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Archive for setembro \17\UTC 2017

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“Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas”, diz Mt 6: 33. O reino de Deus é “justiça”, paz e alegria no Espírito Santo, Rm 4: 17. Veja que o reino de Deus destaca a “justiça” como sendo o seu principal atributo, pois Jesus é juiz de vivos e de mortos conforme At 10: 42. Já em relação a nossa justiça Deus fala pelo profeta Isaias dizendo que: “as nossas justiças são como trapo de imundícia”, Is 64: 6, pois é a justiça do injusto.

Quando a Bíblia orienta a que busquemos a justiça no reino de Deus, isso significa que no mundo não há temos, pois a tida como a mais perfeita justiça do mundo, a romana, usada até hoje como padrão ocidental, propiciou o maior erro da história ao se mancomunar com os inimigos do Filho de Deus e sob sua égide permitir que não só se condenasse um inocente a crucificação como ainda ser a executora da sentença. Hoje fazem 2017 anos que esse erro é propagado pelo mundo.

Será que o mundo não tem prazer em ser justo e em fazer justiça? claro que se pudesse teria o maior orgulho em ter a mais perfeita justiça, pois este é de forma histórica o maior motivo de ostentação dos reis e governantes, o de ser visto por todos com sendo pretensiosa e reconhecidamente um “justo”.

O problema é que para ser justo e fazer uma justiça perfeita não basta apenas ser competente e intelectualmente preparado. O juiz ou o legislador para ser perfeito em justiça, não pode ser bom, nem orgulhoso, nem vaidoso, nem soberbo, nem ambicioso, nem mentiroso, nem falso, nem cínico, nem invejoso, nem parcial, nem pretencioso, nem descrente, pois quem não tem temor a Deus, jamais temerá ser um injusto, nem temerá cometer erros, pois se porá acima da justiça e da lei que fizer como se fosse seu dono.

Num mundo onde vemos o bandido solto e o honesto preso até que prove ser honesto, o ladrão saindo lépido e fagueiro pelas portas da frente das delegacias e a vítima sendo detida por horas e tratada com desdém, e via de regra não tendo ressarcidas as suas perdas, vendo o assassino sendo defendido pelos tais direitos humanos e a vítima ficando esquecida e entregue a própria sorte como se fossem “inumanos”, um mundo onde se acusa a sociedade como responsável pela existência de marginais, se esquecendo que essa mesma sociedade gerou pessoas ordeiras e trabalhadoras em maioria absoluta, uma sociedade onde o letrado tem privilégios prisionais e o inculto e ignorante é jogado as feras como culpado por ser pobre, enfim onde o que é reto e tido a princípio como torto e o torto tratado como se fosse reto, e onde o corporativismo e os interesses imperam, qual a mensagem mais forte que se pode dar senão a de se sonhar em ter um dia “a justiça”.

Creio que agora ficou mais fácil se entender o que significa “buscar primeiro o reino de Deus, o juiz perfeito, e a sua “justiça perfeita” como Ele o é. Num mundo injusto o que prevalece sempre é a iniquidade, a justiça é feita por aparência e por preço, e com balanças com pesos diferentes, Pv 11: 1. A um juiz compete não o ser bom, mas antes ser justo, Mt 19: 17ª, e para ser justo tem que em primeiro lugar se amar a justiça acima de qualquer outro fator pessoal, pois o amor é a fonte da justiça. Deus é amor e sendo amor é a perfeita justiça. Então oremos dizendo: “Venha o teu reino Senhor e a tua justiça” conforme Mt 6: 33.

cláudio pinto pr.

Pense: “A justiça tem que estar não mão dos justos, pois na mão dos maus se transforma em injustiça e na mão dos poderosos se transforma em opressão”. Nábulus, pensador cristão

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Diz a Bíblia, “por que nada trouxemos ao mundo e nada levaremos dele, 1Tm 6: 7”

Quando alguém que tem poder que lhe foi conferido pelo povo, ou por ocupar uma posição que lhe permita usufruir de privilégios, e usurpa esse poder e se locupleta com os bens alheios a que administra, se corrompendo e se justificando em dizer que faz isso não por egoísmo ou ganância, mas apenas pensando no futuro de sua família, filhos e netos, etc., sem pensar no futuro da nação, ignora claro, o que está revelado na Bíblia sobre a honestidade e o “temor a Deus”.

Estes dão o melhor para os seus pouco se importando com os ilícitos ou com o dano que causa a milhares de outros que sofrerão por falta dos recursos que foram por ele desviados em benefício próprio e para sua prole. Porém ninguém escapa do futuro eterno no qual, crendo ou não, enfrentarão um dia diante do juízo. Ao prestar contas por cada detalhe de suas vidas e de suas consequências, terão a plena e agora tardia consciência de todo o mal que fizeram para outros, para si mesmos e até para os seus amados a quem queriam em verdade proteger.

Saiba que um miserável e infeliz, acostumado ao sofrimento, as necessidades, ao medo, ao constante perigo de vida, e a ter falta de tudo, já vivendo num verdadeiro inferno nesta vida, tendo por isso se perdido, quando morrer e estiver em sofrimento eterno, sofrerá muito menos, pois já estava acostumado a dor e ao suplício do frio, fome, medo, perseguição, desprezo, dos perigos, etc., a que vivia submetido neste mundo.

Imagine porém, aquele que viveu deliciosa e nababescamente nesta vida, sendo acostumado ao conforto as benesses e as delícias e tendo tudo sempre a mão, para quem aqui era quase um paraíso, e que de repente se vê, sem Deus, pois dele nunca necessitou, e agora perante a eternidade em penúria e privação total, pois nada se trás nem nada se leva desta vida, a não ser as boas obras em Cristo. Se verá sem amigos que o ajudem, sem influências e sem ter a quem recorrer. Qual será o nível de seu sofrimento? Só o terror de estar diante dessa nova e desconhecida condição, sem o papai para o proteger, já seria um inferno total, dispensando até as temidas espetadas de temido tridente.

O culpado disso foi aquele que só pensou nas coisas desta vida e que preparou tudo para o futuro dos seus queridos aqui, ignorando o espiritual e se esquecendo da eternidade. Pensou que poderia vivendo em corrupção, e tendo poder material, morrer em paz e tranquilidade por ter deixado a família amparada com muitos recursos e bens que açambarcou de forma imoral. Responderá pelas suas ações ilícitas e terá a tristeza de saber diante do inevitável que foi o responsável pela perdição dos seus amados, pois, nada se leva daqui a não ser a obra que se fez em Cristo, repetimos, Ap 22: 12. Se sua obra for nefasta responderá por ela diante do grande trono branco no dia do juízo final, Ap 20: 11 a 15. Na terra, com poder e influência, se escapa da justiça humana, mas na eternidade sem Cristo, ninguém escapa do juízo de Deus, crendo ou não crendo nisso. O juízo é certo e virá.

Acrescente a isso o sofrimento de saber que seus familiares e filhos e netos, estão vindo no mesmo destino, e por sua culpa, e caminham celeremente para o mesmo e tenebroso desfecho eterno. Um dia, partirão para a eternidade nu como vieram e levando consigo as maravilhosas lembranças dos tempos abastados do paraíso terrestre em que viveram. Quem não recebeu o revestimento de Cristo, estará nu no juízo conforme diz, Ap 3: 17 e 18.

O caráter enganoso, a falsa reputação que mantiveram, tudo ficará gravado na memória para o dia do inexpugnável juízo final. Tudo o que você foi e pensou estará gravado em um arquivo, chamado “sub consciente”, o qual será ativado e exposto diante do grande trono branco, e do Juiz eterno, como se fosse um filme com som e com imagem, em todos os detalhes, e do qual você é o autor do roteiro e das imagens ali reveladas. Neste filme, você será o protagonista principal, e não terá como negar as coisas que estão sendo reveladas e vistas por todos claramente e com todas as indignidades. Cada um levará em si mesmo as suas acusações e então descobrirá para que servia o seu sub-consciente.

Medite um pouco, ainda existe tempo de voltar atrás e consertar tudo, enquanto há vida a esperança, após, somente haverá a horrenda expectação de juízo e ardor de fogo que vai devorar os adversários, conforme Hb 10: 27. Hoje, Jesus espera por você, hoje é o dia da salvação 1Co 6: 2, receba e entre na vida eterna com Ele e não se engane com falsas promessas e seja assim livre do juízo em Cristo.

Pense: “Ao homem está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo”, Hb 9: 27.

cláudio pinto pr

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