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Archive for junho \23\UTC 2018

P de 1 alma SH8 V

O que caracteriza o trabalho escravo e ele não ser remunerado. A violência, os mal tratos a falta de respeito, os abusos, são decorrentes da maldade desmedida que é inerente ao ser humano, em especial o descrente que não tem temor a Deus, e não a condição de escravidão, Um escravo pode trabalhar de graça e até ser amigo do patrão se este for humano com ele, como aconteceu em alguns casos, quando o amo entendeu ser o escravo um ser humano como ele, e o tratou bem. Por outro lado um escravo pode ser um rebelde agressivo quando tratado como se fosse um animal, tudo é questão de sabedoria e atitudes entre os coadjuvantes.

No dia 13 de maio de 1888 a Princesa Isabel, filha de Dom Pedro II, promulgou a lei aurea que libertava os escravos no Brasil, e até hoje se diz a voz corrente que o país foi a última nação a libertar seus escravos. Após a libertação muitos dos escravos continuaram espontaneamente a servir a seus senhores, alguns talvez por falta de outra opção, mas muitos porque se entendiam bem como seus senhores, e optaram por continuar com eles. É dito: “um escravo é tanto mais livre quanto mais obediente”. Ora um senhor bom e um escravo obediente tendem a boa convivência conforme narra Rm 6: 18, pois onde há temor há obediência.

Mas a crítica que se faz de que fomos a ultima nação a libertar os escravos, talvez não seja verdadeira e justa, pois se o que caracteriza o trabalho escravo e nele não haver a remuneração, ainda existe uma imensa quantidade de escravos no Brasil, ou meio escravos e meio livres, e não estou falando aqui do trabalho escravo ilegal ainda praticado por muitos patrões. Parece que o espírito do senhorio da senzala nunca deixou a mente dos governantes brasileiros, apenas foi dissimulado para poder continuar com nova aparência, E este é o caso adiante, onde não há temor não existe a justiça, veja Mt 18: 32 e 33.

Num país onde o trabalhador tem que trabalhar cinco meses de graça para pagar impostos pode se dizer que não existe trabalhos escravo? ele trabalha doze meses e só é remunerado em sete, pois os outros cinco meses é obrigado a devolver ao governo seu patrão. E um meio escravo, pois o que caracteriza a continuidade da escravatura e o trabalhar de graça, pois nada ou muito pouco recebe de volta em benefícios do que lhe é tirado como imposto, o que sucedendo quebraria essa condição. Não tem boa educação, não tem segurança mínima, não tem sistema de saúde digno. Se quiser ter essas coisas tem que pagar a parte para que possa ter um mínimo de qualidade e dignidade de vida. Para piorar, se fala em aumento de impostos atualmente e até retornar com a “abominável CPMF”, que é uma obsessão de muitos, ainda que travestida com novo nome. Com isso logo chegaremos a seis meses remunerados e seis meses escravos, não remunerados, ou confiscados na fonte, caracterizando a semiescravidão, tornando todos os trabalhadores brasileiros como meio livres e meio escravos literais, confirmando que, além de ser além da última nação a libertar os seus escravos, o Brasil será também a primeira nação a retornar a prática da escravidão em pleno século XXI.

E quando falamos em remuneração, lembramos que o salário mínimo no país e de R$937,00, e muitos ganham esse valor para sustentar a toda a sua família, e se acha pouco, muitos adorariam ganhar essa quantia, pois nem isso ganham vivendo a margem nos chamados “bicos” informais. Podemos dizer que alguém nessa condição é livre? Portanto, se pensarmos bem, talvez precisemos de um novo 13 de maio e de uma nova Princesa Isabel e de uma nova lei aurea, e isso brevemente, na verdade só o temor e o amor podem libertar, veja Jo 8: 36.

cláudio pinto pr

Pense: trabalhando seis meses de graça, sou meio livre ou sou meio escravo? Nábulus, pensador cristão.

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cog nuc

No programa “ vida de gênios” pelo canal Discovery, em um de seus capítulos sobre a vida de Einstein, se discutia entre cientistas e autoridades como se evitar um conflito atômico total e cataclísmico, em tempos de guerra fria, quando se desenvolvia a tecnologia nuclear e os EUA e a URSS se destacavam como duas grandes potências militares dotadas de arsenal atômico.

Um dos participantes propôs que se devia incentivar que duas nações se tornassem potências mundiais atômicas, pois isto traria um equilíbrio entre elas pelo temor da auto destruição que uma guerra nuclear produziria. Esta proposta parecia boa, porém Einstein, que sabemos não ser um religioso, embora admitisse a existência de Deus como judeu e cientista, se manifestou dizendo que para um cientista essa era uma proposta inviável, pois sempre haveria o risco de haver um ditador maluco estar pronto a apertar o botão e deflagrar a destruição de toda a humanidade, e essa era uma possibilidade que se deveria evitar ao máximo.

Então lhe perguntaram qual era a sua proposta para o caso? Einsteim respondeu: A solução seria se estabelecer um “governo mundial” acima dos governos nacionais, o qual poderia impedir que uma guerra fosse deflagrada entre nações, a qual poria fim na humanidade, portanto, esta era a sua proposta. Creio que ele não conhecia o novo testamento e talvez não tivesse a intenção nem o propósito de estabelecer a tal “nova ordem mundial” , profetizada no livro do apocalipse em Ap 13: 1 a 9, e que propiciaria a entronização do anticristo como governante mundial, mas no episódio foi exatamente isso que ele previu e propôs. Não temos como afirmar que está reunião realmente ocorreu e desta forma, ou se foi apenas um impulso criativo do roteirista da série nesses diálogos. Seja como for a proposta apresentada e exatamente a que está profetizada , ou seja, que em determinado momento a única solução para uma humanidade dominada totalmente pelo mal, seja o entronizar o mal como sendo a solução para o problema que ele mesmo originou, seria o entregar a segurança da humanidade nas mãos do “destruidor”, de Ap 9: 11, num engano final e fatal conforme 2Ts 2: 9 e 10, estabelecendo a “operação do erro” de 2Ts 2: 11 e 12. Einstein não devia conhecer as profecias do novo testamento, mas como sábio previu a única saída que seria possível para a humanidade maligna no futuro que coincidia com as profecias.

A energia atômica utilizada em uma sociedade dominada pelo bem e pelo amor, seria eficaz, e tremendamente benéfica e traria resultados excelentes a todos. Mas num mundo onde o mal predomina desde o seu início, e o que prevalece é o egoísmo, o orgulho, a vaidade, a ira, e que visa sempre a supremacia, o subjugar os demais, a princípio as nações estrangeiras, mas na prática incluindo também os compatriotas que discordarem sendo tidos como opositores o que sempre ocorre, qualquer descoberta por melhor que seja, se fará nefasta e destrutiva.

Um governo mundial sob o domínio do mal resultará sempre em opressão e destruição, e a solução que se procurava será a instituição da devastação que se quereria evitar, como disse o Senhor Jesus em Mt 24: 22. O mundo começou com Adâo que pecou e trouxe a morte ao mundo, Rm 5: 12. Adão teve como seu primogênito a Caim que matou por ciúme a seu irmão Abel, Gn 4: 8. Essa atitude se perpetuou até hoje seis mil anos depois, e os homens se destroem pelos motivos mais torpes e mesquinhos. Na história ninguém prevaleceu sobre ninguém para sempre, o que sempre predominou foi o mal institucionalizado que trocando de mãos, de povos, e de reinos, esteve sempre regendo a todos os relacionamentos humanos.

A solução para a humanidade foi anunciada há séculos por Jesus, que está voltando após já ter vencido o mundo, a morte e o maligno, veja Mt 6: 33, o qual nunca pecou e vai eliminar não as consequências, mas a causa dos desentendimentos, ou seja, o próprio mal da história da humanidade. Vai eliminar até mesmo a apostasia atual praticada entre parte dos seus seguidores que muito a apreciam, mas que já tem fim determinado, e seu reino será um reino de justiça, paz e alegria no Espírito Santo conforme Rm 14: 17. Venha o teu reino, ora vem, Senhor Jesus, e existam novo céu e nova terra, Ap 21: 1 a 3.

cláudio pinto pr

Pense – “Entregar a horta nas mãos da cabrita, jamais será a solução para a horta”, e pior será ainda para a cabrita”, veja Ap 19: 20 e 20: 10. Nábulus, pensador cristão

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