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Archive for 10 de agosto de 2015

Cor sab3 – Uma manhã no Jardim – “Certamente”, ou “morrendo morrerás” A advertência feita por Deus em Gn 2: 17, não foi traduzida ao pé da letra, talvez para fugir do chamado “pleonasmo ou redundância”, abominado pelos adeptos da boa literatura, pois o texto usa o mesmo verbo repetitivamente, “Muwth=Morte” mudando o tempo, e que seria melhor traduzido por “morrendo morrerás”? Quando dizemos “certamente morrerás”, isto é uma afirmativa que significa que a advertência se cumprirá. Ela acontecerá como uma consequência à desobediência pelo ato praticado certamente, mas não sabemos se ocorrerá de imediato ou somente no tempo devido. Ao usar a repetição do mesmo termo, o “morrendo morrerás”, ele identifica com clareza não só uma consequência, mas o inicio de um processo de morte que será paulatino, ou seja, cada célula começará a se multiplicar com qualidade sempre inferior a anterior, com isso virá o desgaste pela oxidação e o envelhecimento natural do corpo e por fim a decrepitude levará todo o organismo ao colapso final pela chamada corrupção da carne. No ca3 – Uma manhã no Jardim – “Certamente”, ou “morrendo morrerás” A advertência feita por Deus em Gn 2: 17, não foi traduzida ao pé da letra, talvez para fugir do chamado “pleonasmo ou redundância”, abominado pelos adeptos da boa literatura, pois o texto usa o mesmo verbo repetitivamente, “Muwth=Morte” mudando o tempo, e que seria melhor traduzido por “morrendo morrerás”? Quando dizemos “certamente morrerás”, isto é uma afirmativa que significa que a advertência se cumprirá. Ela acontecerá como uma consequência à desobediência pelo ato praticado certamente, mas não sabemos se ocorrerá de imediato ou somente no tempo devido. Ao usar a repetição do mesmo termo, o “morrendo morrerás”, ele identifica com clareza não só uma consequência, mas o inicio de um processo de morte que será paulatino, ou seja, cada célula começará a se multiplicar com qualidade sempre inferior a anterior, com isso virá o desgaste pela oxidação e o envelhecimento natural do corpo e por fim a decrepitude levará todo o organismo ao colapso final pela chamada corrupção da carne. No caso de Adão, não sabemos que idade ele tinha ao pecar, mas sabemos que esse processo de decrepitude até ocorrer a sua morte se estendeu até os 930 anos e então se consumou, com sua morte, ele morrendo a cada dia, morreu, Gn 5: 5. Hoje esse processo se consuma naturalmente, em geral, entre 70 e 100 anos. Certamente, Adão pensava a princípio que ao comer do fruto proibido cairia imediatamente fulminado e morto e assim temia comer, ao ver que Eva comerá e nada lhe acontecera, talvez se sentindo enganado por não entender o processo de morte, também comeu do fruto. No momento em que o fez deu o sinal de partida ao processo do “morrendo morrerás” em seu corpo físico que o levaria a perder a imortalidade por ter agora nele a corrupção física pelo conhecido adquirido e absorvido do mal espontaneamente. Deixo uma pergunta para a sua meditação: porque Adão, sendo o guarda do jardim e sendo alertado por Deus, nunca proibiu Eva, sua companheira, de estar a ouvir as cantilenas da serpente no jardim? Pense: “Quem avisa amigo é, e quem não avisa?” Nábulus, pensador cristão cláudio pinto pr so de Adão, não sabemos que idade ele tinha ao pecar, mas sabemos que esse processo de decrepitude até ocorrer a sua morte se estendeu até os 930 anos e então se consumou, com sua morte, ele morrendo a cada dia, morreu, Gn 5: 5. Hoje esse processo se consuma naturalmente, em geral, entre 70 e 100 anos. Certamente, Adão pensava a princípio que ao comer do fruto proibido cairia imediatamente fulminado e morto e assim temia comer, ao ver que Eva comerá e nada lhe acontecera, talvez se sentindo enganado por não entender o processo de morte, também comeu do fruto. No momento em que o fez deu o sinal de partida ao processo do “morrendo morrerás” em seu corpo físico que o levaria a perder a imortalidade por ter agora nele a corrupção física pelo conhecido adquirido e absorvido do mal espontaneamente. Deixo uma pergunta para a sua meditação: porque Adão, sendo o guarda do jardim e sendo alertado por Deus, nunca proibiu Eva, sua companheira, de estar a ouvir as cantilenas da serpente no jardim? Pense: “Quem avisa amigo é, e quem não avisa?” Nábulus, pensador cristão cláudio pinto pr

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