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Archive for janeiro \30\UTC 2013

juizo“Para que sejam julgados todos os que não creram a verdade, antes tiveram prazer na iniquidade” Deus não tem prazer em julgar, tem prazer em perdoar, Deus é perdoador, mas como não há arrependimento Ele é obrigado a julgar.

A mensagem do reino começa com a proclamação: “arrependei-vos”.

Isso implica em se dizer que sem arrependimento não há batismo verdadeiro e sem o novo nascimento ninguém pode entrar no reino como diz Jo 3: 3.   Muitos podem se batizar por astúcia crendo assim poder fugir da ira futura como os fariseus e os saduceus admoestados por João batista em MT 3: 7 e 8, mas podemos enganar aos homens e até a nós mesmos, mas não podemos enganar a Deus. A esperteza dos homens não é maior que a onisciência de Deus.

Muitos pensam que com a aparência de suas vidas estão enganando a Deus, mas a Bíblia declara que: “Mas os homens maus e enganadores irão de mal para pior, enganando e sendo enganados”. 2 Tm 3: 13

Isso significa que estão se enganado a si mesmos, no intento de enganar a Deus e a outros.

 

Muitos fazem da verdade motivo de negócio e de ganho e usam a igreja de Cristo como moeda de troca para favores pessoais ou para influenciarem autoridades e poderes constituídos, visando conseguir benesses.

Este texto de 2ts 2:12 alerta que muitos que receberam a verdade não creram nela com sinceridade antes a conhecendo fizeram dela motivo para iniquidade, ou seja confundiram verdade com iniquidade e por isso sofreram severo e rigoroso juízo.

 

Será terrível ouvir de Deus o que diz Mt 7: 23; “E então vos direi abertamente: nunca vos conheci: apartai-vos de mim vos que praticais a iniquidade”.

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SolUma coisa que causa grande temor do homem, mas que é uma verdade insofismável, é o enunciado em Gl 6: 7, o dia seguinte, visto que como está escrito “Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo que o homem semear, isso também ceifará”. aquilo que  semearmos hoje é o que ceifaremos amanhã, como diz Tiago, ninguém plantando uma figueira colherá dela azeitonas, ou plantando uma videira colherá figos, Tg 3: 12. Não nos deixemos enganar, assim a abundância de pecado trará como conseqüência a colheita de um  grande e farto “juízo”, após o qual não haverá mais o “dia seguinte”, pois o juízo final é o último dia, o qual precede a eternidade, um dia sem fim  que não busca e nem jamais será sucedido pelo famosos “dia seguinte”, pois os séculos se consumaram.

O dia seguinte é hoje, 2Co 6: 2,  e nele que decidimos o nosso amanhã, como diz o dito popular, não deixando para amanhã o que  podemos  fazer hoje, o amanhã pode ser eterno e a letargia deste dia poderá nos prender numa cadeia de trevas a esperar clamando havidamente pelo “dia seguinte”,  que nunca chegará.

Não traga para o dia de hoje os problemas de amanhã, mas leve para o amanhã as soluções do dia de hoje, pois hoje é o dia de receber a exortação de salvação e se livrar da síndrome do dia seguinte, pois quem planta paz e santificação ceifa salvação, ouça este conselho do desconhecido autor do livro aos Hebreus: “antes exortai-vos uns aos outros todos os dias, durante o tempo que se chama hoje, para que nenhum de vós se endureça pelo engano do pecado”.  (Hb 3: 13 e 2: 14).

 

Pense: “Não traga para o dia de hoje os problemas de amanhã, mas leve para o amanhã as soluções do dia de hoje”.      Nábulus, pensador cristão.

 

 

 

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2012 -  Sh8 VO dia seguinte é amanhã

A esperança da humanidade se concretiza numa frase “sempre haverá um amanhã!

O consolo para um dia muito ruim é:  “amanhã deverá ser um dia melhor”, a noite passará e surgirá “um novo dia”.

Assim a humanidade caminha e sempre agirá inconseqüentemente, vivendo a síndrome transformada em esperança do,  “dia seguinte”.                                                         Antigamente a “enfermidade da moda”  era a “enxaqueca”, resultado dos desvarios do dia anterior e a ressaca era a sua companheira solidária, hoje doenças muito mais atualizadas e  modernas as tornaram obsoletas a ponto de serem esquecidas,  e a pílula do dia seguinte é o remédio que tirará o peso da conseqüência de todas as orgias, pelo que se dirá dela, é um santo remédio.

Embora não possa ser a terapia para a dor de consciência que pode resultar em estresse, em depressão e afinal na temida “síndrome do pânico”, a moléstia da moda, que é o galardão para as devassidões praticadas nos dia anterior, que como sabemos,  sempre precede o “dia seguinte”.

O prazeroso cigarro de hoje será o nefasto carcinoma de amanhã, o libido desenfreado, será a aids, a glutonaria será a obesidade, as drogas serão o auzhaimer, como a revolução industrial será o aquecimento global, o capitalismo selvagem, a miséria mundial, a especulação será a crise, e a comilança será a fome, é o imutável e sinistro caminho  da lei da causalidade, causa e consequência, cujo problema principal, é que: “sempre vem depois”.

Hoje é o espelho do que sucederá amanhã, e o amanhã é o dia seguinte a hoje. Mt 6: 34. A Bíblia diz: hoje é o dia da salvação, não deixe para amanhã. 2Co 6: 2.

 

Cláudio Pinto

 

Pense: “Maturidade é penar antes nas consequências do que nos atos”.

 

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Fit lux 1 sHEste texto nos exorta a dar graças pelos irmãos que foram “eleitos desde o princípio”, e isto pode dar ocasião a interpretações indevidas se pararmos a leitura por aqui.  Porém na continuidade está especificado  que a eleição foi para salvação em “santificação de espírito e fé da verdade”.

Ora, há duas condições para a salvação: uma é a santificação de espírito, e sabemos que Hb 12: 14 diz taxativamente que sem santificação ninguém verá o Senhor. Ef 1: 11 e 12, diz que fomos predestinados para louvor da sua glória se esperarmos em Cristo. A expressão santificai-vos é uma constante tanto no VT como no NT. Israel foi separado para ser um povo santo, Ex 19: 6, como não o  foi, acabou rejeitado por Deus.  Deus não pode separar (santificar) alguém que não quer ser separado. Esperar em Cristo é ser imitador de Cristo conforme,  1Jo 2: 6.

A mesma carta aos tessalonicenses diz no capítulo 4: 4 “que cada um saiba possuir o seu vaso em santificação e honra”, e no verso 7 conclui dizendo: “Porque não nos chamou Deus para a imundícia, mas para a santificação”.  Deus nos separa e nos dá seu Espírito Santo, mas a santificação diária e uma atitude nossa e não um ato milagroso ou mágico, parafraseando ao ímpio César: “Ao santo não basta ser santo, tem também que parecer santo”.

Quem diz ser santo, e não anda na verdade, não tem o Espírito Santo, pois conforme a oração de Jesus em Jo 17: 17, está dito: santifica-os na verdade a tua palavra é a verdade, se Jesus que é o Filho de Deus tem que se santificar por nós como está em Jo 17: 19, como seremos seus imitadores sem santidade e sem fé na verdade?

Santificação não é dádiva nem opção, é condição para a salvação como o é a fé na verdade.

Cláudio Pinto Pr

Pense: “Santidade é amar o mundo, a ponto de separar-se dele, para por amor a ele, se dispor a salvá-lo”.    Nábulus, pensador cristão

 

 

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Fé 2Como vimos, ter fé é ver o invisível, e ver o que os olhos não podem fitar, nossos olhos só podem ver o mundo material no qual a luz o sensibiliza, mas o mundo espiritual não é visível aos olhos da matéria, mas somente aos olhos da fé, e só o espiritual tem esses olhos.

Você não crê em Jesus porque o viu crucificado, mas porque crê que Ele um dia foi crucificado por você, e passa a viver firmado naquilo que você nunca viu,  mas crê seja o firme fundamento da verdade, e isso se chama fé.

Abrão ao sair de sua casa e da casa de seu pai, e de sua parentela para uma nova terra, não saiu com um mapa na mão e a procura dela, só o fez por que via o invisível, antes,  perambulou por toda a região, desceu ao Egito devido a fome e voltou até chegar e habitar em Canaã.

Ao chegar ali Deus lhe falou e mostrou a terra em todos os seus limites, lhe anunciando que aquela era a terra da promessa. Na verdade Abrão buscava a cidade cujo artífice e fundador era Deus, conforme revelado em Hb 11: 10, um lugar que só podia ser visto pela olhos da fé.

Jesus revela que Abrão viu o seu dia e se alegrou nele em Jo 8:56,  ele viu o dia da ressurreição de Jesus e de sua libertação para a vida eterna, dia em que se cumpriria a promessa feita a Ele, que nele seriam benditas todas as famílias da terra conforme a profecia de Gn 12: 3.

Antes de Abrão os homens se guiavam pelo que viam, pelos seus olhos, após ele todos que eram da mesma fé podiam se guiar como ele por crer no que não viam,  mas criam existir.  Abrão foi o Pai da fé.

Cláudio Pinto

Pense: “A grande diferença entre a ciência e a fé, é que diante de uma mesma realidade, uma vê o visível e a outra vê o invisível”.                         Nábulus, pensador cristão.

 

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Abrão e a fé

FéAbrão,  o pai da fé

O que é a fé?  Cremos que a melhor definição está em Diz Hb 11: 1,  que diz: “A fé é  o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vem”,  mas cremos que existem”.

Como podemos ver algo que está fora do alcance de nossos olhos, e viver na convicção de que é uma realidade e agir segundo essa convicção?           Assim foi  Abrão, creu no que nunca tinha visto e por isso se tornou o Pai da fé de todos os que os que hoje também creem.

Creu quando nunca antes tinha ocorrido, que Deus poderia  ressuscitar seu filho Isaque e agiu conforme essa convicção e foi chamado “amigo de Deus”, Tg 2: 23.  Hoje todos os que são da fé são filhos de Abrãao, conforme   Gl 3:7, a fé nos une.

Abrão, O amigo de Deus

Quem é amigo de Deus, ou como ser amigo de Deus?

Jesus responde que amigo é aquele que sabe o que faz o seu Senhor, este já náo é mais servo, mais é amigo conforme está em  Jo 15: 15.

Abrãao sabia que Deus ressuscitava mortos, antes que Ele tivesse manifestado essa graça, e por isso foi tido como amigo de Deus, sabia pela fé, o que fazia o seu Senhor, conforme Hb 11: 18.

Sendo amigo fez como Jesus disse: vos sereis meus amigos se fizerdes o que vos mando, Jo 17: Abrãao obedeceu e fez o que  Deus lhe mandou, a cerca de seu filho único Isaque, conforme Gn 22: 3, e    foi chamado de “amigo de Deus” não por oferecer seu filho, mas por crer que Deus o ressuscitaria dos mortos, fato que antes nunca havia ocorrido.

Pense: “O homem espiritual é superior ao natural, pois este só pode ver até onde seus olhos enxergam”.            Nábulus, pensador cristão.

 

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