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Archive for agosto \30\UTC 2012

Estamos em tempos de apostasia como vimos no post anterior que aborda a seita “crescendo em graça”, onde os símbolos satânicos são venerados e usados por todos os membros da comunidade intensamente.

A falta de entendimento dos crentes de hoje em relação aos textos bíblicos permitem todo o tipo de heresia, se confia no homem e se acaba na apostasia plena. Ora o 666 é realmente o número do homem, como diz Ap 13: 18, pois o homem foi criado no dia sexto da criação, como está em Gn 1: 31, e está intimamente ligado a esse número.

Na queda, o homem pecador se associou ao mal e por consequência ao maligno, e acabou sob maldição, portanto tudo que é ligado ao homem caído e também ligado intrinsicamente a Satanás, como o 666.

O próprio átomo de carbono, que está na composição do homem é ligado ao código 666, com 6 nêutrons, 6 prótons e 6 elétrons.  Por isso, Jesus promete aos que o recebem, que transformará o seu corpo feito do pó em glória, o livrando da corrupção do pecado que está na carne do homem com seus átomos de carbono e tudo o mais, conforme Rm 8: 18.

Jesus já tirou o pecado como está em Jo 1: 29, porém isso só atinge os que recebem a Jesus e mudam de mente, saindo do domínio da carne e do pecado e a mortificando, conforme 1Co 2: 16. Deus, porém permite a quem quiser continuar no pecado, ter esse direito.

A opção de escolha é nossa: ou pela verdade de Cristo ou pela apostasia.

Cláudio Pinto Pr

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 Assisti sábado nos canais Discovery uma apresentação que abordava varias seitas, uma em especial quero comentar. A “crescendo em graça”.

É uma seita com sede em Miami cujo mentor é José Luiz de Jesus Miranda,o papai,  um porto-riquenho, de 61 anos, rico, cercado de seguranças, com autos de luxo, e ostentando joias, e morando numa mansão em Miami.

Muitos me perguntam se o código de barras, os ships de identificação, etc. já são a marca do anticristo.  Sempre respondo que a marca da besta não será feita por engano, mas por escolha. Não será algo dissimulado, mas abertamente pregado, a fraude estará no pregador que negará a Jesus, pois é o anticristo e oposto a Jesus, e não apenas um falso Cristo.

Este cidadão, tem uma seita fundada em 1980 que já tem mais de dois milhões de membros em todo o mundo, está em 24 países, e só no Brasil mais de 10 mi adeptos, sendo sediada na cidade do Rio de Janeiro.

Todos os seus membros se tatuam espontaneamente com os três “esses” de Satanás, ou com o número da besta de Ap 13: 18, o “666”, que dizem ser um número de prosperidade, bênção e de sabedoria. Todos andam com camisetas ostentando esse número o qual está espalhado por toda a área de seu templo, em destaque atrás do palco.

O líder se proclama na apresentação com sendo Jesus ressurreto que voltou, e anuncia a transformação dos corpos de seus adeptos para julho de 2012, data que já passou!!! Esses o declaram como sendo Deus na terra. Alegam que o pecado hoje não existe, pois Jesus tirou o pecado.

Vejam que como sempre disse, há um enganador, mas as pessoas não são enganadas, elas aceitam o engano conscientemente, e optam por ele livremente, são convictas e definidas. Permitem serem marcadas  com alegria e decisão, escolhem a mentira. Veja 2Ts 2: 1 a 17.

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“Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus”. Rm 3: 23

Fomos todos destituídos da glória de Deus, porém não da graça de Deus, por isso é que todos ainda têm uma nova chance para se arrepender e se reconciliar com o Pai e ser livre da ira vindoura, desde que creia no Filho de Deus, Jesus Cristo.

Quando pecamos ficamos sujeitos a ira divina como diz 1Ts 2: 16, “e nos impedem de pregar aos gentios as palavras de salvação; a fim de encherem sempre a medida de seus pecados; mas a ira de Deus caiu sobre eles até ao fim”.

A ira de Deus virá no dia do juízo, e todo pecador está sujeito a ela, mas o que recebe a Jesus como seu Salvador e livre dela como diz 1Ts 1: 10, “E esperar dos céus a seu Filho, a quem ele ressuscitou dos mortos, a saber, Jesus, que nos livra da ira futura”.

Como quem recebe a Jesus logo busca as águas do batismo, e assim é livre da ira futura, os fariseus se apresentaram para batizar-se, mas sem receber a Jesus como Salvador, foram logo desmascarados por João Batista com a pergunta: “quem vos ensinou a fugir da ira futura através do batismo?

A ira de Deus está hoje sobre todo o pecador incontrito, e se manifestará em breve durante a grande tribulação, Ap 6: 16, no Armagedon, Ap 16: 16,  e após no milênio, Is 65: 20,  na batalha final Ap 20: 7 a 10, e no juízo final em Ap 20: 11 a 15. O batismo com arrependimento em nome do Pai do filho e do Espírito Santo de Mt 28: 19, com um novo nascimento, por Cristo nos livra da ira futura.

Cláudio Pinto Pr

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A SANTIDADE

Deus nos chama para servi-lo, nos separando do mundo, e a esse chamado e  dado o nome de “santidade”. Ser santo é ser separado por Deus e para Deus.

Seria a santidade necessária ao cristão nos dias de hoje?

A igreja vive tempos difíceis, se questionam os princípios bíblicos. A santidade, sem dúvida, é um dos itens mais esquecidos da vida cristã, tido como legalismo ou  como negativo na prática por muitos, ou como uma doutrina de “maus resultados”.

Na verdade, a santidade não falhou, mas os homens falharam por falta de entendimento ao praticá-la, não a viram como  uma forma de  padrão de vida,  antes como patrulhamento, vigilância pessoal, e porfia,  até com delação pessoal.

Porém o apóstolo Paulo diz abundemos em caridade uns para com os outros isto para confortar o nosso coração, “para que sejamos irrepreensíveis em “santidade” diante de nosso Deus e Pai, na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo e isto com todos os seus santos”. Santidade não é opção, e uma determinação.

Como isto é replicado em 1Ts 5: 23 desejando que o mesmo Deus de paz nos “santifique” em tudo; e que conserve o nosso espírito, e alma, e corpo, plenamente irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, confirmando em 1Ts 4: 4, que todos devem manter o seu vaso em “santificação” e honra, e que Deus não nos chamou para a imundícia, mas para a “santificação”, cremos ser esse  dote um item fundamental para a nossa vida e conduta cristã.

Ou somos santos, ou talvez nem sejamos cristãos, pois é dito: “Mas como é santo aquele que vos chamou, sede vós também “santos” em toda a vossa maneira de viver, porque escrito está: sede “santos” porque eu sou santo”. 1Pe 1:15 e 16.

Se formos santos veremos a Jesus, mas, “sem paz e “santidade” ninguém verá o Senhor” diz Hb 12: 14. Confirme, lendo os versos de referência citados.

Diante do exposto, santidade, é uma questão menor de querer ou não querer, ou uma questão maior de “ser ou não ser”?  Eis a questão! O que você acha?

 

Cláudio Pinto Pr

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 A equidade 

Até mesmo um ladrão que é em essência desonesto, pode ser justo ao dividir equitativamente o produto de seu roubo entre seus comparsas, como fazia, segundo contam, o famoso Robim Wood, que era desonesto ao roubar o rico,  mas que era tido como   justo ao dar o produto do roubo aos pobres. Como vemos, ser justo não tem em si o poder de fazer de um ladrão alguém honesto.

Quando alguém rouba é desonesto. Ao dar dízimos do roubo  a igreja, age como um justo, porém o dízimo não o torna honesto diante de Deus, e se ele não revela a igreja que os dízimos dados são produto de roubo, está sendo desonesto com a igreja e com os que recebem os dízimos, pois os está enganando e usando a boa fé alheia para maus intentos pessoais e desencargo de consciência..

Quando você tem um imóvel e tem que  alugá-lo, devido a uma transferência de emprego por exemplo, ao declarar que recebe esse aluguel recolhe impostos sobre ele, e isto é honesto é justo; porém quando declara que também paga aluguel compulsoriamente e de forma honesta, e não pode abater do imposto o montante que pagou, isto soa como desonesto e também injusto, independente da legalidade,  por não haver nisso equidade, há dois pesos e duas medidas no caso.

A legalidade enquadra uma injustiça, mas não pode torná-la justiça.  Usar dois pesos e duas balanças é algo reprovado na santa palavra de Deus, pois revela intenção desonesta e espírito implícito de injustiça.  (Pv 11: 1)

Equidade é honestidade sendo também justiça, andemos nela sempre.

 

Cláudio Pinto

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JUSTO X HONESTO

Ser honesto e ser justo, qual a diferença? – I

Comumente se confunde honestidade com justiça, porém em essência são coisas bem diferentes, nem sempre ser honesto é ser justo, e ser justo é ser  honesto.

JUSTO: o que é conforme a justiça, a equidade, a razão, que é imparcial, reto, exato, legítimo, etc

HONESTO –  O que é conforme a honra, casto, virtuoso, conveniente, agradável, atencioso,etc.  Já no dicionário vemos a diferença.

 

Uma pessoa pode ser tremendamente honesta em seu caráter e ser tremendamente injusta em seus procedimentos, pois conforme a definição, o honesto da valor as coisas da honra, da virtude, da castidade, ser honesto muitas vezes lhe é conveniente, pois o torna agradável aos outros. Pode-se também ser honesto por medo das conseqüências de ser desonesto. E dito que Sócrates declarou: “Se o desonesto soubesse as vantagens de ser honesto, seria honesto, ainda que por desonestidade”.

O honesto é aquele que não rouba, não mente, não aceita troco errado, que paga suas dívidas, não usurpa, etc. Pode agir de uma forma casta e ser injusto no senso de equilíbrio e julgamento. Um homem pode passar a sua vida ganhando honestamente seus bens, sendo um exemplo de probidade, e ser tremendamente injusto na hora de fazer o seu testamento, na hora de dividir o que amealhou honestamente. A honestidade exige princípios  a justiça exige equidade e equilíbrio, são coisas diferentes.

Um patrão pode ter um negócio inteiramente honesto, reto, lícito, e ser absolutamente injusto no trato com os seus empregados. Quem quiser ser honesto tem que ser também justo e quem quiser ser justo tem que também ser honesto, pois a desonestidade é injustiça e a injustiça é desonestidade.  2Co 8: 21.

 

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