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Archive for 14 de fevereiro de 2012

É dito a voz corrente nos meios cristãos que “Deus não olha as aparências, mas o coração, ao que  nós sempre retrucamos dizendo: “Deus não olha as aparências, mas olha  a santidade delas, pois elas revelam do que está cheio o coração, pois do coração procedem as manifestações exteriores” conforme Mt 15: 18 a 20.
Não podemos como cristãos permitir que a aparência do mal prevaleça, por exemplo, não posso estar numa mesa onde todos se embebedam, sem passar a impressão de que eu também esteja me embriagando. Como provar que participando daquela mesa eu não compactuava com ela? Me recusar a sentar nela,  ainda que conheça um ou mais de seus componentes, é uma questão de prudência pessoal e de amor ao mais fraco que pode tropeçar naquilo que imagina ter visto, ainda que não fosse verdadeiro. Não podemos servir de tropeço a ninguém.
Disse César, imperador romano, após defender a sua mulher no tribunal e a colocar no ostracismo em casa por má fama: “A mulher de César não basta ser honesta, tem também que parecer honesta”. Ora, se o imperador dos ímpios tem esse conceito, como  é possível que os santos servos do Senhor não o tenham? É preciso zelar pelo nome de Cristo, corpo ao qual pertencemos, agindo sempre com bom senso e resguardando o espírito de santidade de 1Ts 4: 8. Nos lembremos de 1Co 6: 19 e 20 que diz que o nosso corpo pertence ao Senhor e não é mais nosso, e que de tudo o que fizermos com ele daremos conta no dia do juízo, conforme Rm 14: 12 e 2Co 5: 10. A pergunta é: Diante disso, que tipo de pessoas nos convém ser  em santo trato e piedade?  2Pe 3: 11 e 2Co 7: 1.

Cláudio Pinto

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