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Archive for maio \20\UTC 2017

Expl 4 6

O universo é caótico, nele estrelas explodem de maneira estrepitosa, lançando no espaço colunas de raios gama absolutamente destruidoras, produzem temperaturas avassaladoras, e depois se encolhem e adensam como um gigantesco imã, com tal poder de gravidade que são capazes de sugar tudo ao seu redor e do qual nem a luz escapa, se constituindo nos famosos buracos negros.

Simultaneamente meteoros se deslocam como bólidos em velocidades vertiginosas cuja energia cinética os torna mais destruidores e mais potentes potencialmente que muitas bombas atômica produzidas pelo homem. Corpos celestes se chocam constantemente e são lançados como petardos pelo espaço vazio e a deriva são um perigo total para alvos distantes, raios cósmicos cortam o vazio universal com imensurável capacidade destrutiva que nada pode deter. O Sol, a nossa grande estrela aparentemente pacífica, lança massa coronal magnetizada no espaço que se um dia atingir a nossa terra causará uma catástrofe inimaginável em sua amplitude que afetará a toda a humanidade.

Ao olharmos para o céu porém, tudo está aparentemente calmo, tranquilo e muito silencioso, e em perfeita ordem. A noite vemos o poético brilho da lua com as estrelas piscando em lugares distantes as vezes ofuscadas pela ténue e leitosa faixa que é a via láctea a nossa galacia. Aparentemente, nenhuma ameaça, nenhum perigo, além da abobada azul celeste da terra. Saiba que se um grão de areia se deslocando pelo espaço atingir uma nave espacial ele a atravessará como se não existisse devido a energia cinética acumulada por sua velocidade.

A questão é que o que vemos não se constitui na realidade do universo, estamos restritos a nossa infinita insignificância visual em relação ao colossal tamanho do cosmos. Na verdade estamos habitando um ambiente hiper- violento e destrutivo que tenta o tempo todo se auto destruir. Se sairmos da camada protetora de atmosfera que nos cerca estaremos sujeitos e expostos a todas as formas de aniquilamento que se possa imaginar. Fora da atmosfera, o nosso corpo estaria sujeito a temperaturas elevadíssimas exposto a luz e temperaturas baixíssimas quando na sombra, e só isto de forma simultânea seria num contraste insuportável.

O universo é dantescamente caótico, porém suas forças destrutivas e desordenadas estão contidas por algo muito maior que ele, que o amordaça e controla. Tudo o que o universo produz de destrutivo é transformado em benefício dele mesmo por uma força infinitamente superior a ele. O nosso Sol se queima continuamente e se consome em sua fúria nuclear até que um dia se apague se transformando em uma chamada anã branca pequena e densa. Em sua continua fissão nuclear, produz calor intenso e devastador, porém, este calor chega a terra de forma suave e mantém a maravilhosa e tênue variedade de vida aqui existente e que permite as plantas a metabolização da fotossíntese. Quem faz estas maravilhas, quem opera esse controle total sobre o caos universal?

Só há uma resposta, Deus é a ordem no meio do caos, está é a maior revelação que Deus dá de sua presença real ao controlar o estado caótico da matéria no cosmos, transformando continuamente essa energia aniquilante em resultados e realizações positivas para o plano que empreende para o universo futuro, pacifico e sereno, onde somente o bem prevalecerá numa ordem plena e absoluta, veja Sl 19: 1 a 3. Um dia todo esse potencial destrutivo da energia cósmica, será tão poderosa como é , quanto será pacifica e ordeira nas mãos do Criador, no dia em que haverá um novo céu e uma nova terra onde imperará a justiça, 2Pe 3: 13, não a do homem, mas a perfeita de Deus o Criador. O universo é tenebroso e caótico, mas Deus é luz e ordem no meio do caos. Como um domador, Ele domina as forças caóticas as submetendo a sua obediência.

cláudio pinto pr

Pense: “Onde existe o caos é o ambiente perfeito para que a ordem do Criador se estabeleça”. Nábulus, pensador cristão

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As portas da vida

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O felizardo que já nasceu para a vida com as ”portas abertas” só tem que cuidar para não fechá-las, já o que nasceu com as “portas fechadas”, tem que lutar para ver se ao menos consegue abrir uma delas. Felizardo é o que nasce com as portas já abertas nesta vida, pois o sucesso lhe está as portas. Para os desafortunados porém, é preciso fortuitamente uma porta se oferecer aberta e ele saber aproveitar bem a oportunidade, talvez única, que esta vida está lhe proporcionando.

Ouvimos no rádio, o caso de um técnico curioso que aprendeu a consertar celulares de última geração. Um dia, um jornalista que por ali passava e teve seu avançado celular danificado, sem ter outra opção, procurou o tal técnico por recomendação. Não só teve o seu celular reparado como teve a surpresa de saber que o serviço nada custaria por ter sido um simples ajuste sem nenhuma troca de peças. Surpreso divulgou o fato em seu jornal com endereço da oficina e tudo como agradecimento. Nos dias sequentes ao anúncio a freguesia do referido técnico multiplicou a tal ponto que ele hoje se tornou um empresário de sucesso na área dando emprego a muitas pessoas. Agora, independente de sua competência, como teria sido sua vida profissional sem este fortuito encontro com o jornalista? Ele foi a grande “porta que se abriu” para o técnico e o seu posterior sucesso.

Carolina Maria de Jesus, a moradora de favela escritora do livro “Quarto de despejo”, apesar de seu fim de vida dramático e solitário, tornou-se conhecida em todo o pais depois que o jornalista Audálio Dantas a descobriu em 1958 de forma ocasional ao fazer uma reportagem. Em 1960, e já aos 46 anos de idade, ela publicou seu livro com muito sucesso. Sem o Audálio Dantas, talvez seu livro nunca sequer fosse lido independente de ter ou não qualidade. Enfim, ela teve a sua chance quando Audálio Dantas lhe abriu “as portas da oportunidade”. Ele foi a sua porta para o sucesso e notoriedade.

Cora Coralina, famosa escritora brasileira nascida em Goias no ano 1970, só veio a lançar seu primeiro livro “Poemas e becos de Goias e histórias mais”, aos 75 anos de idade, e só se tornou nacionalmente reconhecida, após a segunda edição desse livro, isso devido a saudação feita no jornal do Brasil pelo consagrado escritor Carlos Drummond de Andrade. Ele lhe “abriu as portas” para o sucesso e ao devido reconhecimento de seu talento, a tornando uma das mais populares autoras brasileiras, cumprindo o dito “antes tarde do que nunca”. Ele lhe abriu as portas para a fama e a honra que perduram até hoje.

O que seria de Pelé sem ser achado pelo famoso ex jogador Waldemar de Brito, que aos 16 anos o levou para o Santos? Nunca se saberá e nem se poderá responder essa questão. Porém quantos “Pelés” cheios de virtudes, passaram despercebidos pela várzea, por nunca terem o seu “Waldemar de Brito a lhe abrir as portas?” quantas Carolinas não acharam o seu Audálio e quantas Corailinas não acharam o seu Drumond, e passaram no mais absoluto ostracismo? e quantos prestadores de serviço nunca acharam o seu abençoado jornalista?

Não basta ser competente, ter talento, ser lutador perseverante, é preciso ter um dia a porta da oportunidade aberta. Isso acontece de berço com pessoas notáveis e ricas, com filhos de artistas famosos, de jogadores de futebol, de escritores, ou de jornalistas e políticos, etc., a quem só é preciso não fechar a porta que já encontraram escancarada a sua frente. Porém , se para você a porta nunca se abrir, saiba que você faz parte da grande maioria lutadora deste mundo e que o mesmo ocorreu com um expoente das artes plásticas, Vincent Van Gogh, que embora hoje seja tido como um gênio e seus quadros vendidos por milhões de dólares, viveu e morreu só, desconhecido, desprezado e pobre.

Porém e nesta vida que podemos ter a chance de achar a mais importante de todas as portas, a qual se abre para todos, ricos, pobres, famosos, anônimos, mas, não para o sucesso efêmero desta existência e suas glórias, mas para o sucesso e glórias eternos, basta se passar por ela conforme mostra o evangelho de João 10:9. Muitos dos felizardos que já nasceram com as “porta abertas” para o sucesso desta vida, não tiveram olhos abertos para ver a porta principal que se abre para a vida eterna, pois se inebriaram e distraíram com a fácil gloria e os brilhos deste mundo para o qual nada trouxemos e do qual nada levamos conforme diz Jó em seu livro no capítulo 1: 21 e confirma Timóteo em 1Tm 6: 7 .

Feliz o que um dia em seu caminho encontra como Saulo a Jesus e entende que Ele é sua “porta aberta”, não somente para o sucesso secular que perece, conforme 2Co 4: 16 a 18, mas para a eternidade e passando pela porta acha a vida como está em Jo 10: 9. Essa é a porta do realmente vitorioso que é muito mais que vencedor em Cristo como está em Rm 8: 37, mesmo sendo anônimo nesta vida.

Pense “A porta do sucesso efêmero deste mundo depende em muito da sorte, a da vida eterna depende totalmente da sabedoria”. Nábulus, pensador cristão

Claudio pinto pr

Pense: “O caminho te leva a porta e a porta te leva ao caminho, passe por eles e entre na vida”, nesta vida. Nábulus, pensador cristão

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Após a queda de Adão no pecado, Deus diz: “o homem é agora era como um de nós sabendo o bem e o mal”. E o lançou fora do jardim para que não comesse da árvore da vida e assim vivesse eternamente em pecado, e pôs anjos em torno do jardim para guardarem o caminho da árvore ad vida, conforme Gn 3: 22 a 25.

Fora do jardim, Adão já em pecado conheceu a Eva e esta concebeu e deu a luz a Caim, e após gerou a seu irmão Abel. Um dia Caim, o lavrador da terra, por ciúme matou a seu irmão Abel, o pastor de ovelhas, no primeiro homicídio intencional da história humana. Disse Deus a Caim, o sangue de Abel clama a mim desde a terra, em Gn 4: 10. Morto Abel, nasceu Sete, o qual era a “imagem e semelhança de seu pai Adão”, conforme diz Gn 5: 1.

Na história Veio Enoque de quem é dito: “e andou Enoque com Deus e não mais se viu, pois Deus para si o tomou” aos 365 anos, Gn 5: 24. Enoque é o único caso de arrebatamento no período pré- diluviano. No capítulo 6: 8 aparece Noé em tempos de degeneração e degradação humana , conforme Gn 6: 5 a 7, este “achou graça” aos olhos do Senhor. Então Deus anuncia que o seu Espírito não contenderia para sempre com o homem, porque ele também era carne e que seus dias seriam 120 anos, numa revelação enigmática em Gn 6: 3.

Deus se propõe então a destruir a sua criação da face da terra, veja Gn 6: 7 e 11, 12, e lhe diz que o fim de torna a carne e chegado em Gn 6: 13. Ordena, porém a Noé que construa uma arca e lhe anuncia o dilúvio em Gn 6: 17. Revela então a Noé, que ele e sua mulher, seus filhos e noras, entrarão na arca, e o instrui a levar uma casal de cada animal e de cada ave com ele na arca para os conservar vivos.

E veio o dilúvio e choveu 40 dias e noites sobre a terra, Gn 7: 17 e as águas por 150 dias prevaleceram, e expirou toda a carne que se movia sobre a terra, Gn 7: 21 a 23, somente Noé e sua família ficaram vivos juntamente com os animais que estavam na arca conforme a palavra de deus. A dádiva a todos eles foi a vida.

Deus então ordena a Noé para sair da arca e com ele os animais e aves para que repovoassem a terra, Gn 8: 15 a 17. E pela primeira vez, após o dilúvio é erguido um altar por Noé para nele se oferecer holocaustos ao Senhor, Gn 8: 20. Deus em resposta ao sacrifício, em Gn 8: 21, promete então não mais amaldiçoar o homem sobre a terra e não o destruir novamente como o fizera e que o arco no céu seria o sinal dessa aliança, Gn 9: 11 a 13. E foi anunciado por fim, que agora, após o dilúvio, haveria as estações do ano, isto em Gn 8: 22.

Até aqui, embora toda a carne e toda a vida tenham sido destruídas da terra, não existe uma só citação sobre perdição ou salvação espiritual dos mortos, nem céu ou inferno, somente é citada como perda o direito único que tinham: “viver”. Veja no texto de Rm 4: 15 que está dito, que “onde não lei também não há transgressão”, e nesse tempo sabemos pela Bíblia, não havia a lei.

Destaque-se apenas que no período, Abel, vivo, ofereceu um melhor sacrifício a Deus e teve seu clamor ouvido por Ele, desde a terra, e que Enoque foi trasladado vivo por Deus para não ver a morte, e Noé foi o terceiro a aparecer entre os heróis da fé de Hb 11: 4, 5 e 11. A única forma de salvação nesse tempo ocorreu através da arca que manteve o direito a vida dos que nela estavam , foram salvos da morte física, enquanto os demais perderam essa dadiva, mortos que foram nas aguas do dilúvio, recebendo como juízo a perda do direito a viver que era o único dote que tinham.

cláudio pinto pr

Pense: “Onde não há lei nem transgressão qual a forma possível para se punir ou castigar os ímpios?”

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