O que é a vida se passamos por ela sem nenhuma visão, sem nenhuma missão, e sem verdadeiros valores, ou os tendo a visão é turbada, a missão não é benigna, e os valores não são morais e desprovidos de nobreza.
Como justificar a vida se o nosso modelo cívico é semelhante ao dos abutres que chegam alvoroçando todos os outros animais, os agitando e perturbando, a ponto de abandonarem a carcaça por já conhecerem o seu proceder, se o nossa sociabilidade e como a da Hiena, que gargalhando e capaz de com uma mordida cortar até os ossos do desafeto ou competidor, ou se nossa amabilidade é como a do urso, cujo abraço quebra a coluna vertebral e cujas garras dilaceraram a carne. Como sendo racional se pode passar pela vida pensando e agindo como sendo um irracional sem nenhum senso de compartilhamento e fraternidade. Pv 16:8
Como disputar uma fêmea como o fazem os elefantes cujo hormônio e tão agressivo e exacerbado, que os leva a se degladiarem se dilacerando até a morte, pelo direito de perpetuar a espécie mantendo nelas o seu dna, cuja principal qualidade e de as tornar semelhantes a eles mesmos.
Como viver fazendo da insensibilidade a sua riqueza, da crueldade o seu equilíbrio e da parcialidade a sua justiça, agindo como bando que para sobreviver depreda e para prevalecer se une corporativamente. Pv 16: 16
Os animais assim agem por serem irracionais, são amorais por natureza, mas o corrupto é racional, mas usa de forma insensata toda a sua sabedoria como se fosse uma besta fera, jamais deixa a carcaça e nunca abandona a carniça.
Onde estiver à putrefação ali estará também o grande dragão de Comodo, cuja saliva e tão abundante quanto contaminada, repugnante e mortal. Is 1: 23.
Nábulus, pensador cristão
