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Archive for janeiro \31\UTC 2014

Santidade II 180

A igreja na terra está estabelecida em meio às portas do inferno conforme diz Mt 16:18, mas estas não prevalecerão sobre ela nos garante Jesus no texto. Ela  deve ser uma opção  para os que buscam uma vida nova, algo diferente. Não pode ser uma igreja que para não ser tida como “quadrada”, se confunda com o mundo e a vida secular. O descrente deve encontrar na igreja, uma opção oposta ao mundo, para desejar estar nela, senão, porque deixar o mundo para estar em um lugar que em tudo é semelhante a ele?                                                                                                                                      O que faz essa diferença é a santidade, que deixa muito clara essa “separação”, não a separação social como faz um ermitão,  mas o  apartar-se  espiritualmente da iniquidade.

O fato de alguém não ser santo não deveria impedir que ensinasse essa doutrina, pois ensinando a aprenderia e talvez a deseja-se, e só a intenção de ser santo, já imputa a santidade aquele que tem esse desejo, conforme esta em Rm 4: 17.                     O problema é:  querer ser cristão sem querer ser santo, o que é impossível, não se pode estar com o mesmo coração, simultaneamente na igreja e no mundo, são polos opostos conforme diz Tg 4: 4.

Talvez alguém pergunte:  É mesmo preciso ser santo para ser cristão? Muitos responderão: “Não! Isso não é bem assim!”, e haverá sempre os que o apoiem.

O problema não são os argumentos em resposta, eles não faltam, mas em que base bíblica se apoiam. Em geral são baseados em conceitos e convicções de caráter e interesses pessoal.

Queremos abordar o assunto, e o faremos a partir da próxima postagem, conforme a Bíblia o declara desde o velho testamento até o apocalipse, é   um tema longo. Após, que  cada um decida se é precisa a prática da santidade ou não. Desejamos que cada um possa responder um dia com toda a consciência por sua decisão diante do tribunal de cristo, conforme diz 2Co 5: 10, respondendo por todas as suas ações conforme está em Hb 4: 13, alicerçados na verdade e não firmado em ventos de doutrina ou enganos agradáveis ao ouvido.

Ao profeta compete somente o pregar, o fazendo, terá a suas mãos lavadas do sangue do que é desobediente, como declara Ezequiel 3: 18 e 19.

Pense: “Crer é poder; se eu não creio que possa ser santo, ser santo se torna  secundário, o que eu preciso  primeiro é aprender a crer e entender”.                                  Nábulus, pensador cristão.

Cláudio pinto pr

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Bíblia cópiaA santidade

Quando li a Bíblia pela primeira vez, senti  existir nela uma doutrina constante que era é a santidade. Como Deus se revela como Santo, exige de todos os que são seus que sejam santos como Ele o é, tanto o seu povo como os seus indivíduos.  

Santidade na Bíblia, significa  algo bem diferente do que vemos nos dicionários, onde o termo é usado como título honorífico para dignificar líderes religiosos, ou para distinguir e atribuir poder a  pessoas após a sua morte física.                                                                                                                

Na  Bíblia,  santidade tem o sentido de separação das coisas do mundo para servir a Deus de modo exclusivo. Por exemplo, um sacerdote do velho testamento era alguém separado para oficiar a Deus no templo, durante todo o tempo. 

No velho testamento o povo não foi santo, conforme Ex 19: 6, pois não eram dotados da presença do Espírito Santo em si mesmos 1Co 3: 16, 17. Ninguém pode ser santo se não tiver o Espírito santo.

Hoje, na igreja,  essa doutrina não é praticada e nem ensinada por alguns motivos específicos que citamos a seguir:

1 – Ela não é entendida pela maioria dos mestres que a deveriam ensinar.

2 – Ela é considerada difícil e tida como uma fonte de dificuldades para os líderes religiosos que, via de regra, optam por evitar problemas.

3 – Para pregar a santidade você tem que ser santo, pois será examinado por seus discípulos, estará na vitrine e cobrado no que falar.

4 – Ela não propícia oportunidade e nenhum tipo de benefício ou vantagem pessoal a quem a prega na igreja se tornando assim desinteressante. 

5 – Alguns a praticam e fazem dela motivo para patrulhamento pessoal, controle e domínio de vida das ovelhas, estimulando a rivalidade e a competição.

6 – Ela não é fator de crescimento numérico dos membros de uma igreja,  pois exige entendimento e dedicação pessoal.

7 – Ela não propícia motivação a doutrina da prosperidade nem o  aumento de dízimos ou ofertas nas igrejas.

8 – A santidade,  significa afastar-se da maioria das atrações seculares do dia a dia.

9 – Santidade significa ter domínio completo sobre a própria carne e seus apetites,  e sobre a sua vida sexual e seus desejos.

10 – A santidade não é simpática aos jovens na prática de usos e costumes, por isso não atrai a maioria deles, atrais porém os que buscam a verdade.  

11 – A santidade, quando aplicada, na maioria das vezes gera a hipocrisia e aparência externa.

Portanto a santidade tem todos os ingredientes para ser ignorada e deixada de lado  pela maioria das igrejas em especial nos dias de hoje, onde a apostasia e patente. 

Continuaremos o assunto nas próximas publicações, pois é extenso e a maioria talvez desista de ser santo antes do final destes capítulos, o que é lamentável por ser assunto fundamental e indispensável ao cristão.

Pense: “Santidade é o poder de se transformar, para já transformado, ter poder para transformar o mundo”.                   Nábulus, pensador cristão.

 cláudio pinto pr

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O antagonismo

Figura1

Existem pessoas  que tem amigos influentes, e sempre recebem muita ajuda  quando precisam.                                                                                                                                                                       Existem outros que tem amigos ricos, e administram bem isso e  se beneficiam sempre .       Existem os que  que trabalham em cargos que permite vantagens de todo tipo, e ele e seus amigos sempre são favorecidos.                                                                                                                         Existem os que tem poder e se prevalecem desse poder, e o partilham com os que os acompanham e fazem parte de seu cotidiano.                                                                                               Existem pessoas que ocupam cargos de autoridade e tem todas as vantagens dessa posição, e favorecem a seus chegados.                                                           ,                                               Existem pessoas  que são muito espertas, e conseguem tudo o que querem na vida, vivem cercadas de “amigos” que os aplaudem e lisonjeiam. Todos estes sabem o que querem e para eles amigos são “interesses”.

Existem pessoas que lutam individualmente, sem grandes amigos ou influências,  se  dedicam e se esmeram,  e vivem sempre a espera de dias melhores, de melhor sorte, ou  de uma oportunidade, a espera de uma boa notícia.  Sem amigos poderosos,  influentes, ou  abastados, não tem a quem recorrer,  muitas vezes competentes, honestas dignas,  porém vistas como pessoas comuns, contam somente com suas próprias forças, sendo ignorados pelo primeiro grupo por não fazerem parte de seu clã.

Não sei onde estas pessoas vão estar na eternidade, mas desejo a elas o melhor,  e  gostaria que elas  o conseguissem .  Quanto aos ricos, influentes,  e  poderosos, citados antes,  eles tem toda a condição de decidirem hoje, por si mesmos,  onde e com querem e  vão querer estar eternamente, são competentes, que o façam com sabedoria.

Estariam juntos estes dois grupos tão análogos na eternidade?  Como não sou juiz nem de mim mesmo, deixo a cada um a resposta, Am 3: 3.

Pense: “A fé pode fazer de caminhos opostos, rotas que ao final cheguem ao mesmo destino?”

Cláudio Pinto Pr

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Os brilhos do mundo

Os bs deste  mundo 180 blEm sua segunda tentativa de derrotar a Jesus, o  tentador o levou  a um monte muito alto e o colocou sobre o pináculo do templo, onde sua visão pudesse ser a mais ampla possível.                      E ali lhe mostrou todos os reinos do mundo e a glória deles.

Isto é o que o diabo faz até hoje, tira o homem do lugar  onde a maioria está e o eleva há um plano muito alto, para que se veja e se sinta  acima de todos,  e creia que seus olhos veem muito além  que os demais, tendo sensação de que está exaltado nas alturas.                                                            A Isto nós chamamos de sucesso.

Estando inebriado,  o diabo lhe mostra e oferece todos os reinos do mundo, e a glória deles. Ele viaja por todas as nações,  cruza todos os países, conhece e é aceito em todas as culturas, recebe todas as glórias que o mundo pode dar a alguém, e se embriaga com os maviosos brilhos desta vida se sentindo como  um cidadão do mundo.

Esta é a oferta do tentador ao que só tem olhos para ver o visível, para ver as coisas desta vida, onde o sucesso, o dinheiro, o poder, a popularidade, as distrações tomam conta de todo o espaço na vida e na mente do astro. Não lhe mostra nem deixa que veja a realidade das desgraças que acontecem ao seu redor em todas  as partes por onde passa, ainda que estejam debaixo de seu nariz. O embriaga com a cegueira da notoriedade.

A glória trás as orgias, com ela  vem os vícios, as drogas, a depressão, e muitas vezes o pânico, e por fim a morte física,  que  coroa uma vida de sucesso material e de  total fracasso espiritual. Passou pelo mundo sem se aperceber que após o mundo se inicia a vida.

Envaideceu-se e foi  dominado  pelos glamoures e enganos  do mundo e espiritualmente já estava morto, estava tão próximo de se sentir um deus,  quanto estava distante de Deus como diz Tg 4: 4.  Esta trágica história tem sido escrita e repetida na vida de muitos astros que morrem ainda jovens, e em pleno gozo da fama, da fortuna e do sucesso.

Jesus rejeitou todos os reinos do mundo e a glória deles, se propondo  adorar e servir somente a Deus  conforme Mt 4: 10.  Por isso, foi morto pelo mundo, mas vive eternamente para Deus, ao contrário dos que amaram o mundo e o que nele há e morreram  por ele, deixando a glória temporária e enganosa,  para entrar na realidade da morte eterna.

Pense:  “O  diabo só pode te oferecer  o que tem, a glória deste mundo;  Jesus te oferece a glória e a vida  eterna com Deus”.   Nábulus, pensador cristão.

Cláudio Pinto Pr

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Casamento é perda II

O que leva um homem solteiro, i50 x 1 180 blndependente, já com a vida bem encaminhada e ganhando bem, e que poderia ficando como está viver de forma abastada, com conforto, carros, viagens, diversões,  etc.,  a se juntar a uma mulher e formar com ela uma família?

O que o move a deixar  uma vida sossegada e de sucesso,  a se arriscar se envolvendo  em um ato o qual não sabe se vai ou não dar certo?  Como é dito, casamento é loteria.

Na melhor das hipóteses, ele terá que gastar com uma nova moradia,ou aluguel, com  móveis, eletro domésticos, despesas com supermercado, luz, água, gás, Iptu, etc e tal.

Tudo correndo bem e nascendo o primeiro filho ou filha,  as responsabilidades só aumentarão, e isto para sempre. Virão a escola com suas implicações e  custos a compra do material didático, a espera das férias,  e uma  quase obrigatória viagem a Disneylândia,  pois todos os colegas vão para lá no período de férias e teu filho(a) não pode ficar frustrado e para trás.

Além da responsabilidade com a saúde e a educação do primeiro filho, poderão vir outros, e essas atribuições só aumentarão.  A luta agora não é mais individual, mas é pelo bem estar e realizações e pela união e alegria de toda uma família.

E tudo começou quando aquele homem solitário, decidiu trocar uma vida tranquila, e de paz, e sendo levado pelo seu instinto, se envolver com tantas  tribulações conjugais, 1Co 7: 28

A Bíblia diz que Deus criou macho e fêmea para que se unissem em uma só carne e  se multiplicassem  e  assim enchessem a terra Gn 1: 28.   O homem com seu instinto paterno não pode fugir de seu destino e se une a mulher, esta  dotada do fortíssimo instinto maternal, e que mesmo sabendo das dores do parto, e de todas as agruras de se criar filhos,  cumpre com alegria a sua árdua tarefa de se reproduzir.  Cada vez mais,  ambos se dividirão pela família.

Casamento é perda sem dúvida, e em todas as áreas, mas se vitorioso,  ao final trará  um ganho e prazer tamanho e em realizações,  que se preciso se faria tudo de novo.

Pense: “O casamento  criado por Deus e seus propósitos, são tão  instintivos  no homem,  que mesmo os descrentes, que são  rebeldes a palavra, errando, se casam até multiplicadas vezes”.                                                       Nábulus,  pensador cristão.

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Casamento é perda

BodasPorque grande parte dos casamentos hoje  não chegam aos  2 anos?

Á resposta parece complexa, mas é simples. O que está errado é a expectativa que cada um tem do casamento.  A visão distorcida, produz o resultado errado.  Para os que têm a expectativa certa o casamento dura uma vida inteira por mais longa que seja.

O casamento foi criado por Deus, com um propósito divino e superior,  mas foi transformado  em algo vulgar, como uma mera experiência pessoal ,  ou um simples ato civil e social.                       Nessa perspectiva cada um se casa pensando em ganhar e  em se realizar sendo pessoalmente feliz. Vindo a realidade diária,  cada um dos cônjuges percebe que só perdeu,  em liberdade, privacidade, tempo, exclusividade, entre outras coisas . E o que é pior, nada conseguiu de felicidade pessoal, ao contrário está agora infeliz, desiludido, frustrado, decepcionado,  e pronto para um  rompimento.  Pensava em ganhar e viu que só perdeu.

O que cada um percebeu foi a realidade do casamento,  que ele é perda e não ganho! O casal  antes não foi preparado corretamente  para essa nova e importante etapa da vida em conjunto, e vindo as perdas, logo desiste dela. Em geral o processo não chega há dois anos e deixa dois ou já três seres fadados a viver feridos.

Qual a perspectiva certa para o casamento então segundo a ótica divina? Deus é amor e Jesus disse amai-vos uns aos outros, Jo 13: 34, “ninguém busque o proveito próprio, antes cada um o que é de outrem”, 1Co 10: 24, Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros”,  Rm 12: 10 e 1Pe1: 22,  Se cada um ao se casar o fizer para propiciar felicidade a seu cônjuge,  e se em retribuição este fizer o mesmo, ambos terão felicidade pessoal,  por dar e por receber outro tanto, e o enlace terá sucesso, neles e nos filhos que vierem, pois serão o resultado e fruto do amor mútuo o chamado ágape .

Pense: “Casamento não é ganho é perda, nele cada um perde para que todos ganhem.

Cláudio Pinto Pr

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