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Archive for junho \30\UTC 2016

Dia da B V

A Bíblia tem muitas coisas complexas que dividem as opiniões, em especial nas doutrinas.

Uma coisa porém, vejo com muita clareza, é a necessidade indispensável de que haja a santidade na vida do crente salvo e batizado. Esta determinação é sem dúvida a dificuldade número um para qualquer discípulo de Jesus, que nos leva a concluir, como seriam simples as coisas se não existisse essa orientação.

A santidade implica no que está escrito em Rm 12: 1 e 2, ou seja, que haja uma transformação a começar da mente, naquele que recebeu a salvação, obrigando o salvo a uma revisão de sua vida passada para ver o que deve continuar e o que deve ser deixado para trás, até mesmo nos usos e costumes. É a orientação que está em Fp 2: 12, quando fala de “operar a salvação com temor e tremor”.

Operar implica em que a salvação e também ativa e não somente passiva, e conta com a participação do salvo. Receber a Jesus como Salvador pessoal ganhando o perdão e a possibilidade de vida eterna que é dada por jesus, é o início da caminhada rumo aos céus. Começamos como pedra bruta e a partir dai sofremos uma lapidação pessoal, que como tal será dolorosa. Tudo para que a nossa imagem possa sofrer o processo que está descrito em 2Co 3: 18, e cada vez mais possa se parecer com a imagem do nosso Salvador, que opera em nós pelo seu Espírito.

Podemos até aceitar que uma vez salvo sempre salvos, e nos acomodarmos a isso, pois é realmente uma doutrina muito agradável, mas como ficamos se formos confrontados com Hb 12: 14, que afirma: “que sem paz e santidade ninguém verá o Senhor”. E se essa doutrina nos trás a paz, não nos trás a santidade.

Posso aceitar que não preciso mudar, mas em 1Pe 1: 15 e 16, diz: “Mas, assim como é santo aquele que vos chamou, sede voz também santos em toda a vossa maneira de viver; porquanto escrito está: sede santos porque eu sou santo”. Mas aceitando, sinto-me então entre dois caminhos opostos, um me diz suavemente: “acomode-se”; e o outro me diz, advertidamente: “mexa-se”.

Não posso estar no doce sono da salvação, pois em Ef 5:14 se lê: “desperta tu que dormes, levanta-te entre os mortos e Cristo te esclarecerá”. Se repete em 2Tm 2: 26b, ao dizer: “…e tornarem a despertar, se desprendendo dos laços do diabo, em que a vontade deles estão presos”. Quero acordar como disse Davi no Sl 17: 15 que diz: “Quanto a mim, contemplarei a tua face na justiça; satisfazer-me-ei da tua semelhança quando acordar”. Que sejamos acordados para a glória eterna. Amém!

Pense: “Se sem santidade eu não tenho paz, que eu faça da santidade a minha paz.                                             ” Nábulus, pensador cristão

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A da V 2

Sabemos que a árvore é usada intensamente como figura na Bíblia, tanto para revelar os homens, como para definir nações e até mesmo para esclarecer as ações espirituais que nos espreitam nas áreas sombrias do entendimento.

No jardim no Éden, por exemplo, estavam duas árvores, no centro a árvore da vida, e a árvore do conhecimento do bem e do mal, Gn 2: 9. Quem comesse da árvore da vida teria a vida, e quem comesse do fruto da árvore do bem e do mal teria nele a morte Gn 2: 17. Sabemos que a árvore da vida é a presença de Jesus Cristo no centro do jardim, portanto, figura de um homem e que a árvore do conhecimento do bem e do mal é figura do espírito do mal presente também. O que fica claro aqui é que conforme a essência da árvore tal o seu fruto.

Em Mateus, 12: 33 é dito: “oi fazei a árvore boa, e seu fruto bom, ou fazei a árvore má e seu fruto mau”. O que entendemos neste texto é que cada um faz a sua árvore ser boa ou má, se for boa dará bons frutos e se for má dará maus frutos. O bom fruto é o que provém da árvore da vida, e o mau fruto o que tem origem na árvore do conhecimento do bem e do mau, e pelo fruto que a árvore dá se pode conhecê-la, Jo 15: 4.

Se estivermos enxertados na videira verdadeira, Jesus Cristo, daremos bons frutos, Jo 15: 5, pois a vara enxertada é limpa para que dê mais fruto, Jo 15: 2, porém se não der fruto é cortada e lançada no fogo, Jo 15: 6.

Entendemos que o bom fruto começa com as palavras que saem da boca de cada um, pois revelam o que está no coração Mt 12: 34. E este texto termina dizendo que seremos julgados por nossas palavras ou para justificação ou para condenação, Mt 12: 36 e 37.

Hoje o jardim de Deus é a sua igreja, no centro da qual está a árvore da vida, Jesus Cristo, e todos que estão nela comem de seu fruto para a vida eterna, declaremos então com a nossa boca que Jesus Cristo é o único e suficiente Salvador e que de nós faz boas árvores, mesmo em meio a uma floresta de árvores más, Mt 3: 10.

Pense: “Se não fazemos parte da árvore, mas fomos enxertados nela, absorvamos a cada dia de sua seiva para que vivamos”, Rm 11: 22.

cláudio pinto pr

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A teoria do segundo universal

*Quando era menino li um livro que falava sobre o chamado “segundo” universal onde o autor, do qual não lembro o nome, colocava toda a história possível do universo (13,8 oito bilhões de anos?) dentro de um ano terrestre de 365 dias, de 1 de jan a 31 de dez, para nos servir de parâmetro e facilitar nosso entendimento.

Ele começava a narrativa dos fatos a partir do big bang que ocorria no primeiro segundo do dia 1 de janeiro, e caminhava pelos meses do ano após o evento descrevendo os possíveis acontecimentos que foram se sucedendo.

Em seus cálculos teóricos percorre o calendário anual de eventos e chega ao mês de dezembro quando começava a ser possível a existência de vida no universo, e nessa sequencia chega ao ultimo dia do ano, dia 31 de dezembro, quando então supõe que houvesse condições que possibilitariam alguma forma de vida no universo. Por fim chega a ultima hora, e ao ultimo minuto do dia 31 de dezembro quando imagina ter surgido a primeira forma de vida na terra.

E no último segundo desse suposto ano, surge o homo sapiens, num lampejo de vida semelhante a um fósforo que se acende, cintila, e logo se apaga na escuridão.

Então citava a figura de um estádio de futebol repleto, num jogo noturno, onde milhares de fósforos se acendem piscando em uma fração de segundo na mão de muitos torcedores fumantes, e pergunta: Quantos desses fósforos piscaram exatamente ao mesmo tempo? E se piscaram, onde estavam os dois torcedores que os acenderam, estavam próximos? Seria muito difícil o lampejo ocorrer exatamente ao mesmo tempo, e sincronia, e mais difícil ainda os dois torcedores autores da façanha, estarem próximos e se encontrarem para comemorar o feito.

O universo tem 13,8 bilhões de anos. Quantos planetas adquiriram condições para a vida, e quantas civilizações se desenvolveram nesse período, e quanto tempo duraram? Isso tudo, embora intangível, é matematicamente possível. Porém, que duas civilizações adquirissem vida inteligente nesses 13,8 bilhões de anos, e que nessa imensidão de tempo e de espaço, se cruzassem num mesmo “segundo universal”, entrando em contato num lampejo ou cintilar de vida, é na opinião do autor algo tido como: “matematicamente impossível”, ou de probabilidade matemática igual a zero. Foi a sua conclusão no final.

Peço desculpas, por não me lembrar do nome do autor, nem da editora, nem da data da edição, e nem da origem gentílica do autor, alguém me emprestou o livro e o li rapidamente como um menino, porém, apesar do tempo passado, nunca me esqueci da proposta existente nele, cujo conteúdo relatei acima,possivelmente com falhas, apenas para contraposição e para mera e descompromissada “meditação”.

Pense: Duas estrelas podem lampejar juntas no céu noturno, mas um dia se cruzarem seria possível? Creio que sim, não existindo: nem tempo e nem espaço entre elas. Nábulus, pensador cristão

cláudio pinto pr

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