jônatas (1Sm 18: 1).

Ágape – É o amor entrega, o que é dado sem nada esperar, é altruísta.

É o mais raro dos três, como o melhor exemplo é o de Deus pelo homem (Jo 3: 16), ou o manifestado por Jesus, que deu tudo sem nada pedir em troca. É o amor sem interesse pessoal, mais interessado no benefício da pessoa que quer favorecer, que não faz distinção nem acepção entre pessoas, que favorece a todos, que não exige retorno, mas que espera com paciência, compreensão, reciprocidade e exclusividade espontânea. É o amor que primeiro ama para depois ser amado de 1Jo 5: 19, e que continua a ser oferecido mesmo àquele que não o aceita por não crer nele (Jo 3: 16).

Por falta de verbetes no idioma português, esses três tipos distintos de afeto são mesclados e confundidos, resultando muitas vezes em incompreensões e iniquidades, complicando o entendimento daquilo que por si só já é uma emoção difícil de se compreender.

Se não entendemos o amor eros, e o amor fileo, entre nós, como entender o amor ágape de Deus, que excede todo o entendimento conforme Ef 3: 19?

Cláudio Pinto Pr

Read Full Post »

Read Full Post »

O futebol e a fé III

Uma vez, após uma copa do mundo, vi uma tira de humor, onde o Esmelinguido na arquibancada de um estádio perguntava o por que de tanta alegria, regozijo e gritaria, só porque uma bola tinha passado por cima de uma risca num campo?

E concluía dizendo: quanto maior deveria ser o regozijo por se ver passar um salvo pela porta do céu. Essa comparação demonstra que, na verdade, o mundo sabe manifestar em extremo a sua alegria  no que lhe agrada,sem timidez nem travas nesses momentos,antes  se entrega a ele de corpo e alma, com toda a intensidade.

Também vi alguém escrever com toda a licença espiritual e poética que a Bíblia recomendava a que se “tirasse a trave”, avisava que o campo é o mundo, advertia que o juiz é iníquo e que a ordem dada era : “parabola”.

Também ouvi alguém dizer que nela era mencionado o nome de quatro times: santos, palmeiras, corinthians,(corintianos) e São Paulo, tudo isso tentando relacionar a Bíblia sagrada com o futebol, de forma humorada. Lembro-me do dia em que era professor da Escola dominical e durante a aula lá por volta de 11h um jovem  pediu licença para deixar a classe ficando em pé e dizendo: preciso ir ao Morumbi, pois hoje é dia de final, senão perco a hora do jogo e o ingresso, é um jogo de vida e morte, pois  quem perder estará fora, o senhor me da licença para ir? Diante do riso geral pela proposta inusitada lhe respondi: se eu disser não, você irá do mesmo jeito, portanto, vá, mas lembre de uma coisa: aqui o jogo também é de vida e morte e quem perder também está fora! Risos gerais e ele se foi, atendendo a seus anseios do momento.

Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm. Todas as coisas me são lícitas; mas eu não me deixarei dominar por nenhuma delas 1Co 6: 12, na hora da escolha temos que saber onde está o nosso coração, se no urgente ou no importante, se na atenção ou na atração, para não sermos dominados nem confundidos por ele.

Todas as coisas são lícitas, mas nem todas as coisas convêm; todas as coisas são lícitas, mas nem todas as coisas edificam.1Co 10: 23. “Assim, pois, sigamos as coisas que servem para a paz e as que contribuem para a edificação mútua, Rm 14: 19;  portanto cada um de nós agrade ao seu próximo, visando o que é bom para edificação; Rm 15: 2,  tendo em vista o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo”;  Ef  4: 12.

Se torcer para futebol não é pecado, torcer os impulsos da carne também não é. Então no meio de lobos, sejamos sábios, símplices  e prudentes como diz Mt 10: 16.

Cláudio Pinto Pr

Read Full Post »

O futebol e a fé II

O futebol faz parte do dia a dia de todos os brasileiros, e se com a fé não conseguimos ainda influenciar o mundo, parece que com o futebol contagiamos a todos os países do globo.

Já imaginaram se tivéssemos a mesma alegria,vibração e regozijo,  com as boas notícias do evangelho que os torcedores demonstram no estádio ao comemorar um gol?

Eles pulam, gritam, cantam, se abraçam, lançam bonés e camisas para o ar, socam o ar,

Choram, etc. é um verdadeiro delírio, até inimigos, na mesma torcida,  se abraçam.

Do outro lado há desespero, lamentação, lamúrias, reclamações, acusações, tristeza, xingamentos, inconformismo, despertando até ira em alguns mais exaltados, ou seja, as manifestações são contundentes, pungentes, levadas ao extremo.

Foram horas na fila na compra do ingresso, preço caro pago aos cambistas, empurra, empurra,  e cotoveladas na hora da entrada, para ver seu lugar numerado, ocupado por um invasor tendo e que assistir o jogo em pé num canto do estádio, sem contar a fila do ônibus a condução lotada, o flanelinha que só está na chegada para cobrar, a distância do estacionamento, a falta de banheiros e de higiene, o preço alto da comida ou refrigerantes quando existem, e os perigos de andar na rua com a camisa do time.

É preciso muito amor e perseverança para suportar tudo isso, sem ter nenhuma  garantia

que verá um bom espetáculo, tal abnegação comove até os mais insensíveis, imagine se as coisas fossem assim na fé, até os mais infiéis se sensibilizariam.

O torcedor faz todos os sacrifícios pelo seu time, enquanto na fé não necessitamos fazer nenhum sacrifício para sermos beneficiados, Jesus já o fez por nós, talvez por isso sejamos tão acomodados e tão pouco vibrantes. O que temos visto é muitos torcedores perderem a vida por amor a seu time, que nada pode lhes dar em recompensa, além de uma vitória ás vezes magra por 1 x 0, através de um penal discutível.

Será que nos crentes, estamos buscando resultados, torcendo devidamente pelo nosso time que é mais que vencedor?  (Rm 8: 37)

Cláudio Pinto Pr

Read Full Post »

Pensamento

Melhor é a boa promessa inexistente, que a boa promessa não cumprida                                     Nábulus, pensador cristão

Read Full Post »

Older Posts »

%d blogueiros gostam disto: