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Archive for outubro \27\UTC 2016

Com asas de águias

S c Àguia

O profeta Isaias foi o profeta do velho testamento que mais falou de Jesus e também das coisas do novo testamento incluindo a escatologia.

Em seu livro ao final do capítulo 40, fala de um assunto aparentemente fácil de entender e muito utilizado pelos crentes em pregações sendo pois, muito conhecido. Como usa uma linguagem poética, é muito repetido, porém, está forma de escrita encobre uma interpretação figurada muito intensa para aqueles que esperam no Senhor ainda hoje.

O título do contexto é: “O livramento prometido ao povo de Israel”, e o texto a que nos referimos está em Is 40: 28 a 31. No v 28 diz: “Não sabes, não ouviste que o eterno Deus, o Senhor, o Criador dos fins da terra, nem se cansa nem se fadiga? não há esquadrinhação do seu entendimento”.

Este verso nos informa que Deus por ser espírito não se cansa ou se fadiga ainda que trabalhe incessantemente, como os que estão na carne que logo se estafam, e ainda diz que pouco o conhecemos em sua essência. O que nos chama atenção entretanto é a citação de que tem o predicado de ser “incansável e infadigável”? O que quer nos dizer com isso?

Continuando no v 29 está dito que Ele “dá esforço ao cansado , e multiplica as forças do que não tem nenhum vigor”. Quem se cansa é o que está vivo fisicamente e continua a servir ao Senhor e recebendo mais esforço a cada dia. Mas quem é o que não tem nenhum vigor? Claro ser aquele que já não tem vida, o que morreu, pois já não tem também mais nenhum vigor, mas ele diz que este terá as suas forças multiplicadas. Quando será isso?

No v 30, diz que ao contrário dos mortos, os jovens em todo o vigor, “mas se cansarão e se fatigarão, e que os mancebos certamente cairão”, mostrando a precariedade física do homem ainda que na plenitude da vida. O corpo físico é abatido e necessita de refrigério constante.

Tudo isto seria enigmático se não existisse o verso 31 que diz: “Mas os que esperam no Senhor os salvos, renovarão as suas forças”, sejam jovens ou velhos, resta saber quando isso ocorrerá. Após renovar as forças, diz então que “subirão com asas como águias”. Quando os cristãos subirão com asas como águias? A única citação e no dia do arrebatamento da noiva, quando os mortos, que já não tem nenhum vigor, forem ressuscitados e levantados e revigorados, subindo aos céus ao encontro do Senhor nos ares, e os vivos serão transformados em glória e farão o voo as nuvens ao encontro de Jesus? veja em 1Ts 4: 13 a 18. A águia e uma ave especial, pois voa soberanamente e se preciso sobe aos ares na vertical.

Após o ressurreição dos mortos a transformação dos vivos e o arrebatamento, todos então correrão e não mais se cansarão por serem espirituais como o Senhor, Fp 3: 21, e caminharão e não mais se fatigarão, pois já não vivem mais nas fraquezas da carne, 1Jo 3: 2. Será que Isaias estava falando figuradamente do arrebatamento no VT? Se há dúvidas veja o que ele diz em Is 57: 1, e após no capítulo 60: verso 8.

Pense: “Se o encontro é nos céu, nos ares, ou nas nuvens, Deus me fará subir com asas de águia”, Is 60: 8.

cláudio pinto pr

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A Caixa de Pandora

C de Pan

Quem é pandora? Segundo a mitologia grega narrada por Hesíodo e a primeira mulher enviada ao mundo e criada por Zeus como vingança, por ter o Titã Prometeu revelado o fogo e o presenteado aos homens.

Nessa caixa, que em verdade era um jarro, estavam todos ao males do mundo e um único bem, a esperança. Foi ordenado a Pandora que nunca abrisse essa caixa, mas ela curiosa a abriu e todos os males contidos nela saíram e começaram a influenciar a humanidade, mas ela fechou a caixa antes que a esperança, único bem, saísse. Existem outras versões mas essa é a mais conhecida.

Veja a semelhança entre o que fez Pandora e o que fez Eva. Ambas as primeiras mulheres, ambas recebendo uma ordem, ambas desobedecendo, ambas trazendo os males ao mundo, uma na mitologia, outra na Bíblia.

A diferença é que Pandora prendeu a esperança, e os males estão soltos até hoje atuando e sem nenhuma esperança de mudança prevista.

Já no caso de Eva, ela após induzir Adão a comer o fruto proibido do bem e do mal que introduziu o mal no mundo, após geraria um filho que traria a esperança de volta a humanidade, pois embora tendo o calcanhar ferido, pisaria a cabeça da encarnação do mal, a serpente, e colocaria a esperança a disposição total de todos aqueles que crescem.

Essa é a grande diferença entre Deus e o Diabo, entre o bem e o mal, o mal nunca gera ou dá esperança é fatalista e só gera desgraças e destruição sem alternativa nenhuma. Deus quando alerta sobre o mal o faz para que o ouvinte se previna contra ele, mas já tem um antidoto pronto caso o contrário venha por infortúnio a ocorrer, e isso e uma constante em toda a Bíblia, sempre haverá a esperança viva da parte de Deus.

Deus é perdoador e amor, e quer salvar sempre e não condenar, com o problema traz a solução e com tempestade traz a bonança. Como está dito em Os 6: 1: “Ele despedaçou e nos sarará fez a ferida e a ligará”. Se Deus permitiu a entrada do pecado e a morte no mundo, enviou também aquele que tiraria o pecado, Jo 1: 19, e que traria ao homem a ressurreição e a vida eterna, Jo 6: 47, sem que para isso o homem tenha que ser ao fim mumificado ou precise passar a vida a buscar portais abstratos ou etéreos, que não se sabe exatamente onde vão dar. Basta somente passar por uma única e clara porta que está em Jo 10: 9, e que acaba no céu, Jesus Cristo.

Pense: “Com o mal vem somente à desgraça, com o bem vem sempre a esperança”. Nábulus, pensador cristão.

cláudio pinto pr

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Mt 14: 22 a 36

 

Jesus sobre o mar-bravo                                                                                               

Jesus despede a multidão e ordena que os discípulos entrem no barco e sigam para a outra banda do mar. Após despedir a multidão subiu ao monte e ali orou sozinho até o cair da tarde.

Os discípulos estavam agora sozinhos no meio do mar açoitados por um vento contrário e forte e já temendo muito por suas vidas.

Mas a quarta vigília da noite entre (0h e 3h) Jesus aparece andando por cima do mar. Os discípulos ao verem alguém andando sobre as aguas temeram muito, pois a tradição dizia que um fantasma ao surgir anunciava a morte iminente, e então assustados gritaram. Não reconheceram que era Jesus que após os acalmou.

Ora, eles acreditavam que um fantasma podia andar sobre as aguas, e esse fato era bastante comum, pois já gerara uma lenda entre eles. A pergunta então é: podemos crer em fantasmas e que um deles possam andar sobre as aguas? Afinal o que vem a ser um fantasma?

Fantasma: Visão quimérica como nos oferece o sonho ou a imaginação exaltada – uma alma de outro mundo – Dicionario.

E porque não podemos crer que um homem possa andar sobre as águas? Porque o homem tem peso e assim é sujeito a gravidade e portanto, não pode andar na superfície dás águas sem que está se rompa e ele seja atraido para o fundo. Cremos porém, num ser etéreo que sendo de outro mundo o faça sem problemas.

Jesus anunciou que era do céu e não da terra Jo 3: 31, e que não era deste mundo Jo 17: 14 a 16, e se transfigurou após batizado diante de três de seus discípulos conforme Mt 17: 1 a 3. Porque confundiram Jesus com um fantasma então? Porque o medo da morte naquele momento e circunstâncias era maior que fé e a crença na vida. Jesus os acalmou se revelando a eles, porém Pedro intrépido pede para também andar sobre o mar e ir a seu encontro.

Jesus lhe diz “Vem”. E Pedro teve coragem e desceu do barco nas águas com ímpeto, mas ao sentir o vento forte e ver o que tinha feito o medo foi maior que a fé, e o vento mais forte que a vontade, e afundou, pois tirou os olhos de Jesus e gritou por socorro. Pedro era apenas um homem carnal e intrépido.

Jesus porém, era ressurreto no batismo e residência do Espírito Santo e sem pecado, era mais leve que a gravidade, mais forte que o vento e mais poderoso que a natureza. E nos que achamos graça de Pedro por ter ele afundado nas águas, podemos crer que um dia seremos iguais a Jesus segundo a promessa que Ele nos fez em Fp 3: 20 e 21 e 1 Jo 3: 2? Somos melhores que Pedro que ao menos teve a coragem de descer do barco e pisar nas águas?

Cremos mesmo na ressurreição, na transformação do corpo e no arrebatamento as nuvens em glória como diz 1Co 15: 52 a 54 e 1Ts 4: 13 a 18. Se não cremos poder andar sobre ás aguas, podemos crer em voar as nuvens? Pensemos nisto.

Cláudio pinto pr

Pense: Se podemos crer no que vemos, não podemos ver o que cremos? Nábulus, pensador cristão

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