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Archive for janeiro \31\UTC 2011

O TENIS DE MARCA

O mundo de hoje é o mundo das marcas, e isto tem marcado a juventude desde a adolescência. No passado o sonho do menino era ter um “revolvinho de brinquedo” para imitar os cawboys do cinema. Quem desta geração não apontou o revolver ou até mesmo o dedo em forma de L para outro dizendo: “mãos ao alto”, acompanhado do famoso “cameniboy” que era como os garotos interpretavam o que diziam os mocinhos do farwest, nos seriados das matinês dominicais.

As marcas são um perigo nos dias de hoje, mas a fascinação as vezes é maior que a precaução. Foi assim que um jovem encantado com um tênis famoso que custava R$500,00, e existem modelos muito mais caros,  fez todas as economias possíveis, ou seja, deixou por um tempo até de comer hamburger`s no Mac, só para comprar o seu “nike” o que acabou fazendo com entrada e prestações.

Na primeira caminhada pode sentir a diferença de seu novo e portentoso tênis com os anteriores, que amortecedores, que couro, que suspensão, que maciês, parecia andar nas nuvens. De repente, voltou a realidade crua,  percebeu o barulho de um motor muito próximo dele e antes que pudesse entender viu a seu lado dois motoqueiros um no volante outro na garupa. Logo o carona com o capacete envolvendo a cabeça lhe apontou uma arma dizendo: isso é um assalto o meu!

De imediato, se preparando para ser assaltado, “levantou as mãos” num sinal de não resistência, porém, ouviu logo a observação do bandido, abaixe as mãos e “pés ao alto”,  pois o que eu quero são os seus tênis de marca meu!

O rapaz logo se assentou no chão e levantando os pés teve seus dois tênis surrupiados.

Por muita sorte o ladrão não lhe roubou as meias, e assim pode retornar para casa com as meias rotas e os pés estropiados pelos pedriscos do caminho.

Ficou sem o tênis de marca, mas ficou com as marcas da falta do tênis, o tênis de marca se foi, mas as marcas do ocorrido ficarão para sempre.

É a lei da compensação, perde-se o bem, ficam as dívidas a pagar, perde-se o tênis mas ficam as meias, perden-se as meias ficam as bolhas como recompensa.

E até mesmo se aprende uma lição, que olhar para muito alto é perigoso. Em matéria de compra de tênis é sempre melhor ter os “pés no chão”, para não acabar literalmente com os pés no chão, pois assim como o menino honesto, o desonesto também é atraído pela marca, e ele a “adquire” do modo que pode.

Cláudio Pinto Pr.

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Livre Arbítrio II

É muito comum se dizer que o homem é a imagem e semelhança de Deus por ter o dote do chamado “livre arbítrio”, um termo que na verdade não aparece na Bíblia.

Deus é livre e criou o homem absolutamente livre como Ele é, e nunca toldou essa liberdade, mesmo o homem caído e pecador é absolutamente livre para decidir, recebeu  autonomia até para descrer na existência do Criador, e para escolher o seu eterno destino sem qualquer interferência divina direta.

A grandeza de Deus é está, em que Ele enviou seu Filho para morrer pelo homem, mas não obriga o homem a aceitar este sacrifício para ser salvo, o homem o aceitará  se assim o quiser. Se Deus quisesse poderia fazer milagres tão grandes que deixariam atônitos a todos e pelo que veriam acabariam por se converter e serem salvos. Deus não  faz isso por respeitar a livre decisão de cada um, pois assim fazendo deixaria clara a sua existência e estaria realmente interferindo no direito de livre escolha de cada indivíduo de crer nele ou não pela fé. Deus se oculta para não violentar a liberdade de consciência humana.

Na verdade Deus só fez grandes sinais no meio de seu povo, os judeus, por ser este um povo particular e separado para servi-lo, eles não tinham escolha, nasciam judeus de berço e povo escolhido de Deus, que  assim tinha a liberdade de se manifestar a eles, porém nunca lhes tirou o direito de rejeitá-lo e de se apartarem  dele. Ao contrário, à medida que isso foi acontecendo Deus cumpriu o que esta em 2Cr 15: 2b. que diz: “Ouvi-me, Asa, e todo o Judá e Benjamim: O Senhor está convosco, enquanto vós estais com ele; se o buscardes, o achareis; mas se o deixardes, ele vos deixará”.

Apesar de todos os sinais passados o povo de Deus não recebeu a seu Filho Jesus que era Deus manifestado na carne, pois sinais convencem, mas nem sempre convertem. Assim,  Deus também se apartou deles até hoje.

Se o livre arbítrio é o atributo que torna o homem a imagem e semelhança de Deus, também é ele quem permite que o homem receba ou rejeite a Deus e se aparte dele como vimos ocorrer entre Ele e o seu povo.

Se você é a imagem e semelhança de Deus devido ao livre arbítrio, e usa esse atributo para se apartar de Deus, ironicamente ele te torna a imagem e semelhança do maligno e  parte do corpo dele na terra.

Nunca se gabe de ter esse atributo, nem se escore nele, pois ele é para você uma espada de dois gumes, e só você não saber usá-lo da forma correta e com entendimento.

 

Cláudio Pinto Pr

 

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O livre arbítrio

Este é um dos assuntos mais polêmicos da Bíblia. Ele está implícito, embora não exista nenhuma citação desse termo nas escrituras.

O chamado “livre arbítrio” é o atributo dado por Deus ao homem que permite que ele faça escolhas livremente, e até tenha a oportunidade de errar. Deus sendo onipotente poderia obrigar o homem a obedecê-lo, mas uma criação robotizada não glorificaria ao Criador, Ele quer receber a glória do homem de forma livre e espontânea.

O livre arbítrio, porém, não significa que estejamos absolutamente livres para fazer o que quisermos, existem as leis morais e devemos pautar nossas ações por elas. O fato de termos liberdade para desobedecer não significa que isso seja lícito, e que não tenha consequências posteriores, até na física é dito que a toda ação corresponde uma reação no sentido e força contrários.

O mesmo Deus que nos deu o livre arbítrio revela que Ele, sendo onipotente, onipresente e onisciente, se auto limitou, não podendo mentir, pecar, não podendo mudar, etc.

Também colocou limitações às nossas ações. Adão embora tendo livre arbítrio para fazê-lo recebeu de Deus a orientação que não podia comer da árvore da ciência do bem e do mal em Gn 2: 16, e foi ainda alertado do porque desse óbice, e das consequências que isto traria à sua vida e a seu corpo físico, na advertência de que “morrendo morreria”, traduzido para o português para “certamente morrerás”. A liberdade de fazer corresponde ao preço de se responder pelo que se fez. O problema da liberdade são as consequências, e o problema das consequências, como diz o conselheiro Acácio, são que elas “sempre vêm depois”.

O problema é que junto com o atributo do livre arbítrio, tão apreciado por muitos, também recebemos o da imputabilidade, que nos torna responsáveis por todas as nossas atitudes, e que nem todos apreciam. O espírito humano é assim mesmo, nós sempre requeremos os nossos direitos, muitos são até instruídos a fazer isto, mas nunca reivindicamos os nossos deveres.

Adão no Éden usou o seu direito de “livre arbítrio” e pagou o preço de sua insanidade. A humanidade herdou seu erro e paga até hoje o preço de sua ação. Por ela o próprio Deus, quando manifestado na carne, pagou o preço da cruz por amor ao pecador, e muitos por usarem do livre arbítrio hoje, rejeitando a Jesus, irão para a perdição eterna.

Medite bem se o livre arbítrio o torna mesmo a imagem e semelhança de Deus.

 

Cláudio Pinto Pr

 

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São Paulo 457 anos

Dou parabéns a São Paulo, parabenizo aos paulistas

Tremula sua bandeira, três cores e treze listas

É a terra do trabalho, labor é a sua vocação

Não dorme  em berço explendido, conduz desperta a nação

Seu bordão está em latim, ao português se traduz

São Paulo não é conduzido, São Paulo é quem conduz.

 

Parabéns a cidade de São Paulo, o apostolo dos gentios

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Findou-se há poucos dias uma novela ou uma minissérie com capítulos diários que nada ficou a dever as tramas mais sórdidas já urdidas pelos inspirados autores globais. Porém era ao vivo envolvendo o futebol, outrora  um esporte onde seus atletas amavam seus clubes, honravam as suas camisas  e pouco ganhavam em relação as carreiras milionárias de hoje. Ademais, o episódio envolveu um craque que é um ícone tendo muitos admiradores até entre as crianças.

Ocorreu um leilão insano e dispensável, talvez até inspirado pelo clima do carnaval carioca que se aproxima. Porém o desfile das negociações dia após dia, foi marcado pelos desmentidos o que tornou o enredo pungente além de um triste exemplo.

Após Tudo encerrado marcada a festa apoteótica, quis porém o destino que ela  fosse empanada. Uma tragédia ocorreu simultaneamente na região. Enquanto um lado festejava o “final feliz” dessa trama, os morros desabavam, infelizmente ceifando centenas de vidas. Ficou claro o contraste entre a falsa alegria de uma festa produzida e a tristeza verdadeira das vítimas dos desmoronamentos, entre a festa do amor ao dinheiro, e a do amor popular as vidas atingidas pelo infausto, o povo  ofertando dinheiro e ajuda aos desabrigados da sorte, numa demonstração de espontânea solidariedade humana.

A Bíblia diz que o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males, 1Tm 6: 10, e esse episódio, agora  felizmente findo, deixou isso absolutamente claro e patente.

Ganhar dinheiro não é ilícito nem pecado, mas a prática da indignidade o torna vil, deveria haver sempre em qualquer negócio respeito à palavra empenhada e honra nos compromissos assumidos ainda que com perda.

Infelizmente essa lição foi publicamente dada a todos os jovens que são fãs do atleta e que certamente terão o seu mau exemplo como modelo.

Só nos resta desejar ao craque, sucesso, que é o que nunca lhe faltou nesta vida, e aos jovens cristãos que não se espelhem nos ídolos, mas olhem para Jesus Cristo.

 

Cláudio Pinto Pr



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2Ts 2:1 – Ora, quanto à vinda de nosso Senhor Jesus Cristo e à nossa reunião com ele, rogamos-vos, irmãos,

2: 2 – que não vos movais facilmente do vosso modo de pensar, nem vos perturbeis, quer por espírito, quer por palavra, quer por epístola como enviada de nós, como se o dia do Senhor estivesse já perto.

2: 3 – Ninguém de modo algum vos engane; porque isto não sucederá sem que venha primeiro a apostasia e seja revelado o homem do pecado, o filho da perdição.

Quando Jesus ascendeu aos céus, os apóstolos esperam que Ele voltasse ainda naqueles tempos, baseados no anúncio dos dois varões vestidos de branco em At 1: 10 e 11.

Aqui, o apóstolo Paulo, discerne os tempos e alerta os irmãos que não ficassem parados na expectativa dessa volta iminente e que partissem para a ação, pois ela sucederia conforme descrito em At 1: 7, ou seja, dentro dos tempos e estações previstos por Deus.

Um dos sinais desses tempos seria a grande apostasia, a mudança de fé que ocorreria na igreja cristã, que começou com desvios no catolicismo romano e agora se mostra exacerbada e clara na igreja atual, a Laodiceia descrita nas cartas do Apocalipse.

A advertência do apóstolo, este sim legítimo apóstolo, é para que os que crêem no arrebatamento não se apartem dessa união com Jesus, mesmo que essa doutrina venha de irmãos, professores, mestres, etc. Adverte contra os de dentro, pois está é a característica da apostasia, mover-se na fé mesmo permanecendo onde se está.

Na apostasia não é preciso sair do cristianismo indo para uma heresia, ela vem ao encontro da igreja e muda a fé dentro dela, aos poucos, paulatinamente.

O grande movimento hoje na igreja, com muitos correndo de um lado a outro atrás de profetas e profecias, de sinais e maravilhas, mostrando a grande instabilidade espiritual e emocional de pessoas despreparadas por desconhecimento da palavra, como predicou Jesus em Lc 18: 8 ao dizer: “quando porém vier o Filho do homem,  por ventura achará fé na terra?  Hoje a fé genuína esta cada vez mais difícil e rara sinal que Jesus está as portas.

Naqueles tempos a volta de Jesus estava distante, alertava o apóstolo, mas os sinais hoje são de final dos tempos, pois já se foram mais de dois milênios e a falta de amor, os sinais no céu, e os poderes do céu sendo abalados em especial  pela “grande apostasia” reinante, e pelo clima, são evidências de que a  volta de Jesus é preeminente.

Falta à manifestação do homem do pecado, o anticristo, o filho da perdição, mas o seu espírito já de há muito esta na terra como dito em 1Jo 4: 3, hoje, mais de quatro bilhões de pessoas no mundo negam tanto o Pai como o Filho,conforme 1Jo 2: 22.

Aprenda a discernir, pois 1Jo 2: 20 diz: “E vós tendes a unção do santo e sabeis tudo”.

 

Cláudio Pinto Pr

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A nossa glória

A todos os que trabalham no evangelho, qual é a grande glória pelo seu trabalho?

Todos trabalhamos esperando um galardão cujo valor não podemos sequer avaliar, pois não consiste em coisas desta vida. Em nossa esperança, nos dedicamos buscando sobreviver sem ser pesados aos irmãos, sem luxo, sem extravagâncias, sem exageros, sem ostentações, com tribulações, não ansiando viver em necessidades nem fazendo da pobreza mérito para uma vida piedosa, como está escrito: temos que aprender a viver tendo e não tendo da mesma forma.  Fp 4: 12.

A glória do verdadeiro obreiro não consiste em ser honrado pelos homens com títulos pomposos, nem em ser tratado por todos  com reverência, nem em ostentar poderes  e posição social elevada, mas em viver de maneira honrada e honesta no tempo de sua esperança na terra. Ter riquezas não é pecado quando elas são lícitas, como passar apuros não e sinal de santidade. Se houver prosperidade na igreja, as agruras do obreiro  demonstraram existir falta de respeito e consideração mínima para com aqueles que trabalham na obra.

A glória do obreiro verdadeiro, o seu gozo  está revelado pelo apóstolo Paulo, este um verdadeiro apóstolo, ao citar que a sua esperança, ou gozo ou coroa de glória eram os seus irmãos da igreja aos quais deveria apresentar diante de Cristo em sua vinda, e isto ele relata em 1Ts 2: 19.

A palavra diz que os frutos revelaram a qualidade da árvore, se forem bons a árvore é boa, e essa é a meta do evangelista, ostentar os frutos e suas qualidades, apresentando-os viçosos e sadios. Temos um tempo de espera na terra que é pouco entendido devido às distorções semânticas e que se chama “esperança”.

O que significa na prática a esperança? E o ato de esperar que alguma coisa aconteça, e no caso do cristão isto significa o cumprimento das promessas feitas na palavra de Deus, como a anunciada volta do Senhor Jesus a terra conforme 1Ts 4: 13 a 18.

O mérito do obreiro serão seus frutos e como os apresentará ao Senhor na sua vinda, esta será a sua grande honra e sua grande glória, e este será o seu grande e eterno galardão, o quanto de vida ele pode acrescentar no céu e na eternidade. Este montante representará como e com qual intensidade e eficácia  ele serviu a Deus em sua peregrinação na terra. É o Senhor lhe pagará conforme a sua obra como prometido em Ap 22: 12. Títulos humanos não dão galardão, os tiram.

Como disse o apóstolo: “Na verdade vos sois a nossa glória e gozo” 1Ts 2: 20.

 

Cláudio Pinto Pr

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