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Archive for abril \29\UTC 2016

INSPIRAÇÃO

“Portanto eu vos digo: todo o pecado e blasfêmia se perdoará aos homens; mas a blasfêmia contra o Espírito Santo não se perdoará aos homens”.

Este tema é polêmico e tem muitas versões que o explicam e todas tem um fundamento baseadas nas escrituras. Sabemos que Deus o Pai, é perdoador, e sempre está pronto a perdoar. Sendo o Espírito Santo parte da trindade divina, porque só o pecado contra a terceira pessoa da trindade não será perdoado?

O verso 32 diz: “E, se qualquer disser alguma palavra contra o filho do homem, ser-lhe-á perdoado, mas, se alguém falar contra o Espírito Santo, não lhe será perdoado, nem neste século nem no futuro,” isso dito por Jesus.

Portanto, o pecado contra o Pai (1ª pessoa) é perdoado, o pecado contra o Filho (2ª pessoa) é perdoado, somente o pecado contra o Espírito Santo (3ª pessoa), não será perdoado, qual seria uma possível explicação para a gravidade ou do agravante do pecado ou blasfêmia contra o Espírito?

Cremos que a resposta mais lógica está nas dispensações que acompanham os tempos da restauração do homem. No velho testamento, o Pai estava presente no contato com o seu povo, era a sua dispensação efetuada através dos anjos e dos profetas. Quem pecasse contra Deus poderia ter o perdão do Filho, que ainda viria no tempo para salvar o homem retirando o seu pecado, Jo 1: 29, e morrendo por ele em seu lugar, portanto a oportunidade de perdão no Filho era total, Lc 23: 34.

Vindo o Filho, Jesus Cristo, quem pecasse contra Jesus durante o seu ministério terrestre, teria ainda mais uma oportunidade de ser perdoado, pois no futuro, viria a dispensação da graça, na qual o Espírito Santo enviado por Jesus, presidiria sobre o homem que cresce, Jo 14: 16 a 18, 25, e 15: 7.

Na dispensação do Espírito Santo, na graça, quem pecar contra o Espírito da graça, não terá outro que venha para o perdoar, no futuro, na verdade, desprezou a terceira e última oportunidade de perdão conforme Tt 2: 11. Não virá outro para perdoar, o que virá será o tempo de juízo anunciado por Jesus em Jo 16: de 8 a 11, quem não foi convencido do pecado pelo Espírito Santo, não o será de forma alguma sem Ele, pois desprezou o Espírito da graça, conforme diz Hb 10: 29. Portanto quem pecar contra o Espírito Santo não terá outro que o perdoe, pois desprezou a terceira oportunidade que era a sua graça, era a chance final.

Pense: “medite em 1Co 2 : 10 a 15, sobre o Espírito e as profundezas de Deus”.

cláudio pinto pr

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O mistério das águas

C MOLH

Sabemos que a palavra de Deus apresentada na forma literal, pode ser discernida também de forma espiritual e figurada ou alegórica. Baseados nesse princípio de interpretação examinemos o texto bíblico em Gn 1: 7.

Nele lemos literalmente : “E fez Deus a expansão e fez separação entre ás águas que estavam debaixo da expansão e as águas que estavam sobre a expansão. E assim foi”.

Com relação ao que sejam “águas” além do literal, nos aprofundemos nas figuras que Deus usa para falar aos homens e tomemos como exemplo o texto de Ap 17: 1, que narra literalmente uma prostituta assentada sobre “muitas águas”. Já no verso 15, Jesus discerne o seu sentido figurado ao revelar: “as águas que viste onde se assenta a prostituta , são povos, e multidões, e nações, e línguas”, mostrando então outro sentido para o termo “águas”.

Portanto, “aguas” são em figura também povos, que são formados por pessoas, multidões, nações e as línguas que falam, sem que essa interpretação anule o sentido literal do termo na criação, mas, acrescenta outra visão as profundezas da revelação divina a inicial.

Ao fazer separação entre “águas de baixo da expansão e as águas de cima”, Deus nos revela também que um dia na história haveria um povo que seria de baixo ou da terra, e um povo que seria de cima ou do céu. Podemos comprovar isso na instrução do apóstolo Paulo em Cl 3: 1 a 4 quando fala dos homens de cima, e dos debaixo, e em 1Co 15: 47a 49, quando fala do primeiro e do segundo homem, o primeiro terreno e da terra e o segundo celestial e do céu .

Portanto, Deus já revela no princípio coisas que ocorrerão no final conforme Is 46: 9 e 10.

Se você vive hoje no abismo, em baixo, mas faz parte das “águas de cima” entenderá o que diz 1Ts 4: 17, “Depois nós os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos para sempre com o Senhor”. Será o voo da noiva aos céus, a encontrar Jesus nos ares, ao soar da última trombeta, pois como Jesus a igreja é de cima e não de baixo como diz Hb 12: 23.

Pv 15: 24 que diz: “Para os entendidos o caminho da vida é para cima, para que ele se desvie do inferno que está em baixo”, Sl 99: 2 e 103: 11. Nos elevemos hoje espiritualmente a Jesus, para que o possamos fazer um dia literalmente.

Ora vem Senhor Jesus! Ap 22: 20 e 21.

Pense: “Se você faz parte das coisas que são de cima, pense nelas”. Nábulus, pensador cristão

cláudio pinto pr

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Bal

Jonas foi chamado por Deus para pregar ao ninivitas. Como conhecia quão terrível era esse povo, temeu e fugiu para Tarsis. Jonas, talvez tenha pensado que estando longe Deus chamaria outro profeta para cumprir tão dura missão.

Deus porém, fez que o navio naufragasse e que Jonas confessando ser o culpado fosse por isso lançado ao mar, sendo ali engolido por um grande peixe deparado por Deus. Após três dias no ventre do peixe, acabou vomitado na areia do mar e para sua surpresa estava em uma praia em Nínive cidade da qual fugira.

Após tão deprimente experiência, constatou que sua única opção era mesmo ir e pregar ao povo da cidade, e o fez. O resultado foi que todos se converteram e o rei ordenou que tudo o que Deus falou através de Jonas, fosse obedecido por todos.

Porque Deus permitiu que tudo isso ocorresse a Jonas? Imaginemos qual era a aparência do profeta ao ser vomitado na praia, após ter estado três dias no ventre de um peixe. Teria sua pele sido atacada pelos ácidos estomacais do peixe tendo agora uma aparência carcomida, e seus cabelos se tornado ralos, suas mãos e pés descamado e ainda exalando um cheiro forte e nada agradável?

Com uma aparência sofrida e asquerosa como essa e confessando que por amor a eles tinha sido comido e vomitado por um peixe na praia, o vendo assim, quem duvidaria que ele estivesse dizendo a verdade. E por sua pungente aparência todos acreditariam que, realmente Deus o tinha enviado a eles, e que ele era digno de todo o crédito e atentaram no que dizia e temeriam as suas advertências.

Talvez este seja o segredo do tão grande sucesso de Jonas em sua acidentada missão, a sua aparência. Porém, após sofrer tanto Jonas se sentiu injustiçado e enganado por não ver o castigo divino o vingando por sua desdita. Ele nem se apercebeu que todo o povo da cidade se havia convertido e sido salvo e até os animais poupados por Deus em sua misericórdia. Pode ter perdido a sua boa aparência, mas sem ela, ganhou vidas e fez uma bela e portentosa obra para Deus.

Diante desse relato e de toda uma cidade e tantas vidas salvas, qual a importância que você dá em relação a saber se foi um peixe ou baleia que engoliu a Jonas?

Pense: “Se nos prendemos mais a letra que ao milagre, podemos também acabar vomitados na praia?” Nábulus, pensador cristão

cláudio pinto pr

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Cor sab

Sabemos que a palavra de Deus apresentada na Bíblia na forma literal, é muito rica e pode ser discernida também em seu sentido espiritual, figurado ou alegórico sem que haja nisso prejuízo do texto original. Is 46: 9 e 10 que diz que: “Deus anuncia o fim desde o princípio e desde a antiguidade as coisas que ainda não sucederam”, ou seja, o que ainda não é, já está revelado no passado, e só precisa ser interpretado a luz do contexto completo. Isto foi anunciado no Sl 48: 6, e em Mt 13: 35 que dizem: “Para que se cumprisse o que fora dito pelo profeta : abrirei em parábolas a minha boca; publicarei coisas ocultas desde a criação do mundo”. Não são coisas novas apenas, mas também ocultas.

Nesse contexto, vamos examinar o relato de Gn 1: 4 a 8 da criação que diz: “E disse deus: haja luz. E houve luz. E viu Deus que era boa a luz: E fez Deus separação entre a luz e as trevas. E Deus chamou a luz Dia; e as trevas chamou Noite. E foi a tarde e a manhã o dia primeiro”.

A luz criada em Gn 1: 4 não era a do Sol criada após, em Gn 1: 14. Era a luz da sabedoria de Deus estendida sobre as trevas e a falta de forma vigente em um mundo vazio e abissal como está em Pv 3: 19 e 20. Essa luz que dá forma a criação está também em: Pv 6: 23 – Sl 119:115 – Jo 1: 9 e Jo 1: 1 e 1Co 1: 24. No verbo está revelada a luz da sabedoria de Deus.

A luz do Sol, nossa estrela, elimina as trevas materiais, mas não pode esclarecer as trevas espirituais, como revela Mt 4: 16, Jesus é a luz que veio iluminar um mundo em trevas e sombras da morte, para o esclarecer conforme Jo 8: 12 – 9: 5 – 12: 46 e Ef 5: 14.

Após criar a luz, Deus revela que ela era boa e que haveria separação entre a luz e as trevas, e os que são da luz, veja Jo 3: 19 a 21, Rm 13: 12 e 13, e os que são das trevas, 2Pe 2: 17 e Jd 1: 13. Onde está à luz, as trevas desaparecem, pois uma tende a eliminar a outra. A luz Deus chamou dia, veja o que é dia em Jo 9: 4, 2Co 6: 2. As trevas chamou noite, veja o que é noite em Jo 9: 4, Ef 5: 7 a 14, 2Ts 5: 4 a 9. Por isso Deus faz separação entre o dia, lugar de salvação, e a noite, lugar de perdição. Luz e trevas não conjuminam.

Se você é de Jesus e tem a sua sabedoria , conforme 1Co 2: 16, você também é luz do mundo como diz Mt 5: 14, você e do dia, anuncie então a luz da salvação pelo evangelho.

Veja que antes mesmo de o homem ser criado, Deus já revela que haveria homens da luz e do dia e homens das trevas e da noite, e hoje sabemos que a escolha de onde se quer viver é livre e também que cada um responderá no final pela escolha que fez, Jo 3: 19 a 21. Faça como o salmista, tenha prazer na lei do Senhor e medite na sua palavra de dia e de noite, Sl 1: 2.

Pense: “Lâmpada para meus pés é a tua palavra, e luz para os meus caminhos, Sl 119: 115”.

cláudio pinto pr

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A gló bl

Em Gn 1: 1, na criação, está narrado: “No princípio criou Deus o céus e a terra”, e no salmo 115: 15 e 16 a revelação é completada ao dizer: “Os céus são os céus do Senhor; mas a terra deu-a ele aos filhos dos homens”.

Ora, se o homem é formado do pó da terra, e a terra foi dada por Deus, aos filhos dos homens, concluímos que o homem cuja essência física é terrena, foi formado para viver na terra, ela é a sua habitação.

Jesus que era do céu, Jo 17: 5 – 3: 31 – 6: 62, ao se manifestar como homem na terra sendo gerado pelo Espírito Santo para não ter a herança do pecado, cumpriu o que está disposto em Jo 10: 1, e entrou no mundo pela porta, aos nascer de uma mulher, Maria, para que fosse fisicamente “filho dos homem” e tivesse como estes, todos os direitos sobre a terra.

Esse mesmo Jesus manifestado na carne, se batizou como sendo pecador, 1Co 5: 21, tornou-se filho de Deus, Mt 3: 17, pregou a salvação, foi morto e ao terceiro dia ressuscitou dos mortos, subiu aos céus, e se assentou a destra da majestade de Deus, o Pai, nos céus, conforme Mc 16: 19.

Jesus era do céu, abdicou da glória e desceu a terra como homem, aqui morreu e ressurreto retornou ao céu e a glória eterna, e prometeu ao homem que onde ele estivesse os seus estariam também para sempre, conforme 1Ts 4: 18.

Este é o mistério da transformação e da elevação do pó a glória anunciado em 1Co 15: 52 e 53 e 1Ts 4: 13 a 18, que permite ao batizado em Cristo, já ser tido como ressurreto e eterno em vida, conforme Rm 6: 1 a 7, e que os seus recebessem a imputação das coisas que não são como se já fossem, citadas em Rm 4: 17.

A transformação permite aos filhos do homem serem transformados hoje em Filhos de Deus no batismo, terem as mentes transformadas em mente de Cristo, 1Co 2: 16, terem as suas vidas transformadas em justiça, Rm 6: 16, e seus corpos do pó transformados em glória para a eternidade, conforme o corpo de Jesus, como dito em: Fp 2: 21 – 1Jo 3: 2 – Rm 8: 18, e transformados de herdeiros da terra e de servos, em herdeiros do céus a reis e sacerdotes, conforme Ap 3: 21.

Portanto, pense hoje como cidadão do céu, nas coisas que são de cima, como orienta o apóstolo Paulo em Cl 3: 1 a 5, e não nas que são da terra, pois os de Jesus Cristo, estarão para sempre no tabernáculo de Deus com os homens, conforme está anunciado em Ap 21: 3.

Pense: “O mesmo Deus que te deu a terra, te oferece o céu, conforme a tua fé você escolhe onde vai ficar”. Nábulus, pensador cristão

cláudio pinto pr

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