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Archive for fevereiro \16\UTC 2019

C GE

A paisagem é fenomenal montanhas ondulantes se sobrepõem, e a variedade de tons verdes se multiplica se perdendo no horizonte distante, o solo é cortados por um grande e límpido rio, cheio de vida e que leva a vida e a fertilidade em suas águas, tudo coberto por um céu azul maravilhoso, o ambiente é verdadeiramente paradisíaco.

Neste sistema biológico bucólico a mineradora funciona a todo o vapor, pois muitos desses montes se assentam sobre minerais valiosos que precisam serem achados nas profundezas. Graças a empresa, todos tem emprego, e a servindo, vivem com suas famílias habitando nos vales abaixo da barragem, num ambiente que transmite paz e segurança. A vida ali é uma agradável rotina. O que pode quebrar esse ambiente tão pacífico e tranquilo, o qual se repete dia a dia, tornando a vida ali uma aparentemente, sossegada e segura experiência.

Porém, existe ali um alerta simbolizado por uma sirene, que se soada um dia servirá como aviso que algo trágico pode estar prestas a acontecer, quebrando a rotina e instruindo que todos devem abandonar seus bens e sair sem olhar atrás, escapando pelos caminhos e rotas de fuga já determinados o mais rápido possível, antes que a barragem se rompa e toda a lama contaminada por produtos químicos da mineração cubra todo o vale e encha o rio que no fim transportará a desgraça, primeiro por toda a região e após para lugares mais distantes, levando em seu trajeto a morte dos seres vivos e a destruição da natureza e do ecossistema resultado pela geração de lucro financeiro para a fria e insensível mineradora.

A lama cobrirá tudo o que estiver pelo caminho, casas, caminhões, trens, tratores, carros, animais e todas as pessoas que não tiveram tempo de se preparar para escapar, restará a tristeza, as lágrimas, os mortos, a destruição a contaminação, e as perdas, e explicações tolas e vazias, dos que tendo toda as condições, nada fizeram para evitar tamanha tragédia. Para eles a vida humana significa apenas lucro e sua perda apenas prejuízo financeiro e nada mais.

Tudo o que citamos pode ser uma figura real para todo o mundo hoje, pois estamos prestes a ver a maior tragédia da humanidade acontecer, que é a vinda do homem da iniquidade o dito anticristo, fruto do amor que os homens têm pelo mundo e pelo dinheiro, que trará a maior desgraça já vista pela humanidade, e que Jesus disse: “nunca houve antes e nunca mais haverá igual depois”, veja Mt 24: 21. Há ainda uma “barragem” que o impede de inundar a terra com o seu poder. Porém, um alerta soará, que será o tocar da última trombeta que permitirá que os que a ouvirem por serem prevenidos saiam da terra antes do mal, como diz Is 57: 1, e ao qual conhecemos como o evento chamado por “arrebatamento da noiva” de 1ts 4: 13 a 18.

Você está preparado para o momento da fuga para o céu ao encontro de Jesus nas nuvens, ou verá a lama cobrir a sirene e começar a engolir tudo em seu caminho sem que haja tempo para se escapar, como aconteceu infelizmente em Brumadinho e com as virgens loucas da parábola de Mt 25: 8 a 10? Você crê no arrebatamento? Está se preparando para sair, ou crê que a barragem é forte e nunca se romperá? Hoje é tempo de ouvir o tocar da trombeta, a última, amém. Quem tem ouvidos ouça o que o Espírito diz as igrejas Ap 3: 29.

cláudio pinto pr

pense: “Quando a trombeta tocar, entenda o que ela anuncia e que virá, a tempo de escapar”. Nábulus, pensador cristão.

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digitalizar0004

Brasil é um país abençoado, pois não tem grandes catástrofes naturais , mas para compensar aqui existem os amaldiçoadores da terra, que por amor do dinheiro, vejam 1Tm 6: 7 a 10, criam os nossos tsunamis e tragédias tupiniquins, que não deixam que o Brasil passe imune no roteiro das grandes catástrofes mundiais.

Os causadores de tais males, são pessoas que ganham em um mês, mais do que a maioria vai ganhar de salário, trabalhando duro e com toda a dedicação e competência, em toda a sua vida. Porém, seja por incompetência ou omissão, ou ambas somadas, (prova disso são os funestos resultados que colhem), sem sentir nenhum arrependimento nem remorso, afora as hipócritas manifestações de sentimentalismo e a solidariedade das doações baratas. Com os seus próprios bens e recursos já acumulados, poderiam se quisessem, indenizar a todos as vitimas de seus desatinos, mas escolhem o caminho das doações miseráveis como enredo, e deixam os anos consumirem a esperança dos que esperam por uma justiça, que eles sabem nunca virá, e a qual eles nunca desejaram que viesse, e nem a farão por iniciativa própria. São os ditos “gigantes da terra” que consomem seus moradores insana e impiedosamente, como diz Nm 13: 32 e 33, e que após cada tragédia, vão em frente indiferentes.

Tais homens não sabem o que estão plantando para seu futuro, se soubessem e crescem dariam tudo o que ganharam para se livrar de tão terrível e insano destino que lhes está reservado, e ao qual não cabe alegar desconhecimento, pois ele está anunciado com todas as letras e aberto a quem quiser ver em Ap 20: 11 a 15. É amorosamente alertamos, sobre o terrível dia do juízo final, incorruptível perfeito e eterno, e no qual todo o julgamento é para condenação, pois os que chegam a ele rejeitaram o bem e a graça de Cristo em cujo livro quem tem seu nome escrito está livre por ter a salvação. Também não terão a Jesus como o seu advogado, 1Jo 2: 1. No grande trono branco se assenta o Juiz perfeito, o próprio Deus Criador, o qual se anuncia como onisciente, aquele que sabe tudo, onipresente, que está em toda parte, e ainda onipotente, que pode tudo e todas as coisas. Diante disso, quem poderá escapar espertamente de sua justiça? Sl 97: 2. No juízo não há espertos, há réus.

Nesse dia os que se mancomunaram e usaram seu prestígio e riqueza para se livrar da justiça descobrirão que nunca se livraram dela, apenas temporariamente se enganaram a si mesmos durante o curto tempo de sua vida, mas agora constatarão que ela estava reservada desde o início para o seu juízo. E a tudo quanto fez para se livrar através das influencias humanas, se soma agora ao seu libelo acusatório. Se revela agora o maior segredo contido em seu próprio ego, o seu subconsciente testemunhando contra ele, pois gravou cada detalhe oculto do que fazia nas trevas de sua existência e agora as revela para juízo. As obras seguem e julgam o homem ao final, Ap 20: 13. Podemos enganar a todos e até a nós mesmos, mas não podemos enganar a Deus, o Juiz Supremo que tudo vê.

Dirão: mas, as vitimas que morreram nas tragédias e sem Cristo, também estarão no dia do juízo e qual a vantagem do pobre sobre o rico e da vítima sobre o culpado nesse caso? Saiba que, ao que pouco foi dado pouco será cobrado, mas ao que “muito foi dado” muito lhe será cobrado, confirme em Lc 12: 48. Hoje, ainda é tempo de graça, de se fazer o bem e receber a Jesus e se livrar, sendo julgado no tribunal de Cristo e recebendo seu galardão, Rm 14: 9 a 12.

1Tm 4: 17 a 19 – “Diga aos ricos deste mundo que não sejam altivos, nem ponham a esperança na incerteza das riquezas, mas em Deus, que abundantemente nos dá de todas as coisas para dela gozarmos; que façam bem, enriqueçam em boas obras, repartam de boa mente, e sejam comunicáveis; que entesourem para si um bom fundamento para o futuro, para que possam alcançar a vida eterna”. Este texto não é um julgamento, antes, um apelo a razão.

cláudio pinto pr

Pense: “Nada trouxemos para este mundo e nada levaremos dele, mas no curto intervalo entre a vida e a morte, nos perdemos, brigando pelo que não trouxemos e nem poderemos levar.

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